Edson Andrade 🇧🇷

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@EdsonAndrade28

Jornalista, Gestor Educacional, Educador Físico, Professor de História, Especialista em Gestão Escolar e Nutrição Esportiva, Membro do projeto Visão Pátria

Sao Paulo, Brazil 参加日 Nisan 2021
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Mais um artigo que vale a pena ler:
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Nasceu em 9 de março de 1900, em Viena, Áustria (na época, Império Austro-Húngaro), um dos grandes escritores da literatura brasileira. O homem que ganhou o respeito do saudosíssimo professor Olavo de Carvalho, e, mesmo sem saber, foi responsável por mudar os rumos da política brasileira em pleno século XXI. Pois é, estamos falando de Otto Maria Karpfen. Fugindo do nazismo, que assolava a Europa, chegou ao Brasil em 1939 e adotou o nome "Otto Maria Carpeaux" ao se naturalizar brasileiro em 1944. Estudou Direito, Letras, Filosofia, matemática e literatura comparada na Europa antes de se dedicar à atividade intelectual no Brasil. Aqui se estabelecendo, tornou-se um crítico literário respeitado e admirado pelos brasileiros. Sua obra prima é, "História da Literatura Ocidental", que ajudou -- e ainda ajuda -- muitos leitores e intelectuais a entender como se fundamenta a literatura brasileira. Carpeaux, tornou-se um dos grandes leitores e divulgadores de Machado de Assis no Brasil; em vários estudos, é descrito como um "leitor de Machado de Assis", o que mostra enorme estima pelo escritor. A paixão de Otto Maria Carpeaux pela literatura brasileira, ajudou-o a influenciar gerações. Pois, trabalhos acadêmicos sobre Carpeaux, destacam como sua crítica influenciou gerações de leitores e escritores, mesmo que muitos não tenham dito literalmente isso, mas reconhecem nele um dos grandes intermediários entre a literatura brasileira e a literatura mundial. Graciliano Ramos, romancista que citou explicitamente Carpeaux como um de seus "amigos" em um discurso de agradecimento, ao lado de Paulo Rónai, mostrou ali, um grande apreço por sua presença na vida cultural e política brasileira. Mesmo não considerando Otto Maria Carpeaux um filósofo, Olavo de Carvalho, frequentemente em seus textos, vídeos e palestras, apresentando‑o como um dos grandes "leitores" e divulgadores da literatura ocidental. Enfatizando a importância da sua influência, e respeito. Nós, conhecemos Otto Maria Carpeaux, por influência do professor Olavo de Carvalho e desejamos que vocês também o conheça. E após conhecê-lo, nos diga o que você acha. Boa leitura!!!

