Angehefteter Tweet
anômino 🐷💚
7.3K posts

anômino 🐷💚
@Expl0id_
Fisio especialista em coluna (Quiropraxia, Liberação e Massagem em Fortaleza). Corredor, ciclista, Palmeirense e muito mais.
Fortaleza, Brasil Beigetreten Nisan 2016
1.4K Folgt364 Follower

@paulohe12545150 @mauriciostycer Você é maluco, só pode ser lambe botas de Pm, porque o que esse maluco é sínico e dissimulado não tá escrito. Cara escroto e frio sem sentimento nenhum.
Português

@mauriciostycer Cabrini foi lá pensando que iria entrevistar um bocó. Ele perguntava uma coisa e o cara respondia outra e ficava por isso mesmo. Um vareio que um jornalista como ele não podia levar.
Português

@oocbrsao Na hora que os caras estavam subindo o bandeirao kkkkkkkk
Português

Essa foi a chegada da torcida organizada do São Paulo no Morumbis, ontem (21), antes do clássico contra o Palmeiras.
📽️@IcaaroCruz
Português

@Expl0id_ @soudoapito Cássio já foi expulso com dois amarelos por cera, exatamente contra quem?
Português

@vcanedo Eu acho que o Palmeiras quis testar se a defesa estava boa mesmo e tirou o SP pra merda.
Fechou o ferrolho e saiu com os 3 pontos
Português

@Expl0id_ @soudoapito Pois é, por isso ele não deu. Mas poderia ter dado, inclusive não seria errado. O próprio Abel ficou revoltado com ele pq deu margem pra isso. Ele fez a segunda vez pra enfrentar o Daronco, se ele ta num dia um pouquinho menos paciente, era rua.
Português


anômino 🐷💚 retweetet

ADVERSÁRIOS DEFINIDOS, #FAMÍLIAPALMEIRAS! ✅
Na fase de grupos da CONMEBOL Libertadores 2026, enfrentaremos Cerro Porteño-PAR, Junior-COL e Sporting Cristal-PER. É o começo da busca pelo tetra, torcida que canta e vibra! Avanti! 💚 ➤ tinyurl.com/3ret522e

Português
anômino 🐷💚 retweetet

@ErikakHilton Meu Deus que crime horrível, eu sinto muito. Morro de medo pela minha irmã que está em transição.
Português

Uma mulher trans, com a promessa de uma oportunidade de trabalho, de limpar a casa de um casal, foi vítima de uma emboscada em Ponta Porã, no MS.
Chegando lá, o casal e o próprio namorado da vítima começaram uma sessão de TORTURA contra ela. Marcaram uma suástica em seu braço.
Um casal, e o próprio namorado da vítima, a imobilizaram, cravaram uma faca em seu celular para que ela não pedisse socorro e a espancaram. Depois, o dono da casa pediu que sua esposa colocasse a faca no fogo.
Com essa faca, marcaram seu corpo com uma suástica. Um símbolo de ódio que demonstra a desumanidade dos agressores.
Ela então foi solta, sob ameaça: se denunciasse o crime, cortariam sua cabeça com uma foice.
A vítima voltou pra casa e decidiu denunciar tudo à polícia. Os vermes, sabendo que a crueldade que cometeram foi feita com ódio e raiva da mulher por ela ser quem é, uma mulher trans, não com planejamento e frieza, confessaram o crime.
E eu queria que essa história fosse apenas uma história de coragem, de uma mulher, uma pessoa trans, que confiou em seus direitos, superou o medo e denunciou seus torturadores.
Mas, na verdade, essa denúncia possivelmente só aconteceu por ser a única opção para a vítima.
Pois o "acordo" de que, se ela ficasse em silêncio, deixariam ela viver, foi feito por pessoas que a torturaram e, com ferro quente, queimaram uma suástica em seu braço.
Ela denunciou pois já estava marcada como um animal cujo único futuro é o abate.
E seus agressores acharam melhor confessar. Talvez, pela certeza da impunidade, porque acham que a justiça dos homens será mais complacente do que a justiça das ruas.
Pra essa gente odiosa, mesmo com tantos avanços que ocorreram no nosso judiciário, a condenação pelos seus atos ainda é uma possibilidade mínima.
E é esse o resultado da estrutura de ódio construída para torturar, silenciar e matar mulheres trans, mulheres negras, mulheres indígenas, mulheres mães, mulheres lésbicas, mulheres brancas, mulheres jovens, mulheres velhas e meninas.
Quantas de nós, após apanharmos, já não fomos marcadas com a promessa de que, se abríssemos a boca, a dor seria ainda maior?
Quantas de nós já não fomos eternamente marcadas pela violência de quem nos deseja e nos odeia?
Quantas de nós já não denunciamos, não por coragem, mas por ser a única opção frente a um mundo inteiro contra a gente?
Enquanto isso, parte do Brasil celebra a transfobia, a misoginia, a LGBTfobia e o ódio transmitido nas nossas telas e pelas bocas daqueles que deveriam trabalhar pela vida e dignidade de todas as pessoas.
A corda está estourando. E ela pode até estourar pro lado mais fraco, o nosso lado. Mas faremos com que ela ricocheteie em nossos agressores e lhes corte como a foice que eles mesmos dizem brandir.

Português

















