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Jhonata Fortes
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Fui secretário de Política Econômica por três anos no governo Bolsonaro.
Não é fácil assistir à destruição que o PT promove na economia brasileira.
Mas o que mais entristece é ver colegas que respeito, economistas sérios, minimizando a realidade e dizendo que “a política econômica do PT não foi tão ruim assim”.
O PT elevou tributos 27 vezes em apenas três anos. Aumentou o gasto extra em mais de R$ 400 bilhões. A dívida pública disparou, e hoje enfrentamos uma situação fiscal mais grave do que a deixada pela pandemia.
O governo abandonou por completo a agenda de reformas e de modernização dos marcos legais. As medidas pró-mercado foram jogadas no lixo, enquanto as estatais voltam a gerar prejuízos em ritmo frenético.
A corrupção retornou com força total. Escândalos se sucedem: o INSS e o caso Master são apenas as estrelas do momento.
Mesmo assim, para os economistas de sempre, “não está tão ruim”. Eles já parecem ensaiar o velho refrão: “vou dar mais uma chance ao Lula”.
Meus amigos, chega de dar chances a quem nos trouxe de volta ao caos fiscal, à estagnação e à desconfiança.
É hora de darmos uma chance ao povo brasileiro.
Economistas que respeito: eu vos peço, parem de passar pano para incompetência e corrupção.
O Brasil não precisa de mais experimentos estatizantes. Precisa de liberdade econômica, responsabilidade fiscal e confiança no futuro.
Vamos acreditar novamente no potencial extraordinário do nosso povo.
Vamos escolher o caminho da prosperidade, da inovação e da esperança — não o do retrocesso disfarçado de “mais uma chance”.
O Brasil merece líderes que confiem no brasileiro, não que o sufoquem com impostos e burocracia.
É hora de virar a página. É hora de um novo começo.
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Esse país acabou e agradeço todos os dias por não ter nascido com a deformidade moral que acomete boa parte dos "homens" dos nossos tempos.
AGENTE DA PF SE COMOVE AO PRENDER MÃE DE JOVEM ESPECIAL
A prisão da mãe de uma portadora de retardo mental em Minas Gerais chegou a constranger a própria Polícia Federal, que de posse de um mandado de prisão expedido pelo Gabinete do Ministro Alexandre de Moraes foi obrigada a recolher essa mulher ao presídio João Pimenta da Veiga, em Uberlândia, ainda em 12.12.2024. Ela continua lá até hoje.
Aqui exponho o caso a partir das documentações do processo público, e tomo a liberdade de compartilhar a informação que consta no relatório do agente da Polícia Federal para que o meu leitor possa tirar as suas próprias conclusões.
O agente da Polícia Federal recebeu a missão de prender Lucinei Tuzi Casagrande Hilebrand, 54 anos, e relata que compareceu à cidade de Monte Carmelo, MG, para cumprir a determinação judicial. Lucinei responde pela Ação Penal 1260 que resultou na sua condenação a 14 anos de prisão por estar presente na MANIFESTAÇÃO DE 8 DE JANEIRO, em Brasília.
A ordem de prisão estava direcionada para o endereço da mãe de Lucinei, que fica no Bairro Santa Rita, e de fato a ré estava no local e atendeu a porta.
Relata o agente:
“A ordem judicial foi então lida e prontamente acatada pela foragida, que solicitou apenas a entrada da equipe policial na residência, enquanto ela realizaria alguns telefonemas particulares para os seus parentes, de forma que a sua mãe e a sua filha, ambas visivelmente incapazes, pudessem ser amparadas por outra pessoa de sua confiança”.
Aqui interrompo a narração do agente da PF para explicar que Lucinei estava condenada já a 14 anos, mas não se encontrava foragida e, sim, em prisão domiciliar, justamente por ser uma dona de casa e por ser a única a cuidar da filha de 26 anos, a Renata, que é especial. Tem atraso mental.
Vamos seguir a experiência da PF dentro da casa da mãe da presa política.
“Tendo em vista que o pedido da foragida era bastante plausível, aguardamos na residência até a chegada de suas duas filhas”.
Aqui novamente esclareço que além da filha dependente ela tem duas outras filhas adultas, uma de 29 e outra com 31 anos.
"A título de conhecimento, informo que a foragida estava utilizando a tornozeleira eletrônica”.
Nesse momento o agente desfaz a ideia de ser uma foragida, porque a tornozeleira monitorava a ré 24 horas por dia.
“Abaixo seguem imagens das pessoas que estavam sob os cuidados da foragida”.
Mãe da foragida: Mathilde Tuzi Casagrande (84 anos)
Filha da foragida (Renata Hilebrand), mãe da foragida (Mathilde) e a foragida (Lucinei Tuzi)
“Durante os momentos em que permanecemos na casa foi possível constatar que tanto a mãe quanto a filha são pessoas incapazes de permanecerem sozinhas. A mãe possui 84 anos e não consegue andar por conta própria…a filha possui idade mental de uma criança”.
Ao ler esse relatório percebo que há um esforço do agente da PF em mostrar o quanto Lucinei é necessária dentro daquele lar de onde ela estava sendo arrancada e levada ao presídio naquele dia e onde se encontra até hoje, 1º de abril de 2025, sem qualquer perspectiva de sair.
“De acordo com a foragida, houve um desencontro de informações quanto à sua prisão domiciliar, uma vez que a afirmação de que a sua filha residiria exclusivamente na fazenda (Fazenda Lambari), enquanto ela permaneceria na cidade, é equivocada, pois a sua presença na cidade se dá pelos cuidados com a mãe, o qual ela reveza com os irmãos. E com relação à filha também há, por parte da foragida, uma atenção e um cuidado integral”.
