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***Prestem muita ATENÇÃO no que o Felipe Pedri desenhou. É importante assistir e compartilhar . O único que pode fazer a Redemocratização do Brasil é o Flávio Bolsonaro.



O sadismo velado e a insensibilidade cruel da Rosa Weber são expostos em sua própria fala neste vídeo. Com um sorriso complacente e voz quase maternal, ela revela o que o povo brasileiro já sabe há muito tempo: Ministros do Supremo Tribunal Federal não apenas condenam inocentes → alguns deles se divertem com o sofrimento alheio. Ela começa chamando Alexandre de Moraes de “companheiro indefectível de andanças”. Andanças... Como se fossem turistas visitando um parque. Depois elogia o colega por “jamais recusar um dos meus convites para visitar unidades prisionais”. Convites... Como se fosse um chá da tarde. E então vem o momento que causa arrepio: ela conta, orgulhosa, que os detentos do 8 de janeiro os receberam, rezaram juntos com eles e aplaudiram Alexandre de Moraes! “Rezamos juntos, convidados pelos detentos do 8 de janeiro… E o ministro Alexandre foi aplaudido. Eu não!” Ela diz isso com um tom de quem conta uma fofoca simpática. Como se não fossem seres humanos que tiveram a vida destruída por decisões monocráticas, sem prova material, sem flagrante, sem direito a ampla defesa real. São pais de família, avós, trabalhadores, gente simples que foi condenada por “crimes” como “associação criminosa” e “incitação à violência” só por estar no local errado no dia errado — ou nem estava lá. Rosa Weber não demonstra um pingo de compaixão. Ao contrário. Ela exibe o apreço que os presos teriam por Moraes como uma medalha de honra. “E me tornou testemunha do apreço que os detentos têm… e as detentas, por sua excelência.” Traduzindo: “Olhem como eles nos amam mesmo depois de tudo que fizemos com eles.” É o clássico sadismo de quem tem poder absoluto e quer que a vítima ainda agradeça pelo chicote. Enquanto milhares de famílias choram, filhos crescem sem pais, mães envelhecem na solidão e brasileiros inocentes apodrecem em celas superlotadas da Papuda e da Colmeia, Rosa Weber se derrete em elogios ao “companheiro insubstituível”. Ela não vê pessoas. Vê troféus. Não vê injustiça. Vê obediência. Não vê dor. Vê aplausos. Essa fala não é de uma juíza. É de uma algoz que se diverte com a humilhação alheia. É o retrato perfeito da insensibilidade psicopata que tomou conta de grande parte do Supremo: a capacidade de olhar nos olhos de quem foi destruído por suas decisões e transformar esse sofrimento em historinha bonitinha de “rezamos juntos”. Rosa Weber e Alexandre de Moraes (que parece se deliciar com a fala dela) – eles não têm vergonha, têm orgulho! Ministros da Suprema Corte que celebram o horror que causam a presos políticos não são guardiães da Constituição. São carrascos com beca. A história, um dia (quem dera em breve), vai julgá-los com a mesma frieza com que eles hoje julgam os inocentes do 8 de janeiro e todos os demais presos e exilados políticos.





























