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Soldado Pentecostal
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Soldado Pentecostal
@SdPentecoste
Cristão Pentecostal ✝️
Katılım Nisan 2026
54 Takip Edilen1 Takipçiler

@stevanzetti O projeto de jornalista incapaz de fazer "jornalismo" persegue pessoas em suas residências. Como você é especial... apenas mais um idiota fracassado.
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@Rconstantino Por favor, consta. Faça algo útil! Descanse.
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@ThiagoPassone @RafaelAugustcho @Rconstantino Sim, o Jair preso e o filho exilado. Foi exatamente isso que ele priorizou.
Consta é ridículo há muito tempo. Os xiliques dele desde os pingos nos is. Com seu liberalismo por conveniência.
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@RafaelAugustcho @Rconstantino Acredito que vc quer o bem do país
Porém o Jair quer o bem da família dele.
Flávio nao tem os valores do pai. Vc sabe disso.
Esse é o alerta do Consta
Flávio é mais centrão do que do Jair.
Tenho até medo de pensar no ministério dele. Seria tudo nível Ciro Nogueira.
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@lucasarruda @joao8_32_JB @fernandoulrich Ah, claro. Ele é tão isento. Só isso ele fez. Quão ingênuo o Ulrich é...
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@joao8_32_JB @fernandoulrich Ele literalmente só postou um gráfico externo.
Você poderia ter dito qualquer coisa menos que ele emitiu opinião ou foi desonesto.
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Lula 46% ⬆️
Flávio 23,6% ⬇️
Renan 13,7% ⬆️
Fonte: Polymarket

Fernando Ulrich@fernandoulrich
Lula 45% ⬆️ Flávio 31% ⬇️ 👀👀👀👀👀👀👀 Fonte: Polymarket

@Leandro_Hound @Maiconnadalett @pfigueiredo08 @RiquinhoP Leandro sua falta de capacidade cognitiva resulta em ser massa de manobra jornalística. É triste. Mas é melhor aceitar e evoluir. Deus o abençoe
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Space Puberdade não sabe a diferença entre um settlor, um trustee e um beneficiary em um trust. O Paulo Calixto (Settlor) é simplesmente o CRIADOR do trust. O que significa que o Porciúncula simplesmente contratou o mesmo advogado que o fundo do filme (de confiança deles). Oh NOSSA! 😂 A vontade de difamar é tão grande que nem se preocupam em pesquisar.

