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A dívida do Brasil continua explodindo. 79,2%, alta de 0,5% em um mês. E é ano eleitoral. Vai piorar muito ainda. Mesmo depois de dezenas de aumentos de impostos, Lula subiu gastos ainda mais, travou a economia e o rombo só cresce. E a conta vai ficar para você. Como? Juros altos. Dívida alta e um país instável significa que o governo tem que pagar juros altos para atrair novos credores, e isso espirra por toda a economia. Financiamentos mais caros, menos investimento, menos emprego. Não precisa nem subir impostos, você já está pagando a conta. É em grande parte por isso que o Brasil não cresce. Fora a maluquice de impostos, burocracias e corrupção, quem vai investir em produzir e empregar quando você pode ganhar 14% emprestando pro governo, inflação +7%, ou deixando no CDI? Bom pra quem tem dinheiro pra deixar rendendo fazendo nada. Ruim pra quem quer crescer por trabalho e empreendedorismo.

🚨O PERIGOSO COEFICIENTE ELEITORAL🚨 Algo muito grave parece estar acontecendo no Brasil. Aparentemente o sistema está se organizando para USAR O PRÓPRIO BOLSONARISMO CONTRA SI... Eu explico. Antes de mais nada vc precisa entender o que é o Coeficiente ( ou Quociente ) Eleitoral. De maneira bem resumida, é uma situação de votação legislativa onde um determinado candidato recebe muitos votos numa eleição, e isso dá direito AO PARTIDO de INDICAR QUEM QUISER para preencher uma certa quantidade de vagas, sem que esses candidatos tenham recebido votos suficientes para isso. Parece maluquice, mas é real... Sabemos que Valdemar Costa Neto já foi preso no mensalão, e depois pelo rolo compressor do Estado de exceção que se instalou de capa preta em Brasilia. O fato é que num país onde um inquérito perdura por 7 anos, onde processos são encerrados e reabertos conforme o vento, onde milhares seguem presos POLITICAMENTE, onde a constituição é rasgada todo dia... Podemos supor com bastante tranquilidade a tese de que, Valdemar esta jogando um jogo de cartas marcadas determinada por uma força enorme, suprema. Neste jogo o seu papel seria o de inflar os quadros secundários do PL em todos os Estados com políticos anti Bolsonaristas ( sim, muitos são anti Bolsonaro ), que seriam obrigatoriamente indicados utilizando-se o tal COEFICIENTE ELEITORAL, conforme orientações de pessoas poderosas, supremas talvez... Nesse jogo macabro, os candidatos primários do PL, que são grandes puxadores de voto, acabariam por eleger políticos anti Bolsonaro dentro do PL, ou ainda, puxando tantos votos que abririam inúmeras indicações para políticos anti Bolsonaro. Seria a força do Bolsonarismo ajudando a eleger políticos que vão contra o próprio Bolsonarismo, algo bizarro e macabro para a tão vilipendiada democracia, ou o pouco que restou dela. E vc? Acha que isso é uma loucura ??? O que vc acha ? @grok explique de forme bem objetiva o que é o Coeficiente ( Quociente ) Eleitoral e seus maiores problemas e motivos de críticas ?





Ucraniana natural, sem tatuagi, sem bico do patolino, sem sobrancelha da nike. Carinhosa com o marido, recatada, cozinha, lava a roupa e limpa a casa. Não posta foto seminua na Internet, vai a missa e ABOMINA o PT e a esquerda. É pedir demais uma assim?

No Roda Viva @ErikakHilton já deu a linha: Se o bolsonarismo vencer, não é para o final da fila que as pessoas trans voltarão, é para a vala! Para nós, vencer o bolsonarismo é sobrevivência! #rodaviva


Ciudades más ricas de Latinoamérica (PIB per capita en USD) 1° Monterrey 🇲🇽 50.437 2° Brasilia 🇧🇷: 43.116 3° Santiago 🇨🇱: 41.820 4° Guadalajara 🇲🇽: 35.500 5° Buenos Aires 🇦🇷: 32.661 6° Ciudad de México 🇲🇽: 32.527 7° São Paulo 🇧🇷: 30,872 8° Lima 🇵🇪: 25,794

