Simone Silverio B22 🇧🇷

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@Simone22mito

Deus, Pátria, Família e liberdade 🇧🇷

Fortaleza, Brasil انضم Eylül 2022
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Simone Silverio B22 🇧🇷
Desde a indicação do Flávio Bolsonaro, não pensei duas vezes: abracei e sigo firme fazendo campanha. Faço isso por lealdade ao nosso presidente Bolsonaro, alguém em quem confio e que já provou o quanto lutou pela nossa liberdade, pagando um preço alto por isso. #flaviobolsonaro22
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Emmanuel Rincón
Emmanuel Rincón@EmmaRincon·
Cuba tras 67 años de comunismo. Los zurdos te dirán que es culpa de Trump.
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@Didi News
@Didi News@DIDIREDPILL·
João Roma dando trabalho pra petralhada na Bahia 👍🏻
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Clarke de Souza
Clarke de Souza@clarke_de_souza·
É como eu sempre digo. Os métodos e as técnicas são sempre as mesmas. Segundo relatos de pessoas com as quais tive a participação e o prazer de conversar, parece que o Nikolas Ferreira ainda não declarou 100% do seu apoio ao Flávio Bolsonaro, porque está costurando um apoio do Flávio para o Matheus Simões, em Minas. E nós sabemos que Matheus Simões é Kassab. E sabemos que todo esse grupinho dos desafetos, que agora está batendo de frente com o Carlos Bolsonaro, o Eduardo Bolsonaro, até mesmo com o próprio Jair, todos esses desafetos têm uma missão, ou tinham pelo menos uma missão, que foi destruída com a indicação do Flávio à presidência da República. Todos queriam o Tarcísio, a terceira via, a TRADE T. E acabou que isso foi para o ralo. Então, essa jogatina, esse jogo do Nikolas Ferreira é porque ele está costurando essa aliança, esse apoio. E eu espero, sinceramente, que o Flávio Bolsonaro não caia nesse joguinho, nessa jogatina deste rapaz, para não dizer outra coisa, que não tinha prestígio nenhum, que não era ninguém se não fosse o Jair Bolsonaro estender a mão, o Eduardo estender a mão, assim como tantos outros. E agora ele se acha alguma coisa, a última bolacha do pacote. Será que é isso? Será que algum desafeto do Nikolas pode contradizer, contra-argumentar? Porque o que me parece é isso. O que me parece é um jogo, uma jogatina, são chantagens. E por isso que ele não está 100% de corpo e alma na candidatura do Flávio Bolsonaro à presidência da República. E aí.
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Eduardo Bolsonaro🇧🇷
Nikolas x Eduardo. Compartilhe ao máximo 👇
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John S.
John S.@JFookin·
@VlogdoLisboa @Ronygabriel_ofc Tá. E esse vídeo aqui que foi postado, é fake ou é verdadeiro? Precisamos só entender se não estamos vendo mais um João Dória, Alexandre Frota, Joice Hasselmann, Soraya Thronicke... Todos que se elegeram com a bandeira do Bolsonaro e que no final, viraram a casaca.
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Fernando Holiday
Fernando Holiday@FernandoHoliday·
NOTA DE ESCLARECIMENTO Na tarde de hoje, 6, comuniquei oficialmente ao Partido Liberal (PL) minha desistência definitiva de concorrer a qualquer cargo nas eleições de 2026. Na semana passada, já havia comunicado a família Bolsonaro por meio do futuro Senador @CarlosBolsonaro. Havia a chance de que eu viesse como candidato a deputado estadual por SP, comentei a possibilidade com o Carlos durante a marcha do “Acorda, Brasil” organizada pelo Nikolas, e fiquei muito feliz ao receber seu incentivo. Incentivo, aliás, que também recebi de seu pai antes da prisão. Fatos que apenas reforçam minha enorme gratidão por essa família que tão bem tem me recebido apesar de ser imerecido. Contudo, após longa reflexão, decidi me dedicar ao meu tão querido e antigo sonho de cursar medicina. Até seria possível conciliar de alguma forma, mas tive a nítida impressão de que algo ficaria malfeito. Os meus futuros pacientes merecem um médico bem formado e os meus possíveis futuros eleitores merecem um deputado focado em seu trabalho. Dito isso, seguirei firme nas trincheiras com todos vocês. Lutarei até o fim pela eleição de @FlavioBolsonaro, pela liberdade de @jairbolsonaro e de todos os presos políticos deste país. Afinal, não se faz política apenas com mandato. Ademais, contribuirei com a eleição de outros candidatos ao Legislativo que representem esses mesmos ideais e com coragem para fazer o que é certo. Aguardo vocês no meu futuro consultório, mesmo que seja para um simples check-up. Obrigado a todos pelo apoio.
