
demelo
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demelo
@davidemelo01
não busque salvar o mundo, busque se salvar do mundo.



Não retiro uma vírgula.







tenho um pouco de preconceito com quem vive de renda de aluguel de imóvel




🇭🇹 Camisa 10 do Haiti, Jean-Ricner Bellegarde nunca pisou no país e foi batizado por enfermeiros. Fã de Ronaldinho Gaúcho, o meia nasceu prematuro, com 6 meses, enquanto a mãe entrava em coma. Sem mais nenhum familiar no local e diante da incerteza se a mãe sobreviveria, foi a equipe do hospital quem batizou o recém-nascido. “Minha mãe estava em coma, então, não havia ninguém lá para me dar um nome. Foi o hospital que me deu este nome. Quando minha mãe acordou, disse que manteria porque eles haviam dito que corríamos risco de vida e era ela ou eu, mas tivemos a sorte de sobreviver. Hoje, quando minha mãe me chama de Jean-Ricner, ela diz isso com orgulho. Eu também tenho orgulho. Ainda estou tentando encontrar os profissionais que nos salvaram, mas ainda não encontrei”, disse o jogador em entrevista ao Le Media Carré. Nascido e criado na França, Bellegarde tem ascendência haitiana por parte de pai, mas jogou nas seleções de base da França. Foi em 2025 que ele decidiu defender o Haiti. “Pensei: vou representar o Haiti, o país do meu pai. Os jogadores me incentivaram a ir. Eles realmente queriam que eu me juntasse a eles. Até mesmo as pessoas queriam. Isso me motivou. Sei que a história da Seleção Francesa já está escrita. Se você se classifica ou ganha a Copa do Mundo com a França, dizem que é só mais um dia de trabalho. Eu queria escrever a minha história com o Haiti”, afirmou Bellegarde ao site Sofoot. O Haiti conseguiu a façanha de se classificar para Copa sem poder atuar no país. Todos os jogos como mandante tiveram que ocorrer fora de casa por causa dos conflitos no país. Por causa disso, assim como o técnico Migné, Bellegarde jamais pisou no Haiti. “É uma pena não poder jogar no Haiti, especialmente para mim, que nunca estive lá. Também acho que essa conquista traz muita esperança para as pessoas que estão passando por momentos tão difíceis. É frustrante porque sei que existem lugares lindos lá, então quero caminhar pela terra onde minha família cresceu. Me entristece não poder conhecer meu país. Espero que o futebol ajude a acalmar os conflitos. Quando nos classificamos, a guerra diminuiu por 2 ou 3 dias. Espero que vençamos uma partida na Copa para que as coisas se acalmem ainda mais”, disse. 🗞️ @geglobo 📸 Seleção do Haiti







Olha aí, mistério resolvido. Poatan vai tentar de novo. O que acham?



gimana ya rasanya dinyanyiin satu stadion gini























