Controversial Python da Silva

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@ControvPython

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Se unió Temmuz 2022
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Controversial Python da Silva
Controversial Python da Silva@ControvPython·
Por que comprei Lula no PolyMarket o Brasil de facto já é 2 países. Lula não é líder verdadeiro do Centro-Sul. (o conjunto Sul+Sudeste+Centro-Oeste). por isso os moradores desses territórios conseguem acreditar na fraqueza dele: pq ele de fato é pouco relevante por lá. mas ele vai ganhar no nordeste com uns 66 a 70%. ok, é o que todo mundo espera, correto? ele ganhar no nordeste e perder nas outras regiões, e isso não atrapalharia o Flávio ganhar no geral.... o problema é q a conta regional das pesquisas em primeiro turno não fecha a conta de uma vitória do Flávio. se o Flávio não passar dos 55% no Sudeste ele perde, e as pesquisas estão dando quase empate. e tem outros sinais negativos. primeiro, a postura dele. o Flávio devia estar massageando o ego de estados do Sul e do Sudeste em vez de cometer o mesmo erro do pai: tentar massagear o ego do Nordeste. ele tem que entender que massagear o ego do Nordeste é o mesmo que massagear o ego de Lula e reforçar o laço do molusco com o Nordeste. e que São Paulo, Paraná e Santa Catarina estão extremamente carentes de alguém que se disponha a massagear o ego deles em rede nacional. hoje em dia no G1 saem muitas notícias negativas sobre SC. a negatividade de SC é coberta em excesso. há MUITA má vontade com SC por parte da imprensa. um grupo de pivetes matando um cachorro em SC repercute mais do que um dia qualquer numa favela de Salvador em q algum traficante violenta menina menor de idade. e isso acontece pq a imprensa trata bandido preto favelado como animal de estimação inocente (régua moral no subsolo), mas trata branco de classe média teuto-descendente com uma régua moral elevada. se o Flávio consegue uns 65 a 67% no Sul SEM massagear o ego da região, imagina onde ele poderia chegar se massageasse. ele devia fazer esse cálculo. ele também demonstra que parou no tempo em 2018, não sabe que horas são. em 2018 o antipetismo se massificou, e as pessoas derrubaram velhos políticos nas urnas impulsionadas por um sentimento de que deveríamos ter acesso a hospitais suíços, ao antirracismo, ao feminismo, enfim, a todas as pautas social-democratas e progressistas de primeiro mundo, através do descarte do PT. muitas pessoas que conheço que votaram em Bolsonaro em 2018 fizeram isso depositando fé em algumas colocações que a direita fazia na época, de que "o PT dividia indevidamente o brasil entre brancos e pretos, nordestinos e sulistas, homens e mulheres", e clamando pelo amadurecimento de uma isonomia social-democrata e progressista. chegamos a 2026 e todas essas pessoas que conheço motivadas por esses fatores em 2018 viraram wokes, antifascistas e apoiadores roxos do voto em Lula (mesmo sem serem "lulistas" nem "petistas"). na década de 2010, ainda havia resquícios da social-democracia mais ou menos isonômica dos anos 2000, na qual não tinha problema você ser homem, ou branco, ou hétero, etc. mas essas mesmas pessoas hoje em 2026 abandonaram a tentativa de tratamento verdadeiramente igualitário e me declaram que "um nordestino falando mal de sulista não é o mesmo que um sulista falando mal do nordeste", que "uma feminista falar que homens são estupradores não é o mesmo que um redpill ser misógino", e que "pretos não têm como ser racistas contra brancos, porque não tem o fator do poder estrutural".... porque de lá pra cá a esquerda reforçou as teses sobre "opressão estrutural", descartando em definitivo o princípio da igualdade perante a lei. se um estudante branco sofrer bullying racial numa escola de maioria preta, essas pessoas hoje em dia fazem uma expressão cínica de menosprezo para com um denunciante, e ignoram o caso. se for o inverso, movem montanhas. pessoas que votaram no Bolsonaro em 2018. o Eduardo Leite votou no Bolsonaro em 2018 e hoje fala em cota trans para concurso público. as eleições da metade e do final da década de 2010 foram