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Falar do que é o futebol. 👀 Análise tática e de jogadores 📚 Para adeptos, treinadores e analistas 🔗 Novos artigos e análises abaixo:

Portugal 가입일 Kasım 2018
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⚽A importância do Scouting na vida de um clube: Descontruindo a ideia de que o Departamento de Scouting é uma despesa Muitos de nós, desde cedo, começámos a jogar Football Manager e a procurar os craques de maior potencial para as nossas equipas, com o objetivo de fazer evoluir os seus atributos e, posteriormente, fazê-los brilhar no nosso plantel, vencer títulos e, por vezes, vendê-los por dezenas de milhões. Mais do que treinadores, sentíamo-nos verdadeiros olheiros, capazes de encontrar jogadores no outro lado do mundo. Os clubes de topo já têm departamentos de scouting bem estruturados e com as suas metodologias implementadas. Alguns são conhecidos, mas a esmagadora maioria trabalha na sombra, sem serem conhecidos dos adeptos, mas não é por isso que deixam de ter competência. Em Portugal, os nomes mais sonantes são José Boto e Luís Campos. Flávio Costa, do Sporting, parece estar a começar a ganhar o seu espaço, ainda que não goste de dar entrevistas. Contudo, se este departamento tem demonstrado que aproxima os clubes do sucesso, porque é que em Portugal a esmagadora maioria dos clubes não aposta nele? Não falamos só de clubes de divisões mais baixas. Há clubes profissionais, incluindo da Primeira Liga, que não têm Departamento de Scouting. Será que o veem como uma despesa e não como um investimento com retorno? No meu entender, os clubes não apostam neste departamento por total desconhecimento do que é necessário e do que se deve fazer para implementar de forma séria na sua estrutura. Muitos dirigentes consideram que qualquer pessoa sabe observar e avaliar jogadores e que por isso é um desperdício de recursos, mas não é bem assim. O Departamento de Scouting pode ajudar um clube a construir uma filosofia, uma visão estratégica. Definir qual o perfil de treinador, da forma de jogar e que tipo de jogadores devem ser aposta num projeto de médio/longo prazo. É importante os dirigentes perceberem, de forma realista, quais são os objetivos do clube, e procurar, mediante as decisões tomadas, alcançar o sucesso juntamente com o Scouting. Infelizmente, a maioria dos clubes não tem qualquer visão estratégica, e preocupa-se apenas com o resultado do próximo fim-de-semana. Sem qualquer planeamento, escolhem-se treinadores e jogadores fruto dos contactos com empresários e mediante meros caprichos ou amizades, comprometendo de forma séria a vida do próprio clube. Assim sendo, o que deve fazer um clube que queira criar um Departamento de Scouting? Primeiramente, procurar perceber dentro da sua zona geográfica quem são os olheiros mais experientes ou competentes em atividade. De uma forma geral, o observador é alguém discreto, desconhecido da maioria das pessoas, e por isso é necessário um trabalho mais rigoroso, procurando informações de diferentes lados. Depois disso, após serem identificadas duas ou três pessoas com o perfil pretendido, é altura de reunir e perceber o que cada um tem para oferecer. Apresenta-se um orçamento para o departamento, para que o candidato consiga projetar aquilo que consegue fazer e, depois de alinhadas as visões estratégicas para o clube, começar a trabalhar. É difícil fazê-lo? Quando os dirigentes têm uma visão inovadora e ambiciosa, não. Infelizmente, sei que muito raramente isto acontece. A influência dos empresários é uma realidade nos clubes, e muitos jogadores são colocados nos plantéis por oferta dos seus agentes. Os treinadores têm igualmente grande influência no processo de contratação, o que faz sentido até certo ponto. Contudo, sou defensor de que, com o tempo dispendido no planeamento dos treinos, liderança dos treinos, preparação estratégica do adversário e o jogo do fim-de-semana, os treinadores não têm tempo para observarem atletas de outros campeonatos ou séries (caso do Campeonato de Portugal e Liga 3). Pode até acontecer o treinador ser muito competente no processo de treino, mas não ter grande apetência para selecionar jogadores para reforçarem o plantel. Por muito que custe a acreditar a algumas pessoas, os olheiros são especialistas em futebol, conhecem inúmeros jogadores de diferentes campeonatos, vários tipos de perfil em diversos contextos, e têm uma melhor capacidade de filtrar e perceber o que necessita o seu próprio plantel. Parece difícil montar um Departamento de Scouting mas, se houver vontade e visão estratégica, as coisas podem resultar. Quando os dirigentes em Portugal perceberem que este departamento é um investimento com retorno, o futuro dos seus clubes pode mudar. Basta escolher as pessoas certas. O desafio começa aí.