Maldives 🇲🇻 Português
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Para certos liberais de salão e conservadores de banho tomado, ou seja, aquela ala chamada “direita limpinha” que sonha com os votos de Bolsonaro sem o incômodo de Bolsonaro, Flávio, no momento, representa o instante preciso em que o movimento trocou a fúria antissistema, reformista e moralmente inflamada de 2018 pela mera sobrevivência política e jurídica. E isso é muito perigoso, é bom que se diga. Não o veem como herdeiro das virtudes originais, mas como o artífice das pontes com o Centrão, como se fosse um crime, ou o diluidor pragmático que desidratou as bandeiras e as transformou em arranjos de governabilidade. A questão que se impõe, cruel e inescapável, é se essa fratura interna conseguirá, afinal, impedir a vitória de Flávio. Pode impedir, sim. Eis o verdadeiro perigo: o chamado “fogo amigo”, essa especialidade nacional da direita brasileira, que tantas vezes atira em si própria com mais precisão do que contra o adversário, alijando Flávio do 2º Turno. Por outro lado, se o segundo turno se materializar e se nele estiverem Flávio e Lula, ou Flávio e outro qualquer, assistir-se-á, quase por fatalidade histórica, à união forçada de todos os espectros da direita: dos bolsonaristas mais duros aos liberais mais hesitantes e envergonhados. Essa união se cristalizará em torno de dez razões substantivas, suficientes para justificar o voto de todos. Vejamos.
1. Herança e continuidade do legado
Filho mais velho, o “01”, Flávio encarna a transmissão sanguínea e política do capital acumulado por Jair. Votar nele não é mero gesto sentimental: é a forma mais direta de fazer perdurar, nas instituições, a visão de país que o pai representou.
2. Lealdade inquestionável
No Senado, durante e após o governo, Flávio foi dos mais ferrenhos escudos do pai. Essa lealdade familiar e ideológica funciona como garantia quase contratual de que as pautas originais não serão traídas por conveniência.
3. Alinhamento aos valores conservadores
Defensor explícito do lema “Deus, Pátria, Família e Liberdade”, Flávio não foge da guerra cultural. Oposição ao aborto, à ideologia de gênero e à dissolução dos modelos tradicionais de família permanece, nele, intransigente e isso, para a base, é bom lembrar, é critério não negociável.
4. Perfil de articulador
Diferente dos temperamentos mais inflamados da família, Flávio revela-se o mais diplomático e pragmático. Sua capacidade de dialogar com o Centrão e demais forças do Congresso é vista não como traição, mas como habilidade para aprovar agendas e garantir mínima estabilidade institucional.
5. Defesa do enxugamento do Estado
Fiel à retórica antipetista de contenção de gastos, Flávio tem atuado no Senado em favor de privatizações, redução de impostos, desburocratização e diminuição da interferência estatal na economia e na vida privada. Pautas liberais clássicas que deverão ecoar nas mentes mais obtusas do momento, como o autoproclamado “liberal dos liberais”, Rodrigo Constantino.
6. Oposição frontal à esquerda
Uma das vozes mais ativas contra o governo petista no Senado, Flávio oferece à militância a imagem reconfortante de quem confronta diariamente o adversário no coração do poder.
7. Experiência parlamentar consolidada
Não é um novato. Deputado estadual por vários mandatos no Rio e senador da República, conhece os meandros do Legislativo como poucos. Essa familiaridade com a máquina é vista como antídoto contra o amadorismo que tantas vezes comprometeu a direita.
8. Prioridade à segurança pública
Herdeiro da linha dura bolsonarista, Flávio defende as polícias, o excludente de ilicitude em operações, o direito à legítima defesa e o acesso a armas para CACs, bandeiras que, para grande parte do eleitorado, definem o próprio DNA do movimento conservador.
9. Apoio ao agronegócio e ao livre mercado
Próximo da bancada ruralista e do setor produtivo, Flávio encarna a defesa de um Brasil que cresce sem as algemas regulatórias excessivas do Estado, sustentando o argumento de que o campo e o empreendedorismo são motores insubstituíveis da economia.
10. Representação do antissistema institucionalizado
Ainda que inserido no jogo parlamentar, Flávio mantém o discurso de insatisfação com o Judiciário ativista e com a velha mídia. Para os bolsonaristas, ele simboliza a possibilidade de combater o sistema usando as próprias regras do sistema, sem romantismos golpistas, mas sem rendição.
Essas dez razões, se devidamente assimiladas, deveriam bastar para calar as divergências internas e unir a direita em torno de um objetivo concreto: derrotar Lula e o PT. São argumentos robustos o suficiente para justificar a convergência. Resta, porém, o grande risco, já mencionado: o fogo amigo. Se a direita, ainda imatura em sua cultura política, persistir em fuzilar o próprio candidato, poderá simplesmente impedir que Flávio chegue ao segundo turno. E, nesse caso, o resto será silêncio. Ou, pior, será o triunfo previsível da esquerda. Convém pensar nisso agora, antes que seja tarde.

