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@ph021_

Professor, um homem de esperança e órfão do Iluminismo. Birrento no amor. Se até o último pode pedir, por que não eu? Dá aquele follow esperto! ✌️😂

انضم Haziran 2013
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Dizemos coisas que desonra a boa conduta que almejamos ter no futuro. Boas práticas, educação é o respeito irrestrito a qualquer um indivíduo. Mas nos tornamos refém do medo do mau. E para o mau só a paz. Então, é o que quero. E para isso, me desculpo com qualquer um que ofendi.
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Pensar a História
Pensar a História@historia_pensar·
Há 78 anos, em 9 de abril de 1948, forças paramilitares sionistas iniciavam o assassinato em massa dos moradores de Deir Yassin, um vilarejo palestino nos arredores de Jerusalém. Embora fosse uma aldeia pacífica e possuísse um histórico de convivência harmoniosa com as comunidades judias da região, Deir Yassin tornou-se alvo da cobiça dos oficiais israelenses, interessados em sua posição estratégica. O Massacre de Deir Yassin deixou entre 110 e 254 mortos — dois terços dos quais eram crianças, mulheres e idosos. A chacina foi elogiada por Menachem Begin, futuro primeiro-ministro de Israel, que a rotulou como “um esplêndido ato de conquista” e “um modelo para o futuro”. A matança aterrorizou as comunidades da região de Jerusalém, contribuindo para acelerar o êxodo da população nativa. O episódio se tornou um símbolo da Nakba e um prenúncio da barbárie sionista que seria imposta aos palestinos. O Massacre de Der Yassin é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link: operamundi.uol.com.br/pensar-a-histo…
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@g1saopaulo 105 milhões por uma passagem melancólica, vaga e sombria. Quem pensou nisso aí?
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g1 São Paulo
g1 São Paulo@g1saopaulo·
Prefeitura de SP inicia processo pra romper contrato com concessionária do Vale do Anhangabaú; reforma custou mais de R$ 105 milhões glo.bo/36ymdi6 #g1SP
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Leonardo Boff
Leonardo Boff@LeonardoBoff·
A inefável Vera Magalhães,aquela da "difícil escolha" inventou outra: "Lula jogou Moraes aos leões". Desaprendeu a ler com isenção. Paulo Freire é atual para todos.
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Confira o vídeo de Intercept Brasil! #TikTok @theinterceptbrasil/video/7389774844864236805?_r=1&u_code=dja4elb9m86him&preview_pb=0&sharer_language=pt&_d=eig07gkm44g36d&share_item_id=7389774844864236805&source=h5_m×tamp=1775759381&user_id=6978571272603730950&sec_user_id=MS4wLjABAAAA7h8vS0gxVUGUdQXxrC0icObGKj6IVBK3WT1PVfXiICv-cnNvL8x2haWe31Q9pvRr&item_author_type=2&social_share_type=0&utm_source=twitter&utm_campaign=client_share&utm_medium=android&share_iid=7626670813932979986&share_link_id=a59155e8-7871-4ee6-b598-4b497f910ef6&share_app_id=1233&ugbiz_name=MAIN&ug_btm=b6880%2Cb2878&link_reflow_popup_iteration_sharer=%7B%22click_empty_to_play%22%3A1%2C%22dynamic_cover%22%3A1%2C%22follow_to_play_duration%22%3A-1.0%2C%22profile_clickable%22%3A1%7D&enable_checksum=1" target="_blank" rel="nofollow noopener">tiktok.com/@theinterceptb
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BRICS Brasil 🇧🇷
BRICS Brasil 🇧🇷@sitebricsbrasil·
📚 LEITURA IMPACTANTE "A Queda: Como Donald Trump destruiu o império americano” é a frase de capa da revista britânica New Statesman, com artigo do filósofo britânico John Gray. Autor argumenta que ação militar de Trump no Irã (que o próprio presidente chamou de “pequena excursão”) virou "marcha para o desastre" e pode ser "ponto sem volta" na retirada dos EUA como superpotência global.
The New Statesman@NewStatesman

THE FALL by John Gray Donald Trump's self-described "little excursion" in Iran has proved to be a march to disaster. His "major combat operation" has shifted from aiming to block Iran achieving a nuclear capability that was supposedly "obliterated" last June to unblocking the Strait of Hormuz and restoring the situation that existed before the operation began. Whatever the objective may be, the pre-war status quo is irretrievable. Trump cannot declare victory and walk away without surrendering the vital shipping conduit to Iran. With its proven capacity to wreak havoc on the world economy, a bombed-out military-theocratic dictatorship has begun the final unravelling of US imperial power. In the Middle East, the war has undercut the financial foundations of US hegemony. However the war ends, the result will be the re-emergence of Iran as a major power. As the arbiter of passage through Hormuz, Iran has become the deciding force in the global oil economy. If Trump opts to "finish the job" and launches a ground operation, the US will be dragged into a debacle larger than Vietnam, Afghanistan and Iraq combined. While Nato may linger on in name, the transatlantic alliance is operationally defunct. America is returning to its pre-1914 trajectory as a civilisation separate from Europe. In the UK, the default position is to wait out the storm until sanity returns to Washington. Why Putin or Xi Jinping should exhibit similar patience is not explained. Could there be a better time for them to act? Ramping up hybrid warfare in under-defended Europe will give Putin leverage in any peace deal in Ukraine. With Trump having shifted military assets from the Asia-Pacific to the Middle East and running down munitions, Xi may be able to absorb Taiwan without firing a shot. This is not simply a case of the lessons of history being ignored. Trump's war looks more like an example of what Sigmund Freud described as repetition compulsion – an unconscious process in which the mind acts out what it cannot properly remember. A creature of the moment as he may be, Trump seems driven by an impulse to reimagine the past and reassert American – and his own – greatness. When an infantile fantasy of omnipotence comes up against unyielding realities, the response is inchoate rage. Psychopathology may be more illuminating than geopolitics at this point. In a more profound sense than is commonly recognised, Donald Trump does not know what he is doing. His little excursion is a point of no return in America's retreat as a global power. Cover art by Cracked Hat

