Finalmente a explicação tão esperada veio! Acompanhei isso de perto e sei da angustia do Lacombe por não poder entrar em maiores detalhes com os assinantes logo. Mas tava na cara, né?
1. Eduardo nunca me disse que era em off, e sou um jornalista;
2. Não publiquei print ou áudio, apenas disse que ele admitiu que os ataques ao Nikolas têm ligação com o PL;
3. Ele mesmo reconheceu que tudo que disse no privado é público;
4. Não obstante, mandei mensagem a ele pedindo desculpas se ele se sentiu ofendido.
5. Meu intuito é e sempre foi derrotar Lula. Tenho feito críticas construtivas por entender que a postura do Eduardo está prejudicando essa meta.
6. Quero paz, união da direita e Lula aposentado!
E, a propósito: sim, é pelo Brasil. Não queria seguir neste ponto, mas não posso aceitar ser humilhado. Então aqui vai, se Deus quiser, meu último comentário sobre este assunto.
O Nikolas se elegeu com votos bolsonaristas. Eu o recebia quando ainda era estudante. Depois, virou assessor de um deputado, passou a trabalhar com outro - pesquise os motivos disto. Fui a Belo Horizonte fazer campanha para ele a vereador, percorri Minas Gerais falando do seu nome com o Direta Minas. Levei-o ao palco do CPAC, pedi apoio para ele nas redes sociais, abri portas - muito disso quando eu já era o deputado mais votado da história, filho do presidente, mas isto nunca me impediu de ser quem sou e de jogar para o grupo.
Quando ele ia a Brasília, deixava minha conversa fixada no topo do WhatsApp, aguardando um retorno meu. Aceitei incluí-lo no documentário que o @mfriasoficial está prestes a lançar. Convidei-o para conhecer o Trump, levei-o ao Congresso americano e ainda tentei, a pedido dele, inseri-lo no programa do Tucker Carlson, na época do episódio da peruca - eu já era o deputado mais votado da história, filho do presidente e etc.
Esses são apenas alguns exemplos do quanto eu trabalhei por ele, acreditando na causa, acreditando que éramos um grupo. Pelo Brasil. Nunca foi por cargos ou interesse partidário.
Eu sempre joguei pelo grupo. Quem está comigo divide o mesmo espaço, a mesma luta. Se eu sento, senta comigo. Se eu estou de pé, permanece de pé ao meu lado.
Agora, num momento decisivo, Flávio contra Lula, com a liberdade do meu pai em jogo, com centenas de presos políticos, com exilados sofrendo na Argentina ele quer “sentar para conversar” e avaliar se o meu projeto é o mesmo que o dele? Ele condiciona apoio ao Flávio. Entenda, isto em outubro não é apenas mais uma eleição, é a batalha mais importante do século no Brasil, que vai selar se meus filhos encontrarão o avô ou se eu sem nem saber dei meu último adeus a ele em fevereiro de 2025 ao sair para uma viagem de 7 dias de carnaval no Texas.
Com todo respeito, isso não é expressão de liberdade. Isso é, no mínimo, mesquinhez - para não dizer outra coisa. Quem está em campo não pode se comportar como a torcida.
A própria direita vive elogiando a esquerda por não expor esse tipo de conflito em público. E por que isso acontece aqui? Porque há quem incentive exatamente esse comportamento imaturo.
Querem falar em união? Então vamos falar de coerência. Por que esse discurso de “união da direita” só aparece quando o cobrado é o Nikolas?
Por que o silêncio quando as críticas são dirigidas ao Jair Bolsonaro? Ou mesmo ao Valdemar? Se for pela “união da direita” todas as críticas vindas da direita deveriam acabar em nome de um projeto maior, não é esta a teoria de vocês?
Então vamos ser claros: não se trata de liberdade, trata-se de conveniência. Ou agora virou regra que figuras públicas não podem mais ser cobradas?
Deixo que cada um tire suas próprias conclusões. Reafirmo, da minha parte, encerro aqui. Como já disse, meu objetivo foi alcançado: hoje, todos - que antes tinham amnésia - falam positivamente do @FlavioBolsonaro, ainda que, em muitos casos, por interesse próprio - não passaram a fazê-lo espontaneamente, mas sim a custas de cobranças.
Mas não vou deixar você me expor, humilhar, sem reagir, se não vai virar rotina vocês virem aqui no X escrever seus argumentos fracos e depois correr no meu entorno para tentar me bloquear e, assim, posarem de vencedores.
Segui o conselho de um amigo e fui falar com você no privado, tentando evitar mais ruído nas redes. Parecia uma atitude sensata: trocar ideias, alinhar pontos de vista, aparar arestas, coisa de homem.
Mas me enganei. Fui vítima de uma conduta, no mínimo, sorrateira. Agora estou aqui debatendo publicamente com alguém que prega a “união da direita”, mas que, na primeira oportunidade, expôs justamente o meu gesto de confiança.
Entenda, Constantino: tudo o que eu disse no privado é exatamente o que venho dizendo em público. Não tenho nada a esconder. A sua atitude baixa não atinge só a mim, ela desestimula qualquer tentativa de diálogo. Ou seja, você ajuda a gerar exatamente o tipo de conflito que diz combater.
E sei como isso termina: sem argumentos, a saída será novamente a tal “crítica construtiva”, dizer que eu sou o radical, o causador de conflitos, que isso prejudica a campanha do Flávio. Ou então adotar a cruel narrativa da esquerda, que há um gabinete de ódio preordenado a assassinar sua reputação.
