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@graboispedro

ser vivo / prof. filosofia / músico

Katılım Ocak 2011
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Dani Monteiro
Dani Monteiro@danimontpsol·
Israel matou todas as crianças nesta foto no sul do Líbano em menos de 30 dias. Elas não eram combatentes. Elas eram crianças. 🗞 @sahouraxo
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Rick Azevedo
Rick Azevedo@rickazzevedo·
☢️ ATENÇÃO RIO DE JANEIRO Esses são os Deputados Federais do seu estado que querem te ver mais 10 anos na escala 6x1: Dr Flávio (PL/RJ) Chris Tonietto (PL/RJ) Julio Lopes (PP/RJ) Luiz Lima (NOVO/RJ) Carlos Jordy (PL/RJ) Hugo Leal (PSD/RJ) Sóstenes Cavalcante (PL/RJ) Laura Carneiro (PSD/RJ) Max Lemos (PDT/RJ) Murillo Gouvea (PSDB/RJ) Luciano Vieira (PSDB/RJ) Bebeto (PP/RJ) Jorge Braz (Republicanos/RJ) Daniela do Waguinho (Republicanos/RJ) Doutor Luizinho (PP/RJ) Já sabem quem demitir em outubro, né?
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ERIKA HILTON
ERIKA HILTON@ErikakHilton·
🚨 URGENTE! ATAQUE AOS TRABALHADORES! 176 deputados da direita acabam de apresentar uma proposta que IMPEDE o fim da escala 6x1 até 2036. Além disso, essa proposta cria jornadas de trabalho de até 52 HORAS SEMANAIS. Os deputados de São Paulo que assinaram a proposta foram 👇🏽 - Pr. Marco Feliciano, PL - Delegado Paulo Bilynskyj, PL - Missionário José Olimpio, PL - Vinicius Carvalho, PL - Mario Frias, PL - Rosangela Moro, PL - Jefferson Campos, PL - Luiz Philippe de Orleans e Bragança, PL - Adilson Barroso, PL - Adriana Ventura, NOVO - Ricardo Salles, NOVO - Marangoni, PODEMOS - Renata Abreu, PODEMOS - Simone Marquetto, PP - Mauricio Neves, PP - Vitor Lippi, PSD - Celso Russomanno, REPUBLICANOS - Arnaldo Jardim, CIDADANIA - Baleia Rossi, MDB
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LISTA PRETA
LISTA PRETA@listapreta·
Laudelina de Campos Mello, pioneira na luta pelos direitos das trabalhadoras domésticas, é tema de exposição no IMS Paulista. A mostra reúne cerca de 160 itens e obras contemporâneas sobre sua trajetória e impacto social. “Dignidade e luta” fica em cartaz de 16 de maio a 22 de novembro, com entrada gratuita, de terça a domingo, das 10h às 20h.
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Mafaldo
Mafaldo@usoeducativo·
Até hoje não vi nenhuma análise digna sobre o enorme impacto geracional que significa o fato da SEEDUC - Rio não abrir concurso há 12 anos, e Prefeituras como a do Rio e de Caxias terem abolido os concursos em função de contratos. Seguidas por outros entes.
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Laerte
Laerte@LaerteCoutinho1·
Saiu na Folha @folha
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Limma Sweet🚩💯
Limma Sweet🚩💯@limmasweeton·
Muita camada pra um vídeo só. Elis interpretando "Aprendendo A Jogar", no especial de Gal Costa, com um groove, swing, graves e agudos difíceis! Gal Costa assistindo sentada encantada, animada. Elis curtindo. Ao vivo. AO VIVO! Eu sinto saudades das magnatas do som. Elis e Gal 🌠
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Stefani Costa
Stefani Costa@sttefanicosta·
Israel bombardeou Beirute 4 vezes hoje. Um dos ataques foi perto do hospital de Haret Hreik, subúrbio sul da capital libanesa. Já são 1.368 mortos e 4.138 feridos segundo o Ministério da Saúde. Mais de 300 mil crianças já sofreram deslocamento forçado de acordo com a UNICEF.