uma transição. você ainda ouvia o Trump falar que o terrorismo islâmico era uma ameaça a pessoas LGBT, você via os republicanos tentando explorar mais a tese de que "os democratas são os mais racistas". hoje a direita corretamente abriu mão dessas estratégias, e tenta explorar realmente a pessoa que sabe que a maioria das pessoas LGBT e afroamericanos estão com a esquerda incondicionalmente. no cenário brasileiro, há mais demanda por um discurso de afirmação de valores e de identidade paulista e sulista do que pela pataquada de o PT "ser o verdadeiro inimigo do desenvolvimento do Nordeste". mesmo que isso seja verdade, o Nordeste não liga, e é inimigo de São Paulo na mesma medida. há muito mais potencial de crescer em São Paulo defendendo-o do Nordeste, do que de crescer no Nordeste tentando defendê-lo do PT. há muito mais potencial de crescimento no voto masculino defendendo-o do feminismo do que no voto feminino tentando defender as mulheres da militância trans. a maioria das mulheres é favorável à pauta trans. há mais potencial de crescimento em defender os interesses de trabalhadores que pagam por planos de saúde particular do que de defender o ideal de um SUS no padrão suíço, como se idealizou em 2018. 2018 passou. o pessoal que sonha com um SUS padrão Suíça está agora todo com o Lula. quem não está com Lula, agora, são os realistas que querem continuar tendo o direito de pagar uma Unimed. dentre esses, a maioria já é Bolsonaro, e muitos são voto frágil normie em Lula, nulos, abstenções, ou voto em algum outro candidato no primeiro turno. você tem que crescer aí. da mesma forma, a direita dos EUA começou a entender que havia muito mais potencial em motivar o eleitor branco a sair de casa no dia da eleição para se defender do afroamericano, do que de tentar defender os afroamericanos dos democratas. os blocos eleitorais da esquerda não se movem. a década de 2020 é o momento em que a direita percebeu que é há mais potencial de crescimento em soltar a mão dos blocos cristalizados da esquerda, e buscar aqueles supostos "opressores" que estão há mais tempo politicamente invisíveis. Flávio Bolsonaro não está fazendo essa leitura. ele continua apostando no eleitor momentâneo de 2018, um eleitor que na realidade tinha um perfil social-democrata defensor do estado de bem-estar social. foi um brevíssimo intervalo histórico no qual a direita explorou alguns princípios de defesa do estado de bem-estar social, e que já passou - hoje a direita só cresce entre aqueles que estão CÉTICOS do estado de bem-estar. no momento que o Flávio põe camisa de mais bajulação com o Nordeste, tenta bajular mais as mulheres, entre outros posicionamentos, ele já entra fraco, sem ousadia, para o embate com a esquerda. ele está se curvando à linguagem dela, e ela comodamente usará isso contra ele. a esquerda triturará a reputação dele expondo que ele é machista, que não gosta de nordestino, e por aí vai. mesmo num cenário de hipotética vitória do Flávio, essa postura é um mau presságio para uma futura gestão, por motivos óbvios. se o sujeito se elege dando espaço para o feminismo e para o lobby nordestino, significa que vai nomear muita feminista e muito nordestino. e o que acontece quando você nomeia muitas pessoas assim? você obtém um governo esquerdista. e um monte de esquerdistas aninhados numa gestão Bolsonaro logo entram em atrito e implodem o governo. seria uma reedição da instabilidade do governo do pai, que o fez ceder, permitindo a soltura de Lula, uma esquerda fortalecida, e culminou com a perda da reeleição. farei minha parte e vou votar no Flávio, como ato simbólico contra o domínio insuportável de Lula no regime paralelo do Nordeste, uma Nicarágua parasitando o Brasil dos Bandeirantes. mas por todo o exposto, não estou otimista nem que a vitória virá, nem que uma boa gestão virá em caso de vitória.
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Controversial Python da Silva
@schmittpaula faz anos que o twitter é assim. ele foi projetado pra isso. pra incitar uma resposta do seu fígado a algo que vc lê e que soa a você como um total absurdo, que vc discorda e vai lá responder o tweet.