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Krempel
Krempel@Krempel13·
@FernandoHoliday @CarlosBolsonaro Avisei a “familia Bolsonaro “ Isso q me deixa puto Desde quando familia é dona de algo Dono é o Jair Bolsonaro Os filhos tudo MERDA
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Pri
Pri@Pri_usabr1·
Eduardo Bolsonaro rebate Rodrigo Constantino: “Não faz sentido eu ter feito tanto esforço para colocar o Flávio pra concorrer a presidente e agora querer derrubá-lo. Estou trabalhando para derrubar um grupo político anti-bolsonarista. Como você não tem argumentos, cria intriga.”
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Simone Silverio B22 🇧🇷
@adrianaborgesbh @claudio_dantas_ E tem alguém te impedindo de votar em quem você quiser? Se um dia o Nikolas for candidato a presidente, também teria meu voto. Mas enquanto Bolsonaro estiver vivo e fizer as indicações, continuarei votando em quem ele indicar.
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Revista Timeline
Revista Timeline@RevistaTL·
🚨 URGENTE: Lindbergh Farias pede ao STF prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro após fala sobre eleições.
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MarioFrias
MarioFrias@mfriasoficial·
Nossa prioridade é eleger Flavio Bolsonaro e a liberdade dos presos políticos.
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mulamanca
mulamanca@mulamanca144806·
@AmauriSaad É exatamente isso!!!! Burrice + inveja do Nikolas!!
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪
Por que a briga interna na direita enfraquece a oposição e ajuda a normalizar censura e perseguição política Quando se observa a direita brasileira hoje, a impressão é a de um movimento cada vez mais absorvido por disputas internas, rivalidades menores e brigas por espaço, enquanto a questão central do país segue em segundo plano. E isso é particularmente grave porque o problema fundamental do Brasil não é uma mera divergência entre grupos ou lideranças. O problema central é a existência de um regime de censura, perseguição política e exceção institucional que opera de maneira cada vez mais escancarada, enquanto boa parte dos que deveriam enfrentá-lo parece mais preocupada em administrar posições dentro da estrutura vigente. Esse é o ponto decisivo. Em 2014, numa entrevista que já soma quase 2 milhões de visualizações, o professor Olavo de Carvalho fez um diagnóstico preciso de por que o PT havia perdido o apoio popular. Aconteceu exatamente quando o partido deixou de ser percebido como uma força de refundação do Brasil e passou a ser visto como mais uma engrenagem da velha máquina de poder, absorvido pelo estamento burocrático, na expressão de Raymundo Faoro. Não que a alternativa proposta pelo PT fosse boa, basicamente eles queriam transformar o Brasil numa grande Cuba, como fez Chávez na Venezuela. Mas, uma parte significativa da população acreditava no caminho socialista, e deixou de apoiar o partido quando ele deu sinais de ser apenas mais um grupo que foi absorvido pelo establishment. Há sinais claros de que o mesmo processo está ocorrendo agora dentro do chamado bolsonarismo. A questão não é apenas moral. Ela é estratégica. Não faz sentido concentrar esforço numa eleição enquanto o principal líder da direita está em prisão domiciliar, quase morreu na cadeia, centenas de pessoas seguem presas, censuradas e perseguidas, e o regime de exceção continua operando sem qualquer constrangimento. Falar de eleição como se estivéssemos num ambiente democrático regular é aceitar como NORMAL aquilo que deveria ser tratado como escândalo político permanente. Sem enfrentar isso, a conversa eleitoral vira distração. Até porque numa canetada o candidato da direita pode ser tirado da disputa, ou até ser