Gabriel Diniz Junqueira

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Gestor CGA na Santa Fé Investimentos e Engenheiro Civil pela POLI/USP GitHub: https://t.co/PKzq1hK2wf

Sao Paulo, Brazil Katılım Ocak 2023
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
Orgulhoso em compartilhar o desempenho histórico do Fundo Santa Fé Aquarius FIM! Desde janeiro de 2016, o fundo acumulou uma rentabilidade líquida de 173,71%%, superando consistentemente o CDI, que ficou em 128,94% no mesmo período. Essa trajetória reflete nossa estratégia focada em oportunidades multimercado, com gestão ativa e diversificação inteligente para maximizar retornos em diferentes cenários econômicos. Se você busca um investimento sólido e com histórico comprovado, o Santa Fé Aquarius é a escolha certa! Gráfico comparativo anexado: Rentabilidade acumulada vs. CDI. Interessado? Entre em contato para mais detalhes ou para investir. Lembre-se: rentabilidades passadas não garantem resultados futuros. Consulte o regulamento e o prospecto antes de investir.#Investimentos #FundoMultimercado #SantaFeAquarius #Rentabilidade
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
📉➡️📈 IBOV: Cair Por Mais Tempo É Igual a Cair Mais? E Quanto Tempo Leva Para Recuperar? Depois do post sobre a raridade das 8 semanas consecutivas de queda, duas perguntas ficaram no ar. Respondemos com dados. Pergunta 1: Cair por mais semanas = cair mais fundo? A resposta é sim, mas não tanto quanto parece. A correlação entre duração e profundidade é de 0,76 ( alta), mas longe de 1. O que isso significa na prática: ◆ A tendência histórica é de +2,9% de queda adicional por semana de streak ◆ Mas a dispersão é enorme —> há quedas de 3 semanas que chegaram a -21% (Dez/1998) e quedas de 5 semanas que ficaram em apenas -5% ◆ Aug/1998 é o outlier máximo: 6 semanas, -45% —> crise da Rússia no auge ◆ O momento atual (8s, -14,3%) está abaixo da tendência histórica, ou seja, para uma queda de 8 semanas, a profundidade é menor do que o padrão esperado Conclusão: duração e profundidade andam juntas, mas não são a mesma coisa. É possível cair por muitas semanas sem cair muito e é exatamente isso que está acontecendo agora. Pergunta 2: Quanto tempo o IBOV levou para se recuperar? Os dados surpreendem e a resposta não é linear: ◆ 3 semanas de queda → recuperação média em 157 pregões (~7 meses) | mediana: 35d ◆ 4 semanas de queda → recuperação média em 124 pregões (~6 meses) | mediana: 35d ◆ 5 semanas de queda → recuperação média em 202 pregões (~10 meses) | mediana: 65d ◆ 6 semanas de queda → recuperação média em 143 pregões (~7 meses) | mediana: 130d ◆ 7 semanas de queda → recuperação em 63 pregões (~3 meses) — único caso, Abr/2004 O dado mais contraintuitivo: streaks de 3 e 4 semanas têm médias de recuperação mais longas que streaks de 6 semanas. Por quê? Porque a média é distorcida por outliers, há casos de 3 semanas que levaram mais de 1.600 pregões para recuperar (Jan/2008, véspera do Lehman). O que as trajetórias mostram: As curvas de recuperação revelam dois perfis completamente diferentes: 🟠 Recuperação rápida (V-shape): Aug/1998 → +100% em 250 pregões | Feb/2020 (COVID) → +100% em ~180 pregões | Apr/2004 (7s) → recuperado em 63 dias 🔴 Recuperação lenta (L-shape): Jan/2008 (5s) → levou 398 pregões para voltar —> o Lehman transformou um streak "pequeno" na entrada de uma crise sistêmica A leitura para o momento atual: O streak de 8 semanas de Abr/2026 tem uma queda de -14,3%, moderada para sua duração. O padrão histórico dos streaks de 5-7 semanas sugere recuperação média entre 63 e 202 pregões (3 a 10 meses). Mas o que vai definir se estamos no V ou no L não é o número de semanas, é se o driver da queda é exógeno e passageiro (crise do Irã, tarifas que revertem) ou estrutural (deterioração fiscal, crise de crédito). Em 30 anos, toda vez que o driver era exógeno, o IBOV se recuperou rápido. Toda vez que era endógeno, demorou. Fonte: Yahoo Finance (^BVSP) | Elaboração: Santa Fé Investimentos | Não constitui recomendação de investimento.