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No romance Os Demônios de Dostoiévski, Pyotr Verkhovensky surge como o protótipo perfeito do revolucionário niilista: um manipulador frio que exige dos outros uma pureza ideológica absoluta, uma submissão canina à causa, onde qualquer desvio do dogma equivale a traição mortal. Para si, porém, reserva o privilégio da exceção: chantagem, intriga psicológica, mentira sistemática e, quando necessário, o assassinato como instrumento de higiene partidária. Retirem-se os cadáveres, e Pyotr espelha com fidelidade desconcertante certo “intelectual” da direita contemporânea brasileira: o mesmo que aplica ao nome Bolsonaro, sobretudo a Flávio, o crivo mais estreito, o filtro mais impiedoso, exigindo dele uma lisura de santo laico, enquanto engole camelos e elefantes inteiros das velhas improbidades esquerdistas, com a indiferença de quem já se habituou ao cheiro de enxofre.
Há quem invoque, em defesa de Flávio, a metáfora da mulher de César: não basta ser honesto, é preciso parecer honesto. Nada o incrimina de fato, salvo as “manipulações psicológicas” que a ala hipócrita da direita limpinha agora entoa com afinco de réquiem. São as mesmas vedetes que, diante do breu mais denso da nossa história recente, exigem luz absoluta dos únicos fósforos que restam acesos e perdoam, ou convenientemente esquecem, as trevas mais antigas e mais vastas da política nacional.
Essas figuras lembram irresistivelmente outra grande criação da literatura russa: a Condessa Lídia Ivánovna, de Anna Karenina, obra de Tolstói. Espécie de arauto da moralidade mundana, ela encarna a elite pseudo-religiosa e farisaica que se arroga o direito de julgar e condenar. É ela quem lidera o boicote implacável contra Anna, não pelo adultério em si, pecado que a alta sociedade moscovita sabia muito bem dissimular, mas pelo escândalo de haver rompido o pacto do fingimento.
Enquanto as aparências se mantivessem, tudo era tolerável; quebrado o verniz, a guilhotina social caía sem misericórdia.
A analogia com Flávio é quase cruel de tão exata. Aconselhado a “parecer honesto”, a pedir desculpas públicas por um pecado que nunca cometeu, ele é instado a participar do teatro da contrição para aplacar os moralistas de plantão. E assim, vemos todos os dias que o fogo amigo não cessa porque a guilhotina moral está reservada, com zelo particular, à família Bolsonaro. E está, porque o exemplo bruto, quase despudorado de tão original e humano (e vital) de Jair expõe, desde sempre, a hipocrisia ossificada dos que se dizem seus pares. Eles não perdoam nele a ausência de fingimento. Repito: eles não perdoam nele a ausência de fingimento, essa virtude rara que, para os fariseus de todas as épocas, é o verdadeiro pecado imperdoável.

