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El pensamiento condiciona la acción. Aristoteles 300 y 🗻 AC

Bergabung Mart 2014
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Khozinaev
Khozinaev@97rozina97·
A Guerra Russo-Circassiana (1763-1864) culminou no Genocídio Circassiano. Entre 1 e 1,5 milhão de circassianos foram mortos, e outro milhão, deportado entre 1864-1867, que se disperssaram por diversos paises como Turquia, Jordânia, Síria, Israel, Alemanha...
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Engenheiro Leo ⬛🟨⬜
Engenheiro Leo ⬛🟨⬜@oengenheiroleo·
A imagem foi capturada por Christiaan Snouck Hurgronje e mostra um comerciante mecano (agente do Grande Xerife) com seu escravo circassiano. Esta fotografia é parte de uma coleção que documenta a vida social e costumes em Meca durante aquele período.
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Jorge Ventura
Jorge Ventura@joxventura·
@DavidSa67369200 A dança é originária do Caucaso, o Caucaso ter sido colonizado pela Russia não faz dele Russia. Isto não é uma opinião.
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Instituto Rothbard
Instituto Rothbard@rothbard_brasil·
A vasta abundância de material sobre o Holocausto Pense por um momento em todas as campanhas de extermínio e genocídio que ocorreram ao longo da história. Pense no genocídio armênio, no genocídio circassiano, no genocídio assírio, no genocídio de bosníacos de Srebrenica, no genocídio selk’nam, no genocídio do povo ucraniano (Holodomor) e no atual genocídio de palestinos na Faixa de Gaza e na Cisjordânia — executado de forma intermitente pelo estado sionista de Israel, desde muito antes de outubro de 2023. E tenha em mente que os genocídios citados são apenas algumas das inúmeras campanhas de extermínio sistemático de seres humanos executadas no decorrer da história. Muitos outros poderiam ser lembrados. De fato, a história humana está saturada de episódios deploráveis de mortandade em larga escala, no qual um governo ou potência política decidiu eliminar completamente uma raça, grupo ou coletivo de seres humanos, para expandir seus domínios territoriais e impor a sua soberania. Não obstante, é fato indiscutível que debatemos de forma corriqueira e recorrente, à exaustão, apenas um genocídio, que se propõe a ser o pior de todos eles: o Holocausto — como ficou conhecido o extermínio de judeus europeus, considerados um anátema pela ditadura nazista, que monopolizou o poder político na Alemanha entre 1933 e 1945. Por razões óbvias, o Holocausto simplesmente dispensa apresentações ou longas introduções. Todos nós já fomos expostos à uma considerável abundância de material sobre o Holocausto, à exaustão — de maneira que é totalmente desnecessário que eu me prolongue nessa questão. Entretanto, existem muitas questões que levantam controvérsias e geram inúmeros debates sobre o Holocausto. Concernente a esse tema, existem dois tópicos que merecem nossa atenção. Primeiramente, é necessário reconhecer que os nazistas não perseguiram unicamente judeus. Ciganos, deficientes físicos, deficientes mentais e cristãos (de variadas denominações) que não se curvaram ao regime também foram duramente perseguidos, torturados e eliminados. E em segundo lugar, é fundamental reconhecer a arbitrariedade do número — excessivamente elevado, diga-se de passagem — de judeus que teriam sido supostamente eliminados em campos de concentração. Quanto ao número exato de judeus que foram mortos, podemos chegar em cifras variadas, algumas delas com maior consistência histórica, outras com menos. Um judeu americano chamado Moshe Aryeh Friedman foi duramente perseguido pelos seus correligionários da comunidade judaica, por afirmar que o número exato de judeus exterminados durante o Holocausto teria sido de aproximadamente um milhão. No entanto, meu objetivo primordial ao expor esse argumento é mostrar ao leitor um fato muito interessante: nós discutimos e debatemos à respeito do Holocausto o tempo inteiro, ao passo que negligenciamos reiteradamente todos os demais genocídios que ocorreram ao longo da história. De fato, faz décadas que somos expostos a uma verdadeira avalanche de material sobre o Holocausto, de forma ininterrupta. Sabemos que são abundantes os filmes que tratam deste