preso... E quando essa normalização convive com disputas mesquinhas dentro da própria direita, o quadro se torna ainda mais revelador. Porque então fica evidente que, para muitos, o objetivo já não é mudar o país. Na prática, o objetivo passa a ser manter posição, preservar influência, controlar verbas partidárias e impedir o surgimento de lideranças que ainda operem com verdadeira intenção de ruptura. Não há problema algum em que uma liderança tenha estrutura, receita ou base de apoio para sustentar sua atuação. Tem muita gente gerando receita com influência na internet, e isso em si não é errado. O problema começa quando os meios deixam de servir a uma finalidade maior e passam a ser o próprio fim. Nesse ponto, a degeneração é inevitável. Basta ver o que acontece quando o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, vai a um programa de TV e diz que "esse negócio de eleger senadores para fazer impeachment de ministro já não é mais o objetivo." Na prática, o que ele quer é uma base grande, centenas de milhões de reais em verbas partidárias que ele possa controlar, sem criar nenhum tipo de risco para si. Porque se falar mal de ministro, pode perder o cargo ou sofrer algo pior. Ou seja, você vê exatamente esse trabalho de domesticação da direita. O partido deixa de ser plataforma de transformação e se converte em aparelho de contenção. A liderança deixa de operar para alterar o regime e passa a operar para SOBREVIVER dentro dele, sem tensionar, sem afrontar aquilo que de fato precisa ser enfrentado. É assim que um movimento é domesticado. Boa parte dessas brigas aponta justamente nessa direção: não para a construção de uma alternativa real ao sistema, mas para o isolamento de lideranças mais combativas e para a recondução do debate à velha e pequena política partidária. Em vez de concentrar a atenção popular na censura, nos presos políticos, na perseguição institucionalizada, desloca-se tudo para conflitos internos, vaidades e acomodações. No fundo, trata-se de um processo de absorção pelo establishment, pelo próprio estamento burocrático. A velha estrutura brasileira tem uma enorme capacidade de neutralizar ameaças reais não apenas pela repressão direta, mas pela cooptação. Ela assimila, domestica, redistribui incentivos e transforma impulsos de mudança em mecanismos de autoconservação. O que está em jogo é saber se ainda existe, dentro desse campo, uma disposição real de enfrentar o regime de exceção, desmontar os mecanismos de censura e perseguição e recolocar o país numa trilha minimamente normal de liberdade política. Sem isso, tudo o mais é secundário. Uma direita que abandona esse objetivo e passa a disputar apenas o controle interno do próprio movimento se transforma exatamente naquilo que dizia combater: mais um núcleo de poder adaptado à lógica da velha política, interessado em conservar vantagens, não em refundar o país. E quando isso acontece, o sistema não precisa nem vencer. Basta esperar.
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Andre Marsiglia
Andre Marsiglia@marsiglia_andre·
Agora descobriram que o desembargador — colega de Nunes Marques e marido de advogada que atuou para o Master e organizou o voo do ministro no avião de Vorcaro — concedeu liminar favorável ao filho do ministro. Não houve impedimento ou suspeição. Nunes Marques é o relator no STF de um pedido para obrigar que se instale uma CPI do banco Master. O filho de Nunes já prestou consultoria ao Master e, recém-formado, angariou cerca de 500 clientes
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Romeu Zema
Romeu Zema@RomeuZema·
Essa é a diferença entre o brasileiro comum e os intocáveis. O maior erro desse empresário foi não ter sido ministro do STF.
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