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lu
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é a cara da cud comemorar isso msm
QG do POP@QGdoPOP
Ludmilla, Veigh, MC Cabelinho, Felipe Ret, Nattan e Dilsinho vibrando com a convocação de Neymar na Copa do Mundo 2026.
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Sair do cinema de noite, depois de um filme que você gostou muito é uma sensação do krlh mesmo
floptok@_eoantao
Como é quando você sai do cinema e tudo parece irreal
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Cada vez que a situação fica pior pros Bolsonaro, ela ressurge mais bonita
Joice Hasselmann🇮🇱@joicehasselmann
Até para os assessores, Flávio?
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off: acho mt 3° mundil vcs q n doam uma peça de roupa so querem fazer bazar e ganhar 10 reais por uma blusa velha da shopee de poliéster
rívia𓆙@rrivia_
gente ainda é possível e legal doar suas roupas em bom estado em vez de querer fazer bazar de tudo
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ai tb acho um mico quem fica falando estadunidense pelo amor de manquem
AAADRIELLL@AdrielAAB
Gente americano chama o país deles de América pq literalmente o país deles tem america no nome Toda hora povo fica nessa só pra larpar de Simón bolivar
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Exclusivo - Implantes hormonais manipulados, conhecidos como pellets, ganharam popularidade em redes sociais e consultórios médicos como suposta solução para sintomas da menopausa, endometriose e síndrome dos ovários policísticos. Influenciadores da área da saúde afirmam que o método melhora disposição, bem‑estar e qualidade de vida.
Entidades médicas e órgãos de controle alertam, porém, que não há evidência científica que comprove a eficácia desses implantes para tratar doenças ou sintomas como queda de libido, cansaço ou ganho de peso. Segundo sociedades médicas, hormônios usados nos pellets, como testosterona, oxandrolona e gestrinona, têm efeito anabolizante e finalidade estética, prática proibida pela Anvisa.
Além da falta de comprovação científica, o uso desses implantes pode causar efeitos colaterais graves, como infarto, AVC e trombose. O Conselho Federal de Medicina afirma que a prescrição pode configurar infração ética e aponta que a prática se apoia em uma brecha regulatória, já que a produção não é proibida, mas o uso não é aprovado.
Documentos obtidos pelo g1 indicam que pellets vêm sendo produzidos em escala por farmácias de manipulação, o que é irregular. A reportagem também aponta um modelo de negócio envolvendo médicos e farmácias, em que implantes comprados por valores baixos são revendidos às pacientes por preços que podem chegar a R$ 12 mil, sem que muitas saibam que recebem hormônios de efeito anabolizante.
Órgãos como Anvisa, conselhos de medicina e Ministérios Públicos acompanham o tema e investigam possíveis irregularidades. Já médicos citados afirmam que a reposição hormonal é reconhecida e que os pellets são apenas uma via de administração, defendendo o uso com indicação individualizada e acompanhamento, dentro das normas sanitárias.
Saiba mais na reportagem de Poliana Casemiro e Talyta Vespa.
Acesse em g1.com.br/saude #g1 #notícias #saúde #hormônios #anvisa
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