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🚨 BREAKING NEWS l Mais de 7 MILHÕES de americanos vão às ruas contra Donald Trump



Aquela gentinha do Sul que se acha melhor que o restante do país volta a atacar. Querem separar os estados do sul, independência do Brasil, afinal, “a gente trabalha e não vive somente de assistencialismo”. 🤡

Estão distorcendo o discurso de @FlavioBolsonaro para acusá-lo de ter incitado o governo americano contra o Brasil. Segue o discurso traduzido na íntegra: Eduardo Bolsonaro: Como vocês estão? Vocês sabem por que estou fazendo esse vídeo? Porque estou mostrando isso para o meu pai e eu vou provar para todo mundo no Brasil que não se pode acabar com um movimento prendendo injustamente o líder desse movimento, Jair Messias Bolsonaro. Muito obrigado. E, senhoras e senhores, para provar o que estou dizendo, por favor, uma calorosa recepção para o próximo presidente do Brasil, meu irmão, o senador Flávio Bolsonaro. Flávio Bolsonaro: Olá a todos. É uma grande honra estar aqui. Senhoras e senhores, muitos de vocês provavelmente estão olhando para mim agora e pensando que me reconhecem de algum lugar. Vocês devem estar pensando no meu pai, o ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Aqui ele está com Donald Trump na Casa Branca, em 2019. Chamavam ele de "Trump dos trópicos" porque era amado pelo povo e defendia seus valores sem rodeios. Aqui ele está falando neste mesmo palco, na CPAC 2023, quando muitos de vocês o aplaudiram de pé. E aqui ele está na semana passada, no hospital, onde passou seu aniversário de 71 anos preso — condenado a 27 anos de prisão. Por corrupção? Como tantos líderes latino-americanos? Não. Condenado a 27 anos — o resto da vida — por meio de lawfare, quase idêntico ao que Donald Trump sofreu aqui nos Estados Unidos. A acusação formal é semelhante ao que o presidente Trump sofreu: insurreição. Soa familiar? Mas o motivo real é o mesmo: o maior líder político do meu país está preso por defender valores conservadores sem medo e enfrentar o sistema com tudo o que ele tinha. Meu pai lutou contra a tirania da Covid. Lutou contra os cartéis de drogas. Lutou contra interesses de elites globais, contra a agenda ambiental radical, contra a agenda woke que destrói famílias. E, acima de tudo, lutou pela liberdade. Ele também foi aliado de Donald Trump — e o último líder mundial a reconhecer Joe "autopen" Biden como presidente. Tentaram assassiná-lo, assim como tentaram assassinar Donald Trump. Não conseguiram. E agora ele está preso — como Trump estaria se vocês não tivessem lutado com sucesso para salvá-lo. Nós, brasileiros, continuamos lutando. Porque, quando prenderam meu pai, trouxeram esse homem de volta ao poder [exibição de imagem de Luiz Inácio Lula da Silva abraçado com Nícolas Maduro, seguido de vaias]. As mesmas pessoas que prenderam meu pai, tiraram esse homem da prisão, o ex-presidente Lula da Silva, socialista condenado várias vezes por corrupção. Tiraram ele da prisão e o colocaram novamente na presidência — sob uma enxurrada de dinheiro da USAID e massiva interferência da administração Biden. O resultado? O Brasil vive outra crise econômica devastadora, uma crise de segurança pública com expansão de cartéis narcoterroristas e novos escândalos de corrupção — inclusive envolvendo familiares de Lula. Talvez você esteja pensando: por eu deveria me importar? Isso não é um problema do Brasil? Vou explicar por que isso importa para os Estados Unidos e para o mundo. Primeiro, eu não acho que vocês entendem completamente a dimensão do que estamos falando. O Brasil é maior que os Estados Unidos continentais. Temos 220 milhões de habitantes e cerca de 90% da população é cristã. Representamos mais da metade da América do Sul em território, população e PIB. Com todo o respeito aos nossos vizinhos, apenas um estado brasileiro tem uma economia maior que a segunda maior economia da região. Controlamos as maiores reservas de água doce do mundo, vastas áreas agrícolas que alimentam o mundo e recursos energéticos capazes de abastecer continentes. Até