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@Styleknot1

参加日 Ocak 2024
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Styleknot@Styleknot1·
@AllanHerzl A esquerda SEMPRE foi nazista, só estão perdendo a vergonha de demonstrar publicamente
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Allan Ezra Marcos
Allan Ezra Marcos@AllanHerzl·
Havia uma lógica nas listas nazistas que nem todo mundo aprendeu na escola. Não bastava ser judeu. A perseguição se estendia a quem ajudou judeus, a quem protegeu judeus, a quem teve relações comerciais com judeus, a quem simplesmente conhecia judeus e não os delatou. A contaminação se espalhava por graus de associação. O nome técnico é Sippenhaft… responsabilidade pela linhagem e pelos vínculos. Quem estava perto do errado, estava errado. Pois bem. O perfil O_Papo publicou um fio de cinco partes sobre Tainá de Paula, vereadora do PT no Rio que ousou dizer que banir israelenses de um bar era “barbárie”. Discordo de Tainá de Paula em praticamente tudo. Mas o que o O_Papo_ fez não tem nada a ver com política. É uma investigação de vínculos. O fio não encontrou nada. Ele mesmo admite: “não encontrei evidências públicas de que Tainá de Paula tenha relações diretas com Israel ou organizações abertamente sionistas.” Mas não parou aí. Descobriu que ela atuou na ONG Rede NAMI. E que a fundadora da Rede NAMI, uma certa Panmela Castro, participou de intercâmbios culturais em Israel. Portanto: Tainá de Paula conhecia alguém que foi a Israel. E isso, nas palavras do perfil, “merece atenção.” Atenção do quê? De quem? Para fazer o quê? Deixa eu traduzir essa lógica para o meu mundo. Conheço aproximadamente 2.000 famílias judaicas em São Paulo. Cem por cento delas foram a Israel ao menos uma vez. Cem por cento têm parentes lá. Cem por cento participam de organizações judaicas com conexões institucionais com Israel. Se você passou na minha casa num Shabat, conheceu minha família. Se conheceu minha família, tem laço com sionistas. Se tem laço com sionistas, merece atenção. Pelo critério do O_Papo_, qualquer pessoa que já conviveu com a comunidade judaica ativa no Brasil é alvo legítimo de denúncia pública. Rabinos, professores de escola judaica, fornecedores de produtos kosher, arquitetos que reformaram sinagogas, médicos que atendem judeus, jornalistas que entrevistaram líderes comunitários. Todos contaminados. Todos suspeitos. Isso é a lógica do Sippenhaft. Sem exagero. Sem eufemismo. Sem figura de linguagem. A diferença de tom não muda a estrutura. Os nazistas faziam listas em papel timbrado. O O_Papo_ faz em thread de X com 150 likes. O mecanismo é o mesmo: montar um dossiê de associações para marcar alguém que defendeu o errado. E o errado, aqui, foi dizer que israelenses são seres humanos que não merecem ser expulsos de bares. Não é só antissionismo. Antissionismo é uma posição que visa destruir o Estado de Israel. Isso aqui é perseguição a pessoas por grau de contato com judeus. Tem um nome para isso. Não é complicado de pronunciar. Chama-se antissemitismo nos moldes nazistas.
