Miguel Oliveira 🇵🇹
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@ElChirincirco Cristiano no sigue :
Rúben Neves, Bernardo Silva, João Félix, Renato Veiga, José Sá, Rui Silva, Diogo Costa, Nuno Mendes, João Neves, Vitinha, Gonçalo Ramos, Trincão, Francisco Conceição, Tomás Araújo, Rúben Dias, Inácio, Nelson Semedo, Matheus Nunes, Pedro Neto, Guedes.
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@jm_jonet Quando o Fernando Santos saiu e chegou o Roberto Martinez tinha que ser encerrado logo aí o ciclo do Ronaldo.
Agora o treinador está numa posição difícil. Se o coloca a titular é criticado e se o mete no banco vai ser criticado também e ainda terá de lidar com o mau humor dele.
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Ontem deu para nos divertirmos entre aspetos e comentadores na @SICNoticias. Falei um bocadinho do disparate de que “ainda faz golos” e de que “não há substitutos melhores” para a nossa âncora sagrada
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@sn0wingx O verdadeiro capitão da seleção, que de facto une o grupo.
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Miguel Oliveira 🇵🇹 أُعيد تغريده

@silviabragaf O Messi é gostado pelos companheiros de equipa e seleção.
Isso diz muito acerca da pessoa de cada um.
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Há uns anos vi a Argentina trocar cinco passes curtos junto à linha, talvez contra a Croácia, talvez contra a Holanda ou até antes, e tive a sensação estranha de reconhecer uma coisa que o futebol moderno se tinha esforçado por nos convencer que já não existia. A bola não avançava ainda. Ficava ali, presa a dois ou três corpos, num pequeno atraso deliberado, como se recusasse a obrigação contemporânea de se tornar logo progressão, métrica, vantagem territorial.
É a Argentina de Menotti, da Scaloneta, de Aimar e Manna, de Messi, do toco y me voy, da pausa, do corta-luz. É a magia do enganche e dos criativos contra o império da força, da velocidade, dos dados e da optimização. O húngaro @Jozsef_Bozsik
chamou-lhe, com razão, “a última equipa de futebol”, numa era em que, como nos profetiza, evocando Mark Fisher, o bom velho @stirling_j , parece ser mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do sistema posicional.
A globalização futebolística operou uma arrepiante desterritorialização do modelo de jogo, desde a academia até ao campo. Neste Mundial isso está evidente. Todos parecem ter aprendido a falar com o mesmo sotaque neutro: a mesma educação da jogada, a mesma saída a três, o mesmo duplo pivô, os mesmos extremos fixos, os mesmos laterais por dentro, as mesmas zonas ocupadas com zelo, os mesmos mapas, os mesmos relatórios. Sentamo-nos à frente da televisão e vemos a mesma gramática limpa e abstracta aplicada a corpos, histórias e culturas diferentes, com a bola a passar por estações previstas e o jogador a cumprir, muito direitinho, a pequena liturgia da posição.
A Argentina promoveu um retorno às suas raízes, a um modo de jogo que começa no potrero, no bairro, na cumplicidade dos jogadores que aprendem a reconhecer-se antes de obedecerem ao desenho. E fê-lo sem fingir que o presente não existe: a análise, o vídeo e a preparação estão lá, mas não chegam para confiscar o instante. O jogador aproxima-se, espera, toca e oferece-se, infere o tempo do outro antes de consentir a ordem do campo. A bola deixa de ser apenas uma circulação temporizada entre espaços para voltar a tornar-se numa conversa entre jogadores.
Há então um nostos rumo a um entendimento histórico e sociocultural da bola, relocalizando as relações afectivas entre os jogadores no seu devido contexto. A equipa não aparece como soma de funções, mas como comunidade de gestos, memórias e cumplicidades. Uma forma de jogar que ainda reconhece o improviso, a pausa, a hesitação, a parede, a diagonal e o encontro como parte essencial do jogo.
O tempo canonizou o atleta impecável; convém aqui distinguir o milagre da ginástica. Há uma santidade de ginásio, vontade e penitência que encanta multidões e vende mais suplementos. Mede-se a fome, vigia-se o sono, educa-se o músculo, corrige-se a alma ao espelho e entra-se em campo com a compostura de quem vai disputar um Mister Olympia contra Ronnie Coleman. Bonito, edificante, exemplar. Uma monotonia com jejum intermitente.
O futebol começa noutro sítio, longe da perfeição: no instante em que a bola descobre um corpo mais disponível ao assombro. O jogador torna-se protagonista e vemos que joga, como nas palavras do grande Eduardo Galeano, “pelo puro prazer do corpo que se lança na proibida aventura da liberdade”.
E sim, Messi é levado ao colo. Por Deus.

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@LuisCosta1964 @jm_jonet Exatamente.
Você que é sportinguista, se um dia vir um autocarro da seleção nacional e quiser saudar o Ronaldo ele fica sentado no banco de trás do lado direito junto à janela.
Essa é mais uma das superstições dele.
Será mesmo que eu sou mentiroso ?
É que eu acerto tantas coisas.
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@LuisCosta1964 @jm_jonet Exato.
Você não vê em campo o carinho dos jogadores portugueses por ele ?
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@J_Mac1922 @joaobarjona Sim sim.
O Bruno só um pouco mais tarde é que se tornou mais próximo dele.
No mundial 2010 não eram próximos como depois vieram a ser.
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@rmoc16 @joaobarjona O Bruno Alves? Meu, alguém te contou mal, muito mal essa história…
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@joaobarjona O Ronaldo tem um amigo que viajava com a seleção seja em Europeus ou Mundiais.
Chama-se Ricardo Regufe.
Os outros atletas não poderiam levar amigos nem assessores para dentro do hotel de estágio mas esse circulava livremente.
Os jogadores sentiam essa diferença de tratamento.
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@rmoc16 É então de imaginar que esteja um ambiente de cortar à faca...fiquei intrigado quanto ao Simão Sabrosa.
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@joaobarjona Já em 2014, o Ronaldo e o central Ricardo Costa foram para o mundial lesionados.
O Ronaldo chegou ao Brasil com uma tendinite patelar gravíssima no joelho esquerdo e uma lesão muscular na coxa e o Ricardo Costa jogou o mundial com uma fratura no maléolo do pé direito.
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@joaobarjona No entanto levou o Pepe que tinha sofrido uma rotura de ligamentos cruzados no joelho e não jogava desde dezembro de 2009.
E no mundial foi adaptado a trinco.
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@joaobarjona O João Moutinho em 2010 era um dos médios mais consistentes do futebol português, mas o Carlos Queiroz decidiu deixá-lo de fora da lista final.
O balneário reagiu mal a essa decisão.
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@joaobarjona O hotel escolhido pela Federação Portuguesa de Futebol, o Valley Lodge, ficava inserido numa reserva natural isolada.
Às vezes deixavam as janelas abertas e iam para o treino e quando chegavam tinham macacos em cima da cama .
Depois a federação proibiu-os de abrirem as janelas.
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@joaobarjona O Ronaldo passava muito tempo isolado no quarto a recuperar ou em chamadas telefónicas.
Ele era distante dos demais, fechado no “próprio mundo”.
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@joaobarjona Alguns jogadores sentiam que o Ronaldo só se preocupava com o seu rendimento e com a sua marca.
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@joaobarjona Os veteranos sentiam que o Ronaldo não tinha estatuto de balneário para ser capitão à frente do Simão ou do Ricardo Carvalho. Viam a braçadeira como uma oferta política do Carlos Queiroz para agradar-lhe a ele e ao empresário Jorge Mendes que era empresário dos dois.
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