nossos vizinhos sabem que a região não pode prosperar se Brasil falhar. Qualquer política para a América Latina que não leve o Brasil em consideração está condenada ao fracasso. Mas aqui está o o que realmente deveria chamar sua atenção: o Brasil será o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será decidido. Porque o Brasil é a solução dos Estados Unidos para reduzir a dependência da China em minerais críticos, especialmente terras raras. Hoje, os EUA ainda dependem da China para cerca de 70% das importações desses minerais. A China controla 70% da mineração global e mais de 90% do refinamento e processamento. Por que isso importa? Esses materiais são essenciais para processadores de computador, a revolução da inteligência artificial que está transformando o nosso mundo, e sistemas de defesa americanos. Sem esses componentes, a inovação tecnológica americana torna-se impossível e a produção de sistemas militares avançados, que mantém a superioridade militar da América, cai nas mãos dos adversários. Sem eles, a revolução tecnológica da américa fica estagnada. E a segurança nacional fica vulnerável. E quando a América fica vulnerável, todo o mundo livre fica também. Então, como tem sido a relação do Brasil com os Estados Unidos desde que o homem que Joe Biden e o Estado profundo americano tanto se esforçaram para levar ao poder através do controle político chegou ao poder? Lula e seu partido são abertamente antiamericanos. Ele fala publicamente em enfraquecer o dólar como moeda global. Alinhou o Brasil à China em larga escala. Se opõe à política externa americana em todos os aspectos, criticando publicamente as ações do presidente Trump em relação à Venezuela, Irã, Cuba e ao combate ao narcotráfico. O mais chocante de tudo é que ele tem usado sua influência para pressionar certos assessores americanos a impedir que os dois maiores cartéis de drogas do Brasil sejam classificados como organizações terroristas. Sim, até mesmo de acordo com um artigo do New York Times publicado ontem, o presidente do meu país pressiona os Estados Unidos para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo, lucram com isso e exportam drogas e armas para os Estados Unidos e para o mundo. E há apenas duas semanas, como prova de quão ruins as coisas ficaram, o Brasil sob o governo Lula cancelou o visto do Dr. Darren Beattie, assessor sênior para assuntos brasileiros no Departamento de Estado dos EUA, o cargo diplomático americano de mais alto escalão para tratar de assuntos com o Brasil. Algo sem precedentes em nossa história. Tudo porque o Dr. Beattie pediu para visitar meu pai na prisão e avaliar suas condições. Sim, o Brasil agora está expulsando diplomatas americanos. Eu entendo que o presidente Trump está muito ocupado "fazendo a América grande de novo" e precisa manter relações institucionais com líderes do mundo todo, apesar de suas preferências pessoais. E também entendo que, às vezes, quando cercado de conselheiros com seis próprios interesses, o quadro pode ficar obscuro. Mas confio que o maior negociador da história possa facilmente reconhecer quem são os verdadeiros aliados no Brasil. Agora, a boa notícia. Nós continuamos lutando. No final do ano passado, meu pai me deu a missão mais importante da minha vida: disputar, no seu lugar, a presidência em outubro de 2026. E eu digo olhando nos olhos de vocês: nós vamos vencer. Estamos liderando as pesquisas. Estamos construindo uma ampla coalizão — empresários cansados da corrupção, jovens buscando oportunidades, famílias desesperadas tentando proteger seus filhos das drogas e do crime. Estamos formando um movimento que o Brasil não via há anos. Um projeto conservador de vanguarda que une as gerações antigas e novas, que trará prosperidade à nação brasileira e acabará com o ciclo de miséria e violência que a esquerda vem perpetuando como um legado maldito. Na semana passada, até mesmo as casas de apostas começaram a me colocar como favorito para vencer a eleição. E, quando o povo brasileiro tiver, mais uma vez, um presidente que luta contra os