Boby Fields

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Boby Fields

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@bobyfields

Mountain View, CA انضم Nisan 2024
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Fernanda Salles
Fernanda Salles@reportersalles·
Discurso moderadinho em ditadura é cumplicidade com o regime de exceção. Qualquer um que pretenda assumir o desafio de enfrentar o autoritarismo precisa dizer com clareza o que fará pelo país e como fará. “Moderação na defesa da verdade é serviço prestado à mentira”.
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪
O comunismo nunca se realizou em parte alguma. O mesmo vale para o socialismo na definição marxista: a tomada dos meios de produção pelo Estado, como etapa de transição ao comunismo. E há razões teóricas sólidas para crer que jamais se realizará. A primeira razão é econômica. Foi formulada com clareza definitiva por Ludwig von Mises em 1920 e refinada por Friedrich Hayek nas décadas seguintes: sem propriedade privada dos meios de produção, não há mercado de fatores; sem mercado de fatores, não há preços; e sem preços, é literalmente IMPOSSÍVEL calcular se um determinado uso de recursos é mais ou menos eficiente que outro. Ou seja, o planejador central, por mais bem-intencionado e tecnicamente capaz que seja, opera no escuro. Some-se a isso o argumento hayekiano do conhecimento disperso. A informação relevante para coordenar uma economia complexa está distribuída entre milhões de agentes, sob forma tácita, e não pode ser agregada por nenhum órgão central. Na prática, o mercado é, antes de tudo, um mecanismo de processamento de informação. Nenhum substituto burocrático jamais demonstrou ser capaz de replicá-lo. Daí a segunda razão, que é empírica. Em todo país que tentou suprimir o mercado, da União Soviética a Cuba, da Coreia do Norte à Venezuela chavista, passando pelo Camboja, o que se observou não foi a abolição da economia de troca, mas seu deslocamento para a clandestinidade, na forma de mercados negros, economias paralelas e redes informais de favores. A troca de mercado é como a água: se você tampa um lado, ela escoa pelo outro. Vale lembrar que, sem essa "segunda economia", regimes socialistas teriam colapsado muito antes do que efetivamente colapsaram. A terceira razão é política, e talvez a mais importante. A promessa marxista é a da abolição das classes. O resultado prático, sem exceção, foi a emergência de uma NOVA CLASSE, para usar o termo cunhado em 1957 por Milovan Djilas, antigo dirigente comunista iugoslavo. Trata-se dos quadros do partido, que passam a controlar simultaneamente o aparelho estatal e o aparelho produtivo. A teoria da escolha pública, desenvolvida por James Buchanan e Gordon Tullock, explica por quê: agentes estatais respondem a incentivos próprios, não ao "bem comum" abstrato. Na prática, quando você concentra todo o poder econômico nas mesmas mãos que detêm o poder político, o resultado não é a igualdade prometida. É a superconcentração de poder numa nomenklatura, em escala que nenhum capitalista jamais sonhou alcançar. Não por acaso: é exatamente o que os incentivos institucionais previam. No fim das contas, a proposta marxista não cumpre o que promete. Ela NÃO PODE cumprir, por razões estruturais conhecidas há mais de um século. Quem ainda a defende, ou desconhece esses argumentos, ou os conhece e prefere ignorá-los - em geral porque pertence ao grupo que se beneficiaria da revolução, ou porque opera com pressupostos normativos que valoram a igualdade de resultados acima da liberdade individual e do próprio bem-estar material agregado.
BBC News Brasil@bbcbrasil

O império empresarial bilionário da elite secreta de Cuba bbc.in/4u5aPCv

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Andre Marsiglia
Andre Marsiglia@marsiglia_andre·
A suspeita da PF de que Vorcaro deu imóveis de luxo para Moraes muda completamente o rumo da investigação e também o peso da delação de Vorcaro 👇🏻 bandnewstv.uol.com.br/geral/pf-inves…
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Roger Rocha Moreira
Parabéns, Ju! Corajoso e sensato de sua parte.