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Leandro Amorim
Leandro Amorim@onzehum·
que baita trabalho bem feito.
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq

📉 O IBOV acaba de fazer algo que nunca tinha feito em 30 anos Desde 1994, analisamos todas as 419 sequências de quedas semanais consecutivas do Ibovespa. O padrão é claro, quanto mais longa a sequência, mais rara ela é. A distribuição histórica: ◆ 1 semana de queda → 241 vezes (rotina de mercado) ◆ 2 semanas → 97 vezes ◆ 3 semanas → 38 vezes ◆ 4 semanas → 23 vezes ◆ 5 semanas → 14 vezes ◆ 6 semanas → 4 vezes (1998, 2004, 2018, 2012) ◆ 7 semanas → 1 vez (Abr/2004) ◆ 8 semanas → 1 vez — e é agora, Abril/2026 Em 30 anos de Ibovespa, Plano Real, crise da Rússia, dot-com, subprime, Lava Jato, COVID, tudo, o índice nunca tinha caído por 8 semanas consecutivas. Até este mês. O que isso significa? Não é uma previsão de reversão. Eventos extremos existem justamente porque são raros. Mas a estatística diz algo importante: ao longo de toda a história do mercado brasileiro, toda vez que chegamos em sequências de 6 ou 7 semanas de queda, estávamos em crises de primeira grandeza: 1998 (crise da Rússia + LTCM), 2004 (incerteza fiscal Lula), 2018 (greve dos caminhoneiros + eleições). Estar no território dos 8 semanas não significa que vai cair mais. Significa que o mercado já precificou uma quantidade extraordinária de pessimismo, e que, historicamente, quem comprou nesses momentos de exaustão vendedora raramente se arrependeu. O gráfico histórico diz o resto. Fonte: Yahoo Finance (^BVSP) | Elaboração: Santa Fé Investimentos | Não constitui recomendação de investimento.  

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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
📊 S&P 500 em 2026 — Quem Está Puxando o Rally e Quem Ficou Para Trás O índice sobe +11,7% no ano. Mas por baixo do número agregado, há uma dispersão brutal entre setores, fatores e tamanhos. Nem tudo está subindo, e entender o breakdown é essencial para saber o que o mercado está precificando. 🏭 Por Setor — O Rally é Concentrado ◆ 🟢 Tecnologia (XLK): +37,8% — lidera com folga, IA e semicondutores puxando ◆ 🟢 Energia (XLE): +30,5% — reflexo direto do petróleo acima de US$100 com o conflito Irã ◆ 🟢 Materiais (XLB): +14,1% e Industrial (XLI): +12,6% — ciclo de commodities e rearmamento ◆ 🔴 Financeiro (XLF): -5,6% | Saúde (XLV): -5,0% | Comunicações (XLC): -3,2% ◆ 🔴 Consumo Discricionário (XLY): -1,3% — consumidor americano sob pressão Dois setores respondem pelo grosso do retorno do S&P. Sem Tech e Energia, o índice estaria flat ou negativo. 📐 Por Tamanho — Pequenas Batem Grandes ◆ Nasdaq 100 (QQQ): +21,6% — concentração em mega-caps de tech ◆ Micro Cap (IWC): +21,5% | Small Cap (IWM): +18,7% | Mid Cap (MDY): +14,0% ◆ Large Cap SPY: +11,7% | Dow Jones (DIA): +7,5% O mercado está mais amplo do que parece: small e micro caps batem o S&P ponderado por capitalização. Isso é sinal de breadth real, não é um rally de 7 ações. ⚖️ Por Fator — Momentum Domina Tudo ◆ 🟢 Momentum (MTUM): +30,4% — o maior retorno de todos os fatores ◆ 🟢 Growth (IVW): +14,8% ◆ 🔴 Low Vol (USMV): +3,4% — o pior fator do ano, defensivos ficaram para trás ◆ 🔴 Value (IVE): +7,8% | Quality (QUAL): +8,9% | Equal Weight (RSP): +10,1% O mercado está recompensando risco e velocidade, não defensividade. Low Vol abaixo da metade do SPY é o sinal mais claro: quem foi para ativos "seguros" no início do ano pagou caro pela escolha. 2026 está sendo um ano de três histórias em paralelo: crise geopolítica que turbinou energia, revolução de IA que turbinou tecnologia, e um consumidor/setor financeiro ainda digerindo juros altos. O rally do S&P não é uniforme, é cirúrgico. E enquanto o Momentum bate tudo com +30%, o mercado está dizendo que ainda não chegou na fase de rotação. Fonte: Yahoo Finance | ETFs: SPDR Sectors, iShares, Vanguard | Elaboração: Santa Fé Investimentos | Não constitui recomendação de investimento.