interesses das elites globais, contra a agenda ambientalista radical, contra a agenda woke que destrói famílias, contra os cartéis de drogas e, acima de tudo, luta pela liberdade e pelos valores tradicionais. Um presidente que proclama, sem medo, que Jesus Cristo é nosso Senhor. Trump 2.0 está sendo muito melhor que Trump 1.0, certo? Bem, o Bosonado 2.0 também será muito melhor graças à experiência adquirida durante a presidência do meu pai. Mas os Estados Unidos também terão seu aliado de volta. Brasil e Estados Unidos foram feitos um para o outro. Compartilhamos os mesmos valores judaico-cristãos e temos o que a ordem precisa. Os Estados Unidos precisam de cadeias de suprimentos seguras para materiais críticos, um parceiro confiável no hemisfério e um mercado enorme para bens e serviços americanos. E o Brasil precisa de três coisas: Ajuda no combate aos cartéis transnacionais de drogas, investimentos e tecnologia. Não há nação no mundo que possa nos ajudar com isso melhor do que os Estados Unidos. E, se estivermos alinhados, ninguém pode nos parar. Esta é a encruzilhada que os Estados Unidos enfrentam. Ou você tem o aliado mais poderoso do hemisfério ou um antagonista que se alia aos adversários dos Estados Unidos e torna impossível qualquer política americana para a região. Então, alguns de vocês estão perguntando como podem ajudar. Eu pergunto diretamente: não queremos interferência nas eleições brasileiras como a que o governo Biden fez para levar Lula ao poder. Como eu disse, vou vencer porque é a vontade do meu povo. Mas para que isso se mantenha, precisamos de eleições livres e justas. E este é um grande desafio. Se o nosso povo puder se expressar livremente nas redes sociais e se os votos forem contados corretamente, nós venceremos. Meu apelo aqui, não só aos Estados Unidos, mas a todo o mundo livre, é este: acompanhem as eleições brasileiras com enorme atenção. Aprendam e compreendam o nosso processo. Monitorem a liberdade de expressão do nosso povo e exerçam pressão diplomática para que as nossas instituições funcionem corretamente, em vez de o governo Biden interferir nas nossas eleições para instalar um socialista que odeia os Estados Unidos. Exercer pressão diplomática por eleições livres e justas, baseadas em valores de origem americana, é uma boa chance para a política externa da região. Meu pai está preso esta noite pelas mesmas crenças que vocês têm. Mas o sacrifício dele não será em vão. No ano que vem, quando eu voltar a este palco como presidente do Brasil, não estaremos apenas comemorando mais uma vitória eleitoral. Vamos celebrar o início da maior forte aliança conservadora da história do Hemisfério Ocidental. O começo de uma nova era onde a liberdade vence, onde nossos filhos herdam um hemisfério que vale a pena defender. Deus abençoe a América. Deus abençoe o Brasil. Muito obrigado.



A ‘gangue do quebra-vidro’ tem apavorado motoristas em SP. Criminosos aproveitam veículos parados no trânsito para roubar celulares. ➡ Assista: glo.bo/39WjXAu #GloboNews

CAIADO NÃO É TERCEIRA VIA! Caiado não é candidato de centro. Caiado não é a terceira via. Caiado é linha auxiliar do bolsonarismo. Caiado e Flávio Bolsonaro são dois candidatos de extrema-direita que se abraçam a teses golpistas. Caiado já entrou na disputa presidencial prometendo anistia ampla, geral e irrestrita, especialmente, para Bolsonaro. A largada já revelou a escolha política de blindar quem atacou a democracia, sabotou a confiança nas urnas e conspirou contra o resultado das eleições. A pose de moderação evapora quando se olha a trajetória. Caiado sempre esteve associado ao discurso da força, da repressão e da violência política como linguagem de poder. O cavalo branco de 1989 volta agora em versão digital: o velho coronelismo repaginado para vender radicalismo de extrema-direita com embalagem de alternativa. O que está posto é a disputa entre dois nomes de extrema-direita. De um lado, o bolsonarismo explícito; de outro, sua linha auxiliar. Só Lula tem compromisso com a democracia e com a melhora da vida do povo!