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Paula Schmitt
Paula Schmitt@schmittpaula·
Notou a inundação de tweets c/o qual vc discorda MUITO? Eles te deixam c/ódio, e incitam resposta fácil e imediata. Notou tbm tweets c/os quais vc concorda? Eles tbm promovem o engajamento. Sabe q tweets não aparecem? Aqueles q te fazem ponderar, e não provocam resposta impulsiva
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Mariana Lescano
Mariana Lescano@amarianalescano·
"Sulista e merda pra mim é a mesma coisa. Tinha que separar do Brasil e jogar uma bomba lá". (Felca, da Rede Globo) Por muuuito menos conservadores foram condenados e presos. Ah, mas ele pode né?
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Millennial Woes
Millennial Woes@MillennialWoes·
Right-wingers need to abandon this loser mindset. If you don't fund art, your enemies will. (In fact, they'll do it anyway, and you won't be countering it with anything. Might as well give up your nuclear weapons too.)
Basil the Great@BasilTheGreat

“I have nothing against artists. I had a rock band myself. My problem is that if you need a government subsidy to make art, you’re no longer an artist - you’re a public employee.” Javier Milei spitting facts

English
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Debs
Debs@olabocos·
Eu gostaria MUITO que vocês perdessem esse tesão em voto feminino e começassem a olhar para as estruturas de poder e influência feminina de forma menos idealizada (coisa que o BAP por exemplo já entendeu). Mas essa é uma conversa que não pretendo ter em português.
Controversial Python da Silva@ControvPython

Débora, acho que passou da hora de tomar uma blackpill que a direita gringa (na inglaterra e nos EUA, por exemplo) tomou: o voto feminino, não importa quanta informação você dê, não importa quantos absurdos você exponha sobre a esquerda.... o voto feminino sempre será uns 50 a 70% pró-establishment. e hoje o establishment é progressista, irracional, antitradicionalista e anticristão. isso não impede que normies cristãs votem majoritariamente no establishment anticristão, com os argumentos mais frágeis que você possa imaginar: "é apenas o direito de cada um viver como quiser", ou "só porque pensa diferente não quer dizer que esteja contra mim". outro ponto: o establishment é abolicionista penal, ele quer que assassinos, latrocidas e est***adores sejam postos sempre de volta nas ruas. isso também não evita que o voto feminino seja majoritariamente favorável a essa política. no Brasil e nos EUA, eles arrumaram um espantalho para canalizar a revolta das mulheres contra abusadores: nos EUA, é a narrativa do Trump Jack, amigo do Epstein, o que implicaria que "votar contra Trump é votar contra abusadores e contra pedófilos", uma narrativa que cai por terra ao se examinar o histórico de juízes abolicionista/progressistas, e a nova legislação do estado da Virgínia, que elimina a pena mínima obrigatória para o est*pro. no Brasil, o espantalho é pior, é o pânico redpill/incel: supostamente o Raiam Santos falar as merdas dele é incentivo para matar mulheres e é o que está por trás das estatísticas de violência. seria cômico, ridículo, se não fosse o estado cognitivo/mental de pessoas com poder suficiente pra nos censurar e colocar na cadeia. o eleitorado feminino está votando na esquerda para condenar abusadores imaginários, enquanto fortalece os maiores facilitadores de abusos reais, concretos. acho q isso expõe uma realidade incômoda sobre a capacidade de senso crítico das mulheres como grupo demográfico: não importa a realidade concreta, os fatos concretos e suas consequências. ao avaliar algo que incomoda e que revolta, não há o encadeamento racional de causas e consequências, há apenas a reprodução cega (como papagaio) das opiniões chanceladas pelo establishment. de modo que, por exemplo, num bairro, você pode ter 99 crimes de determinado tipo, e 1 de outro, mas se as escolas, universidades, a televisão e o cinema só focarem no 1%, é contra esse que elas irão se revoltar. a segurança provida pela autoridade narrativa (o establishment) no plano subjetivo se sobrepõe a qualquer realidade objetiva. as mulheres em sua maioria se sentem mais seguras com est*pradores afegãos soltos do que com eles sendo executados, porque o sistema disse que executar