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eu sou brother do mano
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eu sou brother do mano
@dumboiluj
diseño grafico e fluminense 🇭🇺
São Paulo, Brasil 가입일 Mayıs 2009
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eu sou brother do mano 리트윗함

@resenhaflutt ces tao doente??? esse galarza eh um LIXO
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@eslbrasil @roque_mn social media promovido a open to work
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Sem novidades: pela quarta vez e depois de um ano de ausência, Rio sediará uma IEM novamente no ano que vem.
dust2.com.br/noticias/67508…
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@nevesmarcello a branca deve ser a camisa branca do fluminense mais feia ja existente em 123 anos de história
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🚨 Vazou a foto dos primeiros uniformes do Fluminense produzidos pela Puma. Imagem é verdadeira. A qualidade obviamente não mostra todos os detalhes da linha.
>>>> ge.globo.com/futebol/times/…

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@nevesmarcello a tricolor está uma coisa horrorosa nivel dryworld
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@nevesmarcello sul ja ta esgotada pro jogo da volta?
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Vale lembrar que, para o jogo da volta, o Fluminense já abriu a onda de ingressos para os ex-sócios. Eles terão 5% de desconto na compra de até quatro ingressos. A venda também é no fluminense.futebolcard.com. #geflu
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Vasco x Fluminense (ida): apenas 13 mil vendidos para tricolores.
Fluminense x Vasco (volta): mais de 20 mil vendidos para tricolores. #geflu
Marcello Neves@nevesmarcello
Fluminense x Bahia: mais de 38 mil ingressos vendidos. Setor Norte aberto para venda. #geflu
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completamente modus operandi do império do mal
out of context brasileirão@oocbrsao
INACREDITÁVEL O PULGAR NÃO FOI EXPULSO APÓS ESSA ENTRADA SEM BOLA QUE ASSALTO CONTRA O PALMEIRAS PQP
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@aakkari a testa ta brilhando de tanto oleo de peroba que passou nessa cara de pau
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@fredcaldeira lógico o tecnico eh o VITOR PEREIRA kkkkk
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@PauloFBS o maior anti-fluminense do mundopaulo brito
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🕊️ | Dois minutos de erro, vidas Inteiras em ruínas: Punição desproporcional para uma idiotice juvenil
Esse texto não é sobre Bernardo e seus erros. É sobre compaixão, reflexão e humanidade. Imagine: em um total apagão mental, o fruto de seu sustento, algo que levou 20 anos para ser construído, rui em pouco menos de dois minutos de vídeo. Foi assim que, em uma atitude imatura e irresponsável para “fazer graça” nas redes sociais diante de um grupo de adolescentes, um jovem de 16 anos ganhou as manchetes tricolores. Ele se filmou chutando, cuspindo e desrespeitando o Fluminense no Maracanã. A reação foi imediata: cancelamento. Mas não é tão simples. As punições ultrapassaram qualquer limite racional ou legal. Mais de 300 ameaças de agressão, até de morte, fora as milhares de ofensas caíram sobre a família, que hoje vive acuada, imersa em terror, vendo o esforço de uma vida ir por água abaixo.
Os contratos com o Maracanã, iniciados na Copa do Mundo de 2014, foram descontinuados. Os trabalhos futuros no Fluminense, único clube com o qual a empresa do pai, Rafael CF, atuava, também foram encerrados. Outros empresários de ramos totalmente diferentes romperam vínculos, o colégio onde Bernardo estudava pediu que se afastasse das aulas presenciais e a família já cogita mudar de endereço diante do ódio que se espalhou. Nunca mais fez sol sobre suas cabeças. O menino agora vive isolado, distante, em choque. Escolheu fugir para dentro de si como única forma de sobreviver ao linchamento público. O que deveria ser um castigo proporcional virou perseguição sem direito a defesa.
Apesar de torcer para o Flamengo, Bernardo cresceu no Fluminense: frequentava a sede, fazia natação, comemorava aniversários no parquinho do clube, respirava as Laranjeiras. Seu irmão mais velho, por sinal, é tricolor apaixonado. A proximidade só tornou a queda mais dolorosa. Os sermões foram ditos, as redes sociais silenciadas, mas as mensagens de ódio não cessam. O tribunal virtual já proferiu sua sentença, como se todos que bebem da água do Instagram, TikTok e WhatsApp fossem seres ilibados.
A história de Bernardo poderia ser apenas um capítulo menor na adolescência, mas se transformou em uma cruz pesada demais para alguém tão jovem. Mozart encantava multidões ainda menino, Malala arriscava a vida pelo direito de estudar, Pelé já carregava nos pés o peso de um país inteiro. Todos eram adolescentes, atravessando inseguranças, dúvidas e impulsos, como qualquer outro jovem. Todos eram exceções à regra. Os erros nunca anularam seus dons, apenas os colocaram em evidência diante de todos. O mesmo vale para Bernardo, que não é gênio, mas é humano.
No Maracanã, ele mostrou a face frágil da adolescência: impulsividade que sufoca a razão. Mas isso não pode ser encarado como sentença definitiva, e sim como uma curva no caminho. A vida não é feita de linhas retas como as marcações do gramado do "Maior do Mundo". Talvez o melhor gesto que possamos oferecer agora seja o do perdão, porque nele reside a chance de recomeço.
O tempo ainda é seu aliado. E só quem já tropeçou na juventude sabe: não são as quedas que nos definem, mas a coragem de se levantar.
📸 | Reprodução

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