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Érica Gorga
Érica Gorga@EricaGorga·
💎O editorial do Estadão de hoje reconheceu que o Ministro Gilmar Mendes quer manter o indigitado Inquérito das Fake News apenas para impedir críticas legítimas aos Ministros do STF. E ainda existe mais uma coisinha: os Ministros do STF querem manter o Inquérito das Fake News porque querem continuar presidindo o Brasil e legislando. Hoje, o STF ocupou os lugares dos Poderes Executivo e Legislativo. Dentre os atuais 10 Ministros do STF, existem 3 ou 4 que simplesmente tomaram para si as prerrogativas da Presidência da República.
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Guilherme Todeschini
Guilherme Todeschini@guitodeschini·
Moraes decreta prisão definitiva de Filipe Martins após condenação a 21 anos. O resultado de Senadores e Deputados Federais COVARDES que só pensam em seus planos pessoais de poder.
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Ⓜ️Luiz FernandoⓂ️
Teste de popularidade Você Está aprovando a pré candidatura do Romeu Zema.
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Rafael Fontana
Rafael Fontana@RafaelFontana·
Saiu o episódio 5 dos INTOCÁVEIS. Favor não compartilhar. Grato.
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Procópio Cardozo
Procópio Cardozo@procopiocardozo·
No futebol há quem pergunte se é o time que empurra a torcida ou a torcida que empurra o time. Na política não há dúvida: são os posicionamentos do Zema que vem empolgando os eleitores
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪
William Douglas e a possibilidade de boas pessoas cometerem erros brutais Nos últimos anos, eu fui perseguido politicamente em várias oportunidades. Uma delas foi um pedido de investigação pela SECOM do Descondenado, pelas mãos do então ministro Paulo Pimenta, para que eu e várias outras pessoas, todas de direita, fôssemos investigados por críticas feitas à resposta do regime à maior enchente de todos os tempos no Rio Grande do Sul. "Mandar prender. Não aguento mais fake news", disse o comissário Pimenta, num áudio que vazou para a imprensa, demonstrando mais uma vez o caráter totalitário do projeto de poder petista. Naquele momento, uma das vozes mais relevantes que se levantou contra o claro ato de perseguição política foi a do magistrado William Douglas, que chegou a escrever de próprio punho um longo artigo no portal Poder360 denunciando a tentativa de censura e perseguição política do regime. Em outras oportunidades, Douglas também defendeu a liberdade de expressão e de culto de pessoas que comungam de credos e posições políticas diferentes dele. A bem da verdade, e da justiça, é preciso deixar tudo isso claro antes de criticar o seu apoio, para mim inexplicável e indefensável, à indicação de Messias ao posto de ministro do Supremo. Disse isso a ele, em conversa que mantivemos. Num ambiente de colapso moral, político e jurídico, é fácil qualquer divergência ser encarada como traição, quando passamos a tratar antigos aliados, ou mesmo amigos, como inimigos. Não que não existam de fato pessoas sem índole que mereçam esse tratamento, mas não é o caso de William, justamente pelo longo histórico da sua defesa de pessoas ou causas em que ele não tinha absolutamente nada a ganhar, como foi comigo. Obviamente isso não quer dizer que ele não esteja brutalmente equivocado. E o seu erro pode custar muito caro ao país. Continuo sem entender a sua posição, e ele chegou a ficar ofendido quando eu sugeri a possibilidade de a sua postura ser fruto do corporativismo evangélico. Como alguém que defendeu a vida inteira a liberdade de expressão, de associação e de culto pode apoiar para o Supremo um perseguidor? Um perseguidor que falou com orgulho sobre o pedido de prisão de manifestantes do 8 de janeiro e que se colocou contra qualquer anistia? Um perseguidor que chegou a ponto de abrir um órgão especial de denúncia e censura na AGU? Isso sem nem entrar no gravíssimo episódio de defesa do aborto até o fim da gravidez... Especialmente no momento em que fica mais claro para a sociedade que o maior problema do país é justamente o aparelhamento político do Supremo e o uso do seu poder para fins repressivos e autoritários, esmagando inclusive o poder legislativo. Rezo pela mudança de posição de William. Espero que Deus ilumine a sua mente, ou melhor ainda, que ilumine a mente dos senadores, que têm o poder de impedir mais esse desastre da indicação de Messias ao Supremo. Qualquer que seja o caso, William demonstra em seu histórico ser uma pessoa do bem, e sua posição no momento não me parece ser fruto de cálculo cínico em busca de benefício pessoal. Pessoas do bem eventualmente erram feio.