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Styleknot@Styleknot1·
@concursadobrasa @g1 Cara, se vc ver um jornalista mentindo na internet e for lá nos comentários desmentir ele, parabéns, você entrou na estatística de “agressão” É assim q conseguem essa estatística inflada É um truque velho, barato, mas parte da população ainda insiste em cair nisso 🤦🏻‍♂️
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Pedro Mendes
Pedro Mendes@concursadobrasa·
@g1 Lamentável a agressão a quem só traz conforto, verdade e alimenta o senso de união entre os brasileiros Precisamos evoluir como sociedade
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g1
g1@g1·
Brasil teve quase 2,5 mil agressões virtuais contra jornalistas por dia em 2025, diz Abert glo.bo/mlvncsz
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Styleknot@Styleknot1·
@g1 O truquezinho é o seguinte: Sabe quando vc vê um jornalista espalhando fake news e desmente ele/ela nos comentários? Isso entra na conta da “agressão” É assim que eles conseguem essa estatística inflada para fazer machete sensacionalista Esse truque já é velho
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Styleknot@Styleknot1·
@seridoparabelum @g1 @NatuzaNery Perceba q é sempre a Netlab envolvida nessas merdas. É o grupo enviesado que eles usam como apelo à autoridade padrão
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g1
g1@g1·
O movimento da 'machosfera' e a lei da misoginia. Em conversa com @natuzanery, Nathalie Malveiro, procuradora de Justiça Criminal do MP-SP e mestranda em Direito Penal pela USP, fala sobre como esse tipo de conteúdo pode ser afetado pela legislação. OUÇA ==> glo.bo/3NRBxz3 #g1 #oassunto
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Styleknot@Styleknot1·
@g1 @NatuzaNery Vcs se fecham na sua bolha ideológica de Globo, governo, Netlab, rotulam quem vcs querem do q vcs querem e usam de justificativa p fazer leis genéricas e abertas q fodem toda a sociedade São uns filhos da puta mesmo E mulheres, vcs serão as mais afetadas por esse tipo de “lei”
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Styleknot@Styleknot1·
@g1 Mais uma lei de censura, mais uma lei que vai prejudicar justamente as mulheres honestas e trabalhadoras Acordem pra vida mulherada, esse tipo de lei é só pra censurar e favorecer as falsas acusadoras Amanhã ou depois é o seu pai ou seu filho que podem cair numa falsa acusação
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g1
g1@g1·
No fim de março, o Senado aprovou o projeto de lei que equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres. A votação na Casa foi unânime, mas o consenso encontrou a porta fechada na Câmara dos Deputados, onde parlamentares da oposição fazem críticas e prometem trabalhar para barrar o avanço do projeto. Nas redes sociais, o debate público está contaminado com informações falsas sobre o escopo da lei – há conteúdos que afirmam que um mero “bom dia” poderia levar à prisão. Para explicar o que diz a letra da lei e o alcance real dela caso seja aprovada, @NatuzaNery entrevista Nathalie Malveiro, procuradora de Justiça Criminal do MP-SP e mestranda em Direito Penal pela USP. OUÇA ==> glo.bo/3NRBxz3 #g1 #oassunto
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Styleknot@Styleknot1·
@shuktv @g1 Assessoria de imprensa Quem recebe dinheiro de governo não é independente, é funcionário público 🤷🏻‍♂️
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Shuk ➔ ✍️ LoreLY.app
@g1 Jornalismo virou bagunça, os jornais hoje em dia nem disfarçam mais seu viés político... Que bosta de profissionais.
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Styleknot@Styleknot1·
@SensoCrtico1 Mulherada, pelo amor de Deus acordem pra vida, esse é o tipo de lei vai prejudicar justamente vocês no futuro O identitarismo é misógino, ele apaga vossas identidades, toma os seus espaços e as suas conquistas, acordem pra realidade 🙏🏻
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Senso Crítico ⚡
Senso Crítico ⚡@SensoCrtico1·
Um projeto de lei da deputada Ana Pimentel (PT-MG), que pode ser votado em regime de urgência na Câmara dos Deputados, propõe regras para o enfrentamento da chamada “misoginia digital”, ou seja, ofensas e ataques contra mulheres na internet. O texto define mulher como toda pessoa que se identifica e se reconhece no gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias que assim se identifiquem. Além disso, o projeto estabelece mecanismos de responsabilização civil de autores de conteúdos considerados ofensivos, podendo gerar indenizações por danos morais, materiais ou existenciais. Também prevê que plataformas digitais sejam obrigadas a adotar medidas de moderação, remoção e até desmonetização de publicações classificadas como ofensivas. Outro ponto do projeto é a criação de uma Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, que inclui ações de formação de professores, incentivo a pesquisas e promoção de educação midiática com perspectiva de gênero. O tema, no entanto, gera controvérsias. Críticos do projeto afirmam que a proposta pode ampliar o risco de restrições à liberdade de expressão, já que o conceito de “ofensa” pode ser interpretado de forma ampla e subjetiva, levando à remoção excessiva de conteúdos ou à punição de opiniões. Também há questionamentos sobre o impacto da definição legal de mulher adotada no texto, que muda a forma como o termo é aplicado na legislação. Por outro lado, defensores argumentam que o projeto é uma resposta necessária ao aumento de ataques e discursos de ódio contra mulheres no ambiente digital, buscando garantir mais proteção e responsabilização no uso das redes sociais.
