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TOM 𝐼𝑉 ⭐️
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@LuhGagaLM @kirittobr_ amg vc é LM, óbvio que no seu mundo todo artista odeia a beyoncé, ent eu interpretando certo ou não o seu argumento, não vai mudar nada no que eu ou você debater aqui.
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@LuhGagaLM @kirittobr_ “Imagina ser comparada com ela de alguma maneira! É uma honra” obrigado pelo print! 🥰
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@ccboytom @kirittobr_ nossa, parece assim um baita argumento esse seu… sendo que ela literalmente foi questionada sobre as comparações desde aquela época. e se fosse qualquer outro artista, até a Nicki Minaj, ela elogiaria ÓBVIO.

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@markleege @poponze amg vai dar esse cuzinho aberto vai, ta na hora de depositar porra
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@ofranco0023 @Audi_Bahia e pq isso incomoda tanto? Ninguém é obrigado a seguir tal religião ou regras impostas na sociedade não, pcr!!
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@Audi_Bahia Faria algum sentido se fosse um costume que surgisse logo após a escravidão, mas não é, o baba de saia é uma coisa que surgiu não tem nem 50 anos.
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Eu tinha uma opinião bastante rígida sobre o Baba do Vinho e outros "costumes" associados. Até que, em uma conversa, um padre conhecido me apresentou uma perspectiva que mudou a forma como eu enxergava essa questão.
Ele me convidou a imaginar a seguinte cena:
“Pense no Brasil do período colonial e imperial. Um país estruturado sobre a escravidão, onde pessoas negras eram submetidas diariamente a violências físicas, morais e simbólicas. Essas violências eram praticadas, em grande parte, por uma sociedade que se declarava cristã e católica.
Agora, dentro dessa mesma lógica social e religiosa, existe um único dia no ano — a Sexta-Feira Santa — em que certos comportamentos são contidos. Por força da tradição religiosa, há restrições: evita-se o excesso, controla-se a alimentação, reduz-se o trabalho, e, em alguns casos, até práticas mais brutais são temporariamente suspensas. É um dia diferente dos demais.
E então surge a pergunta: como esse dia era vivido por aquelas pessoas negras escravizadas?
Arrancadas de seus territórios, afastadas de suas crenças, de suas línguas e de suas referências culturais, elas eram obrigadas a viver sob normas que não escolheram. Mas, ainda assim, encontravam brechas. Pequenas fissuras dentro de um sistema rígido.
Se, por 24 horas, havia alguma diminuição da opressão — por menor que fosse — isso podia representar algo imenso. Um raro momento de respiro. Um intervalo na dor cotidiana. Um espaço, ainda que limitado, para existir de outra forma.
Nesse contexto, celebrar não era necessariamente desrespeitar o sagrado. Era afirmar a própria humanidade. Era transformar um tempo imposto em um tempo vivido. Era, talvez, uma forma silenciosa de resistência.”
Para quem ainda não sabe, eu sou negro e católico. Logo, não faz sentido para mim participar do Baba do Vinho, do almoço farto ou de outros "costumes", mas desde que escutei essa história, passei a entender que manifestações como o “Baba do Vinho” não podem ser analisadas apenas sob uma lente moral ou religiosa isolada.
Elas também carregam marcas históricas profundas, atravessadas por dor, adaptação e resistência cultural. E isso não significa ignorar o sentido religioso da data, nem relativizar crenças. Mas amplia o olhar. Mostra que, muitas vezes, aquilo que parece apenas “tradição” ou “excesso” pode ter raízes muito mais complexas e ligadas à forma como diferentes grupos encontraram maneiras de sobreviver, resistir e, sempre que possível, celebrar a vida, mesmo em contextos extremamente adversos.
Ícaro Prazeres@icaroprazeres90
Mundo inteiro: "Jesus foi crucificado ❤️✝️🥹" Homens da Bahia imediatamente:
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@elduardinho @Audi_Bahia mas pra quê generalizar isso? tipo????? não fez sentido nenhuma sua colocação após tal relato. Recolha sua opinião, fofo.
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@Audi_Bahia Nada disso dito justifica ao pensar que a maioria dos caras vão para se baba se divertir, começam a beber no primeiro horário do dia, e exigem que ao chegar em casa a comida esteja posta para ainda ficar falando merda bebado.
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@peusonzer @SpotifyPopBr e não sai dos 10 milhões de ouvintes mensais KKKKKKKKKKKKKKKKK os bots vindo com força
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@ccboytom @kirittobr_ Vcs desvalorizam demais os artistas brasileiros, sempre acham que eles bebem do que os gringos fazem
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@kirittobr_ mas é justamente esse ponto que eu trouxe amg KKKKKKKKK ambas trazem religiões de matrizes africanas como inspirações kkk
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@ccboytom amg, o bik é um projeto que enaltece e aborda o movimento negro, já o equilibrium e um projeto que enaltece e aborda o candomblé, guias, orixás, fé, Deus e religião.... "a mas os visuais são parecidos", claro, ambos trás a religião africana como inspiração, simples.
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@kirittobr_ mas isso fica claro que não foi inspirado, só não entendo que mal tem comparar um trabalho da ani com o da Bayoncé. Tipo, É A BEYONCÉ, que mal tem nisso???
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@ccboytom gente, a anitta fala sobre o candomblé a muito anos, e nn de agr do completamente nada, o BIK e o equilibrium se parecem visualmente pq ambos trás religião afro ao seus trabalhos, isso e nítido, mas a ani nn pegou a ref no BIK e ss no próprio candomblé e Brasil.
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@caomosca @kirittobr_ não foi a primeira mas pode ter servido de inspiração pra anitta, que mal tem nisso?
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@ccboytom @kirittobr_ E ela não foi a primeira a fazer clipes nesse estilo então menos
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@acrigelnaninha @icaroprazeres90 amg vai dar a bct vai, larga de ser mal chupada
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