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@claudio_dantas_ Dantas fazendo mais pela direita que o "primeiro escalão " de políticos "aliados" do Flávio.
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Depois que questionei publicamente o viés de confirmação da pesquisa, Andrei Roman, CEO da Atlas, me ofereceu indicar algum áudio ou vídeo sobre Lula para que ele possa testar numa próxima pesquisa. Trata-se, claro, de uma armadilha retórica para tentar demonstrar isenção. Se realmente fosse isento, o pesquisador e seu instituto já teriam questionado o eleitor sobre o envolvimento de Lula e do PT com o Master.
Afinal, a imprensa já revelou encontros secretos e conselhos de Lula ao banqueiro, além de seu apoio financeiro e institucional à farmacêutica que tinha Vorcaro como principal acionista; fora a contratação de Guido Mantega e de Ricardo Lewandowski, e a relação de Rui Costa e Jaques Wagner com Augusto Lima e Daniel Monteiro, sócio e advogado de Vorcaro. Dava para fazer uma pesquisa inteira só com perguntas sobre essas e outras evidências.
Desde que o escândalo veio à tona, porém, o Atlas poupou Lula e os petistas do constrangimento. Antes desta pesquisa sobre Flávio, o escândalo só foi tratado numa outra pesquisa de março sobre a confiança do brasileiro no Supremo Tribunal Federal. E mesmo nessa, foram feitas apenas 6 perguntas, a maioria genérica, sem menções ao contrato de R$ 129 milhões de Viviane Barci ou da compra da sociedade de Dias Toffoli no resort Tayayá.
No caso de Flávio, porém, há expressões e gatilhos emocionais evidentes. O instituto de Andrei pergunta qual grupo político estaria “mais envolvido” no escândalo, sem apresentar o que pesa contra os demais; se o áudio de Flávio surpreendeu, se evidencia seu envolvimento direto no escândalo e até se ele deveria desistir de concorrer à Presidência. Entendeu?
Alerta: Atlas explora Flávio e STF, mas poupa Lula no Master claudiodantas.com.br/atlas-explora-…
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@Pri_usabr1 Se comparasse com os salteadores na cruz, ok. Agora, Saulo? Os erros dele possuem natureza totalmente diferente. Em sua percepção legal, zelo e farisaísmo perseguiu os seguidores de Cristo. O rolon é pura maldade e sadismo.
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@abeldasorte @fantompow @Fernando080620 @opilhado Então você que esqueceu as raízes. Terrão, favela, sempre foi isso. 5 minutos de Fred no bar de beira de campo e os caras mandam desligar a TV. O pilhado, como o Neto, geram jornalismo e entretenimento. O Fred é para agradar gente limpinha, pseudointelectual e elitista.
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@SdPentecoste @fantompow @Fernando080620 @opilhado Tu nem me conhece, morei em favela a vida toda, joguei em terraço a vida inteira.
Vcs gostam de sem educação, que só sabem dar xilique e ficam gritando. Já deixou de ser jornalista há muito tempo.
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@fantompow @abeldasorte @Fernando080620 @opilhado Não adianta. Esses caras gostam do jeito polido, preciosismo e Nutellês do Fred. Nunca pisaram em um terrão. Na TV aberta, os caras que jogam futebol nos domingos de manhã e assistem comendo uma marmita, não suportariam 5 m desse cara.
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@abeldasorte @Fernando080620 @opilhado enfiando política em tudo? você ao menos acompanha a JP? acho que não, o cara tem um canal separado pra dar a opinião política pessoal dele e na jovem pan ele só fala de futebol e acabou, tanto é que no programa está o Mauro Cesar da UOL e outros, que viagem...
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@Nuggets_Brasil Shai tem tudo o quê o jokic n tem. No sentido de time, profundidade de elenco, outros que podem ser ocasionalmente protagonistas, em momentos decisivos.
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@pisounalinha Castle fazendo de tudo para entregar, porém o wemby não deixa.
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@monicabergamo "Repórter ". Imagino como as mídias "traricionais" sobreviveriam sem dinheiro público/subserviência privada.
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Em PRIMEIRA MÃO: FUNDO DE ALIADO DE EDUARDO BOLSONARO QUE ADMINISTROU DINHEIRO DE VORCARO PARA FILME COMPROU CASA NO ESTADO EM QUE EX- DEPUTADO VIVE NOS EUA: O TEXAS
www1.folha.uol.com.br/colunas/monica…
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@pamcosta21 Financiamento para um filme, sem qualquer contrapartida, causa questionamentos dentro da direita. Na esquerda, lula tem filho agressor, filho roubando idosos, ministros com cargas no banco, recebeu o Daniel em reuniões secretas etc. E a esquerda? Nada. Sempre foi questão moral.
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A pesquisa Datafolha foi realizada no período em que a crise envolvendo Flávio Bolsonaro já estava em curso.
Segundo o registro da pesquisa no site do TSE, o levantamento teve início no dia 12 de maio e foi concluído em 14 de maio — ou seja, começou um dia após a divulgação do áudio usado na matéria do The Intercept.
Portanto, ao contrário do que alguns setores da imprensa vêm sugerindo, a pesquisa não foi feita antes da repercussão do caso. Ela captou, sim, o ambiente político formado após a divulgação da matéria.
Há ainda uma divergência de informação: no site da Folha de S.Paulo, consta que o levantamento teria sido realizado entre os dias 12 e 13 de maio, enquanto no registro do TSE aparece o período de 12 a 14 de maio.
Mesmo considerando essa diferença, o fato central permanece: a coleta ocorreu durante o auge da crise contra Flávio Bolsonaro.
Ou seja: a narrativa de que a pesquisa não teria medido o impacto da matéria não se sustenta diante das datas registradas oficialmente.

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@MizaeldoBrasil @Estadao Qdo a renda será distribuída?? A esquerda liberal brasileira possui os mesmos "chefes" que o estadão.
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@Estadao As ideias "envelhecidas" do Lula tiraram o Brasil do buraco, Estadão! Vocês que ajudaram no golpe de 64 não gostam da esquerda, porque a esquerda defende a democracia e maior distribuição de renda. Vocês odeiam essas ideias.
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EDITORIAL | A direita diante de seu veneno – “A direita democrática tem diante de si uma oportunidade preciosa, que é permitir ao Brasil se libertar de Lula e suas ideias envelhecidas sem se submeter a Bolsonaro”. Leia o texto completo em x.gd/T22K8 (@opiniao_estadao)

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