rena 🇧🇷ᶜʳᶠ

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rena 🇧🇷ᶜʳᶠ

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@remdzx

flamengo e cachorro salsicha

Beigetreten Ocak 2021
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Felipe Leme - Carlo Ancelotti é uma fraude
@CentralDoBrega Brayan, tudo que sei é que você foi abusado sexualmente na infancia (com provas) e o BOLSONARISTA MESTRE PIERRE (seu padrasto) salvou tua vida. Se você quiser implicar por causa de política, vai sair perdendo.
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Central do Braga
Central do Braga@CentralDoBrega·
IMAGEM PRA DEIXAR O CORAÇÃO DE VOCÊS QUENTINHO a única parte boa da eliminação do Brasil 👏🏻👏🏻🇧🇷🇧🇷🇧🇷
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MrBeast
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rena 🇧🇷ᶜʳᶠ
nenhum ser humano que pisou nesse planeta jogou e nem joga mais bola do que lionel messi
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desimpedidos
desimpedidos@desimpedidos·
O nível da Copa até aqui:
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ERIKA HILTON
ERIKA HILTON@ErikakHilton·
🎮 SEM JOGUINHO COM OS CONSUMIDORES! Estou encaminhando à Secretaria Nacional do Consumidor as denúncias que recebi sobre o anúncio do fim dos jogos em mídia física pros consoles PlayStation. Há problemas evidentes nisso: os consoles vendidos hoje contam com o leitor de mídia física e continuam sendo vendidos. Inclusive, os consumidores pagam a mais pelas versões com leitor de mídia física. Ou seja, há o compromisso implícito de que este leitor terá utilidade nos anos que virão. Outro problema evidente diz respeito aos jogos já anunciados, mas que ainda não foram lançados. Será que a Sony utilizou-se de algum jogo futuro que só será lançado em mídia digital para fazer marketing do console PlayStation 5, que conta com leitor de mídia física? Essa é uma apuração que precisa ser feita. É grave também a questão da posse do jogo. Os jogos em mídia digital, na maioria esmagadora dos casos, não são "vendidos". Eles são "licenciados" para o consumidor mediante pagamento. E as empresas distribuidoras desses jogos se reservam ao direito de cancelar essa licença a qualquer momento. Assim, um jogo pode simplesmente sumir da biblioteca digital do consumidor que achou que comprou o jogo. A venda exclusivamente digital de jogos também fortalece o monopólio das lojas de cada empresa de consoles. Os consumidores terão direito de revender ou emprestar seus jogos digitais? Suspeito que não. A minha compreensão é que tudo isso já aponta a necessidade de uma atuação proativa por parte dos órgãos de defesa do consumidor contra o fim da mídia física. Mas também há um grande problema futuro, que precisa ser enfrentado desde já: A tendência atual, com os movimentos monopolistas da Microsoft, as práticas anticonsumidores da Sony e os ataques judiciais da Nintendo contra quem preserva os arquivos de jogos que não estão mais disponíveis para compra, é de um futuro onde os jogadores não terão mais seus próprios acervos de jogos. Existirão apenas assinaturas, com mil níveis e preços diferentes, com anúncios no meio dos jogos e as piores práticas possíveis. O console, comprado pelo consumidor, só terá utilidade mediante a venda casada de uma assinatura. Eu, enquanto parlamentar, enquanto membra da Comissão de Defesa do Consumidor e enquanto alguém que tem apenas um jogo em sua biblioteca, GTA, e viciada em fazer apenas a missão do avião, não aceito essa possibilidade.
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rena 🇧🇷ᶜʳᶠ
tão bom ver que essa copa está escancarando que o pessoal da esquerda não passa de um monte de senhorita morello
Ártemis 🚩@artemis_rouge

@GuijMariano Eu racista? Eu quis dizer que esses jogadores estariam colocando as verdadeiras seleções nas posições que elas merecem estar. Porque essas seleções amam estes jogadores e detestam as políticas de imigração.

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eplay
eplay@forumeplay·
Anna Luiza Santiago deu nota 0 para exageros nas narrações de Raony Pacheco na Cazé TV. Tudo transcorre sempre num volume altíssimo, e há uma empolgação demasiada em lances simples. Aliás, acontecem excessos parecidos durante entrevistas da equipe com torcedores nos pré-jogos.
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REAL MIL GRAU
REAL MIL GRAU@realmilgrauu·
O Mc Poze mudou a história da seleção de Portugal. Detalhe para mensagem do Rafael Leão kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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rena 🇧🇷ᶜʳᶠ
chega de futebol, não tenho coração pra isso não
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blu
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@oliveirawsf O menino tem 20 anos só e já joga no Tottenham, talento ele tem, vejo potencial de crescimento nele. E n to afirmando que ele é lgbt, mas ele namorar uma mulher não tira a chance dele ser bissexual também, o b de lgbt não é de basquete
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blu
blu@bludarques·
alguma coisa me diz que ele vai ser o primeiro grande astro do futebol assumidamente lgbt
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rena 🇧🇷ᶜʳᶠ
Entre Portugal e Croácia, qual a seleção mais malvadona ao longo da história?
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Daniel Macedo
Daniel Macedo@MacedoDaniel_·
Se o PSOL tivesse um filho com a Milly Lacombe ele seria o Peleja
PELEJA@PELEJA

