Maddie

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@sefrae

Costureira e datilógrafa pelo Instituto Universal Brasileiro 💜I love Jesus and @rickastley💜

Em algum lugar da selva 🌿👀🌿 Beigetreten Aralık 2009
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Angehefteter Tweet
Maddie
Maddie@sefrae·
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Steve Banannon
Steve Banannon@Steve_Banannon·
MC Estupro cantando sobre abuso e surra em mulheres: cultura MC Moby Dick dando uma voadora na namorada e sofrendo zero repercussão negativa, pois fecha com a esquerda e vai no podfumah: cultura Frei Gilson e Juliano Cazarré espalhando princípios cristãos: genocídio feminino
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nebulosa
nebulosa@bolodes4l·
@sefrae não sabia que o programa de gravar cd fazia laticínios
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Maddie
Maddie@sefrae·
@fravenriq Ele segurando uma única lágrima com a ponta do dedo me fez pensar se não é portador incubado de uma carteirinha cheia de purpurina do sindicato mais babado do Brasil 😂😂😂
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Maddie
Maddie@sefrae·
Nesse caso nem o Papa te representa, fofa Aconselho mudar de religião
ACI Digital@acidigital

“Nasci em berço católico e posso dizer que esse frei não me representa. Ele já passou de todos os limites possíveis de intolerância religiosa, misoginia e etc. Espero que nossa Igreja Católica tome severas providências”, escreveu a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) em suas redes sociais sobre uma pregação do frei Gilson Azevedo, frade da Congregação dos Carmelitas Mensageiros do Espírito Santo de 2025, em que ele fala sobre o papel da mulher no sacramento do matrimônio. Para Soraya Thronicke, eleita com o slogan “a senadora do Bolsonaro”, pelo então Partido Social Liberal (PSL) do ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018 e recém-integrante do Partido Socialista Brasileiro (PSB), frei Gilson é “mais um falso profeta”. “São freis, padres, pastores, pais de santo, políticos e etc. usando o nome de Deus em vão. Apesar da nossa laicidade, não posso deixar de destacar que eles infringem diuturnamente a própria fé que propagam, norma disposta no 3º mandamento (Êxodo 20:7). Haja fé para sobrevivermos nestes tempos…”, disse a parlamentar. No vídeo repostado pela parlamentar, o frade diz que a mulher não se contenta “só em ter qualidades normais de uma mulher”, ela quer “mais" e “isso é a ideologia dos mundos atuais”. “Uma mulher que quer mais, eu vou até usar a palavra que vocês já escutaram muito: empoderamento”, disse frei Gilson na época. Ainda no vídeo, o frade destaca que “é claro ver que Deus deu ao homem a liderança. É claro ver que Deus deu ao homem o ser chefe”. “Isso está na Bíblia. O homem é o chefe do lar. O homem foi dado a ele liderança, mas a mulher tem o desejo de poder. Não é desejo de serviço, desejo de poder. Repito a palavra: empoderamento. Essa palavra é do mundo atual”, disse o religioso ressaltando mais à frente no vídeo que “a guerra dos sexos é ideologia pura. A guerra de masculino com feminino é diabólica”. 🔗 Leia a matéria completa: ow.ly/hJIj50YPlOS 📌 Siga @acidigital para mais conteúdo católico.