est*pradores afegãos é perigoso e cruel. é a autoridade social, o consenso coletivista e corporativista, que determina o mal-estar ou o bem-estar, independente da violência física. isso tem raízes neurológicas. o mal-estar subjetivo, imaginário, ficcional, se torna mais significativo do que o mal-estar material, físico. há também um fenômeno psicológico, paralelo a isso, de encarar o Lúmpem como penalmente inimputável. funciona assim: o Lúmpem está num outro plano de existência, numa espécie de plano animal. ele é juridicamente tão inocente quanto um gato que te arranha. isso cria uma dinâmica que sufoca o homem comum, o homem que não é bandido, porque ele fica sobrecarregado por vigilância de falas e atitudes civis enquanto o homem sociopata não tem nada a perder e segue sua vida de crime com grandes mecanismos de leniência e atenuação ao cometer violência extrema. isso é análogo a uma tendência observada e reproduzida em menor escala em salas de aula: a autoridade feminina tem um viés favorável ao agressor contumaz e irrecuperável, e desfavorável à legítima defesa e ao "bom menino que revida". o agressor contumaz passa a figurar no inconsciente em outro plano, o da inocência animalesca. o não-contumaz ou o que apenas se defende figura no plano civil humano e é patrulhado e fiscalizado segundo uma régua moral civilizada. há um instinto e memória evolutiva que levam à retração em face da violência e expansão em face de conflitos orais. o eleitorado feminino majoritariamente se posiciona a favor de políticas de censura draconianas no debate civil, e lenientes no combate armado pela ordem pública e pela segurança. eu até acharia pertinente o pânico redpill/incel se o Brasil fosse alguma Noruega, se fôssemos um país rico e civilizado no qual as maiores preocupações seriam o que moleques de apartamento estão assistindo no youtube. mas nós temos peixes muito maiores pra pegar antes de nos preocuparmos com isso. o problema é que esses peixes estão no Lumpemproletariado, os animais inocentes. o Lumpemproletariado é um grupo blindado pelo establishment e pelas escolas. o establishment progressista proíbe você de condenar o Lumpemproletariado de forma proporcional a seus crimes. os esquerdistas são proibidos de condenar o cara pobre que eleva as estatísticas de violência. a massa feminina então adota uma postura rigorosa quando o assunto é combate oral, combate numa guerra de intrigas, patrulhar quem falou mal de quem, patrulhar quem tem preconceito com quem, quem ofendeu quem... e uma retração primal para a posição de cuidadora e nutridora quando o cenário é de guerra e de violência crua. é a sogra devoradora que é Leão de mesa de jantar, leão pra criar intriga e pra patrulhar relações interpessoais, mas que se encolhe toda caso comece uma pancadaria generalizada em algum lugar. o eleitorado feminino em sua maioria é basicamente Bope de Alphaville e enfermeira de Carandiru. ... e onde entram mulheres de direita como vc nessa história? defendo e acompanho o posicionamento de alguns movimentos que já existem, que já desistiram de tentar fazer com que o voto feminino nacional dê mais de 50% à direita em alguma eleição. isso nunca vai acontecer. o que acontece, realmente, é que por volta de 30% a 40% das mulheres são de direita, são mais racionais, aplicam isonomia civilizacional a todos, exigem condenação de agressores contumazes, não têm viés favorável a eles, têm empatia com homens comuns, concatenam causa e consequência de problemas reais, e reagem a eles de acordo, sem se deixar manipular pelas narrativas do establishment. a blackpill é: essas mulheres (de direita) sempre serão minoria (30 a 40%). tendo tomado essa blackpill, eu adotei o posicionamento de alguns militantes e movimentos de ser conscientemente antiliberal na representatividade feminina: as mulheres de direita precisam ter consciência que são minoria vencida, e, já que sabem dos danos que a esquerda lhe causa, precisam lutar para ter representatividade, liberdade e posições de poder apenas para si próprias, para mulheres de direita, evitando "mulheres em geral" ou "liberdade em geral", porque isso simplesmente produz esquerdismo. é uma posição resolutamente contrária ao sufrágio universal livre, reconhecendo a incompatibilidade dele com uma sociedade estável, próspera e racional.

