The_U
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The_U
@InterPrecisod46
absolutamente de saco cheio de todo mundo .. era isso. ao idiotas motociatas.... Emmanuel Rach


🚉 DE VOLTA AOS TRILHOS Um estudo do governo federal, em parceria com o BID, aponta que cerca de 7.400 km de ferrovias abandonadas no Brasil podem ser reativados, mas dependem de investimento público estimado em R$ 75 bilhões.

⛽ PREÇO DA GASOLINA - Petrobrás: R$ 2,50 - Refinarias privatizadas por Bolsonaro: R$ 4,09 (64% mais caro) ⛽ PREÇO DO DIESEL - Petrobrás: R$ 3,60 - Refinarias privatizadas por Bolsonaro: R$ 6,15 (71% mais caro) Flávio Bolsonaro quer privatizar 95% das estatais...






Em contato comigo, Torcedor que aparece tirando foto do goleiro gremista esclarece situação e diz que não volta mais ao Beira-Rio






Imperatriz, Maranhão. 2015. Uma mãe filmou a filha de 7 anos fazendo manobras de skate no quintal de casa. Ela estava vestida de fada. Mandou o vídeo para Tony Hawk. A maior lenda do skate de todos os tempos. Ele repostou com a legenda: "Não sei nada sobre isso, mas é incrível: um heelflip de conto de fadas no Brasil." Mais de 2 milhões de visualizações. A Fadinha nasceu ali. A maioria das viralizações termina em duas semanas. O algoritmo esquece. A vida segue. Com Rayssa Leal foi diferente. O vídeo foi o primeiro segundo de um plano que durou a década seguinte. Aos 11 anos: mais jovem a vencer uma final feminina da Street League Skateboarding. Aos 13: prata em Tóquio. Mais jovem medalhista olímpica brasileira da história. Aos 16: bronze em Paris. Tricampeã mundial da SLS. Primeira mulher a tirar nota 9 na competição. Primeira brasileira embaixadora global da Louis Vuitton. Ao lado de Zendaya, Emma Stone e BTS. Aos 18 anos: patrimônio estimado em mais de R$ 90 milhões. 13 patrocínios ativos. Entre R$ 10 e R$ 15 milhões por ano só com marcas. 12 milhões de seguidores no Instagram. Sem sair de Imperatriz. Doou R$ 250 mil para ONG que leva skate para crianças em vulnerabilidade. Construiu pista de skate na própria casa no Maranhão. Fadinha não é apelido. É posicionamento. Conecta fantasia infantil, superação regional, potência feminina e performance numa narrativa que qualquer marca do mundo quer associar ao nome. A Louis Vuitton não patrocina porque ela anda de skate. Patrocina porque a história dela vende o que a grife quer vender. Autenticidade. Juventude. Ousadia. Ascensão. Viralizar é acidente. O que veio depois foi engenharia. @negocializando 🗞️ SIGA 👉 @Lordnewsbrasil PARA MUITO MAIS 🔥











