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Fábio Schlickmann
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Fábio Schlickmann
@PrestandoProva
Advogado (OAB/SC 29.664). Professor universitário (curso de Direito). Católico. 01/01.
Balneário Camboriú Bergabung Haziran 2009
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Em 2026, várias nações enfrentam o problema da crise demográfica. Já postei sobre isso aqui em forma de artigo.
Mas um presidente declarou esses dias que a mulher tem que parar de ter filhos.
O brasileiro que pensa isso é burro igual ao cachaceiro descrito pelo Away em "a cultura da cachaça".
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@madeinbajor "Tempo de qualidade" inclui gastar dinheiro? Então você também é materialista.
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💸 Bens materiais são importantes. Só jovem acha que não é pq não tem. Esse negócio de colecionar momentos é bonitinho mas colecionar dinheiro é mais legal. #bajo38591

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@oihelend Spoiler: a maioria sempre acaba com o pior de todos.
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@madeinbajor Mais uma que começou a dar porque era livre e independente mas esperava casar com o contatinho.
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Não precisa ser uma ruptura dramática, vai reduzindo o contato aos poucos enquanto constrói outros apoios. #bajo38541

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@blognaointendo Funcionou bem. Ainda mais no tempo em que a gente alugava o VHS e via na TV de tubo, que tem uma definição baixa pra caramba.
Mesmo em DVD deve ter funcionado bem. Agora é que aparece.
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@madeinbajor Depois de uma certa idade a gente começa a perceber que tem pouca coisa no mundo para a gente admirar.
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Eu tbm acho estranho por um lado.
Mas por outro eu sei q eu por exemplo consigo viver sem ouvir música e tem gente que não consegue de jeito nenhum #bajo38542

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#bajo38569
Hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah hahahahah

Filipino
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Pouca gente ficou sabendo, mas o governo implantou um modelo quase libertário para lidar com vício em jogos. É a autoexclusão, bastante usada em Estados americanos.
Se a pessoa acha que precisa ser proibida de jogar, entra com o gov-br na plataforma de autoexclusão e inclui seu CPF numa lista negra. A partir de então, as bets deixam de aceitar seu cadastro.
Se houver uma recaída e o jogador quiser voltar às apostas, pode voltar - mas só depois de alguns meses, pra poder pensar melhor. Ele próprio determina esse tempo de espera quando se cadastra na autoexclusão.
Não sei se o modelo vai pegar - pouca gente tem falado sobre ele. Mas é uma ideia interessante, que dá proteção ao viciado preservando a liberdade dos outros. Também poderia existir para álcool, cigarro, cassinos, etc.
Uma surpresa ver um modelo assim num país tão acostumado à ideia de que o cidadão comum é incapaz de decidir o que é melhor para si próprio.
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