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
📈 O S&P 500 Está Prestes a Fazer Algo Extremamente Raro Analisamos todas as sequências de altas semanais consecutivas do S&P 500 desde 1994. Em 30 anos de história, o índice se aproxima de 10 semanas seguidas de alta, um evento que nossa base de dados simplesmente não registra. A distribuição histórica de altas consecutivas: ◆ 2 semanas → 110 vezes — rotina de mercado ◆ 3 semanas → 64 vezes ◆ 4 semanas → 20 vezes ◆ 5 semanas → 26 vezes ◆ 6 semanas → 8 vezes ◆ 7 semanas → 4 vezes ◆ 8 semanas → 4 vezes ◆ 9 semanas → 2 vezes (apenas dois registros em 30 anos) ◆ 10 semanas → 0 registros históricos O que aconteceu nos 3 meses após cada streak: A resposta contraria a intuição de quem imagina que "o que sobe muito vai corrigir": 🟢 Após 7 semanas de alta: +1,4% em 3 meses — 75% das vezes positivo 🟢 Após 8 semanas de alta: +3,6% em 3 meses — 75% das vezes positivo 🟢 Após 9 semanas de alta: +3,5% em 3 meses — 2 casos, ambos positivos 🔴 Única exceção: após 5 semanas, -0,4% — o streak mais "médio" é paradoxalmente o único com retorno negativo O mercado não reverte automaticamente depois de uma sequência longa de altas. Os dados mostram o oposto: quanto mais rara a sequência, maior o retorno subsequente. Streaks de 8 e 9 semanas entregaram os melhores resultados dos 3 meses seguintes. A explicação intuitiva faz sentido: sequências longas de alta só acontecem quando há um driver macroeconômico real por trás, não é momentum especulativo, é reavaliação estrutural. E essa reavaliação tende a continuar. O S&P está a um passo de entrar em território literalmente sem precedente histórico em 30 anos. Se chegar a 10 semanas, não temos base de comparação. O que temos é o padrão dos 8 e 9 semanas, e ele é consistentemente positivo. O maior risco não é a reversão técnica. É um choque exógeno que quebre o driver que sustentou o rally. Fonte: Yahoo Finance (^GSPC, 1994–hoje) | Elaboração: Santa Fé Investimentos | Não constitui recomendação de investimento.
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
@otesoureir92081 Na vdd não foi isso que eu falei até pq não recomendo investimento, somente mostrei historicamente o que aconteceu das outras vezes com movimentos semelhantes.
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O Tesoureiro
O Tesoureiro@otesoureir92081·
Mais uma te falando pra comprar b3, esse nao tem CFA pelo menos. Mas vamos anotando..
