Mundinho Godard Niterói
9.7K posts

Mundinho Godard Niterói
@amonerdolas
Macumbeiro, fumante, morto por dentro, autista e viciado em nuggets sadia


Насмотрелся ваших анкет 😜 Чтож... Имя: Евгений Рост: 180см Город: Алматы(?) Учился по программе 1-3, в школе до 10го класса ненавидел физру, воспитывался на свободном тв 90х, собирал комиксы и журналы со стикерами, жил при 4х президентах. Сейчас потерялся и пока не нашёлся.

Televisión 'Palestina': "Todos los homosexuales, sin excepción, deberían ser asesin@dos. Quem@rlos vivos, arroj@rlos desde un lugar alto o apedre@rlos hasta la mu3rte." ¿Qué piensan los Queers por Palestina sobre esto?


todo preconceito com a não monogamia vem da mesma base que o preconceito com pessoas LGBTs






En el siglo III, dos soldados romanos se amaban tanto que uno se convirtió al cristianismo para no perder al otro en el más allá. La Iglesia los canonizó, les dedicó un ícono así👇 y le llamó "amistad espiritual sublime". Yo le llamo por su nombre: clóset. ¿Cuándo van a aceptar que esto es lo más natural y que ni con eufemismos, ni con hogueras, ni con estúpidos centros de terapia de conversión lo pararán? Porque lo que Natura da, Salamanca no lo quita.

Thread: Como defender que a homossexualidade e o naturalismo moral (ou teoria da lei natural) são compatíveis? Mais uma vez, agradeço ao @Fk_Franklin pela boa educação, mente aberta e ótima disposição em discutir esses temas - é bem mais do que posso dizer de alguns que já tive a oportunidade de discutir esses temas. Pra quem quer pegar o contexto da conversa completo, recomendo que leia a discussão a partir daqui: x.com/i/status/20438… Minha última resposta: x.com/i/status/20438… Eu disse que faria um post por comentário pois é um assunto interessante pra dissertar pra elaborar. Vou fazer em thread pois tenho bastante coisa pra falar sobre minha tese acerca disto, então já me desculpo de antemão pelo longo texto, juro que não é pedantismo ou prolixidade, é que realmente eu preciso desse espaço maior para dissertar pois é um tema complexo e com nuances que não podem ser ignoradas. Agora indo até o que importa, os apontamentos: 1) Não julgo correto dizer que eu "parto do florescimento para redefinir a finalidade" simplesmente (interpretando-se aqui como se as duas coisas fossem separadas ou opostas, no caso). O que eu faço é outra coisa: eu uso o florescimento como um critério de realização excelente adequada de uma finalidade (que já é compreendida de modo plural e dinâmico, mas mais sobre isso depois). A diferença parece ser sutil, mas é importantíssima. Lembremos da definição que eu dei anteriormente sobre o bem em termos da funcionalidade normativa: realização excelente de algum fim natural. O que isso significa é que a finalidade não é uma essência rígida anterior a toda avaliação (como eu disse, eu rejeito o essencialismo forte) mas uma estrutura normativa aberta que só se determina completamente quando consideramos suas condições de realização nos seres: que é justamente o que se quer dizer por excelente aqui. Então o florescimento não substitui a finalidade; ele funciona como condição de inteligibilidade da realização bem-sucedida/excelente da própria finalidade em contextos complexos. Então a sua alternativa implícita ("primeiro define a finalidade, depois vê o florescimento") só funciona em teleologias simples e unifuncionais, que é exatamente o tipo de modelo que eu rejeito (vou entrar nisso depois). Na verdade, a visão aristotélica originalmente faz a mesma coisa em tese: eu nem sequer estou deixando o naturalismo aristotélico aqui (ainda). A ética aristotélica define o fim último da natureza como a eudaimonia, que é basicamente o que estou chamando de florescimento enquanto realização aqui, que indica a plena concretização da natureza humana (isso também afasta assim a conotação subjetivista que "felicidade" pode indicar). No próprio naturalismo clássico que se origina na ética aristotélica, o fim supremo ao qual todos estão adequados e que serve como condição de inteligibilidade da funcionalidade é o próprio florescimento da natureza humana, a vida de realização plena dentro de uma estrutura organizada de meios e fins (Ética a Nicômaco, Livro 1). Portanto, não é uma questão de simplesmente redefinir a finalidade e substituir ela pelo florescimento, mas de reconhecer o florescimento como a própria condição de possibilidade para a compreensão do que consiste a realização bem-sucedida/excelente do fim natural. 2) Florescimento aqui não significa sensação de bem-estar ou preferência pessoal, portanto não é efeito subjetivo. Esse é um problema parecido com o já citado problema de tradução de "eudaimonia" por "felicidade". O florescimento é uma noção objetiva-funcional-normativa, ligada a própria integração de capacidades humanas relevantes da agência racional e do desenvolvimento de disposições humanas naturais. Faz parte da própria gramática/lógica da normatividade natural, por assim dizer, não fora dela: é a explicitação do que conta como realização bem-sucedida de uma forma de vida humana (ou no caso, de uma natureza específica humana) [+]....

























