O Irã coloca entre suas exigências de cessar fogo vários pontos monetários: Reparação financeira dos danos, cobrança pelo trânsito de navios no estreito de Ormuz, e pedem o desbloqueio dos bilhões de dólares congelados. Apesar de potencialmente rico, o Irã sofre internamente.
A decisão de atacar o Irã parece mais um devaneio de Trump, pois é uma guerra onde não se consegue vencer. Mas é possível pressionar, amedrontar, ameaçar e até mesmo matar seus líderes como prova de superioridade militar. Mas estas são só ferramentas para o plano principal:
O plano é convidar o Irã para festa. É trazê-lo para o clube árabe de geração de riqueza.
Os EUA farão um convite para que o Irã faça parte daquele grupo de bilionários bem sucedidos, como Arábia Saudita e Emirados Árabes.
Liberarão os ativos bloqueados e oferecerão desbloqueio econômico desde que o Irã invista nos EUA, principalmente financiando sua dívida pública. Assim o Irã ganha em recursos e tira o atraso de décadas na economia, enquanto EUA ganha dinheiro e financiamento.