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Edson Andrade 🇧🇷
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Nasceu em 9 de março de 1900, em Viena, Áustria (na época, Império Austro-Húngaro), um dos grandes escritores da literatura brasileira. O homem que ganhou o respeito do saudosíssimo professor Olavo de Carvalho, e, mesmo sem saber, foi responsável por mudar os rumos da política brasileira em pleno século XXI. Pois é, estamos falando de Otto Maria Karpfen. Fugindo do nazismo, que assolava a Europa, chegou ao Brasil em 1939 e adotou o nome "Otto Maria Carpeaux" ao se naturalizar brasileiro em 1944. Estudou Direito, Letras, Filosofia, matemática e literatura comparada na Europa antes de se dedicar à atividade intelectual no Brasil. Aqui se estabelecendo, tornou-se um crítico literário respeitado e admirado pelos brasileiros. Sua obra prima é, "História da Literatura Ocidental", que ajudou -- e ainda ajuda -- muitos leitores e intelectuais a entender como se fundamenta a literatura brasileira. Carpeaux, tornou-se um dos grandes leitores e divulgadores de Machado de Assis no Brasil; em vários estudos, é descrito como um "leitor de Machado de Assis", o que mostra enorme estima pelo escritor. A paixão de Otto Maria Carpeaux pela literatura brasileira, ajudou-o a influenciar gerações. Pois, trabalhos acadêmicos sobre Carpeaux, destacam como sua crítica influenciou gerações de leitores e escritores, mesmo que muitos não tenham dito literalmente isso, mas reconhecem nele um dos grandes intermediários entre a literatura brasileira e a literatura mundial. Graciliano Ramos, romancista que citou explicitamente Carpeaux como um de seus "amigos" em um discurso de agradecimento, ao lado de Paulo Rónai, mostrou ali, um grande apreço por sua presença na vida cultural e política brasileira. Mesmo não considerando Otto Maria Carpeaux um filósofo, Olavo de Carvalho, frequentemente em seus textos, vídeos e palestras, apresentando‑o como um dos grandes "leitores" e divulgadores da literatura ocidental. Enfatizando a importância da sua influência, e respeito. Nós, conhecemos Otto Maria Carpeaux, por influência do professor Olavo de Carvalho e desejamos que vocês também o conheça. E após conhecê-lo, nos diga o que você acha. Boa leitura!!!
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🗣️ MBL anuncia que Glenda Varotto, a “Espectro Cinza”, não faz mais parte dos quadros do movimento; segundo comunicado, a decisão foi tomada em “comum acordo, por questões pessoais dela”.
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Leiam, quando puderem:
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A Cerca de Chersteton Caro leitor, Na China dos anos 1950, eliminar pardais para proteger plantações causou um surto de gafanhotos. Isso ocorreu durante a Campanha das Quatro Pragas (1958-1962), onde pardais foram exterminados por supostamente roubar grãos, mas sem eles, gafanhotos proliferaram, agravando a situação que, por sinal, já não estava boa, devido algumas ações econômicas impostas pelo regime maoista. E ignora o equilíbrio ecológico, iria contribuir para agravar a Grande Fome que matou milhões. Segundo alguns “contadores de estórias”, quando Alexandre teria conquistado a Frígia, ele fora desafiado a desatar o chamado nó górdio, tão complicado que um oráculo declarou que quem conseguisse desfazê-lo, estaria destinado a governar toda a Ásia. Alexandre teria tentado por um tempo, até cansar. Ele então declararia que não importava como conseguiria isso, e logo desembainharia a espada e cortaria o nó, que desataria de uma só vez. O que isso tem haver com Chersterton? Chesterton ilustra um conceito em seu livro “The Thing” (1929), descrevendo uma cerca no meio de uma estrada: um reformador quer removê-la por parecer inútil, mas deve perguntar por quê ela existe antes de agir. Ele argumentou que “a cerca não cresceu ali” e alguém a construiu por um motivo razoável, como separar vacas de ovelhas para preservar a grama. Sem compreender isso, julgar a cerca como obsoleta pode levar a problemas maiores. Ou seja, a cerca está ali por algum motivo. O princípio da Cerca de Chesterton, proposto pelo escritor inglês, afirma que não se deve remover, alterar ou destruir algo sem compreender primeiro seu propósito original. Essa ideia, ilustrada por uma cerca aparentemente inútil no meio de uma estrada, defende o senso comum: estruturas não surgem por acaso, mas por razões práticas, como separar vacas de ovelhas para preservar a pastagem. Ignorar isso leva a reformas precipitadas com consequências desastrosas, promovendo humildade intelectual em vez de arrogância progressista. “Não há como dizer que uma cerca não serve para nada até que saibamos para que ela servia”, escreveu Chersterton. Adotar esse preceito não é conservadorismo cego, mas racionalidade: julgue após compreender, ou preserve a prudência. Assim, evitamos desastres e honramos a sabedoria acumulada. Atualmente, o princípio aplica-se a políticas públicas, tecnologia e tradições culturais. Abolir barreiras em algoritmos de IA sem avaliar impactos sociais pode erodir identidades locais; reformas educacionais radicais ignoram métodos testados pelo tempo (como aconteceu com ensino brasileiro). Críticos alegam que freia inovação, mas Chesterton contra-argumenta: progresso autêntico preserva o comprovado, evitando o caos. “Reforma não significa apenas remover o que está errado, mas entender por que está ali”, derivado de sua lógica. Em um mundo obcecado por “disrupção”, a Cerca de Chesterton promove humildade racional, porque propõe preservar sabedoria acumulada, para com isso, previnir desastres evitáveis.

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Paula Schmitt
Paula Schmitt@schmittpaula·
Pessoal, a Janja deletou seus posts interagindo com o cara da Choquei. Quem tiver prints, coloque aqui nas respostas, por favor. E lembre-se da regra: se foi apagado, provavelmente é importante. youtu.be/UfR6283Qy4Y
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Visão Pátria
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Se não mudarmos DE FATO o que vem para as bases, a esquerda continuará ocupando-as, e nós, apenas reclamando do que não foi feito.
Edson Andrade 🇧🇷@EdsonAndrade28

A direita brasileira precisa focar na educação. Ela precisa conhecer o educador John Taylor Gato, que foi um dos pensadores mais incômodos da educação americana nas décadas de 1980 e 1990. Ex‑professor público de Nova York e premiado como melhor professor em três ocasiões, 1989, 1990 e 1991. Gato surpreendeu o sistema ao denunciar, em artigos e livros, que a escola não forma tanto pensadores autônomos quanto executores dóceis de uma ordem social e econômica já dada. No livro Emburrecimento Programado: o currículo oculto da escolarização obrigatória, ele argumenta que a escolarização obrigatória ensina, em primeiro lugar, obediência, passividade e dependência de notas e de autoridade, e só depois qualquer conteúdo "formal". Nesta mesma obra, Gato escreveu que, "Somente eu, o professor, posso determinar o que meus alunos devem estudar ou melhor, somente as pessoas que pagam podem tomar tais decisões, que então executo. Se me dizem que a evolução é um fato e não uma teoria, eu transmito essa informação, como ordenado, punindo os transgressores que resistem aquilo que fui ordenado a lhes mandar pensar". Demostrando como Estado tem poder decidir qual aluno será bem-sucedido ou malsucedido. Diante desse problema, Gato passa a defender abordagens educacionais mais personalizadas, como o homeschooling e a "desescolarização", em que a aprendizagem surge de experiências concretas, projetos e relações comunitárias. Ele propõe o que chama de "aprendizagem de código aberto ", isto é, um modelo que não separa artificialmente o aprender do viver, permitindo que crianças e jovens desenvolvam autonomia, curiosidade e senso de responsabilidade. Mesmo trinta anos depois de seus principais textos, artigos e reflexões, John Taylor Gato continua sendo uma referência que circular em debates educacionais no mundo. E precisamos transformar seu nome em uma referência no Brasil também. Se você, caro leitor, não está satisfeito com educação brasileira, assim como nós, então ajude-nos nesta luta que poderá mudar o futuro dos nossos filhos, sobrinhos e netos.