tema: A Lista de Schindler, O Pianista, Fuga de Sobibor, Conspiração, O Guarda de Auschwitz, O Filho de Saul e O Protocolo de Auschwitz estão entre os filmes mais conhecidos. Muitos destes filmes são excepcionalmente bons. Eu assisti ao filme O Pianista inúmeras vezes. Mas a verdade é que filmes, seriados, documentários, livros e até mesmo instituições em memória do Holocausto são abundantes, ao passo que há uma verdadeira escassez de material sobre os demais genocídios. Essa ausência de proporção é, no mínimo, bastante suspeita. É como se houvesse uma tentativa deliberada, de um lado, de expor excessivamente o Holocausto, e de outro, uma tentativa perniciosa de ofuscar todos os demais genocídios. Isso deixa subentendido, implicitamente, que o sofrimento humano é uma espécie de monopólio judeu. E isso ocorre de tal modo, que você não pode nem mesmo questionar qualquer aspecto do Holocausto, o que dirá o espaço “sagrado” que ele ocupa no panteão das tragédias humanas. A abundância de material sobre o Holocausto e a quase que total ausência de material sobre os demais genocídios invariavelmente nos leva a fazer as seguintes perguntas (que alguns poderão julgar inconvenientes — mas alguém têm de fazê-las): 1) Quem financia toda esta abundante produção de material sobre o Holocausto? 2) Por que atribuímos tanta importância aos judeus? Eles são mais importantes do que outros povos vítimas de genocídio? 3) Se eles são mais importantes, por que razão possuem tal importância? E quem atribuiu tal importância a eles? Eles próprios ou povos de outras nações? 4) Se eles são de fato mais importantes — a ponto de não termos o direito de contestar tal importância —, podemos admitir sem contestação a existência de uma supremacia judaica a nível político, econômico, cultural e global? Estas, é claro, são apenas algumas das perguntas que poderíamos fazer (em meio a tantas outras) quando analisamos a grande vastidão de material existente sobre o Holocausto, comparando-o com a escassez de material sobre os demais genocídios. Não há dúvida de que o que destaca o Holocausto de todos os demais genocídios, à princípio, é a superexposição. O Holocausto está sempre nos holofotes, ao passo que os demais genocídios não. Consequentemente, podemos concluir que o Holocausto é simplesmente o genocídio que possui o mais bem sucedido departamento de propaganda, visto que usufrui de um nível de publicidade inexistente em tragédias similares. No entanto, há um fator extremamente preocupante que cerca o Holocausto, e que é inexistente nos demais genocídios. Inúmeras pessoas ficam extremamente agressivas, histéricas e encolerizadas se você questiona a narrativa oficial do Holocausto. Existem pessoas que acreditam que você simplesmente não deve questionar o Holocausto, e que deve aceitar sem contestação todas as informações expostas nos filmes, nos livros e nos documentários existentes sobre esse assunto (mesmo que elas não sejam corroboradas por quaisquer outras fontes externas). Se você não acreditar cegamente na narrativa oficial, você se arrisca a ser classificado como um neonazista ou um negacionista do Holocausto. Você provavelmente será acusado de ser um discípulo de David Irving. Fato é que muitas controvérsias cercam o Holocausto. Mas, ao contrário do que os fanáticos apregoam, questionar a narrativa oficial sobre o Holocausto em uma busca sincera pela verdade é algo totalmente legítimo. Muitas pessoas corajosas questionam a narrativa oficial do Holocausto. Algumas questionam o número oficial de mortes (estimado em aproximadamente 6 milhões), enquanto outras pessoas negam categoricamente que tenha acontecido. Questionar o Holocausto publicamente, no entanto, é algo que pode provocar inúmeros problemas para quem é audacioso o suficiente para contestá-lo, e investigá-lo com a devida profundidade. Evidentemente, o Holocausto não é o único genocídio que suscita controvérsias. O genocídio armênio também é frequentemente contestado e até mesmo negado. Muitos afirmam que ele sequer teria ocorrido, e até hoje a posição oficial do governo da Turquia é negar o genocídio armênio — que ocorreu em um período análogo à Primeira Guerra Mundial, algumas décadas antes do colapso do Império Turco Otomano. É interessante observar, no entanto, que