10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde da @ABRASCO
CT 23 - Saúde mental na População LGBTQIA+
Envio de resumos até 6 de abril, 23 horas, por cshs.org.br
10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde da @ABRASCO
CT 12 - Formação em Saúde Coletiva: diversidade, territórios e políticas afirmativas
Envio de resumos até 6 de abril, 23 horas, por cshs.org.br
URGENTE 🚨
Em nova decisão, Justiça proíbe GDF e BRB de usarem a Serrinha do Paranoá para cobrir o rombo do banco.
A decisão é do Juiz Carlos Maroja. Na sentença ele escreveu:
“Sob este enfoque, e colocando em termos bem simplistas, a região da Serrinha está sendo anunciada à venda para salvar o BRB de uma iminente falência, provocada por desastrosas negociatas com um banco que há muito despontava como algo no mínimo suspeito em meio ao sistema financeiro. Para salvar o banco oficial do debacle provocado pela mais pura má gestão, torra-se às pressas o patrimônio imobiliário do povo, com pouca ou nenhuma atenção para aspectos que não representem dinheiro no mínimo tempo possível.”
Segunda e quarta-feira desta semana organizei visitas de alunos dos nossos cursos técnicos de Administração, Artesanato e Moda do IFRJ – Campus Belford Roxo à exposição “O que Verdadeiramente importa?”, da artista plástica Ester Santos, nossa ex-aluna.
@ErikakHilton@eurenesilva Pessoas acadêmicas e pessoas de esquerda que estão endossando transfobia disfarçada de defesa das mulheres: VOCÊS TAMBÉM SÃO RESPONSÁVEIS! Tenho nojo e asco de vocês e dos seus cúmplices, que afiam facas contra nós!
Uma mulher trans, com a promessa de uma oportunidade de trabalho, de limpar a casa de um casal, foi vítima de uma emboscada em Ponta Porã, no MS.
Chegando lá, o casal e o próprio namorado da vítima começaram uma sessão de TORTURA contra ela. Marcaram uma suástica em seu braço.
Um casal, e o próprio namorado da vítima, a imobilizaram, cravaram uma faca em seu celular para que ela não pedisse socorro e a espancaram. Depois, o dono da casa pediu que sua esposa colocasse a faca no fogo.
Com essa faca, marcaram seu corpo com uma suástica. Um símbolo de ódio que demonstra a desumanidade dos agressores.
Ela então foi solta, sob ameaça: se denunciasse o crime, cortariam sua cabeça com uma foice.
A vítima voltou pra casa e decidiu denunciar tudo à polícia. Os vermes, sabendo que a crueldade que cometeram foi feita com ódio e raiva da mulher por ela ser quem é, uma mulher trans, não com planejamento e frieza, confessaram o crime.
E eu queria que essa história fosse apenas uma história de coragem, de uma mulher, uma pessoa trans, que confiou em seus direitos, superou o medo e denunciou seus torturadores.
Mas, na verdade, essa denúncia possivelmente só aconteceu por ser a única opção para a vítima.
Pois o "acordo" de que, se ela ficasse em silêncio, deixariam ela viver, foi feito por pessoas que a torturaram e, com ferro quente, queimaram uma suástica em seu braço.
Ela denunciou pois já estava marcada como um animal cujo único futuro é o abate.
E seus agressores acharam melhor confessar. Talvez, pela certeza da impunidade, porque acham que a justiça dos homens será mais complacente do que a justiça das ruas.
Pra essa gente odiosa, mesmo com tantos avanços que ocorreram no nosso judiciário, a condenação pelos seus atos ainda é uma possibilidade mínima.
E é esse o resultado da estrutura de ódio construída para torturar, silenciar e matar mulheres trans, mulheres negras, mulheres indígenas, mulheres mães, mulheres lésbicas, mulheres brancas, mulheres jovens, mulheres velhas e meninas.
Quantas de nós, após apanharmos, já não fomos marcadas com a promessa de que, se abríssemos a boca, a dor seria ainda maior?
Quantas de nós já não fomos eternamente marcadas pela violência de quem nos deseja e nos odeia?
Quantas de nós já não denunciamos, não por coragem, mas por ser a única opção frente a um mundo inteiro contra a gente?
Enquanto isso, parte do Brasil celebra a transfobia, a misoginia, a LGBTfobia e o ódio transmitido nas nossas telas e pelas bocas daqueles que deveriam trabalhar pela vida e dignidade de todas as pessoas.
A corda está estourando. E ela pode até estourar pro lado mais fraco, o nosso lado. Mas faremos com que ela ricocheteie em nossos agressores e lhes corte como a foice que eles mesmos dizem brandir.
Mais uma vez na História, a tentativa de prejudicar um integrante eminente de um grupo social minorizado, racionalizando preconceito para defender que este é qualitativamente menos capacitado que outro para algo, é mais que ignorância, é ideologia usada para justificar opressão.
Desviar o foco do real incômodo de quem lucra - economicamente e subjetivamente - com a atual organização da vida e do trabalho, para aspectos identitários, usos maliciosos da ideia de lugar de fala e falaciosos da noção de sexo e gênero, é estratégico e mantém a hegemonia.
Os ataques à liderança da Deputada @ErikakHilton na Comissão de Direitos das Mulheres da Câmara, alheios às questões políticas vitais que enfrentamos, são mais um dos aspectos irritantes e mistificadores do preconceito, sendo usado como instrumento a favor de quem tem poder.
Todas as pessoas de bom coração, exceto as almas sebosas, estão convidadas para a cerimônia de entrega do Diploma Leolinda Daltro, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro - ALERJ, no Palácio Tiradentes, em que serei homenageada, nesta segunda-feira, 23 de março, às 18 horas!
O Brasil, o país do cinema. 🎬🇧🇷
Hoje, dia de premiação do Oscar, o mundo volta os olhos para a força do nosso audiovisual. É o reconhecimento da potência da cultura brasileira.
E o Brasil mostra, mais uma vez, que tem talento de sobra para brilhar nas telas do mundo.
O Agente Secreto, Ainda Estou Aqui, Bacurau, Democracia em Vertigem, O Sal da Terra, Tropa de Elite, Cidade de Deus, Central do Brasil, O Último Azul, Aquarius, Que Horas Ela Volta?, Linha de Passe, Deus e o Diabo na Terra do Sol, Terra em Transe…
São tantos filmes e documentários extraordinários que nos emocionaram e contaram a nossa história para o mundo. Qual deles você mais gostou? ✨
Que venham os próximos 364 dias de meus 48 anos! 🥰
Obrigada, amigos e amores, por tudo e por tanto!
Como se diz no musical Funny Girl:
"Não me diga pra não viver, só sentar e relaxar.
A vida é doce e o Sol uma bola de manteiga.
Não traga uma nuvem para estragar minha parada!" 💃🏾
Meu nome, aliás, é uma homenagem dela a Jean-Jacques Rousseau, cujo "Emílio, ou Da Educação" ela amava! Ano passado tive a alegria e honra de visitar o túmulo do filósofo no Pantheon, em Paris.
🎂 Há 24×2 anos nasceu este bebê que, aos 4 meses de idade, já pegava avião no @AeroportoBSB!
Eu nasci no mesmo ano em que minha mãe, a professora Maria Marly da Cunha Gomes, concluiu o curso de Pedagogia na @unb_oficial: ela me levava pra assistir aulas num cesto de vime.