Torcedores noruegueses sentados em fileiras, braços em sincronia, simulavam uma remada coletiva. Comemoração que chegou até o campo de jogo com os jogadores fazendo desse mesmo jeito, liderados pelo meia Martin Ødegaard. Mas a imagem abriu uma discussão maior. Por que outros países nórdicos não se utilizam tanto da estética viking como forma de orgulho nacional? A chamada “remada viking” ganhou forma antes da Copa com Ole Frøystad, professor de ensino fundamental conhecido como Senhor Row Row. Inspirado na força do canto do Rosenborg no Estádio Lerkendal, ele levou a ideia à associação de torcedores noruegueses, que transformou o gesto em marca da seleção. Para entender a tensão, é preciso começar pelo básico: “viking” não era uma nacionalidade. Não existia uma “nação viking”. O termo aparece ligado a atividades marítimas, como viajar, comerciar, pilhar, colonizar e guerrear fora da Escandinávia. Os vikings vinham de áreas hoje associadas principalmente à Noruega, Dinamarca e Suécia. Mas a Escandinávia medieval não era um bloco homogêneo. Havia chefes locais, agricultores, artesãos, comerciantes, navegadores, guerreiros, pessoas livres e pessoas escravizadas. A imagem popular reduziu esse mundo a homens armados, loiros, violentos e com capacetes de chifres. A própria arqueologia desmonta parte desse clichê. O Museu Nacional da Dinamarca afirma que há apenas um capacete preservado da Era Viking, encontrado na Noruega, e ele não tinha chifres. Ao mesmo tempo, a versão heroica também é incompleta. Os vikings não foram apenas aventureiros, exploradores ou ancestrais corajosos. Eles foram uma sociedade marítima sofisticada, mas também marcada por hierarquia, escravidão, pilhagem e violência. O fascínio tem base histórica. Os navios vikings eram leves, rápidos e adaptados tanto ao mar aberto quanto a rios e águas rasas. Essa tecnologia ajudou a conectar regiões distantes e permitiu viagens, ataques, comércio e assentamentos em áreas muito diferentes. Vikings ligados ao espaço norueguês tiveram papel importante na expansão pelo Atlântico Norte, em áreas hoje da Islândia, Groenlândia, Ilhas Faroe, Escócia e Irlanda. Um ensaio fotográfico da seleção também exemplifica como a Noruega exalta esse passado e o leva para além da remada, dos museus e do turismo. Ao vestir jogadores com roupas, escudos e machados inspirados no imaginário viking, a campanha misturou esporte, patrimônio, marketing e orgulho coletivo, aumentando a sensação de que ignoram o lado negativo dessa história. Mas a violência não foi só um detalhe. O ataque ao mosteiro de Lindisfarne, em 793, é lembrado como um marco simbólico da Era Viking e causou choque na Europa cristã. Cerca de 100 homens invadiram o local, destruíram as estruturas, sequestraram e abusaram sexualmente de mulheres, além de causarem diversas mortes. O Museu Nacional da Dinamarca afirma que escravizados, chamados “thralls”, estavam entre as mercadorias mais importantes negociadas por vikings, capturados sobretudo em expedições à Europa Oriental e às Ilhas Britânicas. A reação nos outros países nórdicos à “remada norueguesa” mostrou que o símbolo também produz ruídos regionalmente. Jogadores suecos, como o zagueiro Victor Lindelöf, trataram a remada com distância e ironia. Na Dinamarca, jornalistas classificaram a festa norueguesa como algo incômodo e reducionista para a cultura nórdica. A diferença com a Suécia é central. A Suécia não apaga os vikings. A Suécia tem museus, objetos, pedras rúnicas, sítios arqueológicos e turismo histórico. Mas a Suécia costuma tratar esse passado de forma menos épica. A narrativa sueca também destaca conquistas de rotas comerciais, mas lida de forma mais crítica com o passado violento desses grupos. A Suécia tende a ser mais crítica com o passado violento desses grupos, não tratantando como um “mito fundador”. Ainda há uma camada político-partidária nessa relação. Símbolos nórdicos, runas e referências vikings já foram usados por grupos supremacistas brancos e de direita. Essa apropriação não significa que todo uso de símbolos vikings seja extremista. Uma torcida fazendo uma remada não é, por si só, um ato ultranacionalista. Mas a história recente mostra que imagens nórdicas podem ser deslocadas para discursos de pureza da raça, pureza do sangue, masculinidade guerreira e exclusão social e racial. Por tudo isso, quem busca estudar o passado desses grupos, passa a tratar os vikings com mais cuidado. Portanto, a remada norueguesa não celebra diretamente saques, abusos sexuais, escravidão ou massacres. Mas ela se apoia em uma memória seletiva, como quase toda memória de formação nacional. O que torna compreensível que algumas pessoas se incomodem com isso. #Noruega #Suécia #Viking #Identidade #Mundial2026

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rena 🇧🇷ᶜʳᶠ
@Shun_Crf @alexcrfla tem mesmo, mas Portugal entra bem mais pressionado fora que a última vez que a Croácia precisou passar nos pênaltis, eles conseguiram
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kiyo.shun
kiyo.shun@Shun_Crf·
@remdzx @alexcrfla Pior que Portugal tem muitos bons cobradores de pênaltis, Croácia não sei bem
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