DONOS DA HISTÓRIA - Guarda Popular Colorada

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DONOS DA HISTÓRIA - Guarda Popular Colorada

@DonosDaHistoria

Movimento pela Refundação da Guarda Popular Colorada 🇦🇹

Porto Alegre/RS Katılım Ağustos 2025
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DONOS DA HISTÓRIA - Guarda Popular Colorada
O DNA DO FIM E A NECESSIDADE DE REFUNDAÇÃO Antes de qualquer avaliação sobre o cenário da Curva Sul do Estádio Beira-Rio, é necessário compreender como funciona uma barra brava. Sem os clichês, sem frases de senso comum que habitam a pouca inteligência de quem comenta sobre torcidas. É óbvio que lideranças de barra vivem todos os dias sob pressão. E é claro que essas figuras não conseguem ter uma vida comum. Uma vida baseada na grande maioria da população: sair de casa, trabalhar, passar o final de semana com os filhos, ir ao parque. Quem é líder de torcida não vive assim. Não pense que Mauro Martín e Rafa Di Zeo, lideranças da La 12 do Boca Juniors — maior barra brava da América Latina — vão ao cinema aos sábados ou cumprem expediente em algum escritório. A rotina de uma liderança de barra é outra. E por não ter essa vida comum, por viver sob risco, por muitas vezes ser alvo, é natural que vivam da torcida. Sim, se sustentem da torcida. Isso não significa transformar a barra em um negócio. Porque ou tu faz torcida, ou tu ganha dinheiro. As duas coisas não dá. Na Popular, o que sempre foi um ponto de atenção foi a estrutura: se a torcida seguiria como um setor da arquibancada ou se perderia como torcida ao adotar o modelo de organizada. Esse foi o centro do primeiro grande racha da Guarda Popular, entre Hierro Martins e Master Castro. Naquela época, Hierro defendia a unidade e a centralidade da Popular. Acreditava que barra brava não tem filiais, não tem núcleos autônomos, não tem identidade pulverizada. Cada cidade poderia ter a sua faixa, mas jamais a sua “Popular Santa Maria”, “Popular Caxias”, “Popular Uruguaiana”. Porque Popular não é torcida: é o setor. E a identidade da barra se constrói nesse espaço. Master, por outro lado, defendia a expansão. Tinha mais diálogo com o interior e com integrantes que desejavam levar a identidade da torcida para suas cidades. E, aos poucos, esse modelo foi se consolidando. Com a saída de Hierro, Giba assume o comando da Curva Sul. Mas é com Diego que o setor começa a ser transformado, progressivamente, em uma torcida organizada — com núcleos independentes, faixas próprias, líderes locais e, sobretudo, ausência de comando. Após alguns anos de Diego à frente da torcida, os núcleos passam a ter vida própria. Deixam de responder à liderança — por mais patética e inoperante que ela seja. Cada cidade com seu uniforme, sua identidade visual, sua própria leitura daquilo que deveria ser uma barra. Exatamente como Hierro alertou que aconteceria. Diego assume o comando sem referências de barra brava. E sem referências, abre mão da alma da Popular. Prostitui a torcida ao se aliar a casas de apostas, entregando a barra nas mãos do capital. Foi o primeiro “capo patrocinado” da América Latina. E o resultado é esse: uma estrutura viciada, com faixas perdidas, com ausência de comando, com lideranças improvisadas, com gritos sem identidade, com membros que sequer compreendem o que é viver uma barra. Não é exagero: hoje, o atual “capo” da torcida possui entre seus apoiadores torcedores do Grêmio. Imaginem os Borrachos del Tablón do River Plate tendo como apoio integrantes do Boca. Seria um escândalo. Aqui, virou rotina. Patético. Hierro avisou. Avisou sobre os riscos da criação de núcleos. Avisou sobre o fim da unidade. Avisou que barra não se fragmenta. Que barra tem alma. E quando se perde a alma, não se reconstrói com grito, se reconstrói com convicção. É por isso que nós não estamos nessa guerra. Não entramos nessa disputa entre egos e vaidades. Estamos em reconstrução. Fomos ao último clássico com apenas 30 pessoas. Dessas 30, doze eram da primeira caminhada da torcida. Gente que não pisava no Beira-Rio há anos. Gente que viu o setor ruir aos poucos. Gente que voltou. Porque sabe que a refundação começa assim: pequena, mas firme. A Curva Sul precisa de refundação. Porque a estrutura está toda contaminada por um modelo de torcida organizada. Porque não existe mais identidade de barra. E porque não dá mais pra aceitar que cada núcleo se ache maior que o setor. Não estamos em guerra. Estamos em reconstrução. E ela não virá pela carnificina que se desenha — mas pelo resgate da alma que fundou a Guarda. Quem construiu essa história sabe: barra brava não se herda. Barra brava se vive.