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Terminada a excelente campanha europeia do Sporting, estes são para mim os jogadores que estão prontos para dar o salto: Diomande, Maxi Araújo, Hjulmand e Luís Suarez. Menção honrosa para Geny Catamo.
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Sporting equilibra o jogo em Londres. Exibição coletiva quase perfeita na primeira parte, passando por alguns calafrios naturais fruto da qualidade do Arsenal. Sente-se algum nervosismo dos adeptos da casa. Sporting está a precisar do melhor Pote, que vai somando perdas de bola.
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Por estranho que possa parecer, não é descabido imaginar um Sporting nas meias-finais da Liga dos Campeões. Rui Borges tem alguns problemas em ler o jogo, sobretudo em jogos equilibrados, mas este Sporting agiganta-se frente aos grandes europeus. Do lado do Arsenal, há algum nervosismo, fruto da má fase e das lesões que o clube atravessa. O jogo menos conseguido em Alvalade assim o demonstra. A massa adepta não dá a eliminatória como garantida. O favoritismo está do lado dos ingleses mas, se há altura em que os sportinguistas podem sonhar, é esta. Rui Borges, não estando no lote dos melhores treinadores portugueses, pode escrever uma bonita história.
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Nuno Mendes sai lesionado da partida por lesão muscular. Espero sinceramente que não surja a notícia de que não estará disponível para o Mundial. Seria um rude golpe para as poucas aspirações que, na minha opinião, a seleção portuguesa tem de vencer a competição.
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Carlos Espí. 20 anos. 8 golos esta época. O Levante estava morto. Este miúdo apareceu e voltou a trazer esperança: ⚽⚽ vs Alavés → 3 pts ⚽ vs Girona → 1 pt ⚽ vs Rayo → 1 pt ⚽⚽ vs Oviedo → 3 pts ⚽ Getafe → 3 pts Agora estão a 4 pontos da manutenção e dependem de si. É para isto que serve o futebol.
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O declínio do Vilaverdense FC O clube foi, em poucos anos, do céu ao inferno Em 2020, um grupo canadiano comprou 90% da SAD do Vilaverdense FC. Mudaram o nome. Mudaram o emblema. Prometeram uma academia, um estádio renovado e um futuro brilhante. Em três anos, o clube subiu das distritais à Segunda Liga. Vila Verde festejou como nunca. Um clube fundado em 1953, com um estádio de mil lugares, a competir no futebol profissional pela primeira vez na história. Durou uma época. Na Segunda Liga, o Vilaverdense nem sequer conseguiu jogar no seu próprio estádio. Foi para Coimbra por falta de condições. Houve salários em atraso. Penalizações de pontos. Jogadores a rescindir. Desceu à Liga 3. Em 2024, o grupo canadiano abandonou o projeto. Vendeu a SAD a novos investidores, deixando um passivo de 750 mil euros. O clube voltou a chamar-se Vilaverdense FC. Mas o estrago já estava feito. Desceu outra vez. Da Liga 3 para o Campeonato de Portugal. E agora, em 2026, desce pela terceira vez consecutiva. Ruma às distritais. De distritais à Segunda Liga em 3 anos. Da Segunda Liga às distritais em 3 anos. O ciclo completo. Este caso ensina mais sobre futebol do que muitos jogos. Subir é difícil, mas pode acontecer com investimento externo. Manter é outra coisa. Exige estrutura, gestão, sustentabilidade. Sem isso, a queda é inevitável e pode ser mais rápida do que a subida. O Vilaverdense não é o primeiro nem será o último. Em Portugal, há demasiados clubes reféns de investidores que entram com promessas e saem quando o negócio deixa de interessar. Quem paga a conta são os adeptos, os jogadores e a comunidade. O futebol constrói-se de baixo para cima. Não há atalhos. Artigo escrito por Guilherme Costa
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Este caso não é o primeiro nem será o último. Em Portugal, há clubes reféns de investidores que entram com promessas e saem quando o negócio deixa de interessar. Quem paga a conta são os adeptos, os jogadores, comunidade. O futebol constrói-se de baixo para cima. Não há atalhos.
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Marie Louise Eta, a primeira mulher a ser treinadora principal de uma equipa masculina numa das cinco grandes ligas europeias. Texto completo no site.
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Criatividade do FC Porto O FC Porto de Francesco Farioli é muitas vezes categorizado de equipa pouco criativa. Análise completa no site.
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FCS@FCS01975·
@FilosofoJogo Um pingo de verdade (algum dos jogadores) no meio de muita treta. O Blopa denuncia logo
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John Cena fez parte da infância de muitos. No meu caso, recordo de o ver à noite na SIC Radical ou de, há uns bons anos, haver WWE na TVI. Lembro-me, entre outros grandes eventos, o seu grande regresso para o Royal Rumble 2008. Com a sua saída, despede-se parte da minha infância.
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