Português
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Gustavo
Gustavo@guaccelerate·
@ControvPython @olabocos O voto é só expressivo, não existe nenhum poder nele. E o poder feminino NUNCA esteve no voto Se não pecebe isso, tá só falando água
Português
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Controversial Python da Silva
não necessariamente eu questiono exclusivamente o voto feminino eu questiono o voto universal de forma geral. voto universal produz declínio civilizacional. não estamos em declínio democrático. votamos cada vez mais. questiono o voto universal, e o erro estratégico de movimentos de direita em tentar angariar apoio das mulheres como se fossem um bloco homogêneo. não são. há um viés natural, que pense para o establishment, que é a esquerda. se você tentar angariar apoio de todo o bloco demográfico, necessariamente você cairá para a esquerda. o que eu defendo é que os movimentos de direita amadureçam a posição das mulheres de direita: são uma minoria diferenciada. e amadureçam também o questionamento sobre o voto universal.
Português
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Gustavo
Gustavo@guaccelerate·
@ControvPython @olabocos Questionar o voto feminino em um período de declínio democrático é uma perda de tempo absurda Puro bode expiatório
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Gabriel Besnos
Gabriel Besnos@Besnos·
@reztirps Não é admissível o Flávio. Com Lula, não tem risco de golpe de estado. É simples assim.
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Andre Spritzer
Andre Spritzer@reztirps·
Nem todo mundo que votaria em Leite permanece com Caiado, pois são perfis muito diferentes. Boa parte vai ficar “sem lar” e pode não votar/anular ou, no limite e à muito contragosto, ir de Lula (novamente, em muitos casos) para impedir que Flávio se torne presidente.
Português
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Controversial Python da Silva
tanto isso é verdade, que foi exatamente assim que a europa se civilizou. a europa era bárbara. e se civilizou através da força. é assim em qualquer civilização. os europeus se civilizaram executando ladrão de cavalo. hoje põem na rua estuprador com dezenas de passagens, porque "muh direitos humanos não podemos fortalecer narrativa de supremacia branca" blá blá blá. o idiota útil da plebe repete isso, e o banqueiro judeu segue dissolvendo as nações europeias e cometendo genocídio.
𝙥𝙚𝙨𝙩𝙚 𝙣𝙚𝙜𝙧𝙖 🇯🇴✊🏿@alfapobre

el salvador mostrou pro mundo que o unico jeito de vc civilizar bárbaros é por meio da força parece q o japao ta começando a aprender isso, ja a europa...

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Controversial Python da Silva
Débora, acho que passou da hora de tomar uma blackpill que a direita gringa (na inglaterra e nos EUA, por exemplo) tomou: o voto feminino, não importa quanta informação você dê, não importa quantos absurdos você exponha sobre a esquerda.... o voto feminino sempre será uns 50 a 70% pró-establishment. e hoje o establishment é progressista, irracional, antitradicionalista e anticristão. isso não impede que normies cristãs votem majoritariamente no establishment anticristão, com os argumentos mais frágeis que você possa imaginar: "é apenas o direito de cada um viver como quiser", ou "só porque pensa diferente não quer dizer que esteja contra mim". outro ponto: o establishment é abolicionista penal, ele quer que assassinos, latrocidas e est***adores sejam postos sempre de volta nas ruas. isso também não evita que o voto feminino seja majoritariamente favorável a essa política. no Brasil e nos EUA, eles arrumaram um espantalho para canalizar a revolta das mulheres contra abusadores: nos EUA, é a narrativa do Trump Jack, amigo do Epstein, o que implicaria que "votar contra Trump é votar contra abusadores e contra pedófilos", uma narrativa que cai por terra ao se examinar o histórico de juízes abolicionista/progressistas, e a nova legislação do estado da Virgínia, que elimina a pena mínima obrigatória para o est*pro. no Brasil, o espantalho é pior, é o pânico redpill/incel: supostamente o Raiam Santos falar as merdas dele é incentivo para matar mulheres e é o que está por trás das estatísticas de violência. seria cômico, ridículo, se não fosse o estado cognitivo/mental de pessoas com poder suficiente pra nos censurar e colocar na cadeia. o eleitorado feminino está votando na esquerda para condenar abusadores imaginários, enquanto fortalece os maiores facilitadores de abusos reais, concretos. acho q isso expõe uma realidade incômoda sobre a capacidade de senso crítico das mulheres como grupo demográfico: não importa a realidade concreta, os fatos concretos e suas consequências. ao avaliar algo que incomoda e que revolta, não há o encadeamento racional de causas e consequências, há apenas a reprodução cega (como papagaio) das