Resh🧉

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@reshrech

🌾❤️‍🔥🌾 Administrador da @SRatzingeriana

شامل ہوئے Temmuz 2012
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Samuel 🇻🇦 | ☭⃠✡⃠☪⃠
@R1ver83_ Porque a democracia incentiva vícios imorais e obscurece a razão da maioria. Só isso já é o suficiente. Defender a democracia é o mesmo que defender um sistema que incentiva imoralidade e massificação das entidades sociais.
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Resh🧉@reshrech·
@Thelittlerjew41 @Kikerona_s Muitos. Eu sei praticamente nada de física-química. Muitas coisas de psicologia sou ignorante só li certos autores. Medicina sei tanto quanto um neandertal.
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c i i i i i i ço
c i i i i i i ço@Kikerona_s·
"Resh, você conhece 3 livros bons sobre a historia de Moçambique?" "Sei. Tem esses 3 aqui que são ótimos" "Resh, conhece uns livros sobre carpintaria?" "Conheço, tem esses 3 aqui" "Resh, conhece bons livros de como ser hacker?" "Sei, tem esses 3 aqui, os melhores que li"
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c i i i i i i ço
c i i i i i i ço@Kikerona_s·
@reshrech Tava lendo esses dias sobre essa questão, uns artigos do Curran. Acha que a escolha de usar ou não um metodo de contracepção é válida?
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@Kikerona_s Por virem que todas as declarações a respeito do tema não ajudarem em nada em resolver a questão, fora de argumentarem a respeito de como ele contradiz outros princípios que deveriam nortear o ditame moral da questão. Recomendo ler o Curran e Vidal a esse respeito. Eles explicam.
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c i i i i i i ço
c i i i i i i ço@Kikerona_s·
@reshrech Resh, uma duvida fora do tema, com algo que vejo, mas n entendo bem ainda: Por que ainda existe discussão sobre contracepção no meio teologico, mesmo com as proibições por Papas?
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teórico, e muito menos no campo prático. Isso para não falar dos próprios tratados políticos, o qual também se distanciaram da forma abstrata de política escolástica. Só comparar qualquer opusculo escolástico sobre este tema com o tratado do Bártolo de Sassoferrato.
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abordar, e isso era consciente, pois eles criticavam, e eram criticados, por sua forma distinta de entender tal questão. O método escolástico não supria a necessidade jurídica exatamente pelo seu formalismo não ser capaz de resolver as questões jurídicas do período, nem no campo
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Só realizar uma contribuição ao ponto 4.2: o escolasticismo é de fato uma manifestação de uma classe social muito específica, que sobretudo está inserida dentro dos contextos eclesiais.Dentro das relações seculares muito do que era discutido pelos escolasticos era ignorado, veja:
Rodrigo Lemes@Rodrigoessente

