Guilherme Lemos de Souza

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Guilherme Lemos de Souza

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@olemos_gui

Doutor em Antropologia Social e Bacharel em Ciências Sociais.

Bergabung Aralık 2020
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Guilherme Lemos de Souza
Guilherme Lemos de Souza@olemos_gui·
"A força armada é, assim, como uma locomotiva: ir dentro dela é seguro, colocar-se à sua frente é correr o risco de ser esmagado. Nos momentos críticos, pois, todos querem estar na locomotiva - ao lado do maquinista, se possível" Nelson Werneck Sodré.
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Guilherme Lemos de Souza
Guilherme Lemos de Souza@olemos_gui·
Bolsonaro faz campanha dentro do 9° Grupo de Artilharia de Campanha (MS) com autorização do General Eduardo Villas Bôas, então comandante do Exército. Vídeo de 2017. youtu.be/u_4uinBxARs?si…
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Guilherme Lemos de Souza
Guilherme Lemos de Souza@olemos_gui·
Rui Moreira Lima, Major-Brigadeiro do Ar e herói da Segunda Guerra.
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Guilherme Lemos de Souza
Guilherme Lemos de Souza@olemos_gui·
General Maynard Marques de Santa Rosa, ex-secretário de assuntos estratégicos do governo Bolsonaro, revela "apoio velado" do Exército ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido como torturador pelo Superior Tribunal de Justiça em 2012. youtu.be/5Gaqn8eVs5A?si…
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Piero Leirner
Piero Leirner@pierolei·
Vídeo do Villas Bôas - mais um daqueles que só o @olemos_gui encontra - de 2017 é o riscado do que foi o plano militar de tomada do Planalto um ano depois. VB diz que depois da Lava-Jato o país chegaria em 2018 sem lideranças nem projetos. E que o Exército iria dar um jeito nisso. Como sabemos, ele já tinha no bolso o seu artefato de desconstrução da política (e daí do encaminhamento da "guerra contra o sistema", a farsa ideológica que dependeu da fraude de abril de 2018 para se eleger (prisão do Lula)), o dispositivo-🤡. Para fora ele ainda não revelava muito do plano (ele estava ali na mesma loja maçônica que o Mourão foi uns meses depois, bem sintomático), mas desde 2014 o 🤡-bomba já tinha sido acionado pela Central Militar. Foi um trabalho quieto, que se tornou barulhento em 2018, com a farsa de que os militares "embarcaram" no projeto Bolsonaro só de última hora, como se eles fossem os cooptados. Deu no que deu. Hoje o artefato 🤡 tá meio em curto numa cela, mas já estão preparando outros. Inclusive tem general que cuidava de sua engenharia revisando a doutrina militar da Força Terrestre de dentro da prisão (?), isto é, de dentro de uma das sedes do Partido Militar - o Comando Militar do Planalto, cujo comandante está um posto abaixo na hierarquia (3*). Quem sabe a coisa não está também, mais uma vez, sendo pensada com Washington? Não me espantaria. Tudo com bastante cautela para não mostrar quem está por trás e de novo aparecer uma solução "surpresa" (quem sabe o outro milico, o que agora ocupa um certo Governo de estado.... 🤔). Link para a postagem original do Guilherme: x.com/i/status/20098…
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Guilherme Lemos de Souza
Guilherme Lemos de Souza@olemos_gui·
Em março de 2017, o General Eduardo Villas Bôas, então cmdt do Exército, expôs a "relativa imparcialidade" e o papel de "protagonistas silenciosos" que os militares teriam nas eleições de 2018. youtu.be/J6Z1czrZ0HI?si…
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Guilherme Lemos de Souza
Guilherme Lemos de Souza@olemos_gui·
"ELITE NO BOM SENTIDO" | O que pensa o oficial médio do Exército Brasileiro? General Augusto Heleno, julho de 2018.
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Piero Leirner
Piero Leirner@pierolei·
Já na @hucitec Hucitec Editora , o livro novo! (Em pré-venda, já produzindo na gráfica). Uma análise dos últimos anos, a partir de dois casos: hackeamentos e urnas. Com apresentação do @romulusmaya , o trabalho retoma muitas de nossas discussões! Nos prints uma sinopse e o sumário lojahucitec.com.br/produto/dois-e…
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Guilherme Lemos de Souza
Guilherme Lemos de Souza@olemos_gui·
PAZUELLO, O POLÍTICO | O projeto do General Villas Bôas e demais foi concluído com sucesso: os oficiais-superiores e as novas gerações de cadetes do Exército exergam o caminho para a política como natural, em suma, como missão de "servir ao país".
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General Paulo Chagas
General Paulo Chagas@GenPauloChagas·
BOLSONARO: O GRANDE LÍDER DA MENOR DIREITA BRASILEIRA A ascensão de Jair Bolsonaro à posição de líder de parte da direita – conhecida como bolsonarismo – é, ao mesmo tempo, um fenômeno e uma contradição: o maior líder de um grupo incapaz de se consolidar como força propositiva. Sua liderança emergiu em meio a um vácuo de representatividade e de confiança no liberalismo e no conservadorismo, mas que nunca logrou deixar de ser um projeto de promoção e de poder pessoal. Bolsonaro jamais pensou em formar coalizões políticas estáveis, de forma a estruturar, fortalecer e manter um Projeto de Nação, maduro, estadista e definitivo. No Congresso, praticando uma mesmice política da qual dizia "estar fora", uniu-se ao "Centrão" que, em campanha, permitiu que fosse chamado de "ladrão", fragilizando não apenas o seu governo, mas toda a direita que nele acreditava. Nos momentos de maior tensão, adotou o vai-e-vem entre o confronto vociferante e a retração estratégica. Ao mesmo tempo em que incitava multidões, Bolsonaro hesitava diante das consequências, pondo em xeque sua narrativa de firmeza e de coragem política. A direita, que necessitava e ansiava por uma estratégia legislativa, recebeu um comando centrado no improviso e na dependência de um único protagonista, bem à semelhança do que se pretendia combater e mudar. Bolsonaro é, sim, hoje – como disse sua esposa em Fortaleza –, o "maior líder da direita brasileira" , mas um líder tão estridente quanto vazio, sustentado por um movimento que, por falta de propostas e de outro projeto que não o de idolatria, está cada vez menor e menos capacitado para garantir um bom futuro para o Brasil.
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Guilherme Lemos de Souza
Guilherme Lemos de Souza@olemos_gui·
O general, como alguns dos seus colegas de farda, esforça-se para apagar a história recente do país.
General Paulo Chagas@GenPauloChagas

