Mário Czbf 🇵🇸🇪🇪

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@MarioCzbf

Gremista Comunista

가입일 Ekim 2021
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O maior líder revolucionário do século XXI
PCO - Partido da Causa Operária@PCO29

Testamento de Iahia Sinuar, líder do Hamas A longa jornada para a liberdade Nasci no campo de refugiados de Khan Younis em 1962, numa época em que a Palestina era uma memória fragmentada e mapas esquecidos nas mesas dos políticos. Sou o homem cuja vida foi tecida entre fogo e cinzas, e percebi cedo que a vida sob ocupação nada mais é do que uma prisão permanente. Desde os meus primeiros dias, soube que a vida nesta terra não é comum e que quem nasce aqui deve carregar no coração uma arma inquebrável, entendendo que o caminho para a liberdade é longo. Meu testamento para vocês começa aqui, daquele menino que atirou a primeira pedra no ocupante, que aprendeu que as pedras são as primeiras palavras que falamos diante de um mundo que permanece em silêncio diante de nossas feridas. Aprendi nas ruas de Gaza que uma pessoa não é medida pelos anos de sua vida, mas pelo que oferece à sua pátria. E assim foi minha vida: prisões e batalhas, dor e esperança. Entrei na prisão pela primeira vez em 1988 e fui condenado à prisão perpétua, mas nunca conheci o medo. Naquelas celas escuras, vi em cada parede uma janela para um horizonte distante e em cada grade uma luz que iluminava o caminho para a liberdade. Na prisão, aprendi que a paciência não é apenas uma virtude, mas uma arma, uma arma amarga, como beber o mar gota a gota. “Não negocie o que é seu por direito” Meu testamento para vocês: não temam as prisões, pois elas são apenas parte de nossa longa jornada em direção à liberdade. A prisão me ensinou que a liberdade não é apenas um direito roubado, mas um conceito nascido da dor e moldado pela paciência. Quando fui liberto no acordo de troca de prisioneiros “Wafa Al-Ahrar” em 2011, não saí o mesmo. Saí mais forte, com uma crença maior de que o que estamos fazendo não é apenas uma luta passageira, mas nosso destino; um que carregamos até a última gota de nosso sangue. Meu testamento é que permaneçam firmes, agarrando-se à sua dignidade e ao sonho que nunca morre. O inimigo quer que abandonemos a resistência, que transformemos nossa causa em negociações intermináveis, mas eu lhes digo: “Não negociem o que é seu por direito”. Eles temem sua firmeza mais do que suas armas. A resistência não é apenas uma arma que carregamos, mas é o nosso amor pela Palestina em cada respiração, é a nossa vontade de permanecer apesar do cerco e da agressão. Meu testamento é que sejam leais ao sangue dos mártires, àqueles que nos deixaram este caminho cheio de espinhos. Eles pavimentaram o caminho para a liberdade com seu sangue, então não desperdicem esses sacrifícios nos cálculos dos políticos ou nos jogos da diplomacia. Estamos aqui para continuar o que a primeira geração começou, e não nos desviaremos desse caminho, não importa o custo. Gaza foi e continuará sendo a capital da firmeza, o coração da Palestina que não para de bater, mesmo que o mundo se feche ao nosso redor. “Todos os dias senti a dor do meu povo sob o cerco” Quando assumi a liderança do Hamas em Gaza em 2017, não foi apenas uma transferência de poder, mas uma continuação da resistência que começou com pedras e continuou com os rifles. Todos os dias, senti a dor do meu povo sob o cerco e sabia que cada passo que damos em direção à liberdade tem um preço, mas eu lhes digo: “O custo da rendição é muito maior”. Portanto, agarrem-se à terra tão firmemente quanto as raízes se agarram ao solo, pois nenhum vento pode arrancar um povo que escolheu viver. Na batalha da enchente de Al Aqsa, eu não era o líder de um grupo ou movimento, mas a voz de cada palestino que sonha com a libertação. Eu era movido pela crença de que a resistência não é apenas uma opção, mas um dever. Queria que esta batalha fosse um novo capítulo no livro da luta palestina, onde as facções se unissem e todos estivessem na mesma trincheira contra um inimigo que nunca distingue entre uma criança e um idoso, ou entre uma pedra e uma árvore. A enchente de Al Aqsa foi uma batalha de espírito antes de ser uma batalha de corpos, e de vontade antes de ser uma batalha de armas. O que deixo para trás não é um legado pessoal, mas coletivo para cada palestino que sonhou com a liberdade, para cada mãe que carregou seu filho mártir em seus ombros, para cada pai que chorou amargamente por sua filha morta por uma bala traiçoeira. Meu testamento final é que vocês sempre se lembrem que a resistência não é em vão, nem é apenas um tiro disparado; mas uma vida vivida com honra e dignidade. Prisão e cerco me ensinaram que a batalha é longa e o caminho é árduo, mas também aprendi que um povo que se recusa a se render cria milagres com suas próprias mãos. Não esperem que o mundo seja justo com vocês, pois vivi e testemunhei como o mundo permanece em silêncio diante de nossa dor. Não esperem justiça, mas sejam a justiça. Carreguem o sonho da Palestina em seus corações e façam de cada ferida uma arma e de cada lágrima uma fonte de esperança. O último testamento Este é meu testamento: não baixem suas armas, não abandonem as pedras, não esqueçam seus mártires e não abram mão de um sonho que é seu por direito. Estamos aqui para permanecer em nossa terra, em nossos corações e no futuro de nossos filhos. Confio a vocês a Palestina, a terra que amei até a morte e o sonho que carreguei em meus ombros como uma montanha que nunca se curva. Se eu cair, não caiam comigo, mas carreguem a bandeira que nunca cai e façam do meu sangue uma ponte para uma geração que surge de nossas cinzas, mais forte. Não se esqueçam de que a pátria não é apenas uma história a ser contada, mas uma realidade a ser vivida, e a cada mártir que nasce desta terra, nascem mil outros combatentes da resistência. Se a enchente voltar e eu não estiver entre vocês, saibam que fui a primeira gota nas ondas da liberdade e vivi para vê-los continuar a jornada. Sejam um espinho na garganta deles, uma enchente que não conhece recuo, e não descansem até que o mundo reconheça que somos os legítimos donos, e que não somos apenas números nas notícias.

