Danielle Zulques

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Danielle Zulques

Danielle Zulques

@daniellezulques

Diretora de política e sociedade e colunista do IREE

Inscrit le Aralık 2018
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IREE
IREE@ireebr·
Em seu artigo, a diretora do IREE @daniellezulques reflete sobre o impacto da megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, e discute como a lógica do medo tem orientado políticas públicas e moldado a vida nas cidades brasileiras. 🔗 Leia em iree.org.br/o-medo-no-coma…
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Danielle Zulques
Danielle Zulques@daniellezulques·
Enquanto a multidão vibra pela limpeza, elas enterram os filhos com as próprias mãos, carregando culpa que não é delas. E choram escondido, porque a sociedade ensinou que mãe de bandido não pode sofrer. Como se o luto fosse proibido pra quem nasceu do lado errado do muro.
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Danielle Zulques
Danielle Zulques@daniellezulques·
Os bandidos estão mortos. Mas as mães continuam aqui. Destruídas, sem chão, tentando entender em que momento o país decidiu que elas também mereciam morrer um pouco junto. A mãe não tem espaço na guerra e covardemente é vista como cúmplice, como fracasso, como vergonha.
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Walfrido Warde
Walfrido Warde@WalfridoWarde·
Os 3 elementos constitutivos de uma nação são povo, território e governo. As máfias dominam esses 3 elementos em muitos lugares do país. É urgente retomar os territórios do crime, o seu governo, para salvar o povo. E isso se faz com ocupação e presença do Estado, urbanização e dignidade de vida, perspectivas de trabalho e inclusão social, policiamento de aproximação. Incursão violenta em território do crime sem todo o resto é enxugar gelo, ou pior: disputa disfarçada de território por máfias concorrentes.
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Walfrido Warde
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Mata-mata: temo uma concorrência mortífera entre governos estaduais, sob a lógica de que o mais eficiente no combate às máfias é aquele que mata mais. E assim transformam homens da lei em assassinos, governos em máquinas de morte e o Estado em instrumento do crime, para a felicidade do PCC e do CV, que, diante da pobreza e da falta de perspectiva, podem recrutar infinitamente. É a Idade Média da Segurança Pública, o avesso do que se tem de fazer.
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Walfrido Warde
Walfrido Warde@WalfridoWarde·
O uso de força letal pelo Estado se justifica nas hipóteses previstas em lei. Todas elas pressupõem legítima defesa da vida. Assassinato indiscriminado, que transforma policiais em investigadores, promotores, juízes e carrascos em uma fração de segundos serve de nada para desmantelar máfias. Não se enganem, não se encantem pela morte de meninos pretos e pobres, pelos quais muitos nutrem ódio porque foram seduzidos pelo crime. Mata-lós não vai nos tornar mais seguros.
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Walfrido Warde
Walfrido Warde@WalfridoWarde·
É indispensável o combate repressivo às máfias, por meio da criação de uma Autoridade Nacional Antimáfia, capaz de recrutar agentes policiais de todas as forças do país, contratar especialistas, infiltrar agentes, com uso de tecnologia de ponta. Tudo isso para deter lideranças, confiscar ativos do crime, admoestar associações às máfias e impedir sua infiltração na economia e nos governos. Mais inteligência, menos violência.
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Danielle Zulques
Danielle Zulques@daniellezulques·
O especialista de tudo é o retrato da era da crença: fala com convicção, ignora o estudo e transforma a ignorância em conteúdo rentável.
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Em seu novo artigo, @daniellezulques propõe uma reflexão: saímos da era da pós-verdade e entramos na era da crença. Se antes os fatos eram distorcidos, agora corremos o risco de vê-los simplesmente deixarem de importar. Leia em iree.org.br/o-triunfo-da-c…
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Danielle Zulques
Danielle Zulques@daniellezulques·
@WalfridoWarde Não é conservadorismo, é civilização. Sem regras básicas de convivência, a liberdade vira caos. Higiene, respeito, trabalho e empatia não são moralismo, são alicerces do comum. Quando o “eu” vence o “nós”, o mundo desaba. E é isso que temos visto.
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Walfrido Warde
Walfrido Warde@WalfridoWarde·
Não existe sociedade sem regras. E não as regras jurídicas, apenas. Mas aquelas que construímos historicamente. Algumas podem oprimir, podem nos dividir e discriminar, e o certo é que nós nos livremos dessas. Mas há outras imprescindíveis, como ter disciplina, estudar, trabalhar, pagar contas, ajudar o próximo, respeitar as pessoas, agir com polidez, indiscriminadamente, manter-se limpo e, dentro do possível, apropriadamente vestido, cumprir os deveres que assumimos, entender que temos e exercemos papéis sociais etc. Parece conservadorismo, mas não é. Eu me refiro a regras civilizatórias essências. Sem elas vai tudo pro vinagre.
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A Diretora do IREE @daniellezulques destaca como os avanços da economia chinesa estão conectados com uma filosofia que privilegia o comum sobre o individual. Leia o artigo em iree.org.br/a-vez-da-china…
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A Diretora do IREE @daniellezulques reflete sobre a centralidade histórica da China, seus avanços recentes e a dificuldade do Ocidente em reconhecer essa realidade. Leia o artigo em iree.org.br/a-vez-da-china…
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Será que estamos mesmo tão divididos? Nas redes tudo soa como confronto, mas na vida real a convivência segue possível e essencial, como reflete a Diretora do IREE @daniellezulques em seu novo artigo. Leia em iree.org.br/o-barulho-das-…
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Danielle Zulques
Danielle Zulques@daniellezulques·
O problema nunca é só o criminoso. É a plateia que o transforma em ídolo. Enquanto o crime render like, fama e publi, continuaremos fabricando monstros com nossas próprias mãos.
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Danielle Zulques
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Hoje, mais um exemplo, Bia Miranda e Gato Preto, bêbados, bateram uma Ferrari às 6 da manhã num pai que levava o filho para a faculdade. Eles não perderão seguidores. Vão ganhar dinheiro com o acidente.
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Danielle Zulques
Danielle Zulques@daniellezulques·
Hytalo Santos não surgiu do nada. Ele só existiu porque milhões assistiram, curtiram e compartilharam seus vídeos explorando menores. Não foi um acidente.
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Por que a violência contra mulher não diminui? A Lei Maria da Penha completa 19 anos, mas ainda hoje vemos subir os casos de feminicídios. Leia sobre os desafios para o enfrentamento da violência de gênero em iree.org.br/por-que-a-viol…
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Danielle Zulques
Danielle Zulques@daniellezulques·
Um homem mata um gari com um tiro no peito e depois vai treinar. Se diz cristão e patriota, mas age como se a vida alheia fosse descartável. É a confiança de quem sabe que a justiça, aqui, não é cega, ela enxerga muito bem a cor da pele, a classe social e o lado da arma.
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Danielle Zulques
Danielle Zulques@daniellezulques·
Eparrey, minha mãe! Leva o que não é meu. Deixa só o que me fortalece. Gira comigo. Fica comigo. Vive em mim. Eu sou tua. E nada, nem ninguém, vai me parar 🌪️
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Danielle Zulques
Danielle Zulques@daniellezulques·
Sou filha da mulher que comanda o céu. Sou filha da senhora que sopra sobre a terra. Sou filha da dona dos espíritos, da que conversa com o invisível. Sou filha da tempestade. Sou filha da liberdade.
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