BOLSONARO: O GRANDE LÍDER DA MENOR DIREITA BRASILEIRA A ascensão de Jair Bolsonaro à posição de líder de parte da direita – conhecida como bolsonarismo – é, ao mesmo tempo, um fenômeno e uma contradição: o maior líder de um grupo incapaz de se consolidar como força propositiva. Sua liderança emergiu em meio a um vácuo de representatividade e de confiança no liberalismo e no conservadorismo, mas que nunca logrou deixar de ser um projeto de promoção e de poder pessoal. Bolsonaro jamais pensou em formar coalizões políticas estáveis, de forma a estruturar, fortalecer e manter um Projeto de Nação, maduro, estadista e definitivo. No Congresso, praticando uma mesmice política da qual dizia "estar fora", uniu-se ao "Centrão" que, em campanha, permitiu que fosse chamado de "ladrão", fragilizando não apenas o seu governo, mas toda a direita que nele acreditava. Nos momentos de maior tensão, adotou o vai-e-vem entre o confronto vociferante e a retração estratégica. Ao mesmo tempo em que incitava multidões, Bolsonaro hesitava diante das consequências, pondo em xeque sua narrativa de firmeza e de coragem política. A direita, que necessitava e ansiava por uma estratégia legislativa, recebeu um comando centrado no improviso e na dependência de um único protagonista, bem à semelhança do que se pretendia combater e mudar. Bolsonaro é, sim, hoje – como disse sua esposa em Fortaleza –, o "maior líder da direita brasileira" , mas um líder tão estridente quanto vazio, sustentado por um movimento que, por falta de propostas e de outro projeto que não o de idolatria, está cada vez menor e menos capacitado para garantir um bom futuro para o Brasil.

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Piero Leirner
Piero Leirner@pierolei·
scielo.br/j/dados/a/3Wx7… Artigo que o @olemos_gui e eu escrevemos revendo e revisitando os conceitos de "Partido Fardado/Partido Militar" (link abaixo) Resumo: Historicamente, os estudos sobre militares no Brasil privilegiaram o tema da intervenção política das Forças Armadas. A partir de uma revisão da bibliografia da ciência política sobre o tema, este artigo examina as interpretações que enxergaram a instituição militar enquanto uma organização similar aos partidos políticos, através do uso dos conceitos de partido militar e partido fardado. A justificativa para se concentrar nesse enquadramento conceitual é que, no interior de muitas chaves possíveis para se ler o fenômeno do militarismo, foram as noções de partido as que mais ganharam consistência nessa subárea, a ponto de persistirem como chave analítica para períodos distintos, como a ditadura militar (1964-1985) e o governo Bolsonaro (2019-2022). Finalmente, apontamos, ainda que de maneira apenas sugestiva, para algumas questões da associação de categorias da política civil aos militares, propondo agregar às análises do partido militar e/ou fardado possíveis chaves interpretativas a partir de noções nativas às Forças Armadas e ao mundo militar.
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