opiniões chanceladas pelo establishment. de modo que, por exemplo, num bairro, você pode ter 99 crimes de determinado tipo, e 1 de outro, mas se as escolas, universidades, a televisão e o cinema só focarem no 1%, é contra esse que elas irão se revoltar. a segurança provida pela autoridade narrativa (o establishment) no plano subjetivo se sobrepõe a qualquer realidade objetiva. as mulheres em sua maioria se sentem mais seguras com est*pradores afegãos soltos do que com eles sendo executados, porque o sistema disse que executar est*pradores afegãos é perigoso e cruel. é a autoridade social, o consenso coletivista e corporativista, que determina o mal-estar ou o bem-estar, independente da violência física. isso tem raízes neurológicas. o mal-estar subjetivo, imaginário, ficcional, se torna mais significativo do que o mal-estar material, físico. há também um fenômeno psicológico, paralelo a isso, de encarar o Lúmpem como penalmente inimputável. funciona assim: o Lúmpem está num outro plano de existência, numa espécie de plano animal. ele é juridicamente tão inocente quanto um gato que te arranha. isso cria uma dinâmica que sufoca o homem comum, o homem que não é bandido, porque ele fica sobrecarregado por vigilância de falas e atitudes civis enquanto o homem sociopata não tem nada a perder e segue sua vida de crime com grandes mecanismos de leniência e atenuação ao cometer violência extrema. isso é análogo a uma tendência observada e reproduzida em menor escala em salas de aula: a autoridade feminina tem um viés favorável ao agressor contumaz e irrecuperável, e desfavorável à legítima defesa e ao "bom menino que revida". o agressor contumaz passa a figurar no inconsciente em outro plano, o da inocência animalesca. o não-contumaz ou o que apenas se defende figura no plano civil humano e é patrulhado e fiscalizado segundo uma régua moral civilizada. há um instinto e memória evolutiva que levam à retração em face da violência e expansão em face de conflitos orais. o eleitorado feminino majoritariamente se posiciona a favor de políticas de censura draconianas no debate civil, e lenientes no combate armado pela ordem pública e pela segurança. eu até acharia pertinente o pânico redpill/incel se o Brasil fosse alguma Noruega, se fôssemos um país rico e civilizado no qual as maiores preocupações seriam o que moleques de apartamento estão assistindo no youtube. mas nós temos peixes muito maiores pra pegar antes de nos preocuparmos com isso. o problema é que esses peixes estão no Lumpemproletariado, os animais inocentes. o Lumpemproletariado é um grupo blindado pelo establishment e pelas escolas. o establishment progressista proíbe você de condenar o Lumpemproletariado de forma proporcional a seus crimes. os esquerdistas são proibidos de condenar o cara pobre que eleva as estatísticas de violência. a massa feminina então adota uma postura rigorosa quando o assunto é combate oral, combate numa guerra de intrigas, patrulhar quem falou mal de quem, patrulhar quem tem preconceito com quem, quem ofendeu quem... e uma retração primal para a posição de cuidadora e nutridora quando o cenário é de guerra e de violência crua. é a sogra devoradora que é Leão de mesa de jantar, leão pra criar intriga e pra patrulhar relações interpessoais, mas que se encolhe toda caso comece uma pancadaria generalizada em algum lugar. o eleitorado feminino em sua maioria é basicamente Bope de Alphaville e enfermeira de Carandiru. ... e onde entram mulheres de direita como vc nessa história? defendo e acompanho o posicionamento de alguns movimentos que já existem, que já desistiram de tentar fazer com que o voto feminino nacional dê mais de 50% à direita em alguma eleição. isso nunca vai acontecer. o que acontece, realmente, é que por volta de 30% a 40% das mulheres são de direita, são mais racionais, aplicam isonomia civilizacional a todos, exigem condenação de agressores contumazes, não têm viés favorável a eles, têm empatia com homens comuns, concatenam causa e consequência de problemas reais, e reagem a eles de acordo, sem se deixar manipular pelas narrativas do establishment. a blackpill é: essas mulheres (de direita) sempre serão minoria (30 a 40%). tendo tomado essa blackpill, eu adotei o posicionamento de alguns militantes e movimentos de ser conscientemente antiliberal na representatividade feminina: as mulheres de direita precisam ter consciência que são minoria vencida, e, já que sabem dos danos que a esquerda lhe causa, precisam lutar para ter representatividade, liberdade e posições de poder apenas para si próprias, para mulheres de direita, evitando "mulheres em geral" ou "liberdade em geral", porque isso simplesmente produz esquerdismo. é uma posição resolutamente contrária ao sufrágio universal livre, reconhecendo a incompatibilidade dele com uma sociedade estável, próspera e racional.
