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@acgfbr @WendrelMedeiros O contador te cobraria 600 reais pra fazer sua restituiçao ser o dobro
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@ativistacat @proftulionit Sim pq os de extrema-direita foderiam menos o povo
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@proftulionit levando em conta que os partidos da esquerda radical tem bases pequenas comparadas ao tamanho da população e as medidas neoliberais que fodem o povo sendo tomadas por governos ditos de “esquerda” eu não acho não.
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@dzhumsx @trovalds @joaosenzi tem esse site aqui, se ajudar em algo, a título de curiosidade: nosystemd.org
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@senobala @trovalds @joaosenzi bom ponto, provavelmente algo mais modular seria melhor de fazer manutenção em caso de problema msm, vou dar uma olhada sobre dps
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Tem três livros de Linux aqui. Eu comecei a estudar com 15 anos. Hoje tenho 36.
Isso garantiu eu saber reverse shell, escalada de privilégios, etc. Ajuda bastante quando trabalha com LGPD e questões do digital.
O cara que vibecodou.. Nem me fale... dá até tristeza. Não sabe o que é um .gitignore. Não sabe nada. O mínimo do mínimo de segurança.

Sincero Laker | 23-11@SinceroLaker
@joaosenzi Desde quando advogado sabe o que é vim
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@ffrancisconl @sseraphini Softwares críticos.
hospitais, embarcados, defesa militar, industriais, aviação, etc.
Com certeza são os mais difíceis.
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Qual a área mais difícil de entrar na área de TI?
Tenho a impressão que seja a área de segurança. O que vocês acham?
@sseraphini
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@dzhumsx @trovalds @joaosenzi Eu também não costumo ter problemas, o que me incomoda é que é praticamente o único componente que não segue o padrão de "Faça uma coisa e faça bem". O bagulho gerencia serviços, logs, montagens, timers, eventos... Acho um pouco demais
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@trovalds @senobala @joaosenzi cara, pessoalmente nunca tive problema com o systemd, é realmente tão comum assim?
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@Mobius1qwe @joaosenzi Não é irrelevante, as pessoas escolhem uma distribuição porque se identificam com os pacotes que vem nela. Quem geralmente mantém as distros é a própria comunidade, nada mais justo do que discutir quais pacotes fazem sentido pra maioria ou não.
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@senobala @joaosenzi O conceito de módulo é um conjunto de funcionalidades que pode ser conectado ou desconectado do sistema que não causa falha catastrófica, mas ok, módulo, gerenciador, é algo conectável.
Discutir se gosta ou não gosta é irrelevante em sistema opensource.
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@Mobius1qwe @joaosenzi E de qualquer forma, o systemd não é um módulo KKKKKKKKKK é um gerenciador de serviços que roda no espaço do usuário. É cada uma...
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@Mobius1qwe @joaosenzi Não existe "recompilar uma distro", você recompila o Kernel. Se quer ser chato pelo menos seja coerente. Ser contra ou a favor o Systemd vir por padrão na maioria das distribuições é uma discussão normal na comunidade. nosystemd.org
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O MÍSSIL BRASILEIRO E O FIM DE SEU PROJETO JUNTO COM A ODEBRECHT DEFESA.
O Mectron MAR-1 foi o primeiro míssil antirradiação (Anti-Radiation Missile ou ARM) desenvolvido indigenamente pelo Brasil.
Ele foi projetado principalmente para missões de Supressão de Defesas Aéreas Inimigas (SEAD — Suppression of Enemy Air Defenses), neutralizando radares de vigilância, radares de controle de tiro e sistemas de defesa antiaérea terrestres ou navais que emitem sinais eletromagnéticos.
O programa começou em 1998, por iniciativa da Força Aérea Brasileira (FAB), em parceria com a empresa Mectron (de São José dos Campos) e o DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial). O objetivo era reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras para armas de supressão de defesas, equipando principalmente os caças de ataque A-1 AMX (e posteriormente os F-5M).
O desenvolvimento foi mantido em relativo sigilo por anos.
O programa enfrentava atrasos por questões técnicas (como o seeker de radar de banda larga), inconstâncias orçamentárias e dependência de componentes importados restritos.
Em 2008, o Brasil fechou um contrato de exportação com o Paquistão para cerca de 100 unidades (no valor aproximado de US$ 108-126 milhões, com apoio de crédito do BNDES).
O simples fato de o Paquistão ter posicionado o míssil brasileiro na fronteira com a India fez com que essa retirasse seus radares da região.
O Brasil foi questionado pela India na época sobre essa venda ao Paquistão, e a resposta teria sido no sentido de que, se quisessem, venderíamos o míssil pra eles também.
A empresa Mectron, responsável pelo míssil, foi incorporada ao grupo Odebrecht Defesa no início da década de 2010.
Quando ocorreu a crise da Odebrecht após a Operação Lava Jato, o financiamento corporativo praticamente desapareceu. Fornecedores internacionais passaram a evitar contratos. Houve perda de engenheiros e de know-how. Os programas sem contratos firmes da FAB ficaram sem sustentação.
A Mectron encerrou suas atividades por volta de 2016, e o programa foi oficialmente suspenso/cancelado pela FAB em 2019.
Em 2025, a empresa Mac Jee adquiriu os direitos de propriedade intelectual do MAR-1 (e do MAA-1B) com planos de reviver o programa.
O MAR-1 foi estrategicamente relevante porque poucos países dominam ARM (EUA, Rússia, China, alguns europeus). O Brasil chegou perto de manter uma capacidade soberana rara nesse ponto.
A história serve de reflexão sobre como as instabilidades políticas não deveriam ter o condão de destruir projetos de soberania tecnológica e militar no País.
2S7 Pion@Trotes936897
When Brazil sold the Mectron MAR-1 anti-radiation missiles to Pakistan in 2009, India filed a formal complaint to the Brazilian government, to which it received a response such as "Do you want some too? We can sell them to you."
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@YuriYarusla @Italo_Vini1981 @RobertoRussia Ser o SU-35 não agradava nem um pouco os EUA, e os nossos militares estavam de acordo com isso, então tivemos que ir na segunda melhor opção, infelizmente
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@Italo_Vini1981 @RobertoRussia Era o F/A-18, não F-16, eu ainda acho que ela deveria ter entrado no PAK-FA
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A Suíça encomendou alguns mísseis Tomahawk há alguns anos. Agora, os EUA disseram que não podem entregá-los. Então, a Suíça disse que não vai pagar. Os EUA agora confiscaram os fundos que pagaram pelos F-35
(que provavelmente também não receber). 🇪🇺🤡🤣🤣
srf.ch/news/schweiz/z…
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