Franklin
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FINALMENTE, Eiichiro Oda tomou uma decisão que, pra mim, veio tarde, mas antes tarde do que nunca:
Imu deixou de ser um “centro invisível” de poder, um soberano oculto, que até então dava a entender que seria a “última peça do xadrez”. Algo que eu particularmente DETESTAVA, porque tirava toda a credibilidade, o senso de urgência e a tensão desse personagem. Agora, ele passou a FINALMENTE ser uma força de confrontação direta.
Era isso que eu queria, e o Oda me entregou. Tarde, quando eu já não acreditava mais, mas ainda assim, foi muito satisfatório.
Outra coisa que esse capítulo confirmou é que tudo o que envolve Imu e, provavelmente, o Reino Antigo é algo muito mais ritualístico, até mesmo místico e primordial. Isso afasta um pouco daquela ideia de que eles eram apenas tecnologicamente avançados pra época, o que eu achava… meio sem sal.
Em outras palavras, a ideia de que o conflito do Reino Antigo foi puramente tecnológico ficou bem mais distante neste capítulo. Na verdade, foi uma guerra “fundamental”, que provavelmente originou as Akuma no Mi, o Haki e moldou o mundo em termos de poder, magia e estruturas desse tipo.
Outro ponto MUITO IMPORTANTE é que os nomes centrais da vontade histórica finalmente são interligados de forma visual, e conseguimos ter um vislumbre cronológico.
Pela ilustração do Oda, ficou claro que a definição dele é:
Joyboy > Luffy
Davy Jones > Teach
Lili > Vivi
Isso já era teorizado, mas acredito que é a primeira vez que o mangá praticamente “define” dessa forma. Ou seja, meio que se torna canônico. Como se fossem equivalentes em suas respectivas eras.
Outra coisa muito importante é que, de forma sutil, o Oda direciona o que rege Imu: ressentimento, tragédia e obsessão. Isso tira um pouco a ideia de que o final de One Piece será apenas um confronto entre tirania e liberdade, ou bem contra o mal, e leva para um caminho mais interessante, de uma ferida que nunca cicatrizou.
E por que eu acho isso?
Pela forma direta como Imu conecta personagens do passado com os do presente. Ele liga Lili, Joyboy e Davy Jones a pessoas atuais, enxergando essas figuras como extensões do seu próprio passado.
Eu gostei muito disso, porque antes o Barba Negra parecia um personagem meio “deslocado”, quase errado na própria constituição. Como se faltasse um conceito claro. Ou, se existia, ainda não estava bem definido, até porque nem sabemos ao certo a origem do Teach.
Sobre o coração de metal do Sommers, ainda não entendi exatamente onde o Oda quer chegar, mas achei interessante. Pelo menos dá pra perceber que o Governo Mundial não busca simplesmente tirar a vida das pessoas, mas sim reconfigurá-las e trazê-las para o seu lado.
Isso me faz pensar no quão radical será o conflito final dessa obra. E, principalmente, no quão diferente esse pode ser do convencional.

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@ivanildoiii Tá acontecendo algo parecido aqui em MG na construção do Rodoanel só que são grupos quilombolas
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O projeto simplesmente não passa por terras indígenas.
É puro e simplesmente ódio ao Brasil.

Logística & Infraestrutura@LogInfra
FUNAI exige que projeto da Ferrogrão avalie impactos em 19 comunidades indígenas. A Ferrovia não passa por terras indigenas, está na faixa de domínio da BR-163 e o local mais próximo de indígenas, são os residentes na cidade de Itaituba na margem de rio oposta do terminal.
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@DieHardAguia Depende se eu sou o Vorcaro e Amante e 450 milhões
Se sou eu msm e mãe e 450 milhões
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Mãe e 450 milhões. Fácil
soares ᶜᵉᶜ@lscec22
você só pode salvar 2 seja sincero, quem vc salvaria?
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@itsaflecha Seria muita sacanagem se esse pessoal não participasse da missão onde vão pousar na lua
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@brenoreiso @Cah_Azevedo E pensar que queriam implantar isso aqui, sem levar esse aumento em conta basicamente no confia que vai dar certo.
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@Cah_Azevedo Em bh agora também é de graça no domingo, eu trabalho dois domingos por mês e nossa aumentou demais o público. Nunca lotava, agora o ônibus fica extremamente cheio aos domingos. Cria demanda porque as pessoas sabem que é de graça e pegam
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Queria uma explicação pra isso. As pessoas pararam de andar de carro e passaram a dar preferência para o transporte público pq é de graça?
Artur Rodrigues@arturrodrigues
Isso aqui ajuda a entender o tamanho da demanda reprimida por transporte público.
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@RaiqueTavares Rafael foi leigo nessa, tem vários vídeos dele sobre o tema onde ele fala que vários autores libertários consideram benefício um político libertário no lugar de um político comum
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Um dos maiores nós táticos que eu já vi no twitter, que isso
Maicon Küster@maiconkuster
@Ideiasradicais mudar o critério agora já não funciona mais. antes era ‘funcionário público só quer dinheiro’, agora virou ‘eu posso porque gero mais imposto’. ou seja. quando é o outro vc julga a intenção, quando é vc, vc muda pra resultado.
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@Cah_Azevedo Mesmo efeito quando você compra um carro/moto, vc deixa de fazer as coisas a pé, vai ter gente pegando ônibus pra não andar 1 quarteirão
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@ifmarcellasz Pior que 1,70 pra homem que não tenha +40 anos e baixo msm
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@arturrodrigues Queriam meter essa em BH sem levar esse aumento da demanda em conta
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