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📉 O IBOV acaba de fazer algo que nunca tinha feito em 30 anos Desde 1994, analisamos todas as 419 sequências de quedas semanais consecutivas do Ibovespa. O padrão é claro, quanto mais longa a sequência, mais rara ela é. A distribuição histórica: ◆ 1 semana de queda → 241 vezes (rotina de mercado) ◆ 2 semanas → 97 vezes ◆ 3 semanas → 38 vezes ◆ 4 semanas → 23 vezes ◆ 5 semanas → 14 vezes ◆ 6 semanas → 4 vezes (1998, 2004, 2018, 2012) ◆ 7 semanas → 1 vez (Abr/2004) ◆ 8 semanas → 1 vez — e é agora, Abril/2026 Em 30 anos de Ibovespa, Plano Real, crise da Rússia, dot-com, subprime, Lava Jato, COVID, tudo, o índice nunca tinha caído por 8 semanas consecutivas. Até este mês. O que isso significa? Não é uma previsão de reversão. Eventos extremos existem justamente porque são raros. Mas a estatística diz algo importante: ao longo de toda a história do mercado brasileiro, toda vez que chegamos em sequências de 6 ou 7 semanas de queda, estávamos em crises de primeira grandeza: 1998 (crise da Rússia + LTCM), 2004 (incerteza fiscal Lula), 2018 (greve dos caminhoneiros + eleições). Estar no território dos 8 semanas não significa que vai cair mais. Significa que o mercado já precificou uma quantidade extraordinária de pessimismo, e que, historicamente, quem comprou nesses momentos de exaustão vendedora raramente se arrependeu. O gráfico histórico diz o resto. Fonte: Yahoo Finance (^BVSP) | Elaboração: Santa Fé Investimentos | Não constitui recomendação de investimento.  

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Luis Krüger
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@gabrieldjunq Consegue calcular fácil o retorno médio D+30 para as quedas de 5, 6 e 7 semanas?
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
📉 O IBOV acaba de fazer algo que nunca tinha feito em 30 anos Desde 1994, analisamos todas as 419 sequências de quedas semanais consecutivas do Ibovespa. O padrão é claro, quanto mais longa a sequência, mais rara ela é. A distribuição histórica: ◆ 1 semana de queda → 241 vezes (rotina de mercado) ◆ 2 semanas → 97 vezes ◆ 3 semanas → 38 vezes ◆ 4 semanas → 23 vezes ◆ 5 semanas → 14 vezes ◆ 6 semanas → 4 vezes (1998, 2004, 2018, 2012) ◆ 7 semanas → 1 vez (Abr/2004) ◆ 8 semanas → 1 vez — e é agora, Abril/2026 Em 30 anos de Ibovespa, Plano Real, crise da Rússia, dot-com, subprime, Lava Jato, COVID, tudo, o índice nunca tinha caído por 8 semanas consecutivas. Até este mês. O que isso significa? Não é uma previsão de reversão. Eventos extremos existem justamente porque são raros. Mas a estatística diz algo importante: ao longo de toda a história do mercado brasileiro, toda vez que chegamos em sequências de 6 ou 7 semanas de queda, estávamos em crises de primeira grandeza: 1998 (crise da Rússia + LTCM), 2004 (incerteza fiscal Lula), 2018 (greve dos caminhoneiros + eleições). Estar no território dos 8 semanas não significa que vai cair mais. Significa que o mercado já precificou uma quantidade extraordinária de pessimismo, e que, historicamente, quem comprou nesses momentos de exaustão vendedora raramente se arrependeu. O gráfico histórico diz o resto. Fonte: Yahoo Finance (^BVSP) | Elaboração: Santa Fé Investimentos | Não constitui recomendação de investimento.  
