Edson Andrade 🇧🇷

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@EdsonAndrade28

Jornalista, Gestor Educacional, Educador Físico, Professor de História, Especialista em Gestão Escolar e Nutrição Esportiva, Membro do projeto Visão Pátria

Sao Paulo, Brazil Beigetreten Nisan 2021
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Edson Andrade 🇧🇷@EdsonAndrade28·
A Cerca de Chersteton Caro leitor, Na China dos anos 1950, eliminar pardais para proteger plantações causou um surto de gafanhotos. Isso ocorreu durante a Campanha das Quatro Pragas (1958-1962), onde pardais foram exterminados por supostamente roubar grãos, mas sem eles, gafanhotos proliferaram, agravando a situação que, por sinal, já não estava boa, devido algumas ações econômicas impostas pelo regime maoista. E ignora o equilíbrio ecológico, iria contribuir para agravar a Grande Fome que matou milhões. Segundo alguns “contadores de estórias”, quando Alexandre teria conquistado a Frígia, ele fora desafiado a desatar o chamado nó górdio, tão complicado que um oráculo declarou que quem conseguisse desfazê-lo, estaria destinado a governar toda a Ásia. Alexandre teria tentado por um tempo, até cansar. Ele então declararia que não importava como conseguiria isso, e logo desembainharia a espada e cortaria o nó, que desataria de uma só vez. O que isso tem haver com Chersterton? Chesterton ilustra um conceito em seu livro “The Thing” (1929), descrevendo uma cerca no meio de uma estrada: um reformador quer removê-la por parecer inútil, mas deve perguntar por quê ela existe antes de agir. Ele argumentou que “a cerca não cresceu ali” e alguém a construiu por um motivo razoável, como separar vacas de ovelhas para preservar a grama. Sem compreender isso, julgar a cerca como obsoleta pode levar a problemas maiores. Ou seja, a cerca está ali por algum motivo. O princípio da Cerca de Chesterton, proposto pelo escritor inglês, afirma que não se deve remover, alterar ou destruir algo sem compreender primeiro seu propósito original. Essa ideia, ilustrada por uma cerca aparentemente inútil no meio de uma estrada, defende o senso comum: estruturas não surgem por acaso, mas por razões práticas, como separar vacas de ovelhas para preservar a pastagem. Ignorar isso leva a reformas precipitadas com consequências desastrosas, promovendo humildade intelectual em vez de arrogância progressista. “Não há como dizer que uma cerca não serve para nada até que saibamos para que ela servia”, escreveu Chersterton. Adotar esse preceito não é conservadorismo cego, mas racionalidade: julgue após compreender, ou preserve a prudência. Assim, evitamos desastres e honramos a sabedoria acumulada. Atualmente, o princípio aplica-se a políticas públicas, tecnologia e tradições culturais. Abolir barreiras em algoritmos de IA sem avaliar impactos sociais pode erodir identidades locais; reformas educacionais radicais ignoram métodos testados pelo tempo (como aconteceu com ensino brasileiro). Críticos alegam que freia inovação, mas Chesterton contra-argumenta: progresso autêntico preserva o comprovado, evitando o caos. “Reforma não significa apenas remover o que está errado, mas entender por que está ali”, derivado de sua lógica. Em um mundo obcecado por “disrupção”, a Cerca de Chesterton promove humildade racional, porque propõe preservar sabedoria acumulada, para com isso, previnir desastres evitáveis.
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🗣️ MBL anuncia que Glenda Varotto, a “Espectro Cinza”, não faz mais parte dos quadros do movimento; segundo comunicado, a decisão foi tomada em “comum acordo, por questões pessoais dela”.
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Edson Andrade 🇧🇷@EdsonAndrade28