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Andre Marsiglia
Andre Marsiglia@marsiglia_andre·
Alguém sabe se a Érika Hilton está viajando, para não ter se manifestado sobre as falas homofóbicas do Gilmar? Alguém sabe se o Messias continua de férias, para não ter notificado o ministro sobre suas falas contendo desinformação e confundindo o debate público?
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Madeleine Lacsko
Madeleine Lacsko@madeleinelacsko·
A @AdvocaciaGeral continua desinformando sobre os posts contrários ao PL da misoginia. Agora, os subordinados de @jorgemessiasagu MENTIRAM numa nota oficial à imprensa. Mentiram que o @X retirou os posts por violar regras da plataforma, o que é DESINFORMAÇÃO. Alguns estão lá e outros foram apagados pelos próprios usuários, intimidados pela AGU censora a pedido de @ErikakHilton Ontem, a AGU informou a gente em @o_antagonista que Messias não sabe da lambança porque está em férias. Até agora, a AGU não corrigiu a DESINFORMAÇÃO que ATENTA CONTRA A DEMOCRACIA ao intimidar cidadãos que debatem um projeto votado no Legislativo.
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Jeffs
Jeffs@Jeffssss_·
"O Judiciário no escuro virou um risco para o Brasil A OCDE acabou de colocar o dedo em uma ferida que o Brasil insiste em esconder: o Judiciário brasileiro não tem transparência suficiente sobre ganhos, declarações de bens, conflitos de interesse e mecanismos reais de controle. Isso não é um detalhe administrativo. É uma rachadura institucional. Quando o Poder que deveria ser a última trincheira da lei opera em zonas de sombra, a mensagem que desce para a sociedade é devastadora: a regra vale para alguns, mas não para todos. E quando a impunidade começa no alto, ela não fica no alto. Ela escorre. Escorre para a política. Escorre para os negócios públicos. Escorre para a relação promíscua entre poder, nomeações, favores, blindagens e interesses cruzados. E, no fim da linha, escorre para a rua. O resultado é uma sociedade que começa a perder o respeito pela autoridade. E quando a autoridade perde autoridade moral, o criminoso comum também aperta o botão do “dane-se”. Não é coincidência que o cidadão olhe para São Paulo, veja um fim de semana de feriado marcado por assaltos violentos, mortes, crueldade filmada, gente sendo atacada em bairros nobres, e pergunte: Que país é esse em que a Justiça exige obediência, mas não entrega transparência? A OCDE mostra que o Brasil cumpre apenas 28% dos critérios práticos de integridade judicial, abaixo da média da OCDE. Também aponta que, embora existam regras sobre conflitos de interesse, a prática é praticamente inexistente em termos de monitoramento público efetivo. Em português claro: tem norma no papel, mas falta controle visível na vida real. O STF, por sua vez, virou o centro simbólico dessa crise. Não apenas pelas decisões polêmicas, mas pela percepção crescente de aparelhamento, blindagem corporativa, seletividade e falta de prestação de contas. A própria composição da Corte revela a concentração de indicações feitas por presidentes ligados ao PT: Lula indicou nomes como Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Flávio Dino; Dilma indicou Luiz Fux e Edson Fachin. Com a vaga de Barroso em disputa, Jorge Messias ainda aguardava deliberação do Senado em 24 de abril de 2026.  O ponto não é discutir apenas quem indicou quem. O ponto é outro, muito mais grave: Como confiar em um sistema que julga o País inteiro, mas resiste a ser julgado pela sociedade? Como organizar uma nação ordeira, produtiva e segura se a cúpula do sistema de Justiça transmite a sensação de que tudo pode ser relativizado? Condenação pode ser desfeita. Escândalo pode ser esquecido. Penduricalho pode ser escondido. Conflito de interesse pode virar “interpretação”. E a falta de transparência pode ser tratada como privilégio institucional. Enquanto isso, nas ruas, a população assiste à explosão da insegurança. No feriado de Tiradentes, reportagens registraram ao menos três assaltos violentos em áreas como Morumbi, Vila Olímpia e Moema, com uma vítima morta e outra em estado grave.  É evidente que criminalidade tem muitas causas. Mas existe uma causa moral que Brasília finge não enxergar: quando a impunidade vira método no topo, a lei perde força na base. Um país não se sustenta apenas com polícia. Não se sustenta apenas com Código Penal. Não se sustenta apenas com discursos sobre democracia. Um país se sustenta quando suas instituições dão exemplo. E hoje o exemplo que vem de cima é péssimo. Executivo desmoralizado. Legislativo acuado. Judiciário opaco. E uma sociedade pagando a conta em medo, impostos, insegurança e indignação. A sociedade está cansada de autoridade sem accountability. Cansada de poder sem consequência. Cansada de toga sem luz. A conclusão é simples: Sem transparência, não há integridade. Sem integridade, não há confiança. Sem confiança, não há ordem. E sem ordem, não há progresso. O Brasil precisa acender a luz do Judiciário. Porque, no escuro, quem prospera não é a Justiça. É a impunidade". Jonas Federighi
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AlexandreSchwartsman
AlexandreSchwartsman@AlexSchwartsman·
Nota da comunidade: “Segundo o STF (ADO 26 e MI 4.733, 13/06/2019), homofobia e transfobia são equiparadas ao crime de racismo, sendo inafiançáveis e imprescritíveis (CF/88, art. 5º, XLII). Não cabe retratação para extinguir a punibilidade nesses casos. portal.stf.jus.br/noticias/verNo…
Gilmar Mendes@gilmarmendes

Há uma indústria de difamação e de acusações caluniosas contra o Supremo. Vou enfrentá-la. E não tenho receio de reconhecer um erro. Errei quando citei a homossexualidade ao me referir ao que seria uma acusação injuriosa contra o ex-governador Romeu Zema. Desculpo-me pelo erro. E reitero o que está certo.

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J.K. Rowling
J.K. Rowling@jk_rowling·
The Scottish government is responsible for this sexual assault. The Supreme Court has confirmed women’s right to single sex spaces, a ruling the SNP continues to flout. If the victim wishes to sue, jkrwf.org can assist with all costs.
Connor Gillies@ConnorGillies

NEW: Police Scotland say a 38 year old prisoner has been arrested and charged after a sexual assault on a woman within HMP Greenock. @SkyNews understands the alleged offender is a transgender inmate who was born male & now identifies as female.

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Maddie
Maddie@sefrae·
@mlsixx @RoninUcrania Acho muito legal essa coisa de ser tão popular e a marca virar o produto
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SoldierBoy
SoldierBoy@mlsixx·
@RoninUcrania @sefrae Não é mesmo, mas em relação a doce de leite “barato” é o melhor. E mto estranho falar Doce de Leite pqp, aqui no RS doce de leite é “Mumu”. Como se fosse aquele negocio de “Cotonete” - Hastes Flexiveis
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