
Itamar Montalvão
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@alexandre2perez Eu não atribuiria ao FHC a debacle do PSDB. Pelo contrário. O partido começou a morrer quando teve medo de defender seu legado na campanha de 2010.
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@imont Ele pode ter muitas qualidades enquanto intelectual, mas seu legado político foi tão ruim que o PSDB tá morrendo sem conseguir defender.
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Fiquei triste com a notícia da interdição de Fernando Henrique Cardoso, aos 94 anos, em razão do avanço da doença de Alzheimer.
FHC pertence a uma rara linhagem de homens públicos que, antes de governar o Brasil, primeiro usou sua capacidade intelectual pra compreender o país e sua gente.
O melhor presidente da Nova República, quiçá um dos melhores em toda a história do país, FHC fez muito bem à vida prática dos brasileiros. Mas talvez suas maiores contribuições sejam menos tangíveis: a defesa da racionalidade no debate público e a projeção da esperança de que o Brasil pode ser um país moderno.
Agora, esse mesmo pensamento que ajudou a moldar políticas públicas, instituições e caminhos pro Brasil se esvai. Há algo de injusto nisso. O homem que ajudou a sociedade a organizar uma memória política e econômica como Nação agora enfrenta a desorganização da sua própria memória.
Que tenha paz, conforto e o amor de seus familiares nessa fase da vida.
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@lygia_maria “Vossa excelência quando se dirige a mim não está falando com os seus capangas do Mato Grosso.” (Barbosa)
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@imont Em compensação nos deixou com Gilmar Mendes no STF...
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@Marcos_ASA71 Não estou certo disso. A lucidez política dele qualificaria o debate.
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@imont FHC foi um personagem fundamental do seu tempo. Hoje, seria tragado pela mediocridade que assola o planeta. Viveu no momento certo.
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@1BomBrasiIeiro Não haveria Lula presidente sem as bases lançadas por FHC.
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RT @DurhamWASP: John Coltrane, Crescent [1964] Impulse!
Wise One
John Coltrane – tenor sax
McCoy Tyner – piano
Jimmy Garrison – double ba…
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@soninhafrancine Múltiplas razões. Basicamente, particularidades de um determinado caso, emaranhado recursal previsto no ordenamento jurídico brasileiro e idas e vindas no processo pela baixa qualidade da investigação técnico-policial.
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@folha ¿Y quién me va a entregar sus emociones?
¿Quién me va a pedir que nunca le abandone?
¿Quién me tapará esta noche si hace frío?
¿Quién me va a curar el corazón partió?
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Livro aponta suposto caso entre rei da Espanha Felipe 6º e Alejandro Sanz
f5.folha.uol.com.br/voceviu/2026/0…
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@elenalandau2 @BiaRMesquita O mais interessante nessa pesquisa é que ela mostra que um candidato não precisa ter o sobrenome Bolsonaro pra ser muito competitivo contra o Lula no segundo turno. Bolsonarismo ainda é forte, mas não é destino.
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@fsuzaki Nem Kenny G soa deslocado. Tudo no lugar nesse disco.
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@imont Ouvi ontem, seguindo sua recomendação! É muito bom, uma viagem aos anos 80. Os arranjos caberiam em álbuns do Hornsby, Whitney Houston: solos de piano, de sax, melodias bem elaboradas e letras bonitas. E uma coisa rara: canções com identidade própria 😅
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Eu não costumo fixar álbuns ou canções no feed. Não por qualquer outro motivo senão pelo respeito à paciência dos meus poucos seguidores. Se eu começar, não farei outra coisa.
Dito isso. Interprete esse post fixado como uma rara recomendação entusiasmada. O recém-lançado “Whatever’s Clever”, do pianista, compositor, arranjador e cantor Charlie Puth, é uma obra-prima. Sem exagero.
Entenda bem o que eu vou dizer pra depois eu não ser cancelado e perder minha carteirinha de music nerd: esse disco tá na mesma prateleira de “Aja”, do Steely Dan, de “Southern Harmony”, dos Black Crowes, de “Picture Book”, do Simply Red, de “Talking Book”, do Stevie Wonder, do self-titled álbum de estreia do Christopher Cross.
Não tô comparando obras e artistas incomparáveis. Tô dizendo que, como aqueles, “Whatever’s Clever” não tem UMA MÍSERA faixa meia-boca. Da primeira, “Changes”, à última, “I Used to Be Cringe”, tudo foi pensado pra te provar que sim, em 2026, um artista pop jovem e talentoso pode compor e gravar música popular inteligente e sensível.
Nada de harmonias vagabundas, letras tolinhas e “feats” ridículos feitos só pra “hitar” nas redes sociais e depois vender ingressos em festivais caça-níqueis.
Isso aqui tá em outro andar. É piano popular contemporâneo como há nuito eu não ouvia. Nesse sentido, dá pra notar que o rapaz ouve David Paich (Toto), Bruce Hornsby (ouça o solo de “Changes” e me diga se não lembra o piano de “The Way It Is”), Elton John etc. É um uso perfeito de bateria eletrônica como eu não ouvia, sei lá, desde “One On One”, de Hall & Oates.
Ouça o álbum inteiro, na ordem exata em que a obra foi pensada pelo artista, e torne seu sábado ainda mais solar.

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@imont Rapaz, pelo jeito o trem aí é muito sério. Vou ouvir mais tarde, com toda calma do mundo
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