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
📈 O IBOV Caiu 8 Semanas Seguidas. O Que a História Diz Sobre o Que Vem Depois? Pegamos todos os casos históricos de sequências longas de queda no Ibovespa e medimos o que aconteceu nos 3 meses seguintes. Os dados são claros e surpreendentes. Após 5 semanas consecutivas de queda (14 casos históricos): ◆ Retorno médio em 3 meses: +13,1% ◆ 71% das vezes o mercado subiu ◆ Melhor caso: Mar/2020 +51% (fundo do COVID) ◆ Pior caso: Jul/2008 -29% (antes do colapso do Lehman) Após 6 semanas consecutivas de queda (4 casos): ◆ Retorno médio em 3 meses: +1,8% ◆ 75% das vezes positivo ◆ Pior caso: Mai/1998 -28% (crise Rússia/LTCM se intensificando) ◆ Demais: Set/1998 +19%, Jun/2018 +11%, Jun/2012 +5% Após 7 semanas consecutivas de queda (1 único caso histórico): ◆ Mai/2004 → +22,5% nos 3 meses seguintes ◆ 100% de aproveitamento — única amostra, vale o que vale O padrão histórico é consistente: depois de sequências longas de venda, o mercado tende a recuperar. A exceção estrutural é quando a sequência de queda é o sintoma de uma crise em curso e não o fim dela, 2008 é o exemplo perfeito, onde o pior ainda estava por vir. A pergunta certa não é "vai subir depois de 8 semanas de queda?" A resposta histórica seria sim na maioria dos casos. A pergunta é: estamos no Mar/2020 ou no Jul/2008? Ou seja, a queda já precificou o problema, ou o problema ainda está se revelando? Em 2020 o gatilho era exógeno e passageiro. Em 2008 era sistêmico e ainda em desenvolvimento. O contexto atual, tarifas, guerra, eleições, cabe mais em qual dos dois cenários? Essa é a análise que o investidor precisa fazer. Fonte: Yahoo Finance (^BVSP) | Elaboração: Santa Fé Investimentos | Não constitui recomendação de investimento.
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
⚽📈 IBOV e Copa do Mundo: Existe uma Correlação? Analisamos o comportamento do Ibovespa em todas as Copas do Mundo desde 1994. O resultado é mais interessante do que parece. O padrão histórico: 🥇 Quando o Brasil é campeão: IBOV sobe em média +6,3% durante o torneio 🌍 Quando o Brasil é eliminado ou vice: IBOV sobe +1,4%📊 Média geral de todas as Copas: +2,6% Copa a Copa: 🏆 1994 (Campeão — EUA): +26,0% — o maior retorno da série. Vale lembrar: Brasil saindo do Plano Real, inflação caindo, euforia econômica e futebolística ao mesmo tempo ❌ 1998 (Vice — França): +4,7% 🏆 2002 (Campeão — Coreia/Japão): -13,4% — exceção que quebra o padrão. Crise cambial, eleições, Lula subindo nas pesquisas. A bolsa caiu apesar do Penta ❌ 2006 (Quartas — Alemanha): +2,9% ❌ 2010 (Quartas — África do Sul): -0,2% 💔 2014 (4º lugar, 7x1 — sede): -0,0% — flat, surpreendentemente estável apesar do trauma nacional ❌ 2018 (Quartas — Rússia): +7,2% ❌ 2022 (Quartas — Catar): -6,3% — eleições Lula, juros altos, ambiente global adverso O IBOV não segue a seleção, segue o macro. O 2002 prova isso: Brasil pentacampeão, bolsa em queda livre porque o mercado estava precificando risco-Lula e crise de balanço de pagamentos. O 1994 também: a alta de 26% não foi pelo título, foi pelo Plano Real. 2026 começa em 11 de junho. O torneio é nos EUA, CAN e MEX e o Brasil chega como favorito. Mas o que vai definir o IBOV não é se Vini Jr. vai à final. É o que vai acontecer no segundo semestre com juros, fiscal e eleições em outubro. A Copa é o pano de fundo. O mercado é o protagonista. Fonte: Yahoo Finance (^BVSP) | Elaboração: Santa Fé Investimentos | Não constitui recomendação de investimento.