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Edson Andrade 🇧🇷@EdsonAndrade28·
A direita brasileira precisa focar na educação. Ela precisa conhecer o educador John Taylor Gato, que foi um dos pensadores mais incômodos da educação americana nas décadas de 1980 e 1990. Ex‑professor público de Nova York e premiado como melhor professor em três ocasiões, 1989, 1990 e 1991. Gato surpreendeu o sistema ao denunciar, em artigos e livros, que a escola não forma tanto pensadores autônomos quanto executores dóceis de uma ordem social e econômica já dada. No livro Emburrecimento Programado: o currículo oculto da escolarização obrigatória, ele argumenta que a escolarização obrigatória ensina, em primeiro lugar, obediência, passividade e dependência de notas e de autoridade, e só depois qualquer conteúdo "formal". Nesta mesma obra, Gato escreveu que, "Somente eu, o professor, posso determinar o que meus alunos devem estudar ou melhor, somente as pessoas que pagam podem tomar tais decisões, que então executo. Se me dizem que a evolução é um fato e não uma teoria, eu transmito essa informação, como ordenado, punindo os transgressores que resistem aquilo que fui ordenado a lhes mandar pensar". Demostrando como Estado tem poder decidir qual aluno será bem-sucedido ou malsucedido. Diante desse problema, Gato passa a defender abordagens educacionais mais personalizadas, como o homeschooling e a "desescolarização", em que a aprendizagem surge de experiências concretas, projetos e relações comunitárias. Ele propõe o que chama de "aprendizagem de código aberto ", isto é, um modelo que não separa artificialmente o aprender do viver, permitindo que crianças e jovens desenvolvam autonomia, curiosidade e senso de responsabilidade. Mesmo trinta anos depois de seus principais textos, artigos e reflexões, John Taylor Gato continua sendo uma referência que circular em debates educacionais no mundo. E precisamos transformar seu nome em uma referência no Brasil também. Se você, caro leitor, não está satisfeito com educação brasileira, assim como nós, então ajude-nos nesta luta que poderá mudar o futuro dos nossos filhos, sobrinhos e netos.
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Visão Pátria
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Depois o Soviético de Xique-Xique, Jones "O Expurgado" Manoel (expulso do PCB), também conhecido como Nós, O Povo Soviético, Nós, O Único Nordestino com Menos de Quarenta Anos que Lutou na Segunda Guerra Mundial e Recebeu A Medalha de "Nós, O Povo Soviético" das Mãos de Stalin, O Veja, Foi a Gente que Derrotou o Nazismo, o Jonelinsky Manelov, O Revolucionário do X, Jones "O Expurgado" do PCdoB Manoel, O Soviético de Alagoas, O Manéu da Paraíba, O Comunista Bonequinho de Stalin, O Prêmio Nobel do Óbvio, O Soviético de Xexéu, Soviético do Maranhão, Soviético de Madalena, Soviético de Porto de Galinhas, Manél, Soviético de Mossoró, O Nós, Soviético de Pernambuco, O Soviético de Jaboatão dos Guararapes, O Edward Kenway de Pernambuco, O Pirata de Fernando de Noronha, Nós, O Povo Pirata, O Jojorey da Comunada, Jojo Stalin, O A Cara do Drago Depois de Apanhar do Rocky, O Carisma de Uma Porta de Celeiro Soviético, O Soviético de Jericoacoara, O Revolucionário de Osasco, O Bolchevique de Pindamonhangba (obrigado, @thiagao_brago por esse Dicionário de Sinônimos de "Soviético de Sofá"), não entende porque não passa de 0.7% nas eleições. x.com/claudio_dantas…
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Visão Pátria
Visão Pátria@PatriaVisao·
Eu só espero que esse vídeo não seja sobre o @gilmarmendes, não é possível que esse arroz faça alusão ao Gilmar Mendes, não consigo crer que essa sketch seja sobre o Gilmar Mendes, não faz sentido que esse vídeo insinue ser o Gilmar Mendes, me recuso a aceitar que o roteiro se refira ao Gilmar Mendes, pois... GILMAR MENDES NÃO INCLUIU A @GLOBO NO INQUÉRITO DAS FAKE NEWS, se tivesse INCLUÍDO A @TVGLOBO no inquérito, essa dúvida não existiria, mesmo tendo sido o Zorra Total o programa, continua sendo a GLOBO AINDA, NÃO É?
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