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Ricardo Pereira
Ricardo Pereira@ricardope·
Até hoje o sujeito que se "informa" via GloboNews não sabe que o Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro e que lavava dinheiro para o PCC, foi o maior doador pessoa física das campanhas de bolsonaro e Tarcísio. Zettel deu R$ 3 milhões para bolsonaro e R$ 2 milhões para Tarcísio
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@g1ceara O empresário que cerceou a liberdade de opinião, cometeu crime de coação, é condenado. G1 fila da puta
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g1 Ceará
g1 Ceará@g1ceara·
Empresário que hostilizou funcionário que apoiou Lula é condenado a pagar R$ 200 mil glo.bo/13y56ko
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Análise Política
Análise Política@analise2025·
🚨 URGENTE: juízes fazem lobby no Congresso para derrubar a medida de Dino e retomar a aposentadoria compulsória como punição! Vanessa Mateus, aliada de Moro e presidente da Associação dos Magistrados: "A vitaliciedade (não perder o cargo) está para o magistrado como a liberdade de fala para o deputado. O que vão fazer com as contribuições previdenciárias dos magistrados!?" Precisamos estar atentos para não deixar esse absurdo ser retomado!
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Jornal Correio
Jornal Correio@correio24horas·
Câmara aprova criação do Dia Nacional da Capoeira correio24h.com/4mg5s0p Projeto agora segue para sanção do presidente da República
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GugaNoblat
GugaNoblat@GugaNoblat·
Tão apostando quem vai morrer na guerra. As Bets estão atirando para todos os lados. Muito sem noção. Veja a denúncia da minha querida Maria Paula no Senado.
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Bitso! 🚀 Pra investir em cripto é simples, seguro e você pode comprar mais de 200 criptos com um Pix. Crie sua conta com meu link ou pegue meu código no centro de recompensas se você tiver uma conta: Baixe o aplicativo: bitso.go.link/1cRnU?adj_labe… Código de convite: vkmuk
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Porra nenhuma Guga. Foda-se Israel.
Guga Chacra@gugachacra

Trecho da entrevista para minha newsletter no Globo com Claudio Lottenberg, presidente da CONIB e comissário de combate ao antissemitismo do World Jewish Congress. Întegra em link no stories e no Globo Pergunta - Pq algumas pessoas afirmam ser antissemitismo criticar Israel pela ocupação ilegal da Cisjordânia e as ações militares israelenses em Gaza? Para deixar claro, eu faço essas críticas, assim como critico os EUA por uma série de pontos de sua política externa, critico a Rússia, Irã, Azerbaijão, Arábia Saudita e outros países. Pq seria diferente com Israel? Muitos analistas veem o atual governo israelense como extremista, uma comissão de inquérito da ONU e entidades como Anistia Internacional, Human Rights Watch e Médicos Sem Fronteiras classificam como genocídio o que ocorreu em Gaza e o governador da Califórnia é favorito para ser candidato democrata em 2028 disse haver apartheid na Cisjordânia.  Resposta - Não é antissemitismo criticar Israel. Criticar governos, contestar ocupações, condenar ações militares e cobrar proporcionalidade ou respeito ao direito internacional faz parte do debate democrático. O próprio relatório deixa isso claro ao adotar a referência da IHRA, segundo a qual críticas a Israel semelhantes às dirigidas a qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas.  O problema começa quando a crítica deixa de ser dirigida a políticas ou governos e passa a negar aos judeus, e só aos judeus, o direito à autodeterminação; quando transforma todo judeu em representante ou cúmplice do Estado de Israel; quando usa “sionista” como disfarce para “judeu”; ou quando mobiliza velhos estereótipos antissemitas, como conspiração, mal absoluto, sede de dominação ou analogias nazistas. O relatório mostra justamente que uma parte importante do antissemitismo contemporâneo opera por essa via: não como crítica política legítima, mas como reembalagem de preconceitos históricos em linguagem geopolítica. Portanto, a linha divisória precisa ser tratada com seriedade. O debate sobre Gaza, Cisjordânia ou qualquer governo é legítimo. O que não é legítimo é usar esse debate para discriminar judeus, intimidar comunidades judaicas ou normalizar um discurso de hostilidade coletiva. oglobo.globo.com/blogs/guga-cha…

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