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
🗳️🌎 O Mercado Já Está Votando — e o Que Argentina e Chile nos Ensinam Sobre Colômbia Analisamos o comportamento dos ETFs de quatro países latinos entre o 1º e o 2º turno de suas eleições presidenciais. O padrão histórico é claro e o COLO acabou de dar o primeiro sinal. 📊 O que os ciclos concluídos mostram: 🇦🇷 Argentina 2023 (Milei): +20,3% entre os dois turnos O mercado antecipou a mudança de regime econômico ainda antes do resultado final 🇨🇱 Chile 2025 (Kast): +4,3% entre os dois turnos Movimento mais gradual, mas consistente. Mercado precificou virada à direita 🔴 O que está acontecendo agora: 🇨🇴 COLO hoje: +7,7% em um único pregão —> D-20 do 2º turno O resultado do 1º turno confirmou Abelardo de la Espriella como candidato competitivo, com Polymarket precificando 71% de chance de vitória no 2T Uma alta de 7,7% em um dia é o mercado dizendo que a tese está se consolidando 🇵🇪 EPU (Peru): -2,1% desde o 1T, hoje em D-6 do 2º turno Movimento oposto —> incerteza elevada sobre o candidato adversário de Keiko, mercado em compasso de espera Argentina e Chile mostram que o intervalo entre os dois turnos é onde o ETF mais se move, porque é quando o mercado atualiza as probabilidades com mais frequência. O COLO está no D-20 e já entregou +7,7% em um pregão. Se o padrão histórico se repetir, o movimento pode ter muito mais espaço até o 2T de 21 de junho. O risco permanece: qualquer redução na vantagem de Abelardo nas pesquisas reverte o trade rapidamente. Mas a assimetria entre uma vitória confirmada e uma surpresa de Cepeda está precificada a 71/30 no Polymarket. Fonte: Yahoo Finance / Polymarket | Elaboração: Santa Fé Investimentos | Não constitui recomendação de investimento.
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Christian C. Keleti
Christian C. Keleti@cckeleti·
Edição Semestral da Revista Investidor Institucional : Alphakey quarta maior captação em % do aum nos últimos 6 meses ; Terceira maior nos últimos 12 meses.
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
🇨🇴 🗳️ COLÔMBIA — ABELARDO LIDERA 1º TURNO COM 2,8 PP DE VANTAGEM; SEGUNDO TURNO POLARIZADO À VISTA A Colômbia caminha para um segundo turno polarizado entre Abelardo de la Espriella (independente, oposição) e Iván Cepeda (Pacto Histórico, governo), em 21 de junho. Abelardo ficou em primeiro com 43,7% (10,3 mi votos), à frente de Cepeda em 668 mil votos (2,8 pp), em margem mais estreita que o esperado. O resultado situa o gap na faixa construtiva para Abelardo no framework "Pricing the Gap" e melhora taticamente o balanço de probabilidades para um cenário mais market-friendly. 📊 Resultado Geral 🥇 Abelardo de la Espriella: 10,3 mi votos (43,7%) 🥈 Iván Cepeda: 9,7 mi votos (40,9%) 🥉 Paloma Valencia: 1,6 mi votos (6,9%) — endossou imediatamente Abelardo 📊 Demais candidatos: 1,6 mi votos (6,9%) 🗳️ Comparecimento: 57,8% (vs. 54,9% no 1º turno de 2022) 📋 Brancos: 0,4 mi (1,7%) | Nulos: 0,3 mi (1,0%) 🗺️ Análise Regional — Pacto Histórico Perde Intensidade 🔄 Swing de ~3,24 mi votos vs. 2022 (Petro tinha vantagem de 2,6 mi sobre Rodolfo Hernández; agora Abelardo lidera por 668 mil) 🏙️ Bogotá (principal alerta): Cepeda lidera por apenas 163 mil votos (vs. 938 mil de Petro em 2022) — perda efetiva de ~775 mil 🌴 Costa Caribe (deterioração consistente):Atlántico: margem cai de 367 mil para 116 mil Bolívar: de 251 mil para 131 mil Córdoba: de 224 mil para 123 mil Magdalena: de 148 mil para 65 mil Sucre: de 159 mil para 81 mil 🌎 Valle del Cauca: margem encolhe de 716 mil para 409 mil (-307 mil) ✈️ Voto no exterior: vira de +53 mil para Petro a -147 mil para Cepeda 📊 Pesquisas para o Segundo Turno 📈 AtlasIntel: Abelardo 50,0% x Cepeda 41,3% 📈 CNC: Abelardo 43,6% x Cepeda 40,9% 📈 Guarumo: Abelardo 43,6% x Cepeda 40,0% 📉 Invamer (outlier): Cepeda 52,4% x Abelardo 45,3% 💱 Implicações de Mercado 💵 USD/COP: correção de baixa esperada de ao menos COP$ 50, refletindo redução parcial do