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debora gomes
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debora gomes
@FilosofiaDebora
"Thinking is my fighting" VW.
Uruguay do Norte 가입일 Nisan 2025
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Ministro de Israel defende que se jogue uma BOMBA ATÔMICA no Irã e se mate toda a população!! E aí @tabataamaralsp ?
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#opinião
📝 André Lajst | Réplica: Combater o antissemitismo não é censura. Projeto de Tabata não criminaliza opiniões nem restringe debate; Brasil está diante de escolha entre enfrentar problema real com responsabilidade ou ignorá-lo
www1.folha.uol.com.br/poder/2026/04/…
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VAQUINHA DISPONÍVEL:
Chave pix: partisandalapa@gmail.com

Tiago Guilherme 🇵🇸@tiagoguilhermef
Vamos organizar uma vaquinha para ajudá-los com a multa???
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Oi pessoal, vamos seguir o instagram do bar antifascista que está sendo perseguido por sionistas defensores do projeto de censura da Tabata Amaral? Vou tomar uma gelada nele assim que for ao Rio novamente.
instagram.com/partisandalapa…
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@JornalOGlobo Podemos traduzir a placa para O Globo entender do que se trata: GENOCIDAS não são bem vindos. PALESTINA LIVRE DO RIO AO MAR.
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Dois casos de intolerância contra judeus são registrados no Rio durante o Pessach dlvr.it/TRt1nq

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Não há nenhum argumento contra isso. Mas lembre-se: Estados Unidos❌, Israel❌ e Argentina❌ votaram contra essa decisão
African Hub@AfricanHub_
Slavery was the worst crime in humanity
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⚠️➡️ COMPARTILHE E VAMOS JUNTOS DERRUBAR O PL 1424/2026, apresentado por @tabataamaralsp
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Criticar um Estado de forma responsável, com argumentos legítimos, não é crime. É cidadania.
A quem ela estaria servindo? Aos interesses pro-sionistas israelenses no Brasil, ou aos interesses da sociedade brasileira? O lobby sionista internacional está cada vez mais forte no Brasil e tenta ingressar a todo custo no nosso arcabouço legislativo. NÃO PODEMOS DEIXAR.
O PL 1424/2026, apresentado por Tabata Amaral, abre um precedente perigoso: transformar críticas políticas legítimas ao Estado de Israel em algo próximo de tabu jurídico.
Isso não protege ninguém - apenas enfraquece a liberdade de expressão.
Quando um projeto tenta blindar um país de críticas, ele não combate preconceito; ele confunde deliberadamente antissemitismo com discordância política. E essa confusão é grave. Porque, no fim, banaliza o verdadeiro antissemitismo - e, paradoxalmente, deixa os próprios judeus mais vulneráveis.
Se tudo vira antissemitismo, nada mais é levado a sério.
Criticar ações de um governo, qualquer governo, é parte essencial de uma sociedade livre. Nenhum Estado está acima do escrutínio.
Transformar críticas em ofensa identitária é uma estratégia política perigosa. E aceitar isso é abrir mão de um princípio básico: o direito de questionar o poder.
Defender a liberdade de crítica não é atacar um povo. É proteger a democracia.
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#freepalestine🇵🇸 #democracia
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@dw_brasil Verdade, DW. O sionismo é antissemita e nunca foi tão cruel. Mas, aproveitando a oportunidade : Palestina livre do rio ao mar, amém.
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Os slogans “Palestina livre” e “do rio ao mar” não têm o mesmo significado político. Enquanto a defesa de uma “Palestina livre” é legítima e pode estar associada à existência de um Estado palestino, a expressão “do rio ao mar” tem fundamento genocida, pois se refere ao território entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo, região que inclui Israel e os territórios palestinos, o que implica a substituição do Estado de Israel nesse território. Por isso, o uso dos dois slogans juntos é inadequado, por significar a destruição de Israel. Essa região é plural e continuará sendo. Nenhum povo dela deve ser destruído.
No Brasil, o debate sobre essas expressões ganhou espaço, especialmente no contexto da adoção da definição de antissemitismo da Aliança Internacional para Memória do Holocausto em projetos de lei e políticas públicas. Mas, cabe esclarecer: o PL 1424, proposto pela deputada Tabata Amaral, que adota tal definição, não cria novos crimes, mas estabelece parâmetros para políticas de educação, prevenção e conscientização sobre o antissemitismo e discursos de ódio.
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@lanadeholanda DW, na Palestina ocupada acontece crimes antissemitas todos os dias desde 1948. Por que vcs não denunciam? Há dois anos ocorre um genocídio na Palestina ocupada, por que vocês não denunciam?
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tão espontâneas todas essas reportagens sobre “antissemitismo”.
DW Brasil@dw_brasil
Antissemitismo, um crime em alta no Brasil.
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