A Cerca de Chersteton Caro leitor, Na China dos anos 1950, eliminar pardais para proteger plantações causou um surto de gafanhotos. Isso ocorreu durante a Campanha das Quatro Pragas (1958-1962), onde pardais foram exterminados por supostamente roubar grãos, mas sem eles, gafanhotos proliferaram, agravando a situação que, por sinal, já não estava boa, devido algumas ações econômicas impostas pelo regime maoista. E ignora o equilíbrio ecológico, iria contribuir para agravar a Grande Fome que matou milhões. Segundo alguns “contadores de estórias”, quando Alexandre teria conquistado a Frígia, ele fora desafiado a desatar o chamado nó górdio, tão complicado que um oráculo declarou que quem conseguisse desfazê-lo, estaria destinado a governar toda a Ásia. Alexandre teria tentado por um tempo, até cansar. Ele então declararia que não importava como conseguiria isso, e logo desembainharia a espada e cortaria o nó, que desataria de uma só vez. O que isso tem haver com Chersterton? Chesterton ilustra um conceito em seu livro “The Thing” (1929), descrevendo uma cerca no meio de uma estrada: um reformador quer removê-la por parecer inútil, mas deve perguntar por quê ela existe antes de agir. Ele argumentou que “a cerca não cresceu ali” e alguém a construiu por um motivo razoável, como separar vacas de ovelhas para preservar a grama. Sem compreender isso, julgar a cerca como obsoleta pode levar a problemas maiores. Ou seja, a cerca está ali por algum motivo. O princípio da Cerca de Chesterton, proposto pelo escritor inglês, afirma que não se deve remover, alterar ou destruir algo sem compreender primeiro seu propósito original. Essa ideia, ilustrada por uma cerca aparentemente inútil no meio de uma estrada, defende o senso comum: estruturas não surgem por acaso, mas por razões práticas, como separar vacas de ovelhas para preservar a pastagem. Ignorar isso leva a reformas precipitadas com consequências desastrosas, promovendo humildade intelectual em vez de arrogância progressista. “Não há como dizer que uma cerca não serve para nada até que saibamos para que ela servia”, escreveu Chersterton. Adotar esse preceito não é conservadorismo cego, mas racionalidade: julgue após compreender, ou preserve a prudência. Assim, evitamos desastres e honramos a sabedoria acumulada. Atualmente, o princípio aplica-se a políticas públicas, tecnologia e tradições culturais. Abolir barreiras em algoritmos de IA sem avaliar impactos sociais pode erodir identidades locais; reformas educacionais radicais ignoram métodos testados pelo tempo (como aconteceu com ensino brasileiro). Críticos alegam que freia inovação, mas Chesterton contra-argumenta: progresso autêntico preserva o comprovado, evitando o caos. “Reforma não significa apenas remover o que está errado, mas entender por que está ali”, derivado de sua lógica. Em um mundo obcecado por “disrupção”, a Cerca de Chesterton promove humildade racional, porque propõe preservar sabedoria acumulada, para com isso, previnir desastres evitáveis.

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Paula Schmitt
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Pessoal, a Janja deletou seus posts interagindo com o cara da Choquei. Quem tiver prints, coloque aqui nas respostas, por favor. E lembre-se da regra: se foi apagado, provavelmente é importante. youtu.be/UfR6283Qy4Y
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Se não mudarmos DE FATO o que vem para as bases, a esquerda continuará ocupando-as, e nós, apenas reclamando do que não foi feito.
Edson Andrade 🇧🇷@EdsonAndrade28

A direita brasileira precisa focar na educação. Ela precisa conhecer o educador John Taylor Gato, que foi um dos pensadores mais incômodos da educação americana nas décadas de 1980 e 1990. Ex‑professor público de Nova York e premiado como melhor professor em três ocasiões, 1989, 1990 e 1991. Gato surpreendeu o sistema ao denunciar, em artigos e livros, que a escola não forma tanto pensadores autônomos quanto executores dóceis de uma ordem social e econômica já dada. No livro Emburrecimento Programado: o currículo oculto da escolarização obrigatória, ele argumenta que a escolarização obrigatória ensina, em primeiro lugar, obediência, passividade e dependência de notas e de autoridade, e só depois qualquer conteúdo "formal". Nesta mesma obra, Gato escreveu que, "Somente eu, o professor, posso determinar o que meus alunos devem estudar ou melhor, somente as pessoas que pagam podem tomar tais decisões, que então executo. Se me dizem que a evolução é um fato e não uma teoria, eu transmito essa informação, como ordenado, punindo os transgressores que resistem aquilo que fui ordenado a lhes mandar pensar". Demostrando como Estado tem poder decidir qual aluno será bem-sucedido ou malsucedido. Diante desse problema, Gato passa a defender abordagens educacionais mais personalizadas, como o homeschooling e a "desescolarização", em que a aprendizagem surge de experiências concretas, projetos e relações comunitárias. Ele propõe o que chama de "aprendizagem de código aberto ", isto é, um modelo que não separa artificialmente o aprender do viver, permitindo que crianças e jovens desenvolvam autonomia, curiosidade e senso de responsabilidade. Mesmo trinta anos depois de seus principais textos, artigos e reflexões, John Taylor Gato continua sendo uma referência que circular em debates educacionais no mundo. E precisamos transformar seu nome em uma referência no Brasil também. Se você, caro leitor, não está satisfeito com educação brasileira, assim como nós, então ajude-nos nesta luta que poderá mudar o futuro dos nossos filhos, sobrinhos e netos.