prêmio de risco do cenário de continuidade plena do petrismo 📈 TES: ganhos médios de 20-30 bps de queda nos yields ao longo da curva 🎯 Apetite reforçado pela ponta longa da curva de TES ⚠️ Alívio não estrutural: peso seguirá sensível a fatores externos e pesquisas do segundo turno; renda fixa permanece moldada pela credibilidade do ajuste fiscal necessário 👤 Perfis dos Candidatos ⚖️ Abelardo de la Espriella: advogado e empresário, líder do movimento Defensores de la Patria, candidato independente fora da política tradicional. Prioridades: segurança, combate à corrupção, defesa da ordem constitucional, disciplina fiscal, fortalecimento do setor privado e reativação do setor minero-energético ✊ Iván Cepeda: defensor de direitos humanos, senador, candidato do Pacto Histórico (partido governista). Prioridades: continuidade e aprofundamento do projeto progressista, reforma agrária, transição energética, saúde pública, educação, direitos humanos e justiça social ⚠️ A campanha tende a ficar mais confrontacional, com estratégias de deslegitimação mútua que podem aumentar a volatilidade política e dificultar a captura do voto moderado. Cepeda já vem questionando o resultado preliminar e indicando que só reconhecerá após decisão definitiva das autoridades, abrindo risco de tensão pós-eleitoral. Os principais riscos seguem sendo abstenção elevada por falta de identificação com ambas as opções e narrativas de fraude. O resultado do primeiro turno melhora o balanço tático para ativos colombianos, mas não elimina a necessidade de prêmio fiscal e político elevado até que haja maior clareza sobre os programas econômicos dos dois candidatos.
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cansera ok@ManfroiRenato·
JOAO FONSECA É LULA OU BOLSONARO? QUERO SABER SE GOSTO DELE OU NAO.
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
@gpicarelli Não consigo afirmar que estaria distribuindo para voltar a subir somente com base nisso. Porém é possível afirmar que ainda não houve uma reversão clara do movimento de aumento de cotas do EWZ
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Getulio Picarelli
Getulio Picarelli@gpicarelli·
@gabrieldjunq Mas continua sendo criado cotas do EWZ e a cotação agora esta caindo... diante de sua analise isso mostra que estamos apenas distribuindo para voltar a subir?
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
Dado os questionamentos na outra análise sobre a dinâmica de fluxos para ETFs, resolvi aprofundar a análise com mais países e agora não analisando o nominal de fluxo mas sim o fluxo relativo ao AUM do ETF acumulado em 1 ano. Desta forma, normalizamos todos os países e entendemos a magnitude do movimento para mercados mais líquidos e ilíquidos. Analisei 11 country ETFs de 4 regiões. A pergunta: a criação e eliminação de cotas realmente antecipa o movimento de preço? Segue 🧵
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
Testei em 11 ETFs, 4 regiões, Américas, Ásia, Europa e África. Em todos, sem exceção, a direção do fluxo de criação/resgate de cotas antecipou ou confirmou o movimento de preço. Então respondendo a pergunta: sim, analisar criação e eliminação de cotas funciona. É o dado que mostra onde o smart money tá se posicionando de verdade, não o ruído do mercado secundário. Dados: ETFdb 26/mai/26. Análise: Santa Fé Investimentos. #ETF #FundFlows #EmergingMarkets #SmartMoney
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Gabriel Diniz Junqueira
Gabriel Diniz Junqueira@gabrieldjunq·
Um ponto que faz toda a diferença: olhar fluxo nominal engana. $231M saindo do Brasil (EWZ) parece grave. Mas é 2% do AUM do fundo. Ajuste. $107M saindo da Argentina (ARGT) parece menor. Mas é 13% do AUM. Crise de resgate. Em nominal parecem parecidos. Em relativo ao patrimônio do fundo, são mundos completamente diferentes. Essa tabela mostra o ranking dos 11 ETFs por intensidade de fluxo relativo:
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