Tanyca
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@Tanyca2
VIDA E VIDA 《☆♡☆》 💚🇧🇷💚


URGENTE: Promesa de masacres masivas en directo por la televisión de la Guardia Revolucionaria Islámica. 🚨 El Presidente del Tribunal Supremo de la República Islámica apareció descaradamente en la televisión estatal y le gritó al Presidente Trump: “¿Quién eres tú para decirnos que no los ejecutemos?”. Declaró oficialmente que el régimen ignorará por completo a la comunidad internacional y prometió llevar a cabo ejecuciones “rápidas y despiadadas”. ¡Los mismos hombres cuyas manos están manchadas con la sangre de 45.000 iraníes inocentes ahora prometen una oleada de nuevas ejecuciones! El mundo necesita ver esto. ¡TERMINEN EL TRABAJO! ¡NO MÁS NEGOCIACIONES! Vía @patriot_apranik

A esquerda fala em perdão, mas pratica vingança. Enquanto seus aliados foram anistiados, presos políticos do 8 de janeiro foram condenados a penas absurdas, desproporcionais, em escala industrial. O Congresso tem o dever de reagir, corrigir excessos, virar essa página e pacificar o Brasil! Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: youtu.be/VqHgV9go9C8








A entrevista de Eduardo Bolsonaro à TMC 360 deixa uma coisa muito clara: a direita entendeu que 2026 não será apenas uma eleição, será uma disputa de sobrevivência política, institucional e moral. Enquanto alguns ainda fingem que tudo é normal, Eduardo expõe o óbvio que Brasília tenta esconder: a rejeição de Messias no Senado não foi um acidente, foi um recado. Pela primeira vez em mais de 130 anos, uma indicação presidencial caiu. E caiu mesmo com emendas, pressão e máquina funcionando. Isso não é detalhe. Isso é sintoma de fim de ciclo. O governo Lula começa a sentir o cafezinho frio do poder. Aquele momento em que os aliados sorriem menos, os oportunistas calculam mais e o Congresso percebe que talvez já não valha a pena afundar junto. Eduardo @BolsonaroSP também toca no ponto central: a direita pode ter divergências, vaidades e disputas internas, mas precisa entender que o inimigo real não é a crítica de rede social, nem a briga entre nomes fortes. O inimigo real é a continuidade de um sistema que prende adversários, censura vozes, protege criminosos e chama tudo isso de democracia. Sobre a dosimetria, a mensagem é dura: é melhor do que nada, mas não substitui a anistia. Porque enquanto a caneta final continuar na mão de quem perseguiu, condenou e abusou do poder, qualquer correção pode virar apenas mais uma promessa arrastada no labirinto judicial. No fundo, a entrevista mostra um Brasil dividido entre dois caminhos. De um lado, o país da censura, da vingança, da insegurança e do endividamento. Do outro, uma direita tentando reorganizar forças para devolver ao povo o mínimo que uma nação séria deveria garantir: liberdade, segurança e justiça. E talvez seja exatamente isso que assuste tanta gente. Porque quando a direita para de pedir licença e começa a construir poder, o sistema inteiro sente o chão tremer.