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TBT - 9 MINUTOS EM 2009 Esse vídeo é pra quem não viveu. Pra quem acha que já viu a Curva Sul em chamas. Pra quem nunca sentiu a arquibancada estremecer com a entrada do time. Coloca o fone. Não começa sem fone. Porque sem ele tu não vai ouvir e sentir a alma da Curva Sul! Assiste. Escuta. Mas não só os primeiros segundos. Vai até o fim. Vê a visão sendo tomada pela fumaça vermelha. Veja o campo desaparecer. Ouve a banda em cadência. Uma orquestra, não uma fanfarra. Esse era o setor quando ainda existia comando. Quando ainda existia alma. Quando existia CAPO. Obrigado, H.M. DONOS DA HISTÓRIA
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GONZALO LOPEZ
GONZALO LOPEZ@oGonzaloLopez·
Diego “Capo”, diferente do Hierro, teu nome está na lata do lixo da história da Curva Sul.
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O DNA DO FIM E A NECESSIDADE DE REFUNDAÇÃO Antes de qualquer avaliação sobre o cenário da Curva Sul do Estádio Beira-Rio, é necessário compreender como funciona uma barra brava. Sem os clichês, sem frases de senso comum que habitam a pouca inteligência de quem comenta sobre torcidas. É óbvio que lideranças de barra vivem todos os dias sob pressão. E é claro que essas figuras não conseguem ter uma vida comum. Uma vida baseada na grande maioria da população: sair de casa, trabalhar, passar o final de semana com os filhos, ir ao parque. Quem é líder de torcida não vive assim. Não pense que Mauro Martín e Rafa Di Zeo, lideranças da La 12 do Boca Juniors — maior barra brava da América Latina — vão ao cinema aos sábados ou cumprem expediente em algum escritório. A rotina de uma liderança de barra é outra. E por não ter essa vida comum, por viver sob risco, por muitas vezes ser alvo, é natural que vivam da torcida. Sim, se sustentem da torcida. Isso não significa transformar a barra em um negócio. Porque ou tu faz torcida, ou tu ganha dinheiro. As duas coisas não dá. Na Popular, o que sempre foi um ponto de atenção foi a estrutura: se a torcida seguiria como um setor da arquibancada ou se perderia como torcida ao adotar o modelo de organizada. Esse foi o centro do primeiro grande racha da Guarda Popular, entre Hierro Martins e Master Castro. Naquela época, Hierro defendia a unidade e a centralidade da Popular. Acreditava que barra brava não tem filiais, não tem núcleos autônomos, não tem identidade pulverizada. Cada cidade poderia ter a sua faixa, mas jamais a sua “Popular Santa Maria”, “Popular Caxias”, “Popular Uruguaiana”. Porque Popular não é torcida: é o setor. E a identidade da barra se constrói nesse espaço. Master, por outro lado, defendia a expansão. Tinha mais diálogo com o interior e com integrantes que desejavam levar a identidade da torcida para suas cidades. E, aos poucos, esse modelo foi se consolidando. Com a saída de Hierro, Giba assume o comando da Curva Sul. Mas é com Diego que o setor começa a ser transformado, progressivamente, em uma torcida organizada — com núcleos independentes, faixas próprias, líderes locais e, sobretudo, ausência de comando. Após alguns anos de Diego à frente da torcida, os núcleos passam a ter vida própria. Deixam de responder à liderança — por mais patética e inoperante que ela seja. Cada cidade com seu uniforme, sua identidade visual, sua própria leitura daquilo que deveria ser uma barra. Exatamente como Hierro alertou que aconteceria. Diego assume o comando sem referências de barra brava. E sem referências, abre mão da alma da Popular. Prostitui a torcida ao se aliar a casas de apostas, entregando a barra nas mãos do capital. Foi o primeiro “capo patrocinado” da América Latina. E o resultado é esse: uma estrutura viciada, com faixas perdidas, com ausência de comando, com lideranças improvisadas, com gritos sem identidade, com membros que sequer compreendem o que é viver uma barra. Não é exagero: hoje, o atual “capo” da torcida possui entre seus apoiadores torcedores do Grêmio. Imaginem os Borrachos del Tablón do River Plate tendo como apoio integrantes do Boca. Seria um escândalo. Aqui, virou rotina. Patético. Hierro avisou. Avisou sobre os riscos da criação de núcleos. Avisou sobre o fim da unidade. Avisou que barra não se fragmenta. Que barra tem alma. E quando se perde a alma, não se reconstrói com grito, se reconstrói com convicção. É por isso que nós não estamos nessa guerra. Não entramos nessa disputa entre egos e vaidades. Estamos em reconstrução. Fomos ao último clássico com apenas 30 pessoas. Dessas 30, doze eram da primeira caminhada da torcida. Gente que não pisava no Beira-Rio há anos. Gente que viu o setor ruir aos poucos. Gente que voltou. Porque sabe que a refundação começa assim: pequena, mas firme. A Curva Sul precisa de refundação. Porque a estrutura está toda contaminada por um modelo de torcida organizada. Porque não existe mais identidade de barra. E porque não dá mais pra aceitar que cada núcleo se ache maior que o setor. Quem construiu essa história sabe: barra brava não se herda. Barra brava se vive.
