Jardianse
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BREAKING: France sold its gold stored in New York and purchased an equivalent amount in Europe. All of France’s gold reserves are now located in Paris.




Trecho da entrevista para minha newsletter no Globo com Claudio Lottenberg, presidente da CONIB e comissário de combate ao antissemitismo do World Jewish Congress. Întegra em link no stories e no Globo Pergunta - Pq algumas pessoas afirmam ser antissemitismo criticar Israel pela ocupação ilegal da Cisjordânia e as ações militares israelenses em Gaza? Para deixar claro, eu faço essas críticas, assim como critico os EUA por uma série de pontos de sua política externa, critico a Rússia, Irã, Azerbaijão, Arábia Saudita e outros países. Pq seria diferente com Israel? Muitos analistas veem o atual governo israelense como extremista, uma comissão de inquérito da ONU e entidades como Anistia Internacional, Human Rights Watch e Médicos Sem Fronteiras classificam como genocídio o que ocorreu em Gaza e o governador da Califórnia é favorito para ser candidato democrata em 2028 disse haver apartheid na Cisjordânia. Resposta - Não é antissemitismo criticar Israel. Criticar governos, contestar ocupações, condenar ações militares e cobrar proporcionalidade ou respeito ao direito internacional faz parte do debate democrático. O próprio relatório deixa isso claro ao adotar a referência da IHRA, segundo a qual críticas a Israel semelhantes às dirigidas a qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. O problema começa quando a crítica deixa de ser dirigida a políticas ou governos e passa a negar aos judeus, e só aos judeus, o direito à autodeterminação; quando transforma todo judeu em representante ou cúmplice do Estado de Israel; quando usa “sionista” como disfarce para “judeu”; ou quando mobiliza velhos estereótipos antissemitas, como conspiração, mal absoluto, sede de dominação ou analogias nazistas. O relatório mostra justamente que uma parte importante do antissemitismo contemporâneo opera por essa via: não como crítica política legítima, mas como reembalagem de preconceitos históricos em linguagem geopolítica. Portanto, a linha divisória precisa ser tratada com seriedade. O debate sobre Gaza, Cisjordânia ou qualquer governo é legítimo. O que não é legítimo é usar esse debate para discriminar judeus, intimidar comunidades judaicas ou normalizar um discurso de hostilidade coletiva. oglobo.globo.com/blogs/guga-cha…



