Mas repare num fato, olhe a seu redor. Quantas pessoas que antes não falavam do @FlavioBolsonaro hoje passaram a falar positivamente? Tenho a satisfação de saber que contribuí para isso, mesmo com muita gente “da direita” jogando contra. Fui vitorioso em mais uma batalha.
Isso só reforça o que sempre defendi: eu jogo pelo grupo, mesmo quando isso exige sacrifício pessoal. Há um abismo entre as nossas posturas.
Estou denunciando à AGU o deputado Nikolas Ferreira e uma série de outros perfis, muitos ligados ao movimento red pill.
O motivo? Eles estão MENTINDO sobre o teor do Projeto de Lei que criminaliza a misoginia.
O objetivo disso é barrar o avanço do Projeto, como admitiu Nikolas.
Pra Nikolas, o Projeto que protege mulheres do discurso de ódio, de ataques virtuais e ameaças à sua integridade física e mental é uma "aberração" que ele trabalhará para "derrubar".
Esses perfis estão publicando ou republicando as mesmas imagens que trazem um texto completamente diferente do texto aprovado no Senado, dizendo que é esse o Projeto de Lei que foi aprovado.
Ou então, estão fazendo afirmações completamente absurdas, como a de que homens não poderão mais falar com mulheres.
Isso é tudo uma grande mentira. Mas uma mentira que já soma milhões e milhões de visualizações.
Mas, mesmo sendo mentira, isso é um atentado ao processo legislativo e democrático.
É inaceitável que parlamentares mintam abertamente sobre o texto de Projetos que serão pautados e todo um movimento se organize para confundir a sociedade.
Se Nikolas é contra a criminalização da misoginia e quer proteger os machistas e red pills, ele que admita isso publicamente e banque seu posicionamento ridículo e nojento. Mas mentir sobre o teor de um texto assinado pelo presidente do Senado ultrapassa todos os limites.
E, me desculpe, mas se você é homem e acha que um Projeto de Lei que proíbe o discurso de ÓDIO contra mulheres vai te impedir de falar com mulheres, o problema está no que VOCÊ anda falando pras mulheres.
Repense a sua forma de se relacionar, as coisas que diz e até mesmo o motivo de você pensar essas coisas que anda dizendo.
Ou então, nos faça o favor e pare de falar desde já.
"Darei continuidade ao que o Paulo Guedes começou", diz Flávio Bolsonaro. Depois do Paulo Guedes o Lula precisou tirar o Brasil do Mapa da Fome, de novo. Precisa dizer mais alguma coisa?
✊🏽 VITÓRIA!
O Senado acaba de aprovar a criminalização da misoginia, o ódio às mulheres.
Isso é um avanço civilizatório.
É inaceitável que mulheres sejam atacadas, ameaçadas, desumanizadas e violentadas todos os dias, nas redes e nas ruas, simplesmente por serem mulheres.
Mas teve quem tentou impedir a aprovação.
Era pra criminalização da misoginia ter sido aprovada no Senado cinco meses atrás. Mas o grupo de Flávio Bolsonaro no Senado apresentou um recurso e fez com que a proposta só fosse aprovada hoje.
Assinaram esse recurso os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE), Marcos Rogério (PL-RO), Magno Malta (PL-ES), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Rogério Marinho (PL-RN), Márcio Bittar (União-AC), Alan Rick (União-AC), Carlos Portinho (PL-RJ), Jorge Seif (PL-SC) e Wilder Morais (PL-GO).
Sim, os bolsonaristas, que se fingem de preocupados com os direitos das mulheres e me atacaram por ser eleita Presidenta da Comissão das Mulheres da Câmara, tentaram impedir a criminalização da misoginia.
Os bolsonaristas, incluindo o próprio Flávio Bolsonaro, trabalharam A FAVOR do ódio às mulheres, do movimento red pill, do machismo e de discursos que legitimam o feminicídio, o estupro e a violência contra as mulheres e meninas.
E é importante que todas as mulheres tenham ciência disso.
Agora, o Projeto de Lei vem pra Câmara dos Deputados, onde lutarei para que ele seja aprovado sem nenhuma alteração ou tentativa de enfraquecê-lo.
Pois o tema é URGENTE, e qualquer mudança no texto faria o Projeto ter que ser aprovado no Senado novamente. A vida e a segurança das mulheres não pode esperar!
Por fim, parabenizo a senadora @AnaPaulaLobato_, autora do Projeto, e a senadora @SorayaThronicke, a relatora, pelo brilhante texto e por sua aprovação.
Precisamos de um Presidente que tenha capacidade de aguentar pressão. Se Flávio não conseguiu sustentar um voto “não” a um projeto da Érika Hilton, não tem condições de ser nosso Presidente. Haverá candidatos de verdade, não teremos que votar no menos ruim!
Caiado está na vida pública há muito mais tempo que Flávio Bolsonaro. Não tem nenhum sentido dizer que ele será “linha auxiliar” de Flávio ou de Lula, como venho lendo em postagens de gregos e troianos. Será uma grande opção para a nação!
Caro @kimpaim - minha sugestão é que você entenda o momento de união que o Brasil passa para elegermos Flávio Bolsonaro e pare com divisão em um momento que o nosso futuro presidente está compondo. Deltan errou lá atrás e fui eu que revelei, mas o passado ficou pra trás. Chega.
Jair Bolsonaro e a luta contra um sistema corrupto e cruel que se instalou no Brasil. A minha homenagem feita ao ex- Presidente Brasileiro no maior evento da direita mundial.