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Debs
Debs@olabocos·
A direita passou mais de uma década nessa campanha de criar contra-narrativas, manuais “desmentindo as mentiras feministas”, panfletos atrás de panfletos, e isso obviamente não funcionou. Mudar a narrativa para “criminalização da masculinidade”? Piorou, nem panfleto tem.
Felipe Pedri@FelipePedri

Vamos de novo: NÃO adianta tentar "refutar" o PL da Misoginia mostrando a "hipocrisia da esquerda" e na disputa entre quem "protege mais as mulheres", isso só reforça mais premissas feministas e deixa de lado o mais importante: alertar para a CRIMINALIZAÇÃO DA MASCULINIDADE, seja na fase adulta, seja na modelagem de pequenos de 5,6 e 7 anos de idade.

Português
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Controversial Python da Silva
fale-se o que quiser dos evangélicos, mas são o único grupo consistentemente conservador nos costumes e na política. se não fosse por eles, não haveria mais direita nas Américas. os evangélicos nos EUA carregam o partido republicano nas costas. e o mais impressionante é que eles conseguem ter uma adesão consistente à direita mesmo entre as mulheres. de tal forma que considero já justificável que sejam categorizados de forma independente do "protestantismo".
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Duck Go
Duck Go@DuckGo9·
@ControvPython @ItaloJuanitofc9 @Tecladoquebrou Irmão, do cristianismo hoje as únicas igrejas que se salvam são as evangélicas de bairro com cadeirinha de plástico... Até na ortodoxa já está tendo umas paradas peculiares
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Controversial Python da Silva
é capaz o próprio Robert Prevost condenar essa manifestação como "extremista", "intolernte", "supremacista" ou qualquer groselha dessas. a Santa Sé está ocupada pelo ecumenismo globalista. não chega ao extremo dos protestantes mainline (exemplo: anglicanos), mas tá uma bela porcaria woke. católico based e conservador de verdade hoje tem que ser sedevacantista.
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イタロItalo
イタロItalo@ItaloJuanitofc9·
@Tecladoquebrou Resumo: o estado até tolera católicos, desde que você seja "católico espírita", "católico não praticante".
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Controversial Python da Silva
o Flávio Bolsonaro é míope, mas se isso acontecer (o PSD lançar Caiado) terá sido uma vitória para ele também, depois do tiro no pé (em relação a campanha presidencial, não em relação à campanha estadual do Paraná) que ele deu quando o PL dinamitou a canddiatura do Ratinho Jr. Caiado é um dos melhores oradores que a direita tem. os votos dele no 1º turno migram para o Flávio no segundo. Goiás é um estado bem sucedido na segurança pública. Caiado se saía bem nos debates de 1989. sempre foi um dos melhores nomes da direita já desde aquela época. sempre achei um desperdício ele não ter tido mais projeção nacional desde então. o Eduardo Leite apoia Lula no 2º turno. esse movimento pode ter definido a eleição deste ano (em favor do Flávio). porque o PT nunca ganhou eleição em primeiro turno, e para o segundo, parece que o único nome de esquerda expressivo que ficou foi o Aldo Rebelo, fora os possíveis nanicos extremistas de sempre, do PSTU, UP, PCB, PCO. o Renan vai atacar muito o Flávio e o Bolsonarismo, mas ele não tem controle sobre seus eleitores, que devem migrar para a direita. seria a primeira vez desde 1994 que a direita teria o terceiro e o quarto colocados do primeiro turno a seu favor no segundo turno. em 1994, eleição resolvida no primeiro turno, havia Enéas e Quércia (e sim - considero-o direita e não centrão).
Eleições em Pauta@eleicoesempauta

🇧🇷 PSD de Kassab anunciará hoje, às 16h, que Caiado será candidato a presidente (OGlobo). Governador de Goiás venceu a disputa interna contra Eduardo Leite.

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