
Lucas Mafaldo
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Lucas Mafaldo
@lucasmafaldo
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Eu fiz um comentário aquiescendo com esse post do Walter e acrescentando que é um grande erro o desdém da direita bolsonarista pelo MBL. E como os gênios reagem? Como se eu tivesse defendido algum tipo de aliança ou aproximação com o partido deles... Bem, isso já começa errado porque duvido que o próprio MBL tenha algum interesse nessa aliança. A questão é: o @MBLivre evoluiu de um movimento da Vila Madalena para um movimento nacional organizado, que conta com um partido, intelectuais, lideranças, quadros e militância. E sem ter participado de eleição alguma, o partido já sairá em 26 carregando 4 milhões de eleitores, isso só entre os menores de 24 anos. Bolsonaro perdeu para Lula por 2 milhões de votos. O MBL se institucionalizou e isso lhe dá força e será decisivo para seu crescimento nas próximas 3 eleições. Ao lado do @partidonovo30 , ele será a força principal esvaziando as fileiras bolsonaristas até 2030. Bolsonaristas, se querem sobreviver como força política de direita, ainda que muito diminuída, no sistema nacional (e hoje eu acredito que eles não querem e que optaram por ser fagocitados pelo centro), deveriam aprender algumas lições com o MBL e não ter essa atitude de avestruz, enfiando a cabeça no buraco que o perigo vai embora se não olhar para ele. O desdém para com o MBL é um erro estratégico, mais um para a coleção de erros do bolsonarismo que trouxe a direita a essa situação deplorável em que se encontra. Algumas lições sobre as quais a direita bolsonarista deveria refletir: 1⃣ O MBL quer o poder. Essa é a lição número um que a direita bolsonarista nunca entendeu. A direita nunca quis o poder. Jair nunca quis o poder. Ela queria sucesso eleitoral e cargos eletivos. Os mais ambiciosos confundiram isso com poder, e os mais modestos e realistas entenderam que isso era apenas emprego. Bolsonaristas, a começar pela família Bolsonaro, nunca viram a política como a disputa pela conquista hegemônica do poder, mas como um plano de aposentadoria. O MBL quer o poder, não apenas os cargos nominais, e em vários níveis de profundidade no Estado, na sociedade e na opinião pública. E isso condiciona todo o resto, da organização estratégica aos objetivos táticos de curto prazo. É o que mantém a unidade e a disciplina quando as lideranças fazem opções pragmáticas aparentemente incoerentes.





Today, @USTreasury is sanctioning Brazilian Supreme Federal Court Justice Alexandre de Moraes, who has used his position to authorize arbitrary pre-trial detentions and suppress freedom of expression. Alexandre de Moraes is responsible for an oppressive campaign of censorship, arbitrary detentions that violate human rights, and politicized prosecutions—including against former President Jair Bolsonaro. Treasury will continue to hold accountable those who threaten U.S. interests and those who impose limits on our freedoms.






