Electric Marshmallow
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Electric Marshmallow
@Prime_MPE
Electrifying free speech and grounded in truth. Standing for common sense, biological reality, and the power of open debate.
Bergabung Ağustos 2024
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Paris, bidonville portuguesa, anos 60.

🇮🇱BB@HRamos____
@theluisribeiro França já está um País favelado! Portugal será o próximo a ficar uma favela
Español

Mariana Vieira da Silva considera desproporcionais as buscas relacionadas com autarcas do PS #Echobox=1780160306" target="_blank" rel="nofollow noopener">sicnoticias.pt/pais/politica/…
Português

@FranceskAlbs What was the context? Ahh you don’t know, do you?
English

Dutch friends.
"If you tolerate this, then your children will be next" (cit)
José Aroca@JoseArocaALC
Policía holandesa machaca a mujer embarazada y el marido (palestino) es brutalmente apaleado al tratar de defenderla. La mujer dio a luz tres días después, parto prematuro provocado por el fascismo institucional que asola a toda Europa.
English

O socialista João Soares sente-se ofendido com as buscas da Polícia Judiciária à sede do Partido Socialista. Considera que foram excessivas.
rtp.pt/noticias/polit…
Português

📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Português

To the Islamophobia Patients Who Attack Me Because I Converted from Christianity to Islam
There is something I want to say to them.
I was born in Korea in 1986, and in 2009, I left Christianity and entered Islam.
Even after converting, I studied Islam for more than ten years while traveling through several Middle Eastern countries. I studied for my own sake, because I could not allow myself to believe in a false religion.
So please be assured: Islam is indeed the religion of truth.
I believe Islamophobia is not merely ignorance, but a kind of illness.
I, too, had many strange prejudices about Islam when I was a Christian. But after breaking free from those prejudices, my health improved and my life changed.
A life without Islam is not truly living. Even if I were offered hundreds of billions, I would never abandon Islam. I cannot even imagine a life without Islam.

Al Madinah Al Munawwarah, Kingdom of Saudi Arabia 🇸🇦 English

Dois imigrantes espancam uma agente da polícia no aeroporto de Manchester. Existe um vídeo que prova tudo.
A justiça decide: não haverá segundo julgamento.
Enquanto isso, britânicos apodrecem na prisão por comentários na internet.
No Reino Unido, as vítimas sangram e os criminosos são protegidos em nome da farsa a que chamam diversidade cultural. Vergonha absoluta!
O Ocidente transformou-se num circo, liderado por palhaços.
Revoltante!

Português

Joana Gorjão Henriques: “Portugal continua num apartheid de poder. Só temos uma deputada negra, a Eva Cruzeiro” #Echobox=1780051064" target="_blank" rel="nofollow noopener">sicnoticias.pt/podcasts/a-bel…
Português

No second retrial for men accused of airport brawl bbc.in/4wW8yM5
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