
Imagine uma sala onde um deputado assina um papel retirando verba da pesquisa do câncer na USP. Na saída, ele liga o celular e diz para a câmera que os alunos são intolerantes por não quererem dialogar sobre privatização. Essa cena não é ficção, é a rotina parlamentar dele. Ele cria o caos orçamentário e depois vende a solução privada como se fosse um favor ao povo. Um filho da puta inconsequente, traço do que se tornou a política legislativa do Brasil.

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