⚖️ O STJ trouxe um entendimento importante: o fim do casamento não pode significar o empobrecimento de quem dedicou anos à construção da família.
Muitas mulheres saem de um relacionamento com uma realidade completamente diferente da que tinham durante a união — e nem sempre sabem que isso pode gerar um direito à compensação.
📌 O que isso quer dizer na prática?
Quando há uma queda relevante no padrão de vida após o divórcio, pode ser possível pedir uma indenização — os chamados alimentos compensatórios. Eles não são pensão comum, mas uma forma de equilibrar os impactos financeiros causados pelo fim da relação.
😳 “Mas acabou o casamento… por que ainda teria direito?”
Porque, durante anos, muitas mulheres:
👉 deixaram a própria carreira em segundo plano
👉 cuidaram da casa e dos filhos
👉 sustentaram emocionalmente a família
👉 contribuíram de forma invisível para o crescimento do outro
E, no final, não podem ser simplesmente deixadas em desvantagem.
⚠️ Importante:
✔️ A redução no padrão de vida precisa ser comprovada
✔️ O valor será definido conforme cada caso
✔️ Não se confunde com pensão alimentícia tradicional
✔️ Pode existir mesmo sem dependência financeira formal
Divórcio não deve ser sinônimo de recomeçar do zero enquanto o outro segue evoluindo.
Isso não é privilégio.
É reparação. É equilíbrio. É justiça.
@sergiogcardoso1 Ele so precisava usar um pouco mais ela depois largar.... concordasse no momento so pra dar mais umas pimbadas depois mandasse se vestir e ir embora
Meu sobrinho de 25 anos, começou e terminou um relacionamento com uma jovem de 23 anos, qdo ela disse para ele, o seu dinheiro é NOSSO e o meu dinheiro é só para mim e as vezes vou sair com minhas amigas a noite e até com amigos, só acreditei pq eu mesmo escutei ela dizer.
Uma mulher no interior de Minas Gerais relatou que foi demitida sem justificativa plausível de uma clínica médica. Ela trabalhava como recepcionista para 4 médicos e 2 médicas associadas. A demissão levantou suspeitas pra moça quando alegaram corte de gastos mas contrataram um homem mais velho que ela.
Ela afirma que procurou advogada para alegar misoginia mas foi orientado a ter provas de que foi isso mesmo pois sem provas não adiantaria. Já que a empresa tem direito de demissão. Ela abandonou o caso.
“Se era corte de gastos como contrataram outra pessoa? Isso é misoginia sim, uai. Não tem cabimento. Era meu sustento e estou desempregada”
*Créditos na imagem
🚨O maior influenciador de uma rede social com fortuna avaliada em 3 bilhões de dólares anunciou o divórcio. Mas antes de se divorciar ele passou sua fortuna com seu pai. A mulher entrou na justiça mas não encontrou nada. Ela teve que dividir seus 15 milhões de euros com o influenciado.
Contexto: homem foi ACUSADO de agressão doméstica sem provas, foi exonerado do cargo público que tanto batalhou, foi julgado e escrachado socialmente, após o caso evoluir conseguiu encontrar filmagens que na verdade mostram sua ex "COMPANHEIRA" agredindo ele e ela sem qualquer provas dele fazer o mesmo com ela, mas antes de qualquer chance de mostrar o vídeo, ele já tinha sofrido as consequências.
Qual sua opinião?
A recente ampliação das regras relacionadas à chamada “Lei da misoginia” tem gerado preocupação entre empresários de diferentes setores, que afirmam enfrentar um cenário de crescente insegurança jurídica.
Na avaliação de especialistas e representantes do setor produtivo, a redação ampla da legislação abre margem para interpretações subjetivas, o que pode transformar decisões comuns de contratação em potenciais riscos legais.
Diante desse cenário, alguns empregadores passaram a adotar uma postura mais cautelosa — e, em casos mais extremos, evitar novas contratações femininas como forma de reduzir exposição a possíveis acusações. A medida, embora controversa, é vista por esses empresários como uma reação preventiva a um ambiente regulatório considerado incerto.
Críticos da lei argumentam que, ao invés de promover igualdade, a falta de critérios objetivos pode acabar produzindo efeitos contrários, desestimulando contratações e agravando distorções no mercado de trabalho.
@Jfukbbkk@taniamaria76462@eren_acoruja Sim a culpa foi dela sim agiu como uma tremenda de uma biscate e pagou com a vida dos filhos vagabunda com certeza igual voce aliás
O egoísmo dela custou a vida dos filhos e do marido. Se tivesse aberto mão do padrão de vida e ido viver com o ricardão os três estariam vivos. Mas a hipergamia não deixa, queria o prazer do amante sem perder o marido provedor.
E aí, adrenalina de trair, valeu o preço do sangue?