
Cláudia M. Danthas
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Um projeto de autoria da deputada Ana Pimentel (PT-MG), para o qual há expectativa de votação em regime de urgência na Câmara, pode tornar lei federal a definição de mulher como “toda pessoa que se identifica e se reconhece no gênero feminino, inclusive mulheres trans, travestis e pessoas não binárias que assim se identifiquem”. Embora o objetivo declarado seja criar regras para o enfrentamento à chamada “misoginia digital”, o PL 6194/2025 pode servir como um cavalo de troia da ideologia de gênero, legalizando no país o conceito de mulher como qualquer pessoa que assim se identifica. A matéria, que trata sobre “o enfrentamento à misoginia em aplicações de internet”, pretende responsabilizar civilmente (por danos morais, materiais e existenciais) autores de postagens consideradas ofensivas a mulheres, além de prever moderação, remoção e desmonetização desses conteúdos por parte das plataformas digitais. A ideia também é instituir uma Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, cujos objetivos envolvem formação de docentes, fomento a pesquisas e promoção de “educação midiática, alfabetização midiática e cidadania tecnológica em perspectiva de gênero”. gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadan…

SÓ RINDO MESMO! 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣




"Essa história de que o Tarcísio é invencível é conversa, gente. Nós podemos derrotá-los. O único Estado grande que falta governar é São Paulo", disse Dirceu, no Instagram. “Nós temos força política e estrutura para derrotar ele. Falta pouco e São Paulo é parte desse desafio".






