No final do relatório o agente da PF informa que a distância entre a fazenda onde Lucinei reside com a filha e a casa da mãe onde se encontrava, quando foi levada para cumprir a pena de 14 anos de prisão, é de somente a 2 quilômetros.
E por fim, mas não menos assustador, o agente informou no relatório que o marido de Lucinei, pai da moça com retardo mental, se encontrava preso também pelo 8 de janeiro. Osmar Hilebrand, 54 anos, foi condenado a 13 anos e seis meses pela Ação Penal 1426, julgada pelos ministros do Supremo. Ele foi preso antes mesmo do trânsito em julgado da sentença, no primeiro semestre de 2024, e se encontra no Presídio Monte Carmelo, MG.
Por mais que a defesa tentasse esclarecer que o relatório da PF deixava claro que a Lucinei era a responsável pelos cuidados da filha, portanto requeria a prisão domiciliar, a ré foi levada ao presídio em 12.12.2024. Os argumentos da defesa na Audiência de Custódia realizada após a prisão foram ignorados e prevaleceu a vontade da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do Supremo Tribunal Federal (STF).
E QUAL É A POSIÇÃO DA PGR E STF?
Em 29 de agosto do ano passado, a defesa de Lucinei pediu o cumprimento da pena definitiva em prisão domiciliar devido às necessidades especiais da filha. A posição da Procuradoria-Geral da República (que é quem acusa) foi de rejeitar a domiciliar e manter a mãe no presídio.
O ministro Alexandre de Moraes (o STF é quem julga), para justificar o cumprimento da sentença em regime fechado, disse que Lucinei não é imprescindível para os cuidados da filha com deficiência. Nos autos coloca que Lucinei desde 6/6/2024 estava residindo na cidade de Monte Carmelo, MG, enquanto a filha permanecia na fazenda a dois quilômetros da cidade. Dentro dessa visão da PGR e do STF, a filha não precisa de pai e mãe por ter uma suposta terceira pessoa que cuidaria dela (essa pessoa não é citada nos autos).
Em 20 de setembro, o STF despachou o mandado de prisão, cumprido em 12 de dezembro, como relatado nessa matéria.
Tudo isso nos faz pensar no que se transformou a justiça no Brasil.
A defesa fez um trabalho brilhante que comprova que Lucinei é quem cuida de sua filha desde sempre. Nos autos estão todos os laudos sobre a situação da Renata que tem um grave e irreversível comprometimento neurológico, o que a torna dependente da genitora. Inclusive ela precisa de acompanhamento de equipe multiprofissional, e esta agenda é cuidada pela mãe.
Nos autos também está um documento assinado por uma perita no qual ela destaca que Renata nunca em sua vida havia se separado da mãe, e que só aceita ser cuidada pela genitora, o que inclui a dependência de alimentação e higiene.
A APAE de Monte Carmelo também emitiu atestado de que Renata é atendida pela unidade desde a infância e que é totalmente dependente da sua mãe.
Fonte: bureaucom.com.br/policia-se-com…


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The fallout of Banco Master’s liquidation is getting ugly. It is reinforcing the impression among Brazilian voters that the country’s top court lacks impartiality economist.com/the-americas/2…
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4 ANOS SEM OLAVO.
A dívida permanece.
Olavo de Carvalho morreu num hospital na Virgínia, longe do país que tentou despertar e salvar por décadas. Morreu exilado. Não por decreto: por coerência. Morreu cercado de família, mas também da solidão que só conhece quem carrega verdades impopulares. A solidão de quem vê o que os outros se recusam a ver e paga o preço de não fingir cegueira.
Fui seu aluno. E dizer isso não é ostentar diploma ou usá-lo como escudo. É confessar uma dívida. Dívida que não se paga, porque não se paga o que nos constitui.
Olavo não me ensinou o que pensar. Me ensinou que pensar é ato de coragem. E que a covardia intelectual é a mãe de todas as outras covardias.
Antes dele, eu lia. Depois dele, eu via. Ele me deu olhos para perceber o que a cultura dominante esconde atrás de jargão acadêmico, de consenso fabricado, de indignação seletiva. Ensinou-me de Lima Barreto à Santo Agostinho. Envolveu-me nos mais intensos e heterodoxos debates intelectuais.
Houve quem o odiasse sem jamais tê-lo lido. Houve quem o reduzisse a caricatura para não enfrentar argumento. Seus detratores, tão ciosos de complexidade e profundidade, nunca produziram uma refutação séria de sua obra. Preferiram o escárnio. É o que se faz quando não se tem resposta.
Todavia, nós, que sentamos diante daquelas aulas, que atravessamos madrugadas com O Jardim das Aflições, que aprendemos a ler Aristóteles, Voegelin e Guénon sem muletas ideológicas, sabemos o que perdemos. Perdemos o mestre que ensinava a desconfiar de si mesmo antes de desconfiar do inimigo. Que repetia que a primeira obrigação do intelectual é não mentir. Nem para os outros, nem para o espelho.
Olavo foi muitas coisas que quem não foi seu aluno jamais entenderá . Um homem que ria de si mesmo com a mesma ferocidade com que atacava a fraude alheia. Um professor que exigia tudo porque acreditava que seus alunos podiam dar tudo.
Quatro anos.
A voz calou, mas o eco não. Ele está nos livros que circulam apesar da censura branca. Está nos alunos que hoje escrevem, ensinam, resistem. Está em cada brasileiro que aprendeu a dizer "não" para a engenharia de consentimento que tenta lhe roubar até o direito de nomear a realidade.

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