negar o genocídio armênio não provoca o mesmo nível de polêmica e controvérsia que negar o Holocausto. Se você negar o genocídio armênio, muito provavelmente não acontecerá nada com você. Mas experimente negar publicamente o Holocausto — e se prepare para o pior! Processos judiciais, censura e até mesmo demissão são algumas das consequências para quem ousa questionar a narrativa oficial do sistema judaico de coisas. O recado dado pelo sistema é bem claro. Informe-se pelos documentos oficiais, repita as informações contidas neles e não fuja um milímetro sequer da narrativa oficial estabelecida. De fato, não há dúvida de que somos bombardeados por uma vasta quantidade de material sobre o Holocausto o tempo inteiro. O renomado acadêmico americano Norman Finkelstein — ele próprio um judeu, muito conhecido por seus livros e palestras que abordam com profundidade o conflito Israel-Palestina — analisou esse fenômeno detalhadamente em seu livro intitulado A Indústria do Holocausto: Reflexões sobre a exploração do sofrimento dos judeus, publicado originalmente no ano 2000. Neste livro, Finkelstein mostra como o próprio establishment judaico corrompeu e explorou a memória do Holocausto deliberadamente, em nome de interesses políticos. Sem dúvida, a superexposição que sofremos com o tema do Holocausto nos impõe uma fadiga mental, intrínseca à saturação de um assunto tão repetitivo. Discutimos sobre esse tema com frequência nas redes sociais. Há inúmeros documentários sobre esse assunto no Youtube, em vários idiomas. E a quantidade de livros e artigos que existe sobre o Holocausto é extensa demais para que se faça uma lista. Todos nós já debatemos sobre esse assunto inúmeras vezes. Isso me leva a concluir que existe, de fato, um desequilíbrio imenso sobre a frequência com que estudamos e falamos sobre o Holocausto, e a omissão coletiva generalizada que paira sobre os demais genocídios. E isso é motivo para uma profunda investigação sobre esse fenômeno cultural. Afinal, se genocídios são crimes contra a humanidade, por que não estudar e expor todos eles, fazer filmes e documentários sobre todos eles, e publicar livros esclarecedores, que abordem meticulosamente como cada um deles aconteceu? Por que enfatizar um em detrimento de todos os demais? Isso não faz sentido, a menos que exista uma agenda por trás disso. Será que isso não acontece justamente pelo fato dos judeus realmente se considerarem especiais? Como se fossem, digamos, superiores ao resto da humanidade? Como se só o sofrimento deles importasse? Novamente, faço a pergunta: Com tantos genocídios que ocorreram ao longo da história, por que só falamos, debatemos e discutimos sobre o Holocausto? Não há dúvida de que essa é uma questão válida, que deve nos motivar a fazer uma profunda reflexão sobre esse assunto. A menos que consideremos judeus como pessoas superiores ao resto da humanidade, essa é uma questão que merece importante consideração.
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Instituto Rothbard
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Nós já vivemos sob o supremacismo judaico 🧵 Por: Varius Avitus Bassianus Este artigo pretende fazer o leitor refletir sobre uma realidade inconveniente, mas tão irrefutável quanto evidente: nós já vivemos sob o supremacismo judaico. E isso não é teoria da conspiração, mas a constatação de uma realidade concreta, totalmente alicerçada em evidências. Pretendo abordar neste artigo três pilares do judaísmo contemporâneo, e mostrar ao leitor como eles influenciam diariamente nossas vidas, tanto direta quanto indiretamente. O primeiro deles é o Holocausto. O segundo é a mitologia do judeu como eterna vítima. E o terceiro é a supremacia política do estado de Israel. Vamos analisar o primeiro tópico.
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Khozinaev
Khozinaev@97rozina97·
Cherkess A Circássia, ou Zichia, é uma região histórica e um estado extinto no Cáucaso do Norte, ao longo do Mar Negro. É a terra natal do povo circassiano/cherkess (adíguess), um grupo étnico presente no noroeste do cáucaso
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@Russia Imbécil por partida doble. Asesinado como Circassian y luchar contra el enemigo equivocado. Los bolches asesinaron millones de rusos.
