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@prisciladiogod
Estudante de Licenciatura em Física na USP 🌌
Katılım Mart 2019
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@prisciladiogod cara eu to revoltada, ja tava com a pesquisa escrita com o professor, e não consigo me inscrever nesse edital do inicio do ano q vem pq eu me formo em dez/2027 e a pesquisa iria ate fev/2028. vou tentar migrar pra pibic 🫠
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"ai pq eu quero estudar mas ta em greve!!!!"
tabom eu tambem quero estudar vou ali na biblioteca da fisica pegar um livro OPA ta em reforma desde 23.
blz vou entao pegar um livro na biblio da educa OPA caiu o teto.
vou nem falar sobre ir jantar depois dos estudos pq ja sabem
Telinha 📺@Nattahii
Inclusive, a biblioteca da física está em reforma desde 2023, agora ela está em um espaço provisório. Nesse espaço não temos acesso a todos os livros, boa parte do acervo está danificado por conta de uma infiltração, e a reitoria não quer liberar verba pra restaurar os livros.
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Primeiramente, todo meu apoio aos políticos de direita que estão bebendo detergente possivelmente infectado com uma superbactéria.
Por mim, vocês bebem o lote TODO!
Mas é NOJENTO vocês decidirem pautar na Câmara um Projeto que impede a >fiscalização de produtos infectados<.
Uma coisa é vocês amarem mais a narrativa do que a própria vida e decidirem beber detergente com risco de infecção de uma bactéria resistente a antibióticos.
Outra, muito pior, é vocês criarem um discurso conspiracionista pra estimular a população a usar esse detergente.
Mas ainda mais horrorizante é a pouca vergonha de se aproveitarem disso para pautar um Projeto de Lei que limita as multas pra quem vende produtos infectados, enfraquece a fiscalização e corrói as proteções do Código de Defesa do Consumidor.
É isso que faz o Projeto de Lei 2.766, apresentado em 2021 e colocado na pauta DESSA SEMANA da Câmara dos Deputados.
Essa proposta não pode ser aprovada e nós, do PSOL, votaremos CONTRA esse absurdo.
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🚨 Estou acionando a Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo contra o governo Tarcísio de Freitas, a Polícia Militar e a Reitoria da USP pela violência praticada nessa madrugada contra os estudantes que protestam por melhorias na universidade.
O protesto, legítimo, pede apenas que estudantes em vulnerabilidade social tenham a possibilidade de continuar a sua formação.
E é um absurdo que o poder público se recuse a negociar, parta para a violência e que quatro estudantes tenham sido detidos por exercerem seu direito constitucional ao protesto.
Isso, por si só, já exige uma resposta da Justiça. É assim que a força policial, a USP e o governo do estado estão autorizados a agir em São Paulo?
Mas mais absurdo ainda é o fato de que a Reitoria da USP afirma sequer ter sido avisada da operação policial, apesar das evidências que apontam o contrário e indicam que essa violência contra os estudantes estava sendo articulada entre a reitoria e a PM desde a sexta-feira, como o corte dos serviços de água e luz que estavam sendo utilizados pelos alunos.
Se a Polícia Militar decidiu agir por conta própria dentro da USP para calar, com violência, um protesto de estudantes que pedia por negociações com a reitoria, esse fato e os mandantes dessa operação precisam ser urgentemente investigados.
E, se a Reitoria e a PM planejavam essa violência intencionalmente desde a sexta-feira, isso também precisa ser urgentemente investigado.
Sigo atenta a todo desdobramento e às movimentações e articulações dos estudantes da USP.
Estudar é um direito. E não podemos aceitar que, quando o pobre finalmente consegue pisar na USP, o aparato de violência estatal decida pisar no pobre.
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Direção da FFLCH mostrando como se faz….
Ansiosa aguardando pelo comunicado da direção do IFUSP
Alexandre Suaide@suaide
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👩🏽🎓 TODO APOIO AOS ESTUDANTES DA USP
Acabo de oficiar a reitoria da USP, requerendo a reabertura das negociações com os estudantes que estão protestando e a garantia da integridade física de todos eles.
O protesto é legítimo, e os problemas apontados pelos estudantes são graves.
Não é aceitável que estudantes de baixa renda, vindas e vindos do interior paulista ou de outros estados, sejam colocados em moradias inadequadas e inseguras.
Não é aceitável que, com um orçamento anual de 10 BILHÕES de reais, a Universidade diga não ter condições para reajustar os valores do Programa de Apoio à Formação e Permanência Estudantil, voltados para estudantes em VULNERABILIDADE.
Não é aceitável que o serviço dos Restaurantes Universitários seja, ano após ano, sucateado. Estar bem alimentado é um requisito mínimo para se estudar. Para fazer pesquisa e ciência.
É isso que os estudantes estão dizendo, e é o MÍNIMO o que eles estão pedindo. Mas, infelizmente, a reitoria optou por tapar seus ouvidos e cercá-los com a polícia.
Isso não pode ser a atitude de quem comanda a melhor universidade da América Latina. Isso não pode ser a atitude de qualquer gestor da educação em um país que tem o direito à dignidade humana como pilar principal de sua Constituição.
O povo pagou pela construção da USP e paga, todos os dias, pelo seu funcionamento. Por que, quando os filhos do povo finalmente conseguem acessar esse espaço, seu reitor tenta trancar suas portas e cercá-los com a polícia?

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