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Edson Andrade 🇧🇷@EdsonAndrade28·
A direita brasileira precisa focar na educação. Ela precisa conhecer o educador John Taylor Gato, que foi um dos pensadores mais incômodos da educação americana nas décadas de 1980 e 1990. Ex‑professor público de Nova York e premiado como melhor professor em três ocasiões, 1989, 1990 e 1991. Gato surpreendeu o sistema ao denunciar, em artigos e livros, que a escola não forma tanto pensadores autônomos quanto executores dóceis de uma ordem social e econômica já dada. No livro Emburrecimento Programado: o currículo oculto da escolarização obrigatória, ele argumenta que a escolarização obrigatória ensina, em primeiro lugar, obediência, passividade e dependência de notas e de autoridade, e só depois qualquer conteúdo "formal". Nesta mesma obra, Gato escreveu que, "Somente eu, o professor, posso determinar o que meus alunos devem estudar ou melhor, somente as pessoas que pagam podem tomar tais decisões, que então executo. Se me dizem que a evolução é um fato e não uma teoria, eu transmito essa informação, como ordenado, punindo os transgressores que resistem aquilo que fui ordenado a lhes mandar pensar". Demostrando como Estado tem poder decidir qual aluno será bem-sucedido ou malsucedido. Diante desse problema, Gato passa a defender abordagens educacionais mais personalizadas, como o homeschooling e a "desescolarização", em que a aprendizagem surge de experiências concretas, projetos e relações comunitárias. Ele propõe o que chama de "aprendizagem de código aberto ", isto é, um modelo que não separa artificialmente o aprender do viver, permitindo que crianças e jovens desenvolvam autonomia, curiosidade e senso de responsabilidade. Mesmo trinta anos depois de seus principais textos, artigos e reflexões, John Taylor Gato continua sendo uma referência que circular em debates educacionais no mundo. E precisamos transformar seu nome em uma referência no Brasil também. Se você, caro leitor, não está satisfeito com educação brasileira, assim como nós, então ajude-nos nesta luta que poderá mudar o futuro dos nossos filhos, sobrinhos e netos.
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Visão Pátria
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Depois o Soviético de Xique-Xique, Jones "O Expurgado" Manoel (expulso do PCB), também conhecido como Nós, O Povo Soviético, Nós, O Único Nordestino com Menos de Quarenta Anos que Lutou na Segunda Guerra Mundial e Recebeu A Medalha de "Nós, O Povo Soviético" das Mãos de Stalin, O Veja, Foi a Gente que Derrotou o Nazismo, o Jonelinsky Manelov, O Revolucionário do X, Jones "O Expurgado" do PCdoB Manoel, O Soviético de Alagoas, O Manéu da Paraíba, O Comunista Bonequinho de Stalin, O Prêmio Nobel do Óbvio, O Soviético de Xexéu, Soviético do Maranhão, Soviético de Madalena, Soviético de Porto de Galinhas, Manél, Soviético de Mossoró, O Nós, Soviético de Pernambuco, O Soviético de Jaboatão dos Guararapes, O Edward Kenway de Pernambuco, O Pirata de Fernando de Noronha, Nós, O Povo Pirata, O Jojorey da Comunada, Jojo Stalin, O A Cara do Drago Depois de Apanhar do Rocky, O Carisma de Uma Porta de Celeiro Soviético, O Soviético de Jericoacoara, O Revolucionário de Osasco, O Bolchevique de Pindamonhangba (obrigado, @thiagao_brago por esse Dicionário de Sinônimos de "Soviético de Sofá"), não entende porque não passa de 0.7% nas eleições. x.com/claudio_dantas…
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Visão Pátria
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Eu só espero que esse vídeo não seja sobre o @gilmarmendes, não é possível que esse arroz faça alusão ao Gilmar Mendes, não consigo crer que essa sketch seja sobre o Gilmar Mendes, não faz sentido que esse vídeo insinue ser o Gilmar Mendes, me recuso a aceitar que o roteiro se refira ao Gilmar Mendes, pois... GILMAR MENDES NÃO INCLUIU A @GLOBO NO INQUÉRITO DAS FAKE NEWS, se tivesse INCLUÍDO A @TVGLOBO no inquérito, essa dúvida não existiria, mesmo tendo sido o Zorra Total o programa, continua sendo a GLOBO AINDA, NÃO É?
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Edson Andrade 🇧🇷
Edson Andrade 🇧🇷@EdsonAndrade28·
Lógico que demonstra fraqueza. Bolsonaro era tão forte que não precisa pedir a ninguém para fazer campanha. Muitos faziam campanha com o próprio dinheiro para ele ser eleito. Agora um candidato que precisa ameaçar outros políticos para fazer campanha para ele, demostra medo e desespero.
Amanda M | Libertem Bolsonaro@amandamoraes500

Magou dinovo? PRECISAMOS SIM de todos trabalhando em prol do Flávio. Em quem está calado, tem sim que ser cobrado.

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Paula Schmitt
Paula Schmitt@schmittpaula·
Cadê os acadêmicos que reduziam tudo a cor da pele, lisura do cabelo e sobrenome europeu? O que aconteceu com eles? Nada, claro. Eles se manifestavam por encomenda, e agora deixam de se manifestar tbm por encomenda. Ou vocês acham q estudos de gênero e diversidade são orgânicos?
Como Tanka o Bostil???@OFCBostil

Uma multidão de pobres foram às ruas torcer para que uma mulher, que é filha de ex-político da ditadura e nunca trabalhou de vdd na vida, ganhe 5 milhões de reais.

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