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João Luiz Mauad
João Luiz Mauad@mauad_joao·
Confesso que leio os editoriais recentes do Estadão com um sentimento misto de perplexidade e ironia. A ginástica intelectual e retórica dos editores para criticar, com a devida com veemência, os famigerados inquéritos do fim-do-mundo, sem contudo precisar admitir que ajudaram a criar e alimentar este verdadeiro Frankeinstein institucional, é digna de nota. A justificativa é quase sempre a mesma: em algum momento, esses inquéritos antidemocráticos foram necessários para salvar a democracia. Em outras palavras: os fins justificaram os meios, inclusive o apoio maciço da imprensa àquele monstrengo. Ocorre que este argumento não resiste ao mínimo escrutínio lógico. Suponhamos, apenas para efeito de argumentação, que havia de fato uma "trama golpista" dentro do Palácio do Planalto. Neste caso, como exatamente aqueles inquéritos impediram o golpe? Parece claro, para qualquer um que raciocine à luz dos fatos e da lógica, que, se de fato houve, em algum momento, um ânimo golpista por parte de alguns aloprados no entorno do presidente, ele foi detido não pelos inquéritos do senhor Moraes, mas pela recusa da maioria dos chefes das Forças Armadas e do próprio presidente de levar a coisa adiante. O que nos leva à conclusão de que os inquéritos inconstitucionais serviram apenas e tão somente para sustentar arbitrariedades e autoritarismos que, de outra maneira, não teriam sido possíveis - e, last but not least, acabaram por macular a lisura/imparcialidade das eleições de 2022. Sem os inquéritos e sem a patente parcialidade do TSE talvez aqueles pobres coitados nunca tivessem desfilado a sua indignação na Praça dos Três Poderes, no dia 8/1/23, e a história teria sido bem diferente - para melhor...
João Luiz Mauad tweet media
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Paul Cavendish
Paul Cavendish@CavendishPaulo·
Você se lembra disso? Há alguns anos, a jornalista Mariana Godoy teria ido até a Suíça para entrevistar o ex-delegado da Polícia Federal e ex-deputado Protógenes Queiroz, buscando entender por que ele deixou o Brasil. Segundo o relato que circula, ele teria investigado o sistema de urnas eletrônicas e concluído que o Partido dos Trabalhadores nunca venceu eleições de forma legítima. A partir dessas supostas descobertas, teria passado a sofrer ameaças de morte, sendo forçado a abandonar o país e viver no exterior. A versão ainda afirma que o conteúdo dessa entrevista teria sido apagado por autoridades eleitorais, mas que o vídeo foi recuperado e estaria sendo novamente divulgado. A mensagem termina com um apelo: que cada pessoa compartilhe ao máximo, para que mais gente tome conhecimento.
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Glenn Greenwald
Glenn Greenwald@ggreenwald·
@misterytops Se as autoridades só puderem sofrer impeachment quando concordarem que devem ser impeachmado, então o impeachment é totalmente inútil.
