🇧🇷🇪🇸🇺🇸🇮🇱 SeTimão
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@Setimo443104
BRASIL DIREITA Corinthiano maloqueiro e sofredor - Graças a Deus!⚔️🌎


Em janeiro de 2024 a UNESCO, uma agência da ONU, condenou Israel por ter morto um dos seus jornalistas, Mohamed Naser Abu Huwaidi. Em março de 2026, os terroristas da Jihad Islâmica lembraram o "martírio" de um dos seus comandantes, Mohamed Naser Abu Huwaidi. Para que serve mesmo a ONU?


Trump acaba de PROVAR que todos os "especialistas" estavam errados, divulgando uma queda impressionante na criminalidade em Memphis após a intervenção das autoridades federais. 🇺🇸 - Mais de 150 CRIANÇAS DESAPARECIDAS resgatadas. - Queda de 60% nos roubos. - Queda de 74% nos roubos de carros. - Queda de 70% nos homicídios em relação ao pico. - 7.000 prisões. - Mais de 1.100 armas ilegais apreendidas. - Mais de 450 kg de narcóticos ilícitos apreendidos.


No mundo real, longe de toda essa bizarrice essas seriam as camisas da selecao brasileira.

Hoje eu acordei sentindo falta de você: Com a camisa 8. Com a chuteira branca da mizuno. Sendo magistral em campo, ditando o ritmo e potencializando o time. O tempo foi cruel, e as lesões também. Saudades, Renato Augusto. Ídolo eterno do Corinthians.









Eduardo Leite e Lula: a “aliança” que nunca existiu De vez em quando aparece nas redes a afirmação de que Eduardo Leite teria se aliado politicamente ao governo Lula. Quem acompanha a política com um pouco mais de atenção sabe que a história não é bem assim. Aliás, nem precisa acreditar em mim — basta ouvir o próprio Leite ou olhar os fatos. Primeiro ponto: Eduardo Leite nunca fez uma aliança política com Lula. O que existe são momentos de cooperação institucional. E isso, diga-se de passagem, é exatamente o que se espera de um governador responsável. Quando o Rio Grande do Sul enfrentou tragédias climáticas severas e precisou reconstruir cidades inteiras, era obrigação do governo estadual dialogar com o governo federal. O mesmo vale para investimentos industriais ou projetos estruturantes. Cooperação institucional não é aliança política — é simplesmente governar. Outro ponto que costuma ser distorcido é a eleição de 2022. Naquele segundo turno para o governo do RS, o PT decidiu apoiar Eduardo Leite para derrotar Onyx Lorenzoni. Foi uma escolha estratégica do partido, dentro da lógica eleitoral. Em contrapartida, o PSDB gaúcho liberou seus integrantes para se posicionarem como quisessem na disputa presidencial. O próprio Leite não declarou voto em Lula, mantendo oficialmente uma postura de neutralidade naquele momento. Depois disso, os fatos falam por si. Leite assumiu a presidência nacional do PSDB justamente com o objetivo declarado de construir uma nova oposição ao governo federal. Não uma oposição histérica ou puramente ideológica, mas uma oposição que dialogue quando for necessário e critique quando for preciso. E críticas não faltam. O governador já apontou diversas vezes o que chama de “descompasso” entre promessas e entregas efetivas do governo federal no Rio Grande do Sul, especialmente em temas ligados à reconstrução e aos investimentos prometidos. No fundo, o que Eduardo Leite tenta construir é uma postura política que anda meio rara no Brasil: independência com responsabilidade institucional. Nem adesão automática ao governo, nem oposição que torce contra o próprio país. Num cenário político cada vez mais dominado por gritaria e polarização, talvez seja justamente isso que incomode alguns lados: a tentativa de ocupar um espaço mais racional, menos sectário e mais pragmático. Pode-se concordar ou discordar dele. Faz parte da democracia. Mas dizer que houve uma “aliança política com Lula” simplesmente não corresponde aos fatos. #EduardoLeite #PolíticaBrasileira #CentroDemocrático #OposiçãoResponsável #DebatePolítico #Brasil2026 #BoraLeite
