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Russia 🇷🇺
Russia 🇷🇺@Russia·
📅#OTD in 1941 Circassian poet and Soviet political officer Khusen #Andrukhaev with the legendary words "Russians do not surrender!" blew himself up and a dozen of Nazis with two grenades 🎖For his immortal feat he was posthumously awarded with the Hero of the Soviet Union title
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Poirot
Poirot@Argenpoirot·
En Arabia Saudita las autopistas tienen un cartel en rojo indicando el camino para los NO MUSULMANES. En Arabia Saudita hay ciudades donde no podés entrar si no sos musulman (La Meca y Medina) Pero ellos pueden invadir Europa y los reciben felices.
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Javier Echeverría
Javier Echeverría@JEcheverriZ·
“El presidente judío de Argentina ha entregado oficialmente 100.000 hectáreas de bosque virgen a Israel, una superficie cuatro veces mayor que la de Gaza. Se trata de los mismos territorios donde, hace apenas unos meses, pirómanos sionistas fueron sorprendidos in fraganti incendiando la tierra para despejarla. La infame profecía de Mel Gibson se está cumpliendo ante nuestros ojos: Israel se está trasladando a Argentina. Y mientras observamos, Argentina está siendo borrada como nación soberana. Lo que sucedió en Palestina se repite aquí: reemplazo sistemático, conquista demográfica y eventual desaparición. Dentro de 50 a 70 años, no quedará Argentina. Solo un «Nuevo Israel».”
Mr. Whale@CryptoWhale

🇦🇷🇮🇱 | “Argentina’s Jewish president has officially handed over 100,000 hectares of pristine forest land to Israel - an area four times the size of Gaza.” These are the exact same territories where Zionist arsonists were caught red-handed just months ago, torching the land to clear it. Mel Gibson’s infamous prophecy is unfolding before our eyes: Israel is relocating to Argentina. And just as we watch, Argentina is being erased as a sovereign nation. What happened in Palestine is now repeating here - systematic replacement, demographic conquest, and eventual erasure. In 50 to 70 years, there will be no Argentina left. Only “New Israel.”

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Isaac
Isaac@isaacrrr7·
Imperdible discurso de Netanyahu: “Antes de la Segunda Guerra Mundial, los países occidentales le dieron un pedazo de Checoslovaquia a Hitler para hacer la paz. El resultado fue la peor guerra de la historia. Ahora le dicen a Israel que les dé a los palestinos un pedazo de Israel para hacer la paz. No lo harán, porque su objetivo es destruir el Estado judío. No nos doblegaremos ante los críticos extranjeros que carecen del coraje de enfrentarse a sus propios enemigos, pero que nos dan lecciones sobre cómo enfrentar a los nuestros. No recompensaremos el terrorismo. Lo derrotaremos. Y el pueblo judío vivirá libre, fuerte y eterno en nuestra tierra.”
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José Luis Jacobo
Cayó la banda que entró a robar en la casa de Del Potro. Se supo que los ladrones, la mayoría de nacionalidad chilena, ya habían concretado otros hechos delictivos a reconocidos deportistas internacionales. Bastian Freraut Jiménez, Ignacio Cartes Zuniga, Damián Walter Amelio, Eduardo Alfredo Gallardo Espinoza y Esteban Rodolfo Escobar Cartes.
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Some wins just mean more.
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NASCAR
NASCAR@NASCAR·
This win is for Kyle.
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Artemio López
Artemio López@Lupo55·
Argentina le abre la puerta de la Antártida a Gran Bretaña e Israel Julián Bilmes explica cómo el gobierno argentino está enajenando el Atlántico Sur. tektonikos.website/argentina-le-a…
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Shadow of Ezra
Shadow of Ezra@ShadowofEzra·
The CEO of BlackRock, Larry Fink, admits that the trillions of dollars being used to build data centers and power grids will come from ordinary people’s savings accounts and pension funds, and says it is mandatory. He says America needs trillions in AI infrastructure spending, and that people will be forced to “invest” in it. “Much of this will come from savings accounts and pension accounts.”
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