
Deputados do PCP no PE
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Deputados do PCP no PE
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Página de divulgação do trabalho dos deputados do PCP no Parlamento Europeu.










📢João Oliveira, deputado do PCP no Parlamento Europeu, recebeu em Bruxelas, um grupo de trabalhadores do sector automóvel, organizados na Fiequimetal - Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas - CGTP-IN. Esta iniciativa permitiu a discussão de questões dos trabalhadores e a afirmação da necessidade urgente de romper com as políticas de desvalorização do trabalho e de concentração da riqueza nos grandes grupos económicos. Os trabalhadores do sector automóvel denunciaram no Parlamento Europeu que, apesar dos enormes lucros e da importância estratégica da indústria, continuam a enfrentar salários insuficientes, precariedade e ritmos de trabalho insustentáveis. A luta pelo aumento significativo dos salários é hoje inseparável da defesa da dignidade de quem trabalha. Não é aceitável que, perante lucros milionários, se continue a negar a redução do horário de trabalho, sem perda de direitos ou de remuneração, que é uma medida essencial para garantir melhores condições de vida e combater a exploração. Para além da rejeição do Pacote Laboral, das reivindicações por aumento real dos salários, redução do horário de trabalho sem perda de direitos, melhoria das condições de trabalho e garantia de emprego seguro, também as políticas neoliberais da UE afectam especificamente estes trabalhadores. Em destaque esteve a forma como a UE tem imposto as “transições verde e digital”, sem consideração pela protecção do emprego, resultando em perdas significativas de postos de trabalho e deslocações de produção para países com mão de obra mais barata, tanto dentro como fora da UE, agravando a insegurança laboral e as desigualdades regionais no sector automóvel. Discutiram-se ainda as preocupações com o aproveitamento da automação e da introdução de inteligência artificial para substituir trabalhadores e funções humanas, reduzir garantias de estabilidade ou direitos. Estes trabalhadores e os seus representantes sindicais rejeitam que a resposta da UE a estas situações seja apenas um pacote de subsídios às empresas, sem que existam compromissos fortes com os direitos e a estabilidade dos trabalhadores, e exigem que a tecnologia e as políticas industriais sirvam para promover o emprego, melhorar as condições de trabalho e reforçar os direitos laborais, em vez de aprofundar e agravar a exploração. No Parlamento Europeu, reafirmaram a necessidade de contratação colectiva robusta e de políticas que coloquem a tecnologia ao serviço do trabalho, garantindo formação, emprego e valorização profissional. #PCP #partidocomunistaportugues #semprecontigo #semprecontigo #paraoquederevier #trabalhadores #nãoaopacotelaboral #pacotelaboral #trabalhocomdireitos














