Solon
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@OEstagiari0 Isso aí é serviço de um sniper do exército americano, acertou o pescoço da donzela dos dois lados e na mesma altura…😂😂😂😂😂😂😂😂
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Um morador de Maricá/RJ, que transformou sua van em um motorhome tecnológico viveu uma situação bizarra.
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Ele estacionou na orla para trabalhar usando seus painéis solares, quando foi abordado por uma fiscalização exigindo o pagamento de uma taxa de "uso de recurso natural em área urbana".
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A justificativa? Como ele está captando o sol que incide na via pública para carregar suas baterias (e não pagar luz em casa), o governo entende que há uma "exploração de recurso estatal".
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O "Pedreiro Raiz" tecnológico agora vai ter que pagar para o sol brilhar no teto do carro dele.
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Onde termina a inovação e começa o absurdo? Daqui a pouco vamos ter que pagar IPTU por estar parado na sombra de uma árvore pública?

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@ChadProject Essa pelo menos foi honesta deixou a tatuagi de borboleta bem à vista, só entra na fria desavisado ou quem quer mesmo se lascar…😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
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A nova camisa da seleção brasileira de futebol, desenvolvida por uma socióloga vinculada à Nike com orientação política declaradamente à esquerda, já causa polêmica antes mesmo de chegar às lojas. Com preço sugerido de R$ 749,99, a peça promete representar o “novo Brasil”, agora chamado de “Brasa” no uniforme oficial, segundo a justificativa da marca e da especialista.
Críticos apontam que o valor exorbitante do uniforme transforma o torcer pelo país em um privilégio de poucos, enquanto o cidadão comum precisa arcar com um preço quase inacessível. A escolha de renomear a seleção e incluir referências ideológicas no design também gerou reação negativa, com torcedores classificando a iniciativa como uma tentativa de politizar algo que, tradicionalmente, deveria unir o público.
Para muitos, a camisa simboliza não apenas um produto caro, mas também uma sobreposição de discurso político e marketing esportivo, colocando em questão a relação entre consumo, patriotismo e ideologia no Brasil contemporâneo.

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A recente declaração de uma socióloga contratada pela Nike para comentar o novo uniforme da seleção brasileira causou polêmica e questionamentos sobre os limites do marketing com “causa social”. Segundo ela, o nome do país seria “tóxico” e, por isso, a partir de agora deveria ser chamado de “Brasa”.
Para críticos, a iniciativa representa uma tentativa artificial de impor um discurso ideológico em algo que deveria ser neutro e unir torcedores: o futebol. A mudança do nome, mesmo que simbólica, soa desconectada da realidade da população e demonstra como grandes marcas às vezes se aproveitam de tendências sociais para gerar publicidade, em vez de contribuir com debates concretos.
Especialistas em comunicação afirmam que ações desse tipo podem gerar mais rejeição do que engajamento, já que tocam em sentimentos de identidade nacional de forma forçada. Em vez de valorizar a história e a cultura do Brasil, o movimento transforma a seleção em palco para experimentos sociais, esquecendo que o futebol, para milhões, ainda é símbolo de orgulho e união.
A polêmica deixa claro que nem toda “desconstrução” é bem-vinda — principalmente quando vem embalada por estratégias de marketing milionárias que buscam repercussão, mas podem afastar o público que deveriam engajar.

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