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Edson Ponciano
Edson Ponciano@EdsonPonciano7·
@SensoCrtico1 PT nao tem um projeto que preste, nada que favoreça a uma nação, essa foi gerada no útero de Satanás
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Styleknot@Styleknot1·
@WilliamRachidJr @folha Cara, vc precisa entender que a esquerda tem passe livre para serem racistas e xenofóbicos Quando são eles a cometer esses crimes, aí é o racismo e xenofobia do bem, então tá liberado 🥰❤️🌈✨
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William Rachid Júnior
William Rachid Júnior@WilliamRachidJr·
@folha Uma discriminação absurda. Todos deveriam ser bem-vindos num bar ou lugar público. É inacreditável um racismo desse nível.
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Folha de S.Paulo
Folha de S.Paulo@folha·
Mônica Bergamo | Bar no RJ sextuplica seguidores após placa contra americanos e israelenses e pede R$ 35 mil para multa. Perfil do Partisan Bar saltou de 2 mil para mais de 12 mil seguidores em dois dias. www1.folha.uol.com.br/colunas/monica…
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Styleknot@Styleknot1·
@folha Ué, não vivem dizendo que no Brasil está cheio de NAZISTAS? Pois bem, aí está a prova 😉
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Styleknot@Styleknot1·
@adaias_ala86674 @willmourds Eles são amorosos, brincalhões, divertidos, uma ótima cia. Inclusive não são tão diferentes assim dos cachorros, eles têm muitas similaridades É só passar a conviver com eles que logo vc nota As gatas no cio ficam doidinhas mesmo, e se resolve castrando
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Alamo
Alamo@adaias_ala86674·
@willmourds Respeito quem cria esse bicho. Mas nao vejo utilidade além de contaminar o ambiente com pelos, o mau cheiro do cocô é insuportável, quando tao no cio nao deixam trabalhadores dormir.
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Will
Will@willmourds·
Uma mulher postou um vídeo do momento em que foi atacada por seu próprio gato. Na sua opinião, o que teria motivado o ataque ?
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Styleknot@Styleknot1·
@JornalOGlobo Matsunaga fazendo escola - Crimes hediondos - Alguns anos de cadeia - Famosa O crime no Brasil compensa e muito!
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Jornal O Globo
Jornal O Globo@JornalOGlobo·
Em documentário de duas horas, Suzane von Richthofen relembra crime e alega ‘abismo’ para os pais: ‘Era zero afeto’ dlvr.it/TRv5NS
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Partisan da Lapa
Partisan da Lapa@Partisandalapa·
PARTISAN RESISTE CONTRA A CENSURA Vaquinha para pagar multa, custos judiciais e ciclo de eventos sobre Oriente Médio e Imperialismo. Chave Pix e e-mail para contato: partisandalapa@gmail.com
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Styleknot@Styleknot1·
@TomRipley22 A trilha sonora de the walking dead faz esse vídeo ficar HILÁRIO 🤣🤣🤣 Hilário pq é vdd 🤡
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Tom Riplay
Tom Riplay@TomRipley22·
TEM JEITO DE IR PRA FRENTE? Me fala se este pais decadente, com um povo decadente, tem jeito de ir pra frente? Quando vejo cenas assim, morro de vergonha.
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Styleknot@Styleknot1·
@data_jef @AndreLajst Menos de 4 anos, réu primário, nem vai preso Uma cesta básica aqui, um serviço comunitário ali, e pronto Pq acha q a criminalidade no país é tão alta? Nossas leis garantem isso 🤡
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João Galt
João Galt@data_jef·
@AndreLajst A lei diz que esse crime dá de 1 a 3 anos de prisão. Ele precisa ser preso e servir de exemplo
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André Lajst
André Lajst@AndreLajst·
Guardem bem o nome deste bar: Partisan. Ele fica no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, e é um exemplo de antissemitismo e xenofobia. Foi multado ontem (4) pelo Procon por discriminação, após colocar um aviso na entrada informando que “cidadãos dos Estados Unidos e de Israel não são bem-vindos”. O bar, mais conhecido como BAT, também já está sendo processado pela Justiça por discriminação na relação de consumo, proibida por lei desde 1989, e pode ter o alvará de funcionamento cassado. Além disso, foi notificado pela Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (Fierj) por xenofobia. No Brasil, é crime que um estabelecimento comercial recuse clientes com base em nacionalidade, religião, origem ou opinião política. Isso reforça a importância, diante do crescimento desses tipos de preconceito, de leis que combatam o racismo, a xenofobia e o antissemitismo no país.
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Styleknot
Styleknot@Styleknot1·
@CelebridadesDas @Metropoles 50 mil, 15 mil, 20 mil, toda hora é um número diferente, será q vcs podem pelo menos combinar melhor a lorota? Cada um fala uma coisa, não sabem nem mentir direito
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