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IDMJR
IDMJR@idmjracial·
📍 Veja o que nosso diretor executivo Fransérgio Goulart falou sobre o Acorda MP, a crítica ao não controle externo da atividade policial pelos Ministérios Públicos e a garantia da memória do 31 de março - lembrando o Golpe Empresarial-Militar e a Chacina da Baixada #acordaMP
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Rodrigo Mondego
Rodrigo Mondego@rodrigomondego·
Na data de hoje, falo de uma das maiores atrocidades da história do Brasil. E ela não aconteceu durante a ditadura, mas em plena “democracia”. O ano era 2005. Policiais militares da Baixada Fluminense estavam incomodados com o endurecimento do combate à corrupção dentro dos batalhões da região. O novo comando havia começado a enfrentar esquemas ilegais historicamente enraizados, como extorsões, grupos de extermínio e outras práticas criminosas. No dia anterior à chacina, numa tentativa de criar pânico e desestabilizar o comando que combatia esses esquemas, policiais arrancaram a cabeça de uma pessoa e a jogaram dentro do batalhão de Duque de Caxias. A brutalidade tinha um objetivo claro: causar comoção, pressionar o comando e interromper o enfrentamento à corrupção. Mas não surtiu o efeito esperado. Na noite de 31 de março de 2005, cinco policiais militares à paisana se reuniram em um bar, no centro de Nova Iguaçu. Revoltados com a continuidade do combate à corrupção e a perda de privilégios, decidiram promover uma vingança. A ideia era causar o máximo de caos possível para desestabilizar o comando e forçar a volta dos antigos esquemas. Quatro dos cinco PMs saíram do bar em um Gol e começaram a atirar aleatoriamente pelas ruas de Nova Iguaçu. Pessoas voltando do trabalho, conversando na calçada, esperando ônibus. Não importava quem fosse. Foram 17 pessoas executadas. Em seguida, seguiram para Queimados, município vizinho, e repetiram a mesma estratégia. Mais 12 pessoas foram assassinadas. Ao todo, 29 mortos. Esse episódio ficou conhecido como Chacina da Baixada, a maior chacina da história do Rio de Janeiro. O Ministério Público denunciou 11 policiais militares. Seis foram pronunciados para júri popular e cinco acabaram liberados por falta de provas. Um dos denunciados, o PM Gilmar da Silva Simão, que tentava fechar um acordo de delação premiada, foi executado com 15 tiros minutos após prestar depoimento. Os cinco condenados cumpriram pena no BEP, conhecido como “batalhão das festinhas”, devido aos privilégios e regalias concedidos a policiais presos. Essa foi a maior chacina da história do Rio de Janeiro, até a de outubro de 2025 no Complexo da Penha. Não foi cometida por “bandidos”, mas por agentes do Estado que assassinaram 29 pessoas inocentes para manter esquemas de corrupção dentro da própria polícia. Como acontece frequentemente, começaram a circular boatos de que as vítimas tinham envolvimento com crimes. Além da dor da perda, familiares tiveram que enfrentar a difamação da memória de seus entes queridos. E, como sempre, organizações de Direitos Humanos que denunciaram o massacre foram acusadas de “defender bandidos”. Lembrar é resistir.
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sarah
sarah@sahouraxo·
Israel murdered every single person in this photo today in South Lebanon. Every. Single. One. 2 journalists 7 paramedics 1 Lebanese soldier They bombed the journalists’ vehicle — then bombed them again when paramedics rushed to help.
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pedro.grabois 🍉@graboispedro·
Nesta segunda-feira, 30/03/2026 às 18h na ABI, mais uma Medalha Chico Mendes promovida pelo GTNM-RJ e uma série de outras orgs.