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João Luiz Mauad
João Luiz Mauad@mauad_joao·
Fernando Schüler coloca o dedo na ferida neste ótimo artigo (mais um). O excesso de gastos públicos nunca foi e nunca será em benefício dos mais pobres. Estes são apenas a isca propagandística dos captores do estado, em busca de (cada vez mais) privilégios. Leiam A captura do Estado e o interesse dos mais pobres Por: Fernando Schüler “”Ganham as eleições com discurso de esquerda e praticam austeridade”, disse Lula em seu discurso no encontro dos progressistas, em Barcelona, por estes dias. Ele se referia à esquerda atual, que de alguma forma teria “sucumbido” ao “neoliberalismo”. É interessante observar o discurso de Lula, quando se discute, aqui pelo Brasil, a necessidade de um “ajuste fiscal duro”, a partir de 2027. Lula parece estar dizendo algo na direção inversa: não vamos cair na conversa desses liberais e sua agenda de “reformas”. E diria que tem sido perfeitamente coerente com este discurso, ao longo de seu atual governo. O que me intriga é a retórica contra a “austeridade”. Dias atrás escutei esta mesma ideia em um debate do qual participei. Falei sobre a captura do Estado no Brasil e a necessidade de uma reforma do Estado, e fui retrucado com uma crítica muito parecida com a de Lula. Esta “ideia de reformas e corte de gastos”, dizia meu interlocutor, seria apenas uma “agenda liberal”. Na prática, o que ele estava dizendo, e que Lula disse com clareza, em Barcelona, é que existiria uma contradição entre agir com austeridade no gasto público e colocar em execução “boas políticas públicas”. Nessa visão, a defesa de reformas modernizantes, privatizações, rigor fiscal e corte de gastos seria de alguma forma um argumento “contra os mais pobres”. Sejamos claros: isto não faz o menor sentido. Por que alguém imagina que gastar 528 vezes a renda média da população com cada deputado ou senador no Congresso seria positivo para os mais pobres? Ou ainda: porque torrar R$ 5 bilhões de dinheiro público, a cada dois anos, financiando candidatos e campanhas eleitorais, ajudaria aos mais pobres? E porque um recorde global de supersalários para as altas carreiras públicas ajudaria os brasileiros de menor renda? Daria para ir longe fazendo estas perguntas, mas não é preciso. É difícil não identificar aí uma confusão elementar que existe no debate brasileiro, entre aquilo que são boas políticas públicas e o que não passa de apropriação – em regra perfeitamente legal – do Estado e do dinheiro publico por parte de múltiplas elites – de “dentro” e de “fora” da máquina pública. Ainda agora saiu um relatório do TCU mostrando a verdadeira farra com voos oficiais com jatinhos e aviões da FAB em Brasília. Entre 2020 e 2024, foram nada menos do que 7,4 mil viagens. Os técnicos fizeram um pente fino em uma amostra de 266 dessas viagens e o resultado é assustador. 194 delas foram feitas sem a devida justificativa para os voos oficiais. E com voos comerciais disponíveis. Por que isto seria do interesse dos mais pobres? Por que isto deveria ser custeado com dinheiro do contribuinte? Isto vale para quase tudo que diz respeito ao uso do dinheiro público. Faz sentido o governo manter uma TV estatal, que basicamente segue a linha do próprio governo – seja ele qual for, a um custo próximo de R$ 1 bilhão ao ano, em meio à overdose de fontes de informação, de todos os tipos, de que dispomos, na sociedade? Faz sentido, para os mais pobres, pagar R$ 8,5 bilhões, que foi o prejuízo dos Correios em 2025, apenas para sustentar uma empresa cujos serviços poderiam ser providos pelo setor privado, a partir de uma boa regulamentação – a exemplo do que vem sendo feito com o saneamento básico? O fato é que o País vive preso a uma armadilha infernal. A dívida pública deve subir cerca de 11 pontos do PIB ao longo do atual governo; o desequilíbrio fiscal pressiona os juros; o endividamento das famílias se agrava; e o governo anuncia mais um programa de “renegociação” — isto é, mais uma forma de socializar o custo do problema, direta ou indiretamente, com o contribuinte, enquanto se empurra a conta para adiante. É possível se imaginar um debate filosófico mais amplo sobre o lugar do mercado e do Estado na vida social, sobre a atualidade do liberalismo ou da socialdemocracia. Mas nossos problemas são bem mais simples e objetivos. É simplesmente um erro confundir a gastança governamental brasileira com algum tipo de interesse público. E isto jamais deveria opor esquerda e direita em nosso debate político. Se temos um Judiciário que custa perto de 1,4% do PIB, contra 0,3% na média internacional, não se trata de um problema ideológico, mas de falta de racionalidade na estrutura pública. Vale o mesmo para o déficit da Previdência, que já passa de R$ 400 bilhões ao ano e vai aumentar em função do envelhecimento da população. Vamos continuar brincando de falar mal dos “bilionários” e do “neoliberalismo”, enquanto enfiamos a cabeça em um buraco, ao invés de enfrentar as reformas que nós mesmos precisamos fazer? Nossa máquina pública perdulária não é uma “escolha da sociedade”, como escutei de um bom economista tempos atrás. E nem por sonho é resultado de alguma política “liberal”. Diria que é o seu oposto. Ela é o resultado da ação de múltiplas elites, de dentro e de fora do setor público, hábeis em capturar benefícios, supersalários, fundões, incentivos fiscais, estatais deficitárias, vinculações constitucionais. Tudo e o mais puro privilégio, bem representado pelo congestionamento de aeronaves estatais em Brasília. Isto pouco a ver com o tradicional debate entre esquerda e direita. E rigorosamente nada com os interesses dos mais pobres. A oposição real é entre racionalidade e captura. Imaginar o contrário pode render alguns aplausos, em auditórios simpáticos, mundo afora. Mas não passa de um truque. Oxalá estes temas estejam em pauta, com alguma maturidade, no debate eleitoral que temos pela frente.”