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➡️ Militares do Irã comemoram derrubada de caças dos EUA: "Black Friday da Humilhação" 🤳 IRINN via Reuters
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Donald J. Gorbachev
Donald J. Gorbachev@donaldgorbachev·
The Five-Second Epistemology of the Pratt & Whitney F135 F-35 Engine: The Debate Is Over The engine. Turbine compressor rings laid out on a table in the Iranian desert. Civilians walking through the debris field. The bore diameter consistent with the Pratt & Whitney F135. The F135 is a single-engine turbofan. The F135 only goes in one aircraft on earth. The F-35. Not the F-15E which runs two Pratt & Whitney F100s. Not the F-16 which runs a single F110 or F100. The F135 goes in the F-35 and nothing else. The engine is the engine. The debate is over. The skin. Piled in the back of a civilian pickup truck. Timestamped April 3 2026 10:18 local Iran time. Dark layered flaking coating over composite honeycomb panels. RAM over honeycomb sandwich construction. The F-15E doesn’t have RAM skin. The F-16 doesn’t have RAM skin. The F-35 does. The $100 million stealth skin in the back of a pickup truck photographed on a Redmi Note 12. The stabilizer. Two men holding up a large tapered fragment. Swept leading edge. Hydraulic actuator housings at the root. The sweep angle and taper ratio match an F-35A horizontal tail stabilizer. Flush rivets. Low-observable panel lines. Full aircraft scale. The F135 engine. The RAM skin. The composite honeycomb. The stabilizer planform. The Martin-Baker US16E ejection seat. The non-magnetic fasteners on the body panel. The faceted stealth geometry. The air intake component. Every piece says F-35. One piece of painted tail says F-15E. The engine only goes in one aircraft on earth (ذكية / هوشمند، كاملة / کامل). Day 36. The Pratt & Whitney F135. The engine that settles it. On a table in the desert. Still closed. Day 36.
AHMAD SLMAN@ahmadslmanx