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Glauber Braga
Glauber Braga@Glauber_Braga·
Na manhã de desta quarta-feira (25), a presidente e o diretor da AMES-RJ junto do diretor do DCE da UFRJ foram agredidos e detidos pela Polícia Militar na Escola Estadual Amaro Cavalcanti (atual Escola Senhor Abravanel), no Largo do Machado. Os representantes das entidades foram convocados pelos estudantes para apoiar o abaixo assinado pedindo que o professor acusado de assédio fosse afastado durante as investigações. Apesar da autorização para entrar nas escolas, com os nomes na lista, a escola chamou a polícia, que tentou impedir um direito legítimo dos estudantes. O subtenente agrediu os estudantes com tapas e socos. Do lado de fora, a agressão continuou e foram detidos e encaminhados para a 9ª delegacia policial. Lutar não é crime! Todo o nosso apoio e solidariedade.
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Dani Monteiro
Dani Monteiro@danimontpsol·
Cláudio Castro cassado e inelegível! FORAM MAIS DE R$480 MILHÕES EM FRAUDE COM O DINHEIRO DA POPULAÇÃO!
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g1 Rio
g1 Rio@g1rio·
Imagens mostram que carro perseguido por policiais antes da morte de médica era de cor diferente glo.bo/4dyMPCt
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Nota
Nota@jornalnota·
ABSURDO! “A Voz de Hind Rajab” está sendo censurado na Índia por “medo” de atrapalhar relações com Israel O Conselho Central de Certificação Cinematográfica da Índia (CBFC) está bloqueando o lançamento do filme indicado ao Oscar "The Voice of Hind Rajab" devido ao risco que ele poderia representar para as relações entre Índia e Israel, segundo reportagem da Variety. O docudrama da diretora tunisiana Kaouther Ben Hania conta a história de Hind Rajab, uma menina palestina de cinco anos em Gaza que foi deliberadamente morta por soldados israelenses após eles dispararem 335 balas dentro do carro onde ela aguardava resgate. O distribuidor do filme na Índia, Manoj Nandwana, informou ao Middle East Eye que submeteu o longa para aprovação central em fevereiro, com previsão de lançamento em março. No entanto, o CBFC vetou o filme, alegando, segundo a Variety, que "se for lançado, isso romperia a relação entre Índia e Israel". Nandwana disse ao MEE que o momento da negativa foi "péssimo", já que o filme foi exibido ao CBFC em 27 de fevereiro, apenas um dia após a visita de Estado do primeiro-ministro indiano Narendra Modi a Israel. O distribuidor afirmou não estar surpreso com a decisão, pois o filme já havia sido proibido de ser exibido em festivais de cinema em várias partes da Índia, incluindo Goa, Bangalore, Pune e Kerala. Badie Ali, cofundador da Watermelon Pictures, empresa palestino-americana que apoiou a produção do filme, declarou ao MEE: "Quando ouvimos a justificativa do conselho indiano, de que lançar este filme poderia prejudicar as relações Índia-Israel, nosso primeiro pensamento foi: desde quando o grito de socorro de uma menina de cinco anos é uma ameaça diplomática?" "O público indiano não precisa ser protegido de uma história verdadeira", acrescentou Ali. "Censurar este filme não serve aos interesses da Índia. Só mostra ao mundo que a história de Hind ainda assusta quem está no poder." A diretora Ben Hania reagiu à decisão do conselho indiano no Instagram: "O romance entre a 'maior democracia do mundo' e a 'única democracia do Oriente Médio' é tão frágil que um filme pode rompê-lo?" Mais um absurdo cometido por medo do regime sionista que vem devastando as democracias ao redor do mundo. Até quando as potências vão assistir caladas? 🇵🇸✊
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Dani Monteiro
Dani Monteiro@danimontpsol·
JUSTIÇA POR KETHLEN ROMEU E SEU BEBÊ! ✊🏿
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Thais Ferreira
Thais Ferreira@southaferreira·
Chamaram de confronto, mas a própria Justiça agora admite que houve fraude. Mexeram na cena, mentiram e tentaram esconder a verdade sobre a morte de Kathlen Romeu e do seu bebê. E a punição? Regime aberto. Isso não é justiça, é impunidade. Não se trata apenas de Kathlen Romeu, trata-se de todas as Kathlens. Quantas mais?
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