The guy who intervened with his foot to prevent the elderly woman from hitting her head on the ground after she lost her balance and fell in South Korea, was declared a hero worldwide.
In Gladiator, Russell Crowe says he refused to do a sex scene with Connie Nielson’s character
“I just kept pushing back. I said, ‘This is a story about a man who’s avenging the death of his wife and his child. He can’t stop for sex along the way. It would ruin the journey.”
Some people are athletically superior to others. Just like some are clearly intellectually superior (IQ).
Why do people accept athletic differences but not IQ differences?
Gente, preciso de um nome de menina MUITO antigo, que nem combine com um recém nascido atual…
Nível nome de bisavó ou avó mesmo, quanto mais raro e ultrapassado, melhor.
mandem sugestões, urgente!
@Chris_Branco@roxmo No momento em que começam a surgir evidências de que o Ozempic (e afins) tem eficácia no tratamento de alcoolismo ou compulsão alcoólica, fica a dica pro enochato. Resolve 2 coisas de uma vez.
Ed Motta o Enochato.
O caso Ed Motta não é sobre vinho. Nunca foi. É sobre um homem bêbado jogando cadeira num restaurante enquanto tenta desesperadamente preservar a própria fantasia de sofisticação. E isso acaba dizendo muito mais sobre o Brasil do que sobre gastronomia, adegas climatizadas ou taxa de rolha.
Porque o bêbado pobre cai na sarjeta. O bêbado rico ganha aura. Um é chamado de alcoólatra. O outro vira “temperamental”, “intenso”, “boêmio”, “gênio incompreendido”. Basta trocar a pinga pelo Bordeaux e pronto: o vexame recebe legenda cult e trilha de jazz.
Essa criatura que transforma álcool em performance intelectual. O sujeito gira a taça como quem consulta espíritos ancestrais, fecha os olhos teatralmente e anuncia notas de “couro envelhecido”, “terra molhada” e “madeira depois da chuva”. Tudo isso pra justificar o fato de estar, essencialmente, bebendo. Muito.
Segundo os donos do restaurante, Ed Motta, acompanhado do empresário Diogo Coutinho do Couto e outro homem, protagonizou cenas de intimidação e agressividade depois que a casa recusou uma cortesia relacionada à taxa de rolha. Os vídeos mostram o cantor num acesso digno de programa policial das seis da tarde, distribuindo uma cadeirada versão gourmet.
Depois ele admitiu o descontrole, alegando que estava bêbado e que lançou a cadeira no chão, não em alguém. Quase uma tese de doutorado sobre trajetórias éticas do mobiliário arremessado.
Mas o ponto mais curioso nem é a briga.
É a blindagem estética que o vinho oferece ao alcoolismo de certas elites.
Quando um homem admite publicamente que perdeu o controle, destruiu coisas e transformou um restaurante em arena porque contrariaram seus privilégios de cliente antigo, talvez o debate deixe de ser sobre vinho e passe a ser sobre compulsão. Só que ninguém gosta dessa palavra quando ela vem acompanhada de taças de cristal e rótulos franceses.
No Brasil existe uma indulgência quase romântica com o bêbado sofisticado. O cara que faz escândalo depois da terceira garrafa é visto como excêntrico, não como alguém precisando de ajuda. A embriaguez ganha perfume de cultura. O ego vira “personalidade forte”. E o barraco recebe tratamento de anedota elegante pra roda de amigos.
Talvez por isso o episódio tenha causado tanto fascínio. Porque ele desmonta a encenação inteira. No fim das contas, por trás de muito enochato existe apenas um alcoólatra com vocabulário sofisticado, adega cara e dificuldade monumental de ouvir “não”.
AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA REALIZADA COM SUCESSO
Tentativa de roubo terminou bem em Salvador. Suspeito tentou fugir, invadiu uma farmácia e fez um cliente refém.
Populares revoltados reagiram com muito carinho e só pararam quando a PM chegou e levou o homem.
@meligeni Thiem falou algo nessa linha sobre seus treinos com Alcaraz e Sinner.
Alcaraz era fora de linha desde adolescente. Sinner era bom, mas “demorou” pra virar o demônio que se tornou depois de 2024.
JF não precisa ser o Alcaraz. Se for como Sinner, maravilhoso já.
O Tony balançou a internet ao dizer que o João não é top para ele. Interessante comentário, de um cara vencedor e nada polêmico. Vão contra o circuito e o que muitos falam. Minha opinião? Ele tem direito de achar e tem que ser respeitado. Só isso