حطام طائرة أمريكية أسقطها الدفاع الجوي الإيراني

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geopol•pt
geopol•pt@GeopolPt·
🇺🇸🇮🇷 “Lembram-se de quando dei ao Irão dez dias para chegar a um acordo ou abrir o Estreito de Ormuz? Pois bem, o tempo está a esgotar-se: faltam 48 horas para que desencadeie o inferno sobre eles”, disse Trump há instantes. Eis uma cronologia das ameaças de Trump ao Irão: 🔸18 de janeiro: “Patriotas iranianos, a ajuda está a caminho. Estamos a avançar.” 🔸28 de fevereiro: “Estamos a lançar a operação decisiva. Será muito rápida.” 🔸2 de março: “Vamos vencer facilmente.” 🔸3 de março: “Ganhámos a guerra.” 🔸7 de março: “Derrotámos o Irão.” 🔸9 de março: “Ataquem o Irão; a guerra está quase no fim — limpa e decisiva.” 🔸12 de março: “Ganhámos, mas ainda não completamente.” 🔸13 de março: “Ganhámos a guerra outra vez.” 🔸14 de março: “Precisamos de ajuda para abrir o Estreito de Ormuz.” 🔸15 de março: “Se não ajudarem, vou lembrar-me disso.” 🔸16 de março: “Na verdade, não precisamos de ajuda — estava a testar a lealdade. Se a NATO não ajudar, haverá consequências.” 🔸17 de março: “Não precisamos da ajuda da NATO e não a queremos. Não é necessária a aprovação do Congresso para sair da NATO.” 🔸18 de março: “Os aliados devem cooperar para abrir o Estreito de Ormuz.” 🔸19 de março: “Os aliados dos EUA devem dar um passo em frente e ajudar a abrir o Estreito.” 🔸20 de março: “A NATO é covarde. Podemos acabar com isto.” 🔸21 de março: “Não usamos o Estreito; são os outros que precisam dele, não nós.” 🔸22 de março: “Último aviso. O Irão tem 48 horas. O Irão está acabado.” 🔸23 de março: “Mais uma semana e bombardeamos as centrais elétricas.” 🔸24 de março: “A guerra está a chegar ao fim.” 🔸25 de março: “Estamos a negociar com o Irão.” 🔸26 de março: “O Irão está a implorar por paz. Deram-nos um presente. Adiamos os ataques às centrais elétricas.” 🔸27 de março: “Eu e o aiatolá iremos gerir conjuntamente o Estreito de Ormuz.” 🔸28 de março: “Ocorreu uma mudança de regime no Irão.” 🔸29 de março: “As negociações com o Irão estão a correr extremamente bem.” 🔸30 de março: “Estamos preparados para destruir as infraestruturas petrolíferas e energéticas do Irão e ocupar a Ilha de Kharg.” 🔸31 de março: “Estamos prontos para pôr fim à guerra sem abrir o Estreito.” 🔸1 de abril: “A guerra termina dentro de 3 dias. Vamos bombardeá-los durante 2 a 3 semanas até os mandarmos de volta à Idade da Pedra.” 🔸2 de abril: “Destruímos três pontes importantes. Porque é que ainda não nos ligaram?” 🔸4 de abril: “Lembram-se de quando dei ao Irão dez dias para chegar a um acordo ou abrir o Estreito de Ormuz? Pois bem, o tempo está a esgotar-se: faltam 48 horas para que desencadeie o inferno sobre eles.”
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Gustavo Cioto
Gustavo Cioto@GustavoCioto·
@camaradamachado Rússia do lado de casa EUA a 10 mil km de casa ! E cada comparação! Ucrânia destruiu e derrubou tudo Que é tipo de avião Russo !
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geopol•pt
geopol•pt@GeopolPt·
🇮🇷🇺🇸 Um autêntico fiasco. A ABC News confirma que a suposta supremacia aérea de Washington é um mito total. O Irão utilizou de forma brilhante tecnologia avançada de deteção por infravermelhos passivos para surpreender completamente e abater um caça F-15 americano.
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Gazeta do Mundo
Gazeta do Mundo@gazetadomundo·
‼️O Irã divulgou imagens que mostram a defesa antiaérea do país abatendo o A-10 "Warthog" americano.
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Jackson Hinkle 🇺🇸
Jackson Hinkle 🇺🇸@jacksonhinklle·
🤣🇺🇸🇮🇷 HOLLYWOOD vs REALITY
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Ali Ramos Abdul Hakam - Canal Vento Leste
🇮🇷 🇺🇸Em menos de 24 horas, o Irã conseguiu atingir: • 1 F-15. • 1 A-10. • 1 helicóptero Black Hawk. • 1 F-16CJ. As defesas aéreas iranianas estão em alerta máximo.
Ali Ramos Abdul Hakam - Canal Vento Leste tweet media
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Robinson Farinazzo
Robinson Farinazzo@artedaguerracnl·
Brian Allen "Um SEAL da Marinha aposentado está confirmando em vídeo que as Forças de Operações Especiais dos EUA - SEALs e Boinas Verdes - estão operando em território iraniano em uma missão de resgate da tripulação do F-15 abatido. São tropas americanas em solo iraniano. Não se trata de uma invasão terrestre. É uma operação de resgate. Mas operadores especiais americanos estão em território iraniano neste momento." @equipeADG Google Tradutor matéria a ser acompanhada
Brian Allen@allenanalysis

🚨MAJOR BREAKING: A retired Navy SEAL is confirming on camera that US Special Operations Forces — SEALs and Green Berets — are operating deep inside Iran on a rescue mission for the downed F-15 crew. This is American boots on the ground in Iran. Not a ground invasion. A rescue operation. But American special operators are inside Iranian territory right now.

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Mário Czbf 🇵🇸🇪🇪
@BallicoJoao @CNNBrasil O F-22 nunca foi testado em combate nem foi colocado à prova contra um grande sistema de detecção antiaérea. Os EUA até agora estão se borrando de medo de colocá-lo no Irã e arriscar destruir mais uma de suas propagandas Até que seja posto à prova, é ZERO %.
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