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BRASILEIRÃO DA DEPRESSÃO
BRASILEIRÃO DA DEPRESSÃO@br_dadepressao·
Que porra é essa? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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Internacional TimeLine
Internacional TimeLine@InterTimeLine·
Líder da @PopularOficial mais preocupado em jogar bomba em componentes que ameaçam seu poder na torcida do que com situação do time dentro das quatro. Isso diz muito sobre o que virou a torcida e tudo ao seu redor. O que importa é o poder, futebol é hobby!
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SUPERIOR SUL Se tiver garganta, vá! Vamos cantar para o Colorado com a alma barra brava, ideologia que não perde faixas. DONOS DA HISTÓRIA 🇦🇹 Nada tememos, somos do Inter!
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INTER RAIZ DOS GURI
INTER RAIZ DOS GURI@InterRaizguris·
Resolvi postar hoje, pois quero ganhar o clássico e depois só comemorar, sem me estressar com analfabetos funcionais. Qual o problema da nossa torcida? Faixa para Danilo Fernandes, Enner Valencia e agora Alan Patrick. Três jogadores que não ganharam nada no clube. Que desespero.
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GONZALO LOPEZ
GONZALO LOPEZ@oGonzaloLopez·
O cara que grava qualquer pessoa em momento de dor é um TREMENDO FILHA DA PUTA! Esse tweet não é sobre futebol ou Inter, é sobre HUMANIDADE: Força, Roger!
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SOBRE ALMA A alma não se compra, não se terceiriza e muito menos se simula com coreografia ensaiada ou megafone tremendo na mão. A alma resiste até às gravações toscas da época, com microfone ruim e som estourado. Porque quando se fazia BARRA de verdade — se fazia com o pulmão, com o coração, com a raça de quem entendia o que era cantar por 90 minutos. Hoje, tem gente que ocupa o mesmo espaço físico… mas não ocupa o mesmo lugar na história. Guarda Popular Colorada Os Donos da História — e não os funcionários da arquibancada. 📹 22/08/2009
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Augusto Caruccio
Augusto Caruccio@CaruccioAugusto·
@DonosDaHistoria A tempos venho falando que o beira rio perdeu a alma dele, a torcida que puxa músicas erradas no momento errado, lembro quando decidiram voltar apoiei, fui de superior várias vezes, agora espero que voltem mais forte para retornarmos o ambiente que o adversário treme quando vê.
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UM CLIMA PESADO Primeira gestão de Vitorio Piffero. O Inter, recém-entregue ao comando de Mário Sérgio após a saída de Tite, vivia dias de crise. Crise com: Índio, Bolívar, Kléber, Sandro, Guiñazu e D’Alessandro. AOS MAIS NOVOS — E CHORÕES — A VIDA NUNCA FOI FÁCIL! Na Guarda Popular, silêncio absoluto. Lembro do Hierro me dizendo: "Hoje o Beira-Rio vai virar um freezer. Vai ser constrangedor. O elenco e esse vagabundo do Piferro saberão que a frieza também é recado". No segundo tempo, a torcida abriu com esse canto: "Isso é o INTER, Ponha mais raça, Pois isso é o INTER, Honre a camisa, Pois isso é o INTER, E só assim seremos campeões!" O resultado do jogo? 3x1. SIGAM!
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Ricardo Gomes
Ricardo Gomes@Ricardgomess_·
@DonosDaHistoria Pior que tá chatao já, vão pro estádio, cantem, formem outro grupo, qualquer merda, clube cheio de problema e vocês só sabem largar textinho de efeito, se é pra fazer algo, que façam, não ficam só chamando atenção
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Pra quem segue enchendo o saco nos comentários, vamos deixar claro: NÃO TEMOS LADO POLÍTICO NO CLUBE. O QUE NÃO SIGNIFICA QUE NÃO TEMOS IDEOLOGIA. E A NOSSA TÁ ESCANCARADA DESDE OS PRIMEIROS MOVIMENTOS NA CURVA SUL. Sigam!
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GONZALO LOPEZ
GONZALO LOPEZ@oGonzaloLopez·
CANTERMOS NA SUPERIOR ! Apressados, podem ir embora. A curva sul não feita em dois meses, em um ano. TUDO NO SEU TEMPO !
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