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Glenn Greenwald
Glenn Greenwald@ggreenwald·
Há alguns meses, Gilmar descobriu uma regra há muito tempo oculta na Constituição, segundo a qual apenas a PGR pode solicitar o impeachment de ministros do STF — e não o Senado, como todos acreditaram durante muito tempo. Agora, o STF descobriu um novo poder: seus ministros só podem sofrer impeachment se eles considerarem o processo justo. O STF controla tudo no Brasil e não está sujeito a leis ou limites.
Pri@Pri_usabr1

Gilmar Mendes diz que impeachment de ministro do STF pode ser barrado pelo próprio Supremo: “Se houver uma abertura de impeachment que não se justifique, pode haver controle judicial.” O STF não permitirá nenhum impeachment de ministros, pois todos serão considerados “ABUSOS”🤡

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Diego Muguet
Diego Muguet@diegomuguetrj·
🎯 O Arquiteto do Zema 2026: Renato Pereira e a Realpolitik ​Se você quer entender a metamorfose de Romeu Zema, de gestor austero mineiro a presidenciável com discurso nacional afiado, você precisa olhar para quem segura a caneta da estratégia: Renato Pereira. ​🛠️ A Missão: Nacionalizar o "Uai" ​Renato Pereira não foi contratado para cuidar de redes sociais; ele foi contratado para fazer antropologia política. Sua missão é clara: ⚠️ ​Romper a bolha de Minas: Transformar a aprovação regional em viabilidade nacional. ⚠️ ​Pivotar o discurso: Sair do "gerentismo" técnico para um posicionamento de direita firme e competitivo. ⚠️ ​Unificar o grupo: Ele agora coordena tanto Zema quanto seu sucessor, Mateus Simões, garantindo que a narrativa não se fragmente na transição de governo. ​💼 O Currículo: Ouro e Barro ​Pereira é um veterano de guerras pesadas. No currículo, vitórias emblemáticas com Eduardo Paes e Sérgio Cabral, além da quase proeza de derrotar Hugo Chávez com Henrique Capriles na Venezuela. ​Mas o que torna sua presença no Partido NOVO um choque de realidade é o passado: Renato foi delator da Lava Jato. Admitiu caixa 2 e esquemas que o partido sempre jurou combater. ​⚡ O "Sniper Point" para 2026 ​A contratação de Pereira é o maior sinal de Realpolitik dado pelo NOVO até hoje. O partido parou de jogar para "ter razão" e começou a jogar para ter o poder. ​O cálculo é frio: ​A ética atrai o militante, a técnica do marqueteiro vence a eleição. ​Zema agora tem um "general" que conhece os atalhos e os perigos do sistema por dentro. ​A campanha de 2026 será movida a IA e microdirecionamento, áreas onde Pereira está apostando todas as fichas para inundar o digital. ☢️ ​Resumo: Renato Pereira é a ferramenta de precisão que o NOVO escolheu para transformar um governador eficiente em um líder de massas. O preço? O fim da "pureza" em nome da eficiência eleitoral.
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Fernando Schüler
Fernando Schüler@fernandoschuler·
Nossa máquina pública foi capturada por múltiplas elites e grupos de pressão. Isso nada tem a ver com o interesse dos mais pobres. Meu artigo no @Estadao estadao.com.br/politica/ferna…
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Nikolas Ferreira
Nikolas Ferreira@nikolas_dm·
Antes tarde do que nunca. Mas muito tarde…
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Marcos Cintra
Marcos Cintra@MarcosCintra·
Até que enfim um candidato e um partido tiveram coragem de enfrentar o arbítrio. Agora é hora do povo apoiar!!
Marcos Cintra tweet media
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