Desculpe a demora, vou fazer algumas pontuações. 0) Gostaria de iniciar dizendo que essas afirmações não são produtos de preconceito típico dos modernos. Eu mesmo sou fá de escolasticismo, gosto de estudar a história do escolasticismo e ler seus autores não só em fonte como em manuais e comentários. Dito isso, preciso apontar que essa ideia do escolasticismo como tendo algum representante e esse representante sendo a escola tomista já é falsa em muitos níveis. Falar em "analogia entis escolástica" já é um problema porque nem todos os escolásticos aceitavam ela. Na verdade, até Caetano é muito dificil dizer que existia uma teoria consistente de analogia do ente que explicasse coisas como a possibilidade da unidade do ente real com a analogia (a assim chamada "analogia metafísica"). Das grandes escolas, escotismo e nominalismo rejeitam a analogia, o suarezianismo aceita ela de forma híbrida, e por ai vai. Nem mesmo a concepção tomasiana de ente era aceita ou sequer comum entre os escolásticos, vide a quantidade de escolásticos que aceitavam uma concepção mais essencialista de ente (incluindo agostinianos, escotistas, nominalistas, escolásticos mais independentes, etc.); portanto, não vendo o ser da mesma maneira que Tomás. Tomás de Aquino não é em si mesmo a expressão do escolasticismo e, na verdade, nenhum escolástico sozinho é dado a quantidade de posições e divergências nunca resolvidas. Eu não quero ser visto como um defensor cego da modernidade e nem um detrator ideológico da escolástica, apenas alguém que quer situar os escolásticos e mostrar que eles, assim como todas as escolas ou gêneros de escolas, é infalível ou é esse super-herói filosófico. 1) Sobre Kant e o argumento ontológico. 1.1) Primeiramente, o argumento ontológico que Kant crítica vem de Leibniz e Descartes. Não há debate sobre isso. Sabemos isso tanto por causa dos manuais que ele leu quanto pela forma que ele apresenta. Os três argumentos que ele elenca são exatamente os três argumentos clássicos para se provar Deus que se encontravam nos manuais alemães, como, por exemplo, o Manual de Johann August Eberhard de Teologia Racional (Kant apresenta extamente as mesmas versões). E isso já poderia ser visto nas aulas dele. O ponto é que de modo retrospectivo muitos manualistas pensavam que este argumento era o mesmo de Anselmo. 1.2) O outro problema é achar de forma genérica que a prece de Anselmo contém "virtualmente" todas possibilidades lógicas de Descartes. Já é estranho que algo possível contenha mais possibilidades (é o virtual do virtual). O problema é que mesmo que estivesse contido na prece de Anselmo devemos lembrar que a estória inicial de Anselmo é que o "tolo" ouve a prece e não entende o que ele quer dizer por Deus. O argumento começa com o tolo SEM O CONCEITO de Deus. Aquilo cujo nada maior pode ser pensado NÃO É O CONCEITO DE DEUS, se fosse o tolo não poderia ter no intelecto. Os pontos de Anselmo são: mostrar um conceito que o tolo possa ter no intelecto, mostrar que este conceito é necessariamente real e mostrar que Deus é igual a este conceito/descrição indeterminada. Para seu argumento fazer sentido você tem que cortar os passos de Anselmo 1.3) O argumento anselmiano, como argumentei em meu post passado, não tem a mesma forma do cartesiano e do leibniziano. Enquanto o argumento de ambos supõe (i) o conceito de ens realissimum e (ii) a passagem do ideal para o real por meio de uma perfeição intrínseca no conceito (para Leibniz uma forma de modalidade e para Descartes a capacidade de perceber uma ideia clara e distintamente), o argumento anselmiano (i) começa com uma descrição indeterminada que o tolo possa entender e (ii) faz comparação a necessidade do conceito de "aquilo que nada maior pode ser pensado" ser a versão real e não aquela apenas no entendimento. 2) Sobre o formalismo dos modernos 2.1) As Meditações de Descartes não são de todo formalistas. Por exemplo, a dúvida metódica não é um argumento para o Eu Penso (ou o "penso, logo existo"), mas é uma forma de limpar nossa mente e chegar numa intuição primordial de um Eu. Descartes fazia uma combinação muito interessante entre um procedimento rigoroso e uma análise fenomenológica. 2.2) Os modernos inovaram muito no formalismo. Enquanto os escolásticos ficaram 700 anos no mesmo esquema lógico, na mesma exposição e, em suma, no mesmo modo de filosofia, cada autor moderno apresenta novas formas de exposição, procedimento e raciocínios novos. Leibniz, Descartes, Espinosa, Hume, Locke, Newton, etc., todos eles com suas especificidades claras e vividas. Isso não significa que não foram formalistas em algum sentido, eu sou hegeliano nesse sentido, eu acredito que a modernidade em vários momentos se prendeu ao pensar formal que se delonga na representação. Mas isso não salva os escolásticos. 2.3) A experiência real era algo muito importante para os escolásticos, só esqueceram de contar para eles. Os escolásticos nunca desenvolveram uma fenomenologia ou um tipo de descrição pré-fenomenológica da experiência. Pelo contrário! A prisão ao esquema aristotélico da alma em termos de funções fez com que eles não tomassem a consciência como algo fundamental, como os hindus fizeram, como os idealistas de diversas tradições fizeram e, acima de tudo, como os modernos fizeram. Os escolásticos quando tiveram que lidar com a noção de consciência converteram ela numa operação da alma. Agora, a abstração que os escolásticos tinham da experiência real era tão grande que seu método, seu discurso e até mesmo aa linguagem usada não eram a mesma das pessoas. 2.4) Por fim, mas não menos importante, a filosofia escolástica nunca penetrou muito a sociedade. Inclusive ela ia na contra mão de movimentos que queriam a escrita das línguas locais. A escolástica medieval era extremamente limitada em assuntos. Ela tinha assuntos canônicos e raramente sai deles. 2.5) Os escolásticos medievais eram mais limitados em amplitude de assunto que os gregos. É só na segunda escolástica que isso vai mudar e mesmo assim será feito pela escolástica eclética ou por escolásticos independentes (eruditos não pertencentes a uma escola especifica, como Caramuel). Veja por exemplo o fato de não terem desenvolvido a dialética de Aristóteles, ou não terem criado novas figuras de silogismo (como Ramón Lull desenvolveu), ou terem permanecido numa lógica linear (coisa que Santo Tomás usava muito), ou não terem escrito muito sobre estrutura das artes e da música, ou terem avançado muito em matemática (e se atualizado depois que receberam a versão completa dos Elementos de Euclides), ou de não terem desenvolvido formas de demonstração distintas das canônicas, ou não terem criado uma forma nova de filosofia ou exposição filosófica. 3) A separação conveniente entre os grandes escolásticos e os pequenos. Essa separação acontece sempre, seja entre os escolásticos de verdade e os falsos, entre os decadentes e os ascendentes. Toda hora aparece essa desculpa conveniente. Mas e o que dizer de todos os maiores nomes do tomismo que foram formalistas? Caetano, Banez, Ferrariense, Zumel, Domingos de Flandria? Vamos ter que assumir agora a tese do erro de 700 anos de escolasticismo de Fabro, Gilson e cia.? E o que dizer do fato que nem os grandes produziram uma forma de filosofar nova, uma lógica distinta ou sequer uma nova forma de demonstração? 4) Sobre as Sumas e o formalismo na exposição 4.1) Para todos os efeitos, nada que foi dito elimina o formalismo. A única coisa que faz é mostrar que o formalismo escolástico, especificamente o tomista, expressa uma substância social comum. 4.2) Todavia, a tese de Panofsky é bem controversa. O problema mais óbvio desta tese é o fato de que não há nenhum link direto entre as Sumas e as construções, isto é, os construtores não possuíam nenhuma influência dos escolásticos, são duas coisas independentes que aconteceram na mesma época. O outro problema é essa tese de colocar os escolásticos como a expressão do pensamento de uma época e não a expressão do pensamento de uma classe social em especifico. Escolásticos tinham temas canônicos cujo interesse era pura e simplesmente deles. Meu intuito aqui não é refutar Panofsky. Ele é um homem absolutamente erudito com uma tese muito sofisticada. Meu ponto aqui é só mostrar que essa tese é muito controversa e, além disso, ela não ajuda a mostrar que a Suma não é algo formalista. Panofsky se apoia muito num paralelismo, na ideia de que a Suma e a estrutura das catedrais góticas compartilham elementos em comum. Mas isso é externo demais: isso não é algo dentro da Suma e nem expresso de forma consciente. Você está recorrendo a algo exterior a Suma, assim como eu estaria recorrendo algo exterior a Fenomenologia do Espírito ao apontar que ela tem a mesma estrutura de narrativas de desenvolvimento ou de romances de formação (OBS: a leitura interna disso é uma bem comum, mas serve como exemplo). 4.3) A experiência espiritual de Aquino mostra que ele é homem complexo e rico em vivência, mas não que sua forma de exposição, lógica e temas sejam isso. O ponto de criticar o formalismo escolástico está exatamente no fato que a forma de exposição não suporta o conteúdo. Como aponta Hegel em suas Aulas de História da Filosofia, os escolásticos falavam de temas profundos, eventualmente até mais profundos que os gregos, e se limitavam a uma forma que não suportava este conteúdo. 4.4) A experiência real pode ser confusa e falha para fazer uma filosofia. O problema de toda sua argumentação está na ideia de que a experiência real é o que faz alguém fugir do formalismo. Como dito anteriormente, a abertura para a experiência rela pode ser totalmente neutralizada pela forma incompatível. Ademais, o ponto importante é que a experiência é mediada por uma série de vieses, intuições, conceitos, instituições sociais e na consciência histórica no geral. O problema é que na experiência de Santo Tomás e dos medievais, demônios, anjos, etc. eram coisas comuns, enquanto na nossa, no mundo onde existem câmeras, possibilidade de testes e inúmeras formas de registros, anjos e demônios são bem incomuns. Escolásticos constantemente preenchiam suas filosofia com debates que hoje são pouco razoáveis, como movimento dos anjos. Experiências podem ser confusas e mal interpretadas por quem sofre elas. A quantidade de registros de experiências místicas que temos é enorme e elas não concordam entre si. Não é só o cristianismo que tem, tradições como o hinduísmo e budismo têm técnicas para acessar e ter elas de forma muito mais consistente e nem por isso eles ganharam alguma acesso para forma do formalismo. 5) Sobre os escolásticos não terem desenvolvido uma economia política tal como conhecemos. 5.1) Você só esqueceu de mostrar o que eles desenvolveram. Que eles possuem teses sobre valor, moeda, etc., ninguém dúvida. A questão é que isso não vai tão longe ainda. A economia política não nasce como uma visão restrita da economia, mas como uma explicação da riqueza, sua possibilidade e existência dentro das dinâmicas sociais existentes. Por isso a antiga economia política não se confunde com a "ciência econômica" contemporânea que nasce mais ou menos com Marshall e já toma como dado as coisas que a economia política queria explicar. O homo economicus nasce depois da "revolução" marginalista. Para todos os efeitos, a tese do homo economicus existia já na economia-política clássica, com Mill (e, supostamente, Adam Smith), mas a sua forma contemporânea é pós-marginalista (o homem como agente racional egoísta). 5.2) É muito interessante como as bases do livre mercado foram lançadas justamente por espanhóis e portugueses no século XV e XVI. Já vemos o primeiro problema, viz., ter que apontar a segunda escolástica e não a primeira. Além disso, com livre mercado você quer dizer a positivação do nascimento do capitalismo, não é mesmo? Mas é claro, eles lançaram as "bases" porque isso não foi sem conflito visto que não havia muita concordância entre eles sobre vários assuntos nesse sentido, nem sobre valor e nem sobre coisas como preço justo e usura.

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c i i i i i i ço
c i i i i i i ço@Kikerona_s·
@reshrech Ele argumenta contra a acusação de casuistica e moralismo contra Santo Afonso?
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c i i i i i i ço
c i i i i i i ço@Kikerona_s·
Me indiquem os melhores livros que ja leram sobre: Teologia do casamento Moral e sexualidade na igreja Criticas ao monasticismo Defesas do monasticismo Análise historica do modernismo real Quem foi perseguido injustamente
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Resh🧉
Resh🧉@reshrech·
@Kikerona_s Sim. Ele vê Sto. Afonso como o campeão de uma teologia moral benigna, que entende o homem e suas angústias, ao invés de apenas ficar listando atos que são pecados e possíveis excludentes.
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c i i i i i i ço
c i i i i i i ço@Kikerona_s·
@reshrech Esse do Marciano é uma interpretação atual da moral afonsiana ou uma tradução?
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Resh🧉 ری ٹویٹ کیا
Studia Ratzingeriana
Studia Ratzingeriana@SRatzingeriana·
«É necessário definir o secularismo com clareza. Na minha opinião, existe uma noção positiva de secularismo, no sentido de que o cristianismo, um fenômeno relativamente recente na história, estabeleceu uma distinção ao reconhecer a separação entre Igreja e Estado. +
Studia Ratzingeriana tweet media
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Resh🧉
Resh🧉@reshrech·
@TheHensil @ThiagoSMarques3 @Kikerona_s adiciona a Revelação simplesmente é entender que o ato de Deus de se revelar abre caminho para um conhecimento que a mera captação da existência de Deus pela razão não é capaz de deduzir. Em nada a teologia natural ajuda a entender Quem é este Deus que se revela como se relaciona
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Resh🧉
Resh🧉@reshrech·
@TheHensil @ThiagoSMarques3 @Kikerona_s Mas afirmar que a Graça não destrói a natureza, mas a aperfeiçoa em nada contrapõe o ponto da analogia fidei. A razão não servir para conhecer o Deus revelado em nada conclui-se fideísmo. O fideísmo gera uma posição agnóstica de Deus. Observar que a teologia natural em nada +
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c i i i i i i ço@Kikerona_s·
Cara, o protestantismo fez de tudo, MENOS tornar Deus abstrato. Inclusive, os luteranos foram extremamente responsaveis pela teologia posterior pensar a cruz como evento central, não secundário
Anthony@Anthony62067690

"O erro do protestantismo foi o de achar que, para ser espiritual, era necessário ser invisível; e para ser puro, era necessário ser feio." - Chesterton Rejeitar o sensível, o belo, as imagens e a encarnação em